Heloisa Macedo

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aqui a sua vida vai mudar

04/02/2023

Os riscos da obesidade
Tristeza, depressão e ansiedade excessiva também podem acelerar o aumento de peso
A obesidade é fator de risco para uma série de doenças, entre elas diabetes, hipertensão, apneia do sono, infarto, arritmias, AVC, câncer e depressão. Os órgãos mais afetados pela obesidade são cérebro, coração, fígado, pâncreas e rins. O alerta é do diretor clínico da Fundação Pró-Rim

04/02/2023

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03/02/2023

AMÉM para esses anjos que salvaram este cachorrinho

14/12/2022

BEBIDAS ALCOÓLICAS E DIABETES

Uma pergunta frequente no consultório sempre que alguém recebe o diagnóstico de diabetes mellitus é: “Posso beber um vinho ou uma cervejinha vez ou outra? Quanto posso beber?” Antes de responder esta dúvida frequente, é importante conhecermos algo chamado de “paradoxo clínico do álcool”.
O consumo de álcool pode causar doenças e aumentar o risco de morte. Por outro lado, o álcool também pode ajudar a prevenir problemas de saúde e aumentar a longevidade. Ora, como pode a mesma substância fazer mal e bem ao mesmo tempo? Chamamos isso de paradoxo clínico do álcool. O que define se o álcool fará bem ou mal é a quantidade e a maneira com que é consumido.
Para quem ainda não é diabético, o consumo de álcool em doses moderadas pode ajudar a prevenir a doença. Uma revisão de 15 estudos publicada na revista médica Diabetes Care em 2005 mostrou que o consumo diário de até 48 gramas de álcool (o equivalente a duas taças de vinho ou duas garrafas de cereja) estava associado a redução de 30% no risco de diabetes. Aparentemente, doses em torno de 30 gramas de álcool melhoram a sensibilidade a insulina, isto é, facilitam o funcionamento deste hormônio que ajuda nossas células a usar a glicose, o “açúcar do sangue”.
Em pacientes que já são diabéticos, o consumo moderado de álcool também pode ser benéfico. Um estudo israelense publicado em 2007 também na revista Diabetes Care evidenciou que o consumo de uma taça de vinho tinto ou branco todos os dias foi capaz de baixar a glicemia em jejum em 20 mg/dL durante os 3 meses de seguimento. Outro estudo, publicado na revista JAMA, com mais de 900 pacientes diabéticos idosos mostrou que o consumo de pelo menos 14 gramas de álcool por dia foi capaz de reduzir o risco de morte por doenças isquêmicas do coração em cerca de 80%.
No entanto, o consumo de álcool não é bom para todos os pacientes diabéticos. Pacientes com sintomas causados por doenças nos nervos periféricos (neuropatia diabética) ou com hipoglicemias (quedas de glicose) frequentes podem apresentar piora desses sintomas. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama e qualquer paciente com potencial para abuso de substâncias também devem ter o consumo desencorajado.
Por fim, grande parte do conhecimento sobre o consumo de álcool vem de estudos epidemiológicos. Isto quer dizer que são estudos sujeitos a falhas metodológicas e que os resultados devem ser interpretados com cautela. Apesar disso, e respondendo a pergunta inicial, à luz do conhecimento científico atual, o paciente diabético pode sim beber uma cervejinha sem maiores preocupações, desde que na dose apropriada e após avaliação do seu endocrinologista.

13/12/2022

Pé diabético: o que fazer para evitar problemas graves

Uma simples calosidade no pé que para muitos não representa mais que um incômodo, para a pessoa com diabetes pode, se não tratado, se transformar na origem de uma futura amputação de membro. O pé diabético é um problema que ronda as pessoas com distúrbios na quantidade ou qualidade da insulina produzida pelo organismo.
Por isso, assim como a avaliação periódica da retina para evitar a cegueira por diabetes, o cuidado com os pés é essencial entre os diabéticos, já que cerca de 15% dos pacientes desenvolvem algum tipo de alteração plantar depois de diagnosticada a doença.
O diabetes é uma enfermidade que compromete, além de outras funções, os vasos sanguíneos, responsáveis por irrigar os nervos, que por sua vez são incumbidos de transmitir as sensações de calor, dor e frio ao cérebro.
Considerando que o paciente com pé diabético experimenta, portanto, involuntariamente a redução do oxigênio que chega aos nervos, a perda da sensibilidade em pés e mãos, a chamada neuropatia em bota ou em luva, passa a fazer parte da rotina.
Pé diabético f**a imune à sensações
A perda do tato, seguindo a lógica, faz com que o indivíduo diabético passe a não sentir pequenas lesões nos pés – seja um machucado provocado por um sapato apertado ou pela costura de uma meia. Há situações mais extremadas em que o paciente não percebe sequer queimaduras nos pés em pisos muito quentes, por exemplo.
Os ferimentos, por menores que sejam, são uma porta de entrada para germes. Isso, associado à dificuldade de cicatrização inerente à doença, faz com que o diabético acabe f**ando mais exposto a infecções locais e generalizadas, logo, também a ablações.
Alguns fatores contribuem para a ocorrência do pé diabético, entre eles as taxas elevadas de glicose e hemoglobina glicada, que sugerem mal controle da doença e que predispõem o doente a outras complicações.
Cuidados ao cortar unhas do pé diabético
A carência de cuidados com os pés igualmente gera inquietação. O diabético precisa dispor, para sinalizar algumas medidas de prevenção ao pé diabético, de muita atenção ao cortar as unhas dos pés, por exemplo, lembrando que qualquer pequeno corte pode resultar em grandes agravamentos.
Manter os pés aquecidos e optar por sapatos confortáveis igualmente contribuem à saúde destes que propiciam o caminhar. Checar diariamente a sola e os dedos para descartar a existência de avarias é essencial para manter afastadas moléstias mais sérias (úlceras, infecções, isquemia e trombose), inclusive o surgimento de micoses deve ser informado ao médico.
De acordo com o Ministério da Saúde, em torno de 70% das operações de remoção de membros no Brasil têm como motivação o diabetes – são registradas mais de 50 mil amputações por ano no país.
Estima-se que metade dos pacientes com mais de 60 anos de idade seja acometida pelo pé diabético, enfermidade que, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, pode ser evitada a partir do monitoramento diário da região e do controle dos valores glicêmicos.
Estatísticas oficiais apontam que o diabetes é a razão mais frequente de amputações não traumáticas de membros inferiores, isto é, remoção de partes do corpo não motivadas por acidentes.

13/12/2022

Pés de pacientes com diabetes precisam de atenção redobrada

Os maus hábitos de vida dos brasileiros fazem com que diversos assuntos de saúde, como o diabetes, estejam sempre em evidência. E os problemas relacionados à doença mal controlada são inúmeros, desde os mais simples até os mais complexos. Por isso, é preciso ter atenção com uma das frequentes complicações da doença: o chamado pé diabético.
As pessoas com diabetes podem desenvolver diferentes problemas nos pés. Isso geralmente acontece quando ocorre dano ao nervo, a chamada neuropatia diabética. Entre os sintomas, pode-se citar formigamento ou dormência, sensação de queimação e fraqueza no membro. Ou seja, “é possível passar o dia inteiro andando com uma bolha no pé, por exemplo, sem sentir o desconforto”, alerta a endocrinologista Janaina Koenen.
Pé diabético: o que fazer para evitar problemas graves
Dessa forma, machucados aparentemente simples podem se agravar por causa dessa falta de sensação do membro. Sem perceber, o paciente demora a iniciar o tratamento da lesão (úlcera), que pode evoluir rapidamente para uma infecção mais severa e resultar até na perda do pé.
Além disso, as pessoas com diabetes precisam redobrar a atenção com o tipo de calçado, uma vez que a pele sofre mudanças de textura, f**ando mais seca e, consequentemente, mais vulnerável a machucados.
Vale lembrar ainda que o número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% nos últimos 10 anos, e hoje 8,9% das pessoas no país têm a doença, aponta a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada neste ano pelo Ministério da Saúde.

12/12/2022

Glicemia controlada é sinal de coração bem protegido

Dezembro e janeiro são meses muito agitados! Tem criança de férias, muitas confraternizações, eventos sociais, comilança no Natal e o exagerado consumo de bebida alcoólica para comemorar a chegada do novo ano. Apesar de todo esse cenário, é preciso ter em mente que o diabetes não tira férias e que os cuidados com a saúde devem fazer parte da sua rotina. Calma! Isso não signif**a que você vai deixar de curtir a festança, só tem que lembrar da importância de manter o equilíbrio, afinal o diabetes ocupa o quinto lugar entre as doenças que mais matam no Brasil.
Atualmente, cerca de 14 milhões de brasileiros convivem com a doença, que se não tratada corretamente, pode comprometer diversas funções no organismo. O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da USP de Ribeirão Preto, destaca que, além das doenças cardiovasculares, o diabetes pode se causar problemas, como lesões renais, oculares e neurológicas, problemas nos pés, disfunção sexual, entre outros.
– É importante destacar que as doenças cardiovasculares estão no topo das causas de morte entre portadores de diabetes em todo o mundo. O risco de infarto em pacientes com diabetes, por exemplo, pode ser até quatro vezes maior que em pessoas sem a doença.
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Segundo o cardiologista Otávio Rizzi, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, de todas as complicações cardiovasculares, a insuficiência cardíaca possui um impacto signif**ativo sobre os pacientes e sistemas de saúde.
– A insuficiência cardíaca acontece quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para todas as partes do corpo, é uma das comorbidades mais comuns do diabetes tipo 2, o que pode resultar em hospitalizações mais frequentes, além de impactar diretamente na qualidade de vida desse paciente.
Confira: 5 hábitos que ajudam a proteger seu coração
Ainda de acordo com Rizzi, o diabetes gera um descontrole nos níveis de açúcar no sangue, onde, justamente com a insuficiência na produção e utilização de insulina, origina-se um estado de inflamação.
– Esse quadro facilita o surgimento de placas de gordura, aumento do colesterol ruim e outras substâncias nas paredes das artérias, limitando o fluxo sanguíneo, e consequentemente, aumentando o risco de doenças cardíacas.
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Não à toa, Couri enfatiza que a adesão precoce e contínua ao tratamento é fundamental para evitar grandes complicações do diabetes.
– É muito importante estar atento a evolução do tratamento, e ao que chamamos de inércia terapêutica, que é a demora na intensif**ação do tratamento com outros medicamentos, o que é essencial na prevenção de uma série de complicações associadas.
Ainda segundo o especialista, nos últimos anos é crescente entre a classe médica, a necessidade de uma nova abordagem no tratamento do diabetes, o que implica, além da prescrição do tratamento, um olhar muito mais cuidadoso para as complicações da doença.
Por isso, a necessidade do tão falado tratamento multidisciplinar, reforça a endocrinologista Denise Franco, diretora da ADJ Diabetes Brasil.
– É necessária uma abordagem multidisciplinar para as complicações associadas e também para opções de tratamento da patologia, um exemplo é o trabalho em conjunto do cardiologista e do endocrinologista na terapia. Desmistif**ar conceitos associados ao diabetes também é muito importante para que o paciente tenha mais qualidade de vida e vença as barreiras do diabetes.
Além disso, Denise explica que a condição para o sucesso no controle no diabetes e prevenção dos riscos cardiovasculares está no empoderamento do paciente sobre a sua doença.
– O médico deve tornar o paciente protagonista de seu próprio tratamento, incentivando-o para que o mesmo sempre reflita e tome as melhores decisões em seu cotidiano.

12/12/2022

Hipertensão: confira os temperos naturais que podem substituir o sal

Hipertensão, uma doença que acomete um a cada quatro brasileiros adultos, segundo levantamento realizado pelo Ministério da Saúde. Outra informação importante é que a pressão alta tende a aumentar com a idade, chegando a 60,9% entre as pessoas com 65 anos ou mais. Apesar de frequente na população, na maioria dos casos, a hipertensão não costuma apresentar sinais, adverte o cardiologista Cleber Mazzaro, do Centro Cardiológico do Hospital Brasil, em São Bernardo do Campo (SP).
– Em raras ocasiões, ela vai apresentar dor de cabeça, tontura e mal-estar.
Segundo o cardiologista Marcelo Sampaio, membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida, a pressão alta pode ocorrer por vários motivos, entre eles, a ingestão descontrolada de sódio.
– Para manter a saúde do coração, já que a hipertensão é um dos fatores de risco para as doenças cardiovasculares, a dica é usar temperos naturais, como alho, salsa, coentro, cebola, cebolinha, manjericão, tomilho, orégano, limão e louro, no lugar do sal.
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Dr. Marcelo acrescenta que o consumo diário de sal não pode ultrapassar 5 g, o equivalente a 5 colheres de café rasas.
Além do alto consumo de sal, o cardiologista do Hospital Brasil lista outros fatores de risco importantes, como obesidade, histórico familiar (filhos de pais hipertensos), doença renal, estresse, sono irregular, tabagismo e diabetes. Além disso, o médico acrescenta que mulheres na menopausa podem f**ar hipertensas por conta da queda dos hormônios femininos.
– Por isso, é fundamental manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, beber água com frequência e controlar o peso para prevenir a hipertensão.
Leia também: 7 mitos e verdades da hipertensão
Confira abaixo alguns substitutos do sal que podem trazer muitos benefícios à saúde.
Alho
Além de combinar com praticamente todas as comidas, é um anti-inflamatório natural. Na gripe, ajuda a eliminar secreções respiratórias e induz a sudorese, diminuindo a febre. Ele também ajuda a prevenir a aterosclerose e baixar a pressão arterial assim como remover a gordura da alimentação fazendo com que o organismo não a absorva completamente.
Cebola
Limpa secreções respiratórias, melhora dores articulares, é antidepressiva, antioxidante e anti-inflamatória. Cuidado com a cebola crua em excesso, pois ela pode “agredir” o estômago. Caso haja sensibilidade, use-a na forma de caldos.
Limão
Tem propriedade anti-infecciosa e pode ser utilizado na preparação de sucos, chá e tempero de saladas e peixes. Ele também pode ajudar no tratamento da infecção urinária, pois cria um meio impróprio para a sobrevivência da bactéria nessa região.
Tomilho
Antisséptico, ajuda na prevenção de problemas respiratórios, reduz o colesterol e protege contra o envelhecimento das células. Utilize como tempero de salada e carnes.
Manjericão
Antiviral, auxilia no tratamento de catarata e diabetes. Acelera a cicatrização da pele e protege contra desconfortos intestinais. As folhas frescas podem ser consumidas com peixes, massas ou risotos. Outra opção é recorrer às folhas secas ou mesmo o pó.
Salsa
Utilizada para problemas de circulação e retenção de líquidos, celulite, anemia e esgotamento físico. Beneficia a digestão e a tireoide. Pode ser utilizado in natura ou na preparação de pastas e chás.
Alho-poró
Um vegetal com alto teor de fibras e inúmeras vitaminas e minerais, contribui para o bom funcionamento do intestino, previne câimbras, fortalece os músculos e estimula a calcif**ação óssea. Na culinária, por ter um sabor mai suave, pode ser usado em qualquer preparação. Use a criatividade!

11/12/2022

Doenças cardiovasculares lideram as causas de morte em pacientes com diabetes tipo 2

Muito mais que amputação, cegueira ou complicações renais. Dos mais de 400 milhões de casos de diabetes no mundo, 90% apresentam ao menos um fator de risco cardiovascular. Ainda mais sério é o dado de que 80% das mortes de pacientes com diabetes estão relacionadas às doenças cardiovasculares. Os números são da Federação Internacional de Diabetes (IDF), que amplia o olhar sobre o assunto e mostra que o coração pode estar passando despercebido por médicos e pacientes.
De acordo com o levantamento, os problemas ligados ao coração lideram as causas de mortes e incapacidade entre pessoas com diabetes tipo 2, tipo mais comum da doença e que aumenta em até quatro vezes a propensão a ataques cardíacos ou AVC (Acidente Vascular Cerebral).
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No Brasil, mais de 12 milhões de pessoas têm diabetes – uma população equivalente à maior cidade da América Latina, São Paulo. Na última década, houve um aumento de mais de 61,8% nos casos registrados pelo Ministério da Saúde, fazendo com que os brasileiros figurem na lista daqueles que mais sofrem com a doença no mundo. O número de óbitos por diabetes, por sua vez, saltou de 54.877 para 61.398 mortes por ano, no período entre 2010 e 2016; um aumento de 11,8% de acordo com os últimos dados disponíveis pelo Ministério da Saúde.
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Para entender melhor essa questão global de saúde, a IDF consultou mais de 12 mil pacientes em 133 países. Destes, 600 brasileiros que vivem com a doença foram ouvidos, sendo 37% homens e 63% mulheres, entre 20 e 79 anos. Entre todos os entrevistados brasileiros, 18% nunca tiveram conhecimento sobre os possíveis riscos da doença para o coração e 23% sequer lembram de ter comentado a respeito com seus médicos. A falta de informação durante o tratamento é um dos grandes desafios para estabelecer uma nova realidade no controle do diabetes, segundo o cardiologista Dr. José Francisco Kerr Saraiva.
– Aprendemos muito sobre a importância do controle da glicemia para evitar a progressão das doenças cardiovasculares e outras complicações relacionadas ao diabetes. No entanto, percebemos que isso não é suficiente. É preciso falar sobre o combate ao excesso de peso, a pressão arterial e o colesterol elevados, que inicia por mudanças no estilo de vida. Com todas essas medidas somadas, podemos diminuir em até 80% a chance de um paciente vir a ter um problema ligado ao coração.
A pesquisa do IDF ainda revelou que 63% dos entrevistados brasileiros apresentavam múltiplos fatores de risco para doenças cardiovasculares e/ou já tinham sofrido algum evento cardiovascular. Além disso, embora 88% dissessem confiar em seus médicos durante o tratamento, quase 70% gostariam de mais informações sobre o assunto.
Para Jung Hyun Yoon, gerente médica da Novo Nordisk, as inovações a favor da medicina também atuam como importantes aliadas para estabelecer um novo olhar sobre o controle do diabetes.
– A sociedade tem conhecimento das complicações ditas microvasculares do diabetes, como amputação de membros, danos renais e comprometimento da visão, mas não tem a mesma noção em relação à dimensão dos riscos cardiovasculares da doença e que podem até levar as pessoas à morte. Por isso, o controle adequado do diabetes, aliando estilo de vida saudável e tratamento com medicamentos apropriados, graças aos avanços da medicina, permite hoje que o paciente viva não apenas melhor, com mais qualidade de vida, mas também por mais tempo.

11/12/2022

6 informações importantes na prevenção do AVC

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 100 mil pessoas morrem por ano em decorrência da doença (hemorrágico e isquêmico). No entanto, existem alguns fatores cruciais que podem atuar como prevenção à doença, segundo o neurocirurgião Dr. Feres Chaddad, do Hospital Santa Catarina (SP).
Confira as 6 principais condutas preventivas ao AVC!
1 – Controle a pressão arterial! Manter a pressão arterial sob controle passa por uma vida de bons hábitos alimentares e prática de exercícios regularmente. No entanto, algumas recomendações específ**as podem fazer a diferença. Por exemplo, consumir menos de 6 g de sal por dia (ou 2 g de sódio), o equivalente a uma colher de chá rasa. Também é indicado a ingestão de alimentos com potássio e magnésio, pois estes estão associados ao controle da pressão, sendo importantes para o metabolismo, sistemas nervoso, vasos sanguíneos e músculos do coração. Muitos dos alimentos ricos em magnésio são as sementes, como de abóbora, gergelim e linhaça. Da mesma forma, castanha-de-caju, castanha-do-pará e amêndoas possuem alta quantidade do elemento. Para adquirir potássio, frutas, como abacate, banana e lacticínios, possuem índice bastante elevado.
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2 – Manter peso corporal adequado! Totalmente relacionado ao peso corporal, a incidência do AVC se dá muito por conta da sobrecarga e consequente rompimento ou entupimento de artéria no sistema nervoso central. O indivíduo obeso eleva consideravelmente as chances desse acontecimento. Por isso, não ser sedentário e ter uma alimentação balanceada com frutas, verduras, legumes e sem excesso de frituras é essencial.
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3 – Evite o estresse! Essa dica não está totalmente sob nosso controle. Porém, é possível tentar reduzir essa carga emocional. Se o trabalho está provocando alto estresse, o melhor seria pensar em sua manutenção, se possível. Se essa não for uma possibilidade, tentar diminuir o contato com as pessoas ou atividades causadoras. Praticar exercícios físicos e mentais, como a meditação, ajudam a reduzir consideravelmente esse mal.
4 – Não abuse do álcool e largue (definitivamente) o cigarro! O uso abusivo do álcool e cigarro está diretamente ligado à ocorrência do AVC, tanto o hemorrágico quanto o isquêmico.
5 – Controle o diabetes! O paciente diabético apresenta alterações vasculares em todo o corpo. Por esse motivo, existe o risco maior de sofrer um AVC do que os pacientes não diabéticos. Uma dieta saudável com consumo de verduras, frutas e vegetais associado ao controle rigoroso da glicemia abaixo da faixa crítica e atividade física regular por pelo menos 150 minutos por semana diminuem o impacto da Diabetes como fator de risco para o AVC.
6 – Pratique exercícios físicos! Esse hábito é uma das principais formas de prevenir o AVC. A atividade física mantém o metabolismo ativo, promove o equilíbrio da pressão arterial e controla o peso corporal, além de reduzir a ansiedade e as chances de depressão.

10/12/2022

Cuidados essenciais para manter o diabetes controlado e evitar complicações

O paciente diabético deve adotar um estilo de vida saudável e seguir algumas “regras” para evitar o descontrole da doença. Além da alimentação, o uso correto dos medicamentos e o acompanhamento dos níveis de açúcar no sangue devem fazer parte da rotina. Se você quer evitar as complicações que a doença pode trazer, leia a seguir as orientações dos profissionais da Pró-Rim.
Alimentação: a base de uma vida melhor
Alimentação saudável é indispensável para quem tem diabetes. Por isso, o acompanhamento com um nutricionista pode te ajudar no controle da doença, e não deixar que você se “perca” no tratamento. “Conhecendo seus hábitos e seus gostos, este profissional poderá auxiliar na organização da sua dieta e na substituição dos alimentos. Fazendo com que esse controle na alimentação seja fácil de seguir e até mesmo, prazeroso”, enfatiza a Coordenadora do setor de Nutrição da Fundação Pró-Rim, Jyana Gomes Morais.
A nutricionista segue dando outras dicas para controlar o diabetes e sem descuidar na alimentação:
1. Escolhas saudáveis:
O paciente portador de diabetes deve fazer escolhas saudáveis para sua alimentação. Opte por alimentos mais naturais como vegetais, frutas, sementes e grãos. Evitando assim consumir com frequência alimentos processados e refinados que aumentam a glicemia.
2. Cuide com o açúcar:
O excesso de ingestão de açúcar pode desregular a glicemia, resultando em possíveis complicações da doença. Evite alimentos, como sobremesas, feitos com açúcar refinado. Na vontade de um docinho, escolha uma fruta da estação, elas são mais doces e de fácil acesso (lembrando que é uma porção por vez).
3. Consumo de frutas
As frutas podem e devem ser consumidas mesmo por quem tem diabetes, mas a recomendação é uma por vez, podendo comer de 3 a 5 por dia (qualquer fruta da sua preferência).
4. Se alimente regularmente:
Sugere-se que a pessoa com diabetes não deve permanecer muito tempo sem se alimentar. Respeite os sinais do seu organismo e faça refeições em intervalos regulares. Isso evita picos de hipoglicemia e hiperglicemia.
5. Olho na balança:
Procure manter seu peso adequado, de acordo com sua idade, s**o, altura e atividades. Pessoas com diabetes e sobrepeso ou obesidade podem ter o descontrole da glicemia, e mais chances de terem consequências dela como doenças cardiovasculares e AVC (Acidente Vascular Cerebral).
6. Diga “não” ao cigarro e bebidas alcoólicas:
O consumo de tabaco altera os níveis de glicose, dificultando o controle do diabetes. Já o consumo de bebidas alcoólicas em excesso pode causar hipoglicemia ou hiperglicemia, por sobrecarga do fígado.
7. Faça atividades físicas regulares e liberadas pelo seu médico.
Exercícios físicos colaboram no controle da glicemia, auxiliam o bom funcionamento intestinal, corroboram com níveis adequados de lipídeos no sangue além de melhorar muito a saúde emocional entre diversos outros benefícios.

ACOMPANHAMENTO E CONTROLE

Além dos cuidados com a alimentação, o médico nefrologista Dr. Marcos A. Vieira também ressalta a importância do acompanhamento dos níveis da glicemia e o uso correto dos medicamentos prescritos pelo especialista. “O controle do diabetes impede que o paciente venha ter outras complicações graves, como doenças do coração, hipertensão arterial e até mesmo, a insuficiência renal crônica. O diabetes não tem cura, mas pode e deve ser controlado”, saliente o médico.
O acompanhamento dos índices da glicemia e da pressão arterial devem fazer parte da rotina do diabético. Assim como o diabetes, a hipertensão também é uma doença crônica que pode causar grandes complicações no coração e nos rins. Temos um artigo especial sobre as consequências do diabetes para o funcionamento dos rins, leia aqui. “Faça o uso dos medicamentos (horário e quantidade) conforme a prescrição médica. Lembre-se, que o sucesso do tratamento depende muito da aderência do paciente”, enfatiza Dr. Marcos.
“Verif**ar os níveis de glicemia antes e após as refeições ajudam a descobrir os alimentos que podem trazer riscos e que devem ser evitados. Você precisa conhecer e acompanhar suas limitações para uma dieta ef**az”, complementa a nutricionista Jyana. A prática de atividades físicas também deve virar um hábito na vida do paciente com diabetes, pois auxiliam no controle da glicemia, do peso, diminuem os níveis de gordura e colaboram na saúde tanto física quanto mental.

10/12/2022

Confira outros cuidados que você manter para evitar o desenvolvimento do diabetes:

– Praticar atividades físicas,
– Evitar o sobrepeso e obesidade;
– Controle a pressão arterial;
– Fazer o uso correto dos medicamentos, que devem ser prescritos pelo médico;
– Faça um acompanhamento com nutricionista;
– Evite o consumo de álcool e de tabaco;
– Fique de olho em sintomas como: cansaço frequente, visão turva ou embaçada, emagrecimento, aumento de apetite e de sede, formigamento nas mãos e pés, feridas que demoram para cicatrizar;
– Fazer o check-up regularmente, incluindo os exames preventivos.
– Cuide da sua mente e priorize seu bem estar físico e emocional!

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