FUMAR PRA QUÊ?
'O Fumar Pra Quê?' é o braço do CAT para sensibilizar e trocar informações com lideranças estudantis. Pretensão praticamente inatingível: utopia total.
Mas nada como ter como norte a sagrada utopia.
19/09/2026
🔈 From Renata Trabach.
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Projeto de pesquisa.
🎙️INVESTIGANDO OS EFEITOS DO CIGARRO ELETRÔNICO NO PULMÃO ANTES DOS PRIMEIROS SINTOMAS.📢
Renata Trabach Santos Investigando os Efeitos do Cigarro Eletrônico no Pulmão Antes dos P...
16/09/2026
🔈𝑻𝒆𝒎𝒐𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒊𝒏𝒄𝒓𝒆𝒎𝒆𝒏𝒕𝒂𝒓 𝒂 𝒄𝒐𝒎𝒖𝒏𝒊𝒄𝒂çã𝒐 𝒆𝒎 𝒔𝒂ú𝒅𝒆 𝒗𝒐𝒍𝒕𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒄𝒊𝒆𝒏𝒕𝒊𝒛𝒂𝒓 𝒂 𝒍𝒆𝒈𝒊ã𝒐 𝒅𝒆 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒏ç𝒂𝒔 𝒆 𝒂𝒅𝒐𝒍𝒆𝒔𝒄𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒆𝒙𝒑𝒐𝒔𝒕𝒂 𝒂𝒐𝒔 𝒑𝒓𝒐𝒅𝒖𝒕𝒐𝒔, 𝒊𝒍𝒆𝒈𝒂𝒊𝒔 𝒐𝒖 𝒏ã𝒐, 𝒅𝒆 𝒏𝒊𝒄𝒐𝒕𝒊𝒏𝒂. 𝑶𝒔 𝒅𝒊𝒔𝒑𝒐𝒔𝒊𝒕𝒊𝒗𝒐𝒔 𝒆𝒍𝒆𝒕𝒓ô𝒏𝒊𝒄𝒐𝒔 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒇𝒖𝒎𝒂𝒓 𝒔ã𝒐 𝒂𝒍𝒈𝒖𝒏𝒔 𝒅𝒆𝒍𝒆𝒔, 𝒎𝒂𝒔 𝒏ã𝒐 𝒂𝒑𝒆𝒏𝒂𝒔. 𝑷𝒓𝒆𝒄𝒊𝒔𝒂𝒎𝒐𝒔 𝒔𝒆𝒏𝒔𝒊𝒃𝒊𝒍𝒊𝒛á-𝒍𝒐𝒔 𝒔𝒐𝒃𝒓𝒆 𝒐𝒔 𝒓𝒊𝒔𝒄𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝒒𝒖𝒂𝒍𝒒𝒖𝒆𝒓 𝒕𝒊𝒑𝒐 𝒅𝒆 𝒆𝒙𝒑𝒐𝒔𝒊çã𝒐 𝒂𝒐 𝒂𝒍𝒄𝒂𝒍𝒐𝒊𝒅𝒆 𝒏𝒊𝒄𝒐𝒕𝒊𝒏𝒂.📢
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Experimentação chegou a 29,6% entre jovens de 13 a 17 anos; médico explica os riscos e orienta como as famílias podem agir
𝗥𝗲𝗱𝗮çã𝗼 𝗘𝘅𝘁𝗿𝗮, 𝟭𝟰/𝟬𝟵/𝟮𝟬𝟮𝟲.
Quase um em cada três adolescentes brasileiros de 13 a 17 anos já experimentou cigarro eletrônico. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2024, produzida pelo IBGE, o percentual passou de 16,8%, em 2019, para 29,6%, em 2024. No mesmo período, a experimentação do cigarro convencional caiu de 22,6% para 18,5%.
“Durante muitos anos, a prevenção esteve concentrada no primeiro cigarro. Agora, a nicotina chega com outra aparência, sabores variados e a ideia equivocada de que o produto oferece pouco risco. A embalagem mudou, mas o risco de dependência permanece”, afirma Roberto Rangel, médico de Família e Comunidade e gestor público.
Os dados não comprovam que um produto tenha substituído diretamente o outro, mas revelam uma mudança na forma como os jovens entram em contato com a nicotina. O movimento também aparece entre os jovens adultos.
De acordo com o Vigitel 2024, pesquisa telefônica do Ministério da Saúde que acompanha fatores de risco para doenças crônicas entre adultos das capitais e do Distrito Federal, o uso de ci****os eletrônicos entre pessoas de 18 a 24 anos passou de 7,4%, em 2019, para 10,1%, em 2024. É o maior percentual da série nessa faixa etária.
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Os v**es não produzem apenas v***r de água. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, os líquidos podem conter nicotina, aromatizantes e substâncias tóxicas. Quando aquecidos, formam um aerossol que é levado aos pulmões. Alguns aparelhos utilizam sais de nicotina, que permitem inalar concentrações elevadas com menos desconforto na garganta.
Sabores doces, formatos discretos e a ausência do cheiro característico do cigarro ajudam a diminuir a percepção de risco. A Organização Mundial da Saúde alerta que os aromatizantes mascaram o gosto e a irritação provocados pela nicotina, tornando os produtos mais atraentes para quem está começando.
Durante a juventude, o cérebro ainda está em desenvolvimento. A exposição à nicotina pode afetar áreas relacionadas à atenção, ao aprendizado, ao humor e ao controle dos impulsos. O aerossol também pode conter partículas finas, metais e outras substâncias associadas a danos pulmonares e cardiovasculares.
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Vontade intensa de usar o v**e, dificuldade de parar e necessidade de aumentar a frequência podem indicar dependência. Irritabilidade, ansiedade, alterações no sono e dificuldade de concentração quando a pessoa f**a sem o dispositivo podem ser sinais de abstinência.
Para Rangel, ao descobrir que um adolescente usa v**e, a família deve abrir espaço para o diálogo.
“Uma abordagem baseada apenas em ameaça ou constrangimento pode fazer o jovem esconder o consumo. É importante entender quando começou, com que frequência usa, se consegue f**ar sem o aparelho e se já percebe sintomas. A partir daí, a família pode buscar uma avaliação profissional e construir uma estratégia de cuidado”, orienta.
A fabricação, a importação, a comercialização e a propaganda dos ci****os eletrônicos são proibidas no Brasil pela Anvisa. Os dispositivos também não são autorizados como tratamento para deixar de fumar.
Quem apresenta sinais de dependência pode procurar uma Unidade Básica de Saúde. O SUS oferece avaliação, acompanhamento e, quando houver indicação profissional, medicamentos para controlar a abstinência. Em 2025, cerca de 2,1 milhões de pessoas buscaram apoio para deixar de fumar na rede pública. O número considera o tratamento do tabagismo em geral e não apenas o uso de ci****os eletrônicos.
“O avanço do v**e exige uma resposta articulada. Isso envolve informação, educação nas escolas, fiscalização do comércio ilegal e serviços de saúde preparados para acolher quem precisa de ajuda”, conclui Roberto Rangel.
**eedemoniaco
O novo rosto da nicotina: v**e desbanca cigarro entre adolescentes Experimentação chegou a 29,6% entre jovens de 13 a 17 anos; médico explica os riscos e orienta como as famílias podem agir
15/09/2026
É 𝙋𝙍𝘼 𝙎𝙀 𝙀𝙓𝘼𝙎𝙋𝙀𝙍𝘼𝙍 𝙊𝙐 𝙉Ã𝙊?
Às vezes, amigos me perguntam o porquê de eu me exasperar tanto quando vejo jovens fumando, mesmo adolescentes imberbes... Em 1996, escrevi um livro (eletrônico) voltado para isto, portanto, há 30 anos... Durante um tempo, fui colunista da Folha de São Paulo e consultor para tabagismo do caderno Folhateen, nos idos do final daquela década, em que a tarimbada jornalista Bell Kranz comprara a ideia. Eram pílulas semanais com informações sobre nicotinismo no caderno para adolescentes.
Agora, quase 30 anos depois, seguimos vendo a juventude entrando na senda da dependência química em nicotina, notadamente através dos v**es. Seguimos vendo o setor educação totalmente à margem do enfrentamento, sem produzir um protagonista juvenil sequer, sem sensibilizar pais para a necessidade de uma mobilização conjunta, sem colocar o tema na grade curricular, mesmo sabendo-se ser o nicotinismo o maior problema sanitário do planeta, e que os adictos experimentaram a droga, em 90% dos casos, antes de finalizadas as suas adolescências.
😭Não se exasperar com isto me é impossível‼️
14/09/2026
🔈🎙️𝙋𝙍𝙀𝘾𝙄𝙎𝘼𝙈𝙊𝙎 𝙁𝘼𝙕𝙀𝙍 𝙈𝘼𝙄𝙎 𝘿𝙊 𝙌𝙐𝙀 𝙀𝙎𝙏𝘼𝙈𝙊𝙎 𝙁𝘼𝙕𝙀𝙉𝘿𝙊 𝙋𝘼𝙍𝘼 𝙋𝙍𝙊𝙏𝙀𝙂𝙀𝙍 𝙊𝙎 𝙉𝙊𝙎𝙎𝙊𝙎 𝙅𝙊𝙑𝙀𝙉𝙎🎙️ 📢
**eedemoniaco
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𝙉𝘼 𝙊𝙉𝘿𝘼 𝘿𝙊𝙎 𝙑𝘼𝙋𝙀𝙎, 𝙂𝙀𝙍𝘼ÇÃ𝙊 𝙕 𝙁𝙐𝙈𝘼 𝙈𝘼𝙄𝙎 𝙀 𝙋𝙊𝘿𝙀 𝙋𝙍𝙀𝙎𝙎𝙄𝙊𝙉𝘼𝙍 𝙂𝘼𝙎𝙏𝙊𝙎 𝘾𝙊𝙈 𝙎𝘼Ú𝘿𝙀 𝙉𝘼𝙎 𝙋𝙍Ó𝙓𝙄𝙈𝘼𝙎 𝘿É𝘾𝘼𝘿𝘼𝙎
• A pesquisa do A.C. Camargo mostra que 19% dos entrevistados com idade entre 16 e 24 anos declararam ser fumantes.
• Dispositivos eletrônicos influenciam movimento e ampliam desafio para interromper tabagismo, dizem especialistas
𝗠𝗮𝘁é𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝘂𝗶𝘀 𝗘𝗱𝘂𝗮𝗿𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗦𝗼𝘂𝘀𝗮, 𝗙𝗼𝗹𝗵𝗮 𝗱𝗲 𝗦ã𝗼 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗼, 𝟯𝟭 𝗱𝗲 𝗮𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲.
Os jovens de 16 a 24 anos são a maior fatia de fumantes de ci****os comuns e eletrônicos no Brasil, segundo uma pesquisa do A.C. Camargo Cancer Center.
O grupo etário, que está inserido na geração Z (nascidos entre 1997 e 2012), tem 19% de sua população fumante. Esse percentual de jovens fumantes supera até camadas de maior idade. Entre pessoas de 25 a 40 anos e de 41 a 59 anos, as taxas são de 15% e 17%, respectivamente.
A pesquisa do A.C. Camargo entrevistou 2.015 pessoas em todo o país, entre os dias 25 e 30 de junho, e foi realizada pela empresa Nexus. A confiabilidade é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Os números da pesquisa apontam, segundo especialistas, para a manutenção de uma elevada população de fumantes nas próximas décadas, o que o estado brasileiro tenta reverter desde os anos 1990.
Na prática, manter um percentual elevado de fumantes mais jovens é um indicativo de que essas pessoas podem ser mais custosas à saúde pública no futuro, com mais casos de cânceres e doenças crônicas e respiratórias.
Mundo afora, países buscam alternativas para reduzir grandes contingentes de fumantes. O principal exemplo é o Reino Unido, que em abril aprovou uma lei proibindo a venda de ci****os para os nascidos a partir de 2009.
Por aqui, o Ministério da Saúde afirma que trabalha na prevenção do tabagismo entre o público jovem por meio do Programa Saúde na Escola. A pasta avalia os números como preocupantes, uma vez que o percentual demonstrado na pesquisa do A.C. Camargo reflete resultados encontrados nas pesquisas Vigitel, do próprio órgão, e PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A PeNSE mostrou uma queda na quantidade de adolescentes de 13 a 17 anos que experimentaram cigarro, de 22,6% em 2019 para 18,5% em 2024. Apontou, porém, disparo do contato com ci****os eletrônicos, conhecidos como v**es e pods. A experimentação saltou de 16,8% para 29,6%.
A pesquisa Vigitel mostrou, também em 2024, um aumento de pouco mais de 2% na população adulta de fumantes no Brasil. Embora pequena, foi a primeira elevação em mais de 20 anos. O estudo inclui pessoas a partir de 18 anos, contemplando grande parte da geração Z.
Os três estudos indicam a relevância desses jovens nos números do tabagismo. O fenômeno se sustenta principalmente pela popularização dos ci****os eletrônicos.
O oncologista Helano Freitas, líder do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C. Camargo, avalia que, diferentemente do que ocorria nos anos 1980 e 1990, os jovens de agora estão sujeitos a influências veladas na internet e à falsa sensação de que o cigarro eletrônico é menos prejudicial.
"As redes sociais funcionam com a lógica algorítmica. Nós, adultos, sabemos cada vez menos o que é entregue aos jovens. [É] diferente do passado, quando todo mundo consumia o mesmo conteúdo na TV e no rádio, e isso permitia coibir conteúdos indevidos", afirma.
"Hoje, o jovem entra fumando em um restaurante e pensa não desrespeitar a lei antifumo porque, para ele, v**e não é cigarro. Porém, temos pesquisas robustas no mundo que mostram potencial pior [para a saúde] desses dispositivos", acrescenta Freitas.
O levantamento do A.C. Camargo revela outros alertas importantes para a saúde brasileira. A prevalência de fumantes é maior entre os homens. Eles marcam 21%, ante 13% de mulheres. No recorte etário, 16% dos que se declararam fumantes têm 60 anos ou mais, percentual maior que o de pessoas com 25 a 40 anos, por exemplo.
O hábito diminui à medida que a pessoa avança nos graus de educação: 21% têm apenas ensino fundamental; 16%, médio, e 12%, superior.
Entre as regiões do país, o Sul concentra o maior número de fumantes, com 22%. Sudeste marca 19%, e Norte, Nordeste e Centro-Oeste empatam em 13%.
A pesquisa indica que os jovens, ao se iniciarem no tabagismo, alongam o hábito por uma falsa percepção de que são saudáveis e, portanto, terão tempo de se recuperar.
Os entrevistados também foram questionados sobre se acumulam outros hábitos prejudiciais à saúde. Entre os que se declaram fumantes, 84% responderam praticar até quatro outras condutas nocivas, como sedentarismo e consumo de ultraprocessados. Entre os não fumantes, 18% afirmaram o mesmo.
Já os ex-fumantes disseram, em maioria, manter apenas um hábito ruim, indicando uma melhora geral no cuidado com a saúde após largar o cigarro.
O pneumologista João Carlos Jesus, especialista em doenças respiratórias e cessação do tabagismo do Hospital Vera Cruz, afirma que a introdução ao fumo na juventude eleva a dificuldade de interromper o hábito no futuro, sobretudo entre adolescentes.
"É comum os jovens procurarem substâncias psicoativas que promovam a sensação de prazer, como a nicotina. Mas esta substância em um cérebro em desenvolvimento vai criar uma dependência difícil de eliminar depois, porque poucas coisas serão tão estimulantes quanto ela", afirma.
A situação se agrava com os ci****os eletrônicos, que possuem dosagens de nicotina muito superiores ao do cigarro comum. O consumo de v**e durante um dia inteiro pode ser equivalente a mais de 100 ci****os, dependendo do tipo de aparelho.
"Nós não temos mecanismos para tratar a dependência causada por 100, 150 ci****os ao dia. A reposição de nicotina, uma das principais ferramentas de cessação ao tabagismo, se limita a 20 ci****os diários. O mais provável é que esse jovem mantenha o hábito ao longo de toda a vida adulta", explica.
Para driblar o problema, o pneumologista aposta em uma comunicação massiva sobre os riscos dos ci****os eletrônicos e na substituição do prazer promovido pela nicotina pelo de hábitos saudáveis.
"Precisamos de publicidade a nível estatal sobre os v**es, e do estímulo à prática de esportes e à socialização livre do tabaco. É preciso reforçar que outras coisas geram prazer além do cigarro e que a nicotina, na verdade, promove uma sensação de bem-estar por sua própria dependência."
O Ministério da Saúde desenvolveu o Guia de Bolso de Prevenção ao Uso de Tabaco, com atividades pedagógicas a partir do ensino infantil. O material pode ser consultado aqui.
A pasta diz ainda que, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), fatores como o baixo preço dos produtos de tabaco, a promoção indevida na internet e a manutenção de aditivos que tornam o sabor e o cheiro dos produtos mais atrativos contribuem para o interesse dos jovens pelos fumígenos.
O tabagismo está relacionado às principais doenças crônicas não transmissíveis —como diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias— e ao menos 24 tipos de cânceres, em especial o de pulmão.
Dados do Inca apontam que os gastos com tratamentos de doenças ligadas ao tabaco superam em mais de dez vezes o valor arrecadado com impostos sobre esses produtos.
O projeto Saúde Pública tem apoio da Umane, associação civil que tem como objetivo auxiliar iniciativas voltadas à promoção da saúde.
Na onda dos v**es, geração Z fuma mais e pode pressionar gastos com saúde nas próximas décadas Pesquisa do A.C. Camargo mostra que 19% das pessoas com idade entre 16 e 24 anos afirmam fumar
12/09/2026
**eedemoniaco
https://www.instagram.com/reel/DbTWorrun6z/
12/09/2026
**eedemoniaco
https://www.instagram.com/p/DdKEfzkke7T/
05/09/2026
Sobre v**es.
https://www.instagram.com/reel/DczdHNnydSO/
04/09/2026
From Parents Against V**e
03/09/2026
𝘾𝘼𝙏_ 𝘿𝙞𝙖 𝙉𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡 𝙙𝙚 𝘾𝙤𝙢𝙗𝙖𝙩𝙚 𝙖𝙤 𝙁𝙪𝙢𝙤 2026 - 𝘾𝙤𝙧𝙧𝙞𝙙𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙖 𝙤 𝙑𝙖𝙥𝙚
**eedemoniaco
Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos empactos ambientais, econômicos, sanitários e sociais do nicotinismo, editamos a matéria do jornalista Iago Lopes (Bom Dia Paraíba, TV Globo, 29/08/2026), que versou sobre uma iniciativa importante encabeçada pela Associação Médica da Paraíba (AMPB) e a Secretaria Estadual de Saúde, quando do Dia Nacional de Combate ao Fumo 2026.
Foi realizado um evento de rua, alusivo ao consumo de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), sobretudo, pela juventude: 1ª Corrida Contra o Cigarro Eletrônico, em João Pessoa (PB). A concentração foi em frente ao Mag Shopping, na Avenida João Maurício, no bairro de Manaíra. O percurso teve 5 km, seguindo em direção ao Busto de Tamandaré e retornando ao ponto de partida.
Os pneumologistas Sebastião Costa (coordenador da Comissão de Tabagismo da AMPB) e Camila Costa, ouvidos pela reportagem, emitiram as suas preocupações com a desproteção dos jovens em relação às estratégias de comunicação e marketing da Indústria da Nicotina, e a necessidade evidente de conscientizá-los sobre os riscos inerentes ao uso dos DEFs.
O tema do DNCF deste ano de 2026 foi justamente o adotado pelo evento: “Atividade física e saúde: treinar não combina com fumar”!
CAT_ Dia Nacional de Combate ao Fumo 2026 - Corrida contra o V**e #porummundosemnicotina Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucra...
02/09/2026
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