Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia

Este é um espaço para compartilhar conhecimento sobre nosso melhor computador, o cérebro. Bem-vindo!

12/06/2022

A paixão é estressante, quase uma doença - ao menos a nível cerebral.

Quando estamos apaixonados, as principais áreas do cérebro que se ativam são aquelas relacionadas ao circuito de recompensa. O núcleo accumbens, por exemplo, uma região pequeninha que fica atrás dos olhos, é conhecido como o centro do prazer. Sensível à dopamina, ele é ativado quando matamos a sede, consumimos qualquer tipo de droga e também quando nos apaixonamos. Em outras palavras, esse circuito de recompensa é o circuito do vício, motivo pelo qual o início de uma paixão é tão viciante.

Enquanto o circuito de recompensa funciona a todo vapor, a região do nosso cérebro responsável pelo raciocínio, planejamento e tomada de decisão (o córtex pré-frontal) parece se "desligar", reduzindo a nossa capacidade crítica. Possivelmente é daí que vem a famosa crença de que "o amor é cego". Evolutivamente isso é muito útil, pois aumenta a possibilidade de união - mas psicologicamente pode não ser, já que nos atraímos pelo que é familiar, não necessariamente pelo que nos faz bem.

No meio de tudo isso, nosso organismo (mais especificamente o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal) manda produzir mais neurotransmissor adrenalina, aumentando a sensação de estresse. Isso possivelmente ajudaria a superar o medo inicial de um novo relacionamento, também favorecendo o vínculo. Com o tempo os hormônios e circuitos se ajustam, dando lugar a uma sensação de calma e tranquilidade - quando a paixão dá lugar ao amor.

A ciência ainda não compreende todos os mecanismos envolvidos na paixão e no amor do ser humano, sobretudo porque muitos aspectos complexos estão envolvidos nessa trama. Nas palavras do cientista Larry Young, "a ciência será capaz de nos dizer muitas coisas sobre a química e os mecanismos cerebrais envolvidos no amor. Mas não nos fará entender sua magia. Isso só se pode entender estando apaixonado".

Feliz dia dos namorados!

Com amor,

Dyane.

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 02/05/2022

Seja durante o desenvolvimento ou já na idade adulta, os desafios enfrentados pela pessoa portadora de TEA (Transtorno do Espectro Autista) e pela sua família são diversos - problemas de condicionamento físico, transtornos de alimentação, dificuldades relacionadas ao sono, dentre outros.

Porém é possível implementar alguns cuidados na rotina que irão melhorar a qualidade de vida do autista tanto agora quanto no futuro. Sabemos que inserir essas práticas no dia-a-dia, por mais simples que sejam, pode ser um desafio. De toda forma, vale a pena a tentativa! Vamos conferir algumas dicas para isso?!

🔹 Na alimentação, busque compreender o motivo pelo qual a criança ou adulto recusa algum alimento. É sensibilidade à textura, cheiro, cor? Questão de gosto? Ou algum desconforto gastrointestinal? Consultar um médico pode ajudar a esclarecer essa questão. No entanto, caso a recusa seja relacionada a fatores sensoriais, uma dessensibilização global - realizada através da apresentação gradual de novas texturas e temperaturas associadas a massagens no corpo e no rosto - pode ajudar na aceitação de novos alimentos.

🔹 Procure inserir exercícios físicos na rotina da criança ou do adulto para manter o corpo saudável e melhorar aspectos cognitivos como a atenção. Embora pessoas com TEA tendem a preferir atividades tranquilas e isoladas, é possível estimular a prática física respeitando os gostos do autista, começando aos poucos, priorizando turmas pequenas no caso de exercícios em grupo, e talvez até mesmo interligando a atividade com algum interesse da pessoa.

🔹 Problemas de sono são comuns em pessoas com TEA, o que pode aumentar as dificuldades de atenção, inquietação e crises de desregulação. Algumas atitudes podem ajudar na qualidade do sono, como manter o quarto escuro e silencioso, criar uma rotina para dormir, evitar alimentos com cafeína à tarde e à noite, e evitar cochilos durante o dia - além da prática de atividade física!

Gostou dessas dicas? Compartilhe com as pessoas que você acredita que podem se beneficiar delas ♡

Dyane L. Rech
CRP 07/29176

29/04/2022

Quando estamos assistindo TV e respondendo a uma mensagem, por exemplo, não estamos fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. Nessas situações estamos na verdade mudando de contexto. Ou seja, estamos alternando rapidamente entre tarefas diferentes, em vez de fazê-las ao mesmo tempo.

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 27/04/2022

O TDAH é um transtorno que afeta milhares de pessoas pelo mundo, mas é possível sim lidar com ele durante a fase adulta e no post de hoje eu te mostro algumas dicas para isso. Confere!

🔹 Pratique exercícios físicos e atenção plena para melhorar o humor e acalmar a mente;

🔹 Cuide do seu sono para aliviar os sintomas constantes;

🔹 Mantenha uma alimentação equilibrada para regular o humor e reduzir a sensação de "névoa mental";

🔹 Crie espaços para guardar suas coisas e procure não deixar seu ambiente bagunçado;

🔹 Faça listas para se organizar com as tarefas do dia-a-dia;

🔹 Organize as suas tarefas por prioridade.

Esses hábitos podem lhe ajudar a manejar os sintomas do TDAH, mas lembre-se que em muitos casos o tratamento medicamentoso ainda é necessário para reduzir os prejuízos causados pelo transtorno. Se você tem dúvidas se esse é seu caso, realizar uma avaliação neuropsicológica pode esclarecer a origem dos seus sintomas e orientar para os melhores tratamentos para seu caso.

Curtiu o post? Compartilhe com quem precisa!

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 25/04/2022

Diferente do que muitos pensam, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, comumente diagnosticado na infância ou adolescência, pode ser identificado também nos adultos atrapalhando diversas atividades que exigem foco e disciplina.

Porém a expressão desse transtorno nos adultos é diferente de crianças ou adolescentes. Dentre os sinais comuns de TDAH na idade adulta podemos citar:

🔷 Dificuldade para seguir rotina;
🔷 Muito foco no que se interessa (hiperfoco);
🔷 Instabilidade profissional;
🔷 Esquecimento ou perda de objetos;
🔷 Dificuldade em manter a concentração;
🔷 Dificuldade para o planejamento de tarefas;
🔷 Problemas nos relacionamentos;
🔷 Impulsividade e comportamento de risco;
🔷 Maior índice de desemprego e evasão escolar;
🔷 Repetição de erros em tarefas rotineiras;
🔷 Dificuldade de escutar e esperar sua vez para falar;
🔷 Tédio e busca por atividades estimulantes.

Embora o TDAH cause prejuízos em diversos contextos da vida, há tratamento e possibilidade de uso de estratégias que melhoram o foco atencional, a qualidade de vida e o rendimento profissional e acadêmico ♡

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 22/04/2022

São tantas coisas que ouvimos falar sobre o TDAH que às vezes ficamos sem saber o que é fato e o que é fake. Por isso hoje decidi desmistificar alguns mitos a respeito desse transtorno. Confere!

❌ Quem possui TDAH não presta atenção em nada
✔️ Pessoas com TDAH pode sim, prestar atenção em coisas que gostam, e muitas vezes concentram-se tanto (hiperfoco) que nem percebe outras coisas acontecendo ao seu redor. A dificuldade da pessoa com TDAH é focar em atividades repetitivas, longas ou que não sejam uma motivação para ela;

❌ Quem tem TDAH precisa tomar medicação estimulante (ritalina, por exemplo)
✔️ Não necessariamente uma pessoa com TDAH necessitará tomar medicação. Mas, caso precise, atualmente há muitas opções disponíveis e a chance de encontrar uma que se adeque ao organismo e estilo de vida é grande;

❌ Quem tem TDAH tende a não ter bom rendimento escolar
✔️ Ser diagnosticado com TDAH não significa que a pessoa terá alterações na capacidade intelectual. Cada pessoa é distinta, e nem todos com TDAH terão notas baixas, logo isso não é um critério diagnóstico. Algumas pessoas com desatenção, por possuir maior dificuldade em focar, podem acabar perdendo pontos em provas por erros, pela falta de atenção e/ou por impulsividade.

E você, conhecia algum desses mitos? Compartilha aqui nos comentários!

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 20/04/2022

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) pode ter predomínio de sintomas de desatenção ou de hiperatividade, ou ainda uma sintomatologia combinada de ambos.

Portanto a expressão desse transtorno pode variar de acordo com o tipo de TDAH prevalente em uma pessoa. E no caso do TDAH com presença de hiperatividade, você sabe quais são os sinais para identificá-lo? Confira:

1 - Dificuldade em dormir ou ter um sono reparador;

2 - A pessoa costuma movimentar-se pelo ambiente e/ou mexer mãos e pés;

3 - Impulsividade, agindo sem pensar nos riscos;

4 - Uma pessoa hiperativa costuma falar muito;

5 - Tendência a desenvolver quadros de ansiedade;

6 - Dificuldade em permanecer atento em tarefas longas, repetitivas ou que não lhe sejam interessantes;

7 - Entedia-se facilmente e tem a necessidade de sempre realizar algo.

Se identificou com algum desses sinais? Não deixe de buscar ajuda de um profissional qualificado!

19/04/2022

O AVC, Acidente Vascular Cerebral, pode apresentar inúmeros sintomas, sejam eles sozinhos ou combinados, e para aumentar as suas chances de recuperação, é importante ficar de olho nessas aparições. Por isso, no post de hoje separamos alguns desses sintomas que vão te ajudar a identificar um AVC.
- Falta de movimento no corpo ou fraqueza;
- Dificuldade para enxergar;
- Tontura e desequilíbrio;
- Alteração nos sentidos da fala e audição;
- Dores de cabeça;
- Dificuldade para comer.
E você? Já conhecia todos esses sintomas? Conte aqui nos comentários.

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 19/04/2022

Essa é uma das dúvidas mais comuns quando falamos sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Mesmo observando alguns sinais em seu dia-a-dia, muitos adultos acreditam que o TDAH é diagnosticado somente na infância ou adolescência, mas esse é um grande mito - que infelizmente até mesmo alguns profissionais de saúde mental ainda defendem.

O TDAH é cada vez mais comum em adultos, porém os sintomas do transtorno nessa fase da vida são diferentes daqueles observados na infância.

Enquanto uma criança expressa o transtorno através de dispersão na sala de aula e/ou agitação, por exemplo, os sintomas do adulo geralmente se refletem em desorganização, falta de foco, impulsividade, procrastinação, instabilidade profissional, pequenos esquecimentos, alterações de humor, repetição de erros, dentre outros.

Evidentemente a simples presença desses sintomas não é suficiente para o diagnóstico de TDAH, já que os sinais desse transtorno podem se assemelhar a outras condições fisiológicas ou psíquicas. Portanto, se você observa prejuízos causados por desatenção e/ou hiperatividade e tem dúvidas quanto ao diagnóstico, o ideal é buscar atendimento profissional qualificado para obter esse esclarecimento - e, se for o caso, iniciar um tratamento que certamente irá lhe auxiliar a manejar seu dia-a-dia e aumentar sua qualidade de vida ♡

E você? Já sabia que o TDAH está presente também na fase adulta? Me conta aqui nos comentários!

Photos from Dyane Lombardi Rech - Neuropsicologia e Psicologia's post 16/04/2022

Se tivermos sorte de ter uma vida longeva, o fato é que não escaparemos do envelhecimento cerebral.

Esse é um processo natural e que não se refere apenas a aspectos mentais ou emocionais, mas acontece de forma fisiológica. Ou seja, ao longo da nossa vida o cérebro vai apresentando mudanças concretas na sua estrutra, no tamanho, no metabolismo e no seu funcionamento, como:

🔷 Diminuição do número de neurônios;
🔷 Redução do fluxo sanguíneo;
🔷 Redução das sinapses (regiões responsáveis pela comunicação entre os neurônios);
🔷 Redução do volume cerebral;
🔷 Diminuição da área cinzenta, camada externa do cérebro responsável pelo bom funcionamento de funções mentais como pensamento, julgamento, movimento e percepção.

Essas modificações são esperadas em um envelhecimento normal, porém em alguns casos (como nas demências) podem ocorrer de forma patológica e prejudicar significativamente o funcionamento do cérebro. A avaliação neuropsicológica ajuda em muito a esclarecer essa diferença para que o tratamento, se necessário, seja adequado a cada indivíduo ♡

Dyane Lombardi Rech
CRP 07/29176

12/04/2022

Queixas de memória, atenção, linguagem, dentre outros, seja por suspeita de algum transtorno ou demência, por um trauma no cérebro ou uma mudança de comportamento ainda injustificada, ou simplesmente para descobrir seu perfil cognitivo, são diversos os motivos para realizar uma Avaliação Neuropsicológica .

E tão distinta quanto a lista de razões para fazer uma Avaliação Neuropsicológica é a lista dos seus benefícios. Vamos conferir alguns?

🧠 Caracterização do funcionamento do cérebro;

🧠 Possibilita identificar e mensurar as habilidades preservadas e potencialidades, assim como prejuízos cognitivos e comportamentais;

🧠 Identificação de padrões sutis de perdas cognitivas;

🧠 Auxílio no diagnóstico diferencial de condições que possuem sintomas parecidos;

🧠 Planejamento individualizado de intervenção, economizando tempo e investimento em condutas que podem não ser as melhores para determinada pessoa;

🧠 Permite monitorar a evolução do paciente em tratamento.

Nossas funções cognitivas estão diretamente relacionadas à nossa vida diária, comportamento e humor, influenciando trabalho, estudos e relacionamentos. Quanto antes forem realizadas investigações para esclarecimento das queixas, mais assertivo será o prognóstico.

Tem alguma dúvida sobre avaliação neuropsicológica? Então já sabe, deixa aqui nos comentários 😉

Boa semana!

Dyane Lombardi Rech
CRP 07/29176

09/04/2022

Confesso que praticar atividade física não está na minha lista "Top 10 coisas que eu mais gosto de fazer", mas procuro manter esse hábito na minha rotina sempre que posso. Sabe por quê?

Porque exercitar o corpo diariamente aumenta o bom funcionamento do nosso cérebro, melhora nosso humor e diminui a velocidade com que esse órgão envelhece.

Pois é, os benefícios de realizar exercícios físicos vão além de um corpo sarado. A prática faz com que mais sangue e oxigênio circulem pelo nosso organismo e ainda estimula a formação de novos neurônios no hipocampo. Essa região do cérebro é super importante porque está envolvida nos processos de aprendizagem e memória, na modulação da cognição e do humor em algumas doenças neurodegenerativas, e no controle das emoções.

Em outras palavras, praticar exercícios físicos contribui não só para a saúde do cérebro mas também da mente, sendo um poderoso aliado no tratamento de transtornos de humor como ansiedade e depressão.

Por isso, mesmo que assim como eu você não tenha DNA de atleta, não deixe de criar este hábito! Vale caminhada, corrida, dança, esgrima, o que você mais gostar. É uma forma simples de manter seu cérebro saudável e de aumentar sua saúde e sensação de bem-estar.

E para você, como é praticar exercícios físicos? Do que você mais gosta quando movimenta o corpo? Compartilha aqui com a gente!

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