IPPE - Viajantes do Universo
Esta pagina visa divulgar, conhecimentos e pensamentos para auxiliar na expansão de consciência da hu
10/08/2026
Olá, viajantes do universo.
O portal passa. O trabalho permanece.
Depois de uma data carregada de símbolos, desejos, intenções e ideias de prosperidade, talvez venha a parte mais importante: perceber o que permanece quando a intensidade passa.
Gurdjieff nos lembra que retornamos facilmente à mecanicidade. Voltamos aos mesmos pensamentos, emoções, identificações e reações. A vida comum nos devolve aquilo que somos quando o entusiasmo do momento já não está presente.
E é justamente aí que o trabalho sobre si começa.
Talvez o verdadeiro fruto de um portal não seja aquilo que conseguimos “atrair”, mas aquilo que conseguimos integrar.
Porque prosperidade não é apenas receber mais.
Prosperidade também é reconhecer o que já está vivo.
É perceber que a própria vida é abundância em manifestação.
O corpo que respira sem que precisemos comandá-lo a cada instante.
A inteligência que aprende.
A terra que produz.
A água que circula.
Uma árvore que transforma luz em matéria.
O encontro entre pessoas.
A possibilidade de criar, sentir, compreender, amar e recomeçar.
Antes mesmo de qualquer conquista, já estamos inseridos em um movimento de abundância que nos ultrapassa.
Talvez parte do trabalho seja aprender a percebê-lo.
Não para romantizar a falta, a dor ou as dificuldades materiais, mas para não reduzir a palavra prosperidade somente à posse.
Prosperar também é ter presença suficiente para reconhecer uma oportunidade, estrutura interior para sustentar aquilo que chega e consciência para fazer circular aquilo que recebemos.
É aqui que a prática entra.
Reserve alguns minutos.
Sente-se confortavelmente e perceba o peso do corpo.
Sinta os pés, as mãos, o rosto.
Perceba a respiração sem tentar controlá-la.
Antes de iniciar, entoe OM três vezes.
Na tradição Védica, OM — ou AUM — é compreendido como o som primordial, uma representação sonora da totalidade. É associado à origem, à manifestação, à dissolução e ao silêncio do qual o som emerge e ao qual retorna.
Por isso, aqui os três OMs funcionam como uma abertura.
Não como fórmula mágica.
Como gesto de recolhimento.
Uma forma de interromper o ruído habitual e reunir corpo, respiração e atenção.
Depois do terceiro OM, permaneça alguns segundos em silêncio.
Então acompanhe a respiração com:
SO HAM
Mentalmente, deixe SO acompanhar a inspiração.
E HAM, a expiração.
So Ham pode ser traduzido como “Eu sou Isso” ou “Eu sou Aquilo”.
É uma lembrança de unidade.
Não de engrandecimento do ego, mas do contrário: da possibilidade de perceber que o ser que observa não está absolutamente separado da vida que respira ao seu redor.
Enquanto pratica, não procure fenômenos extraordinários.
Apenas perceba:
o corpo está aqui;
a respiração acontece;
os pensamentos surgem;
as emoções se movimentam;
e há algo em você capaz de observar.
Quando se perder em um pensamento, não lute.
Perceba.
E retorne.
Esse retorno é importante.
A lembrança de si não é criar uma imagem ideal de quem somos. É tentar permanecer presente simultaneamente ao mundo e àquele que o percebe.
Depois de alguns minutos, deixe também o SO HAM desaparecer.
Finalize com três OMs.
E após o último som, permaneça em silêncio por alguns instantes.
O mantra surge do silêncio, manifesta-se como vibração e retorna ao silêncio.
Talvez nossa própria consciência faça um movimento semelhante.
Os símbolos podem apontar.
Os mantras podem ajudar a reunir a atenção.
Os rituais podem marcar uma passagem.
Mas nenhuma dessas coisas substitui aquilo que precisa continuar dentro de nós.
O portal passa.
A vida continua.
E talvez seja exatamente aí que a verdadeira abundância se revele:
na possibilidade de estar presente para vivê-la.
Com carinho, viajantes do universo.
O portal passa.
A presença pode permanecer.
08/08/2026
Olá, viajantes do universo.
Hoje venho em energia de selebração e alegria, aproveitando o momento cosmológico propício, falar um puco sobre esse portal energético que estamos vivenciando.
O dia 8 de agosto é conhecido, em algumas correntes espiritualistas contemporâneas, como o Portal 8/8 ou Portal de Leão. Ele costuma ser associado ao Sol em Leão, ao simbolismo do número oito e à estrela Sirius, que ocupou um lugar importante em antigas culturas — especialmente no Egito, onde seu reaparecimento no céu estava ligado à renovação dos ciclos da vida.
Mas é importante não transformar essa data em um acontecimento milagroso ou numa promessa automática de manifestação.
O valor do portal está, sobretudo, naquilo que fazemos conscientemente com o símbolo.
Oito é o número que retorna sobre si.
Quando colocado horizontalmente, torna-se a imagem do infinito: dois movimentos ligados por um único centro.
Expansão e recolhimento.
Matéria e espírito.
Receber e oferecer.
Acumular e fazer circular.
Talvez por isso essa data também seja associada à prosperidade.
Mas prosperidade não é apenas dinheiro, nem uma recompensa concedida pelo universo porque desejamos com força suficiente.
Prosperar também é ter lucidez para reconhecer uma oportunidade, estrutura para sustentar aquilo que chega, energia para concluir um trabalho e consciência para não desperdiçar os recursos que a vida nos confiou.
Sem centro, a expansão pode se tornar excesso.
Sem presença, a abundância pode passar por nossas mãos sem realmente nos transformar.
E sem circulação, aquilo que recebemos pode se tornar apenas acúmulo.
Talvez a prosperidade mais profunda seja uma ordem interior capaz de transformar possibilidade em realização sem nos afastar de nossa essência.
Porque sem centro, o infinito seria apenas repetição.
E nós conhecemos bem a repetição.
Repetimos pensamentos, reações, escolhas, medos e formas de sofrer. Mudamos os cenários, as pessoas, os nomes que damos às coisas — mas, muitas vezes, o movimento interior permanece o mesmo.
Repetimos também sentimentos de escassez, medos em torno do dinheiro, desejos de possuir mais sem compreender o que realmente buscamos e maneiras inconscientes de destruir aquilo que desejamos construir.
Gurdjieff nos ensinou a olhar para esse funcionamento sem ilusões: o homem pode atravessar uma vida inteira acreditando que avança, quando apenas percorre, incontáveis vezes, o mesmo circuito de sua mecanicidade.
Por isso, não quero falar do 8/8 como uma porta que se abre fora de nós.
Quero falar do instante em que interrompemos o movimento automático e retornamos ao centro.
O mundo continua acontecendo.
O corpo respira.
Os pensamentos passam.
As emoções procuram nos arrastar para suas antigas narrativas.
E, ainda assim, por um breve momento, lembramo-nos de que estamos aqui.
Esse momento talvez seja um portal mais verdadeiro do que qualquer promessa grandiosa.
No Hermetismo, o homem é compreendido como um pequeno mundo que participa das leis de um mundo maior. O que está acima encontra correspondência no que está abaixo — não como uma fórmula para controlar a realidade, mas como convite para reconhecer que carregamos interiormente os mesmos movimentos de ordem, caos, morte, renovação e criação que observamos na natureza.
Essa correspondência também pode ser pensada na prosperidade.
Nossa condição interior não produz riqueza por mágica, mas influencia profundamente a maneira como percebemos, utilizamos e transformamos tempo, trabalho, talento, conhecimento, vínculos e recursos materiais.
Na Gnose, conhecer não significa apenas acreditar.
Significa tornar-se capaz de verificar.
Por isso, esta data não precisa ser recebida com ansiedade, como se o universo estivesse oferecendo uma oportunidade que desaparecerá à meia-noite.
Deus não trabalha segundo a urgência das nossas redes sociais.
Talvez o sagrado não nos visite apenas em datas especiais. Talvez nós é que, em algumas datas, nos tornemos um pouco mais disponíveis para percebê-lo.
Então, no dia 8 de agosto, em vez de pedir ao universo que realize todos os nossos desejos, podemos fazer algo mais íntimo — e talvez mais difícil:
observar aquilo que se repete em nós;
reconhecer qual parte de nossa vida perdeu o centro;
perceber a qual pensamento, emoção ou identidade temos entregado nossa presença;
examinar nossa relação com a escassez, o merecimento, o trabalho e o recebimento;
e perguntar, com honestidade, o que precisa morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.
Não como punição.
Como transformação.
O fogo de Leão pode ser compreendido como a força do coração, mas não apenas do coração emotivo, que deseja ser visto, amado e reconhecido.
Existe também um coração capaz de sustentar a verdade.
Um coração que não foge de si.
Um coração que suporta ver a própria sombra sem transformá-la em espetáculo e sem perder a memória da luz.
Talvez seja esse o verdadeiro chamado do portal:
não “atrair” uma vida extraordinária, mas tornar-se presente o suficiente para não atravessar distraidamente a vida que já nos foi confiada.
E talvez seja também compreender que prosperidade não é apenas receber mais.
É saber reconhecer, sustentar, transformar e compartilhar aquilo que chega.
No dia 8/8, reserve alguns minutos.
Fique em silêncio.
Sinta o corpo.
Perceba a respiração sem tentar alterá-la.
Observe os pensamentos que surgem e não siga imediatamente nenhum deles.
Depois, pergunte a si mesmo:
O que em mim se repete porque ainda não foi visto?
O que em mim deseja despertar?
Onde está o meu centro enquanto tudo se move?
O que significa prosperar para mim, além de possuir mais?
Tenho presença para reconhecer e sustentar aquilo que peço?
Não espere uma resposta perfeita.
Apenas permaneça diante da pergunta.
Às vezes, Deus se aproxima justamente pelo espaço que deixamos aberto quando paramos de responder depressa demais.
Que este 8 de agosto não seja apenas mais uma data atravessada por expectativas.
Que seja uma lembrança.
De que o céu pode nos oferecer símbolos, mas o trabalho acontece dentro de nós.
De que toda verdadeira passagem exige presença.
De que a abundância sem consciência pode se tornar outra forma de sono.
E de que nenhum portal exterior substitui a porta estreita pela qual precisamos atravessar em nós mesmos.
Com carinho, viajantes.
Que encontremos o centro.
Que a prosperidade alcance nossa vida material, intelectual, afetiva e espiritual sem nos afastar da essência.
E que tudo aquilo que vier encontre em nós espaço, consciência e direção. ☀
05/08/2026
Olá, viajantes do universo.
Quero recebê-los aqui com calma, como eu receberia alguém querido que chegou depois de uma viagem longa.
Pode entrar.
Não precisa compreender tudo agora. Não precisa concordar com tudo. E, sinceramente, não precisa nem saber exatamente o que veio procurar.
Às vezes, alguma coisa dentro de nós reconhece o caminho muito antes que a mente consiga explicar por que estamos nele.
Eu sempre senti que existe uma parte da experiência humana que não cabe inteiramente nas palavras. Podemos estudar, nomear, construir sistemas filosóficos, observar símbolos, investigar a mente e atravessar tradições inteiras… mas ainda permanecerá algo vivo, silencioso e profundamente íntimo, que só pode ser conhecido quando nos aproximamos de nós mesmos com verdade.
E talvez seja exatamente aí que Deus começa a deixar de ser apenas uma ideia.
Eu não quero usar Deus para encerrar perguntas. Pelo contrário.
Para mim, Deus amplia a pergunta.
Deus está no mistério que não se deixa possuir, mas também na presença que sustenta aquilo que parecia impossível suportar. Está no desconhecido que nos atravessa e, ao mesmo tempo, naquela delicadeza quase imperceptível que nos acompanha quando ninguém mais sabe o que dizer.
Sabe aquela sensação de que, apesar de tudo, alguma coisa permaneceu intacta dentro de você?
Mesmo depois das perdas, das mudanças, dos erros, das versões que você precisou abandonar e de tudo aquilo que ainda não conseguiu compreender?
Eu acredito que existe algo sagrado ali.
O Quarto Caminho nos apresenta uma percepção desconfortável, mas necessária: grande parte do tempo, vivemos adormecidos.
Não adormecidos no sentido comum. Estamos acordados, fazemos nossas tarefas, conversamos, trabalhamos, amamos, discutimos, tomamos decisões.
Mas fazemos muitas dessas coisas de forma mecânica.
Uma impressão nos atinge e nós reagimos.
Uma palavra toca uma antiga ferida e, de repente, já não estamos mais no presente.
Um desejo aparece e acreditamos imediatamente que ele representa nossa vontade.
Mudamos de estado, de opinião, de promessa e até de identidade ao longo do mesmo dia — e ainda chamamos tudo isso de “eu”.
É difícil olhar para isso. Eu sei.
Mas também existe uma liberdade imensa nesse reconhecimento.
Porque, no instante em que consigo observar uma reação sem me confundir completamente com ela, alguma coisa muda. Talvez ainda seja pequena, quase silenciosa, mas muda.
Surge uma distância.
E dentro dessa distância pode nascer a consciência.
A lembrança de si não é repetir mentalmente quem somos. Não é construir uma imagem mais bonita de nós mesmos. É perceber, por um instante, que estamos aqui.
O mundo está diante de mim.
O corpo respira.
Os pensamentos se movem.
As emoções surgem.
E eu observo.
Parece simples quando escrevo assim, não é? Mas estar verdadeiramente presente talvez seja uma das experiências mais raras da vida humana.
Eu quero que este espaço seja dedicado a essa investigação.
Quero falar sobre Hermetismo, Gnose, filosofia, símbolos, Deus, Deuses, religiões, 'eso' e Exoterismo, consciência e trabalho interior. Quero falar sobre toda a vastidão infinita que é a experiência humana. Quero compartilhar conhecimentos antigos sem tratá-los como peças mortas de um museu e sem transformá-los em respostas prontas para tudo.
Não acredito que a espiritualidade precise nos afastar do humano.
Eu acredito que ela deve nos tornar mais capazes de habitá-lo.
Mais atentos ao que sentimos.
Mais responsáveis pelo que alimentamos dentro de nós.
Mais honestos sobre as partes que preferimos esconder.
E também mais gentis, porque observar a própria mecanicidade sem compaixão pode facilmente se transformar em outra forma de violência.
Existe em nós uma personalidade construída para atravessar o mundo. Ela tem seus papéis, suas defesas, suas histórias e suas necessidades. Não precisamos odiá-la.
Mas também existe a essência.
Existe aquilo que ainda não foi completamente moldado pelas exigências externas. Aquilo que pode crescer de maneira real.
E talvez uma parte importante do caminho seja aprender a distinguir uma coisa da outra — sem pressa, sem teatralidade e sem a necessidade de parecer espiritualmente superior a ninguém.
Eu não estou aqui para falar de um lugar inalcançável.
Estou dentro da mesma travessia.
Também me distraio.
Também me identifico com pensamentos, emoções e dores.
Também esqueço de mim.
E depois tento me recordar novamente.
Talvez possamos fazer isso juntos.
Não para fugir da realidade, mas para penetrá-la com mais consciência.
Não para colecionar conceitos, mas para permitir que o conhecimento encontre um lugar vivo dentro de nós.
Não para nos tornarmos pessoas extraordinárias, mas para deixarmos de passar pela própria existência sem realmente estar presentes nela.
Quero que vocês se sintam recebidos aqui.
Como se uma presença amiga se sentasse ao lado, sem invadir, sem exigir explicações e sem tentar apressar aquilo que ainda está amadurecendo.
Uma presença que apenas permanece.
Porque há momentos em que não precisamos de alguém nos dizendo para onde ir.
Precisamos apenas sentir que não estamos atravessando sozinhos.
Que Deus nos conceda lucidez para perceber quando estamos dormindo, coragem para observar aquilo que encontramos e amor suficiente para não abandonarmos a nós mesmos durante o processo.
Sejam bem-vindos, viajantes do universo.
Cheguem como estão.
A viagem já começou.
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Relembrando alguns conceitos
19/07/2019
Você já respirou como uma criança hoje?
O poder de respirar melhor abre as portas da mente para a resolução de antigos traumas, medos e incertezas, desfazendo sensações ruins como sentir-se preso ou fora de seu tempo.
Muitas vezes, as crianças nos ensinam os mais simples conselhos, e "respirar do jeito certo" é o mais importante deles.
Respirar para se reencontrar em seu tempo, ter a chance de reviver momentos traumáticos e, mais importante, deixá-los de vez no passado, libertando a mente para viver todo o seu potencial.
Se quiser conhecer melhor esta técnica poderosa e libertadora, este Workshop é pra você.
24/08/2018
E o que te impede?
Hipnoterapia, Hipnose Clinica e Programação Neurolinguística.
Profissional com certificação reconhecida pela Universidade da Califórnia
Contatos:
11 994689088
Link para contato direto via WhatsApp - http://whts.co/aP10j2fE
Site - www.terapeutaluismarcelo.com.br
Pagina do Facebook - https://www.facebook.com/luismarceloterapeuta
22/08/2018
Quantas vezes nos sentimos sozinhos sendo que conosco tem alguém que nos conhece mais que nós??
As vezes só precisamos nos lembrar de quem somos.
Hipnoterapia, Hipnose Clinica e Programação Neurolinguística.
Profissional com certificação reconhecida pela Universidade da Califórnia
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Não digo que a partir de agora você começa a melhorar a sua vida
E eu me pergunto... Por quanto tempo você ainda vai viver limitado????
Contato pelo WhatsApp no link: http://whts.co/aP10j2fE
Ou no número 11 994689088
Respostando em homenagem ao dia do professor... O que faz de alguém um mestre?
Ola a todos, hoje eu lhes trago esta sátira que de uma maneira bem humorada mostra o que encontramos pelo caminho.
Quantos desses eu não encontrei e quantos mais não vou encontrar ainda, geralmente são os que me chamam de egoico quando eu os confronto...
Mas tudo bem, faz parte para quem anda por essa trilha, só deixo aqui o alerta, afinal muitos desses acabam rebanhando diversos buscadores por seus modos carismáticos e convincentes e com isso acabam confundindo e afastando das reais possibilidades aqueles que realmente querem algo.
F**a o Alerta.
Paz e Luz.
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