Mão na Mama
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Entrei na trend pra fazer uma reflexão de verdade. 💭
Em 2016, 6 anos de câncer de mama, 2 anos sem útero. Vida ajeitada: trabalho que eu amava, viagem boa, corpo em forma, saúde em dia. Ainda em hormonioterapia, mas bem. Eu não sabia que em 1 ano tudo mudaria: começaria a namorar o Roddolfo Carvalho | Artes visuais | Salvador Ba e, em 2018, viria o câncer de ovário.
Hoje, 2026, 10 anos depois. Muitos amigos ficaram no passado. Aquele trabalho também. O peso subiu, o exercício foi e voltou, no meu tempo. Comecei psicologia, sonho antigo. O amor vai bem há quase 10 anos. O trabalho também. A saúde deu uns baques recentes, mas caminha.
A questão é: olhar pra trás e ver tudo que você conquistou, recomeçou, recalculou.
O câncer prende no presente. Mas com a idade de hoje e minha experiência de 15 anos nessa jornada, eu digo: tudo se ajusta. Com calma, paciência, fé, rede de apoio.
Mesmo convivendo com o câncer. Não existe normalidade nele, existe ajuste.
Seu olhar muda. A ciência evolui. E diferente não precisa ser ruim.
Vamos conversar mais? Conta aqui: o que mudou em você? 👇
27/07/2026
O câncer de cabeça e pescoço reúne diferentes tipos de tumores que, quando considerados em conjunto, estão entre os mais incidentes do país. Ainda assim, cerca de 80% dos casos são diagnosticados em fases avançadas, quando o tratamento tende a ser mais complexo e os impactos da doença podem ser maiores.
Fazem parte desse grupo tumores que acometem regiões como boca, laringe, faringe, cavidade nasal, glândulas salivares e tireoide. Entre eles, o INCA estima, por ano, 17.190 novos casos de câncer de cavidade oral, 16.450 de tireoide e 7.310 de laringe.
Neste Dia de Conscientização sobre o Câncer de Cabeça e Pescoço, esses números ajudam a dimensionar a incidência da doença e reforçam a necessidade de ampliar o acesso ao diagnóstico, ao tratamento e à pesquisa.
Ao longo deste mês, o Instituto Projeto Cura destacou os avanços científicos, a medicina de precisão e o papel da pesquisa clínica na construção de novas possibilidades de cuidado. Dar visibilidade à incidência desses tumores também é parte desse compromisso.
24/07/2026
Criar também é ler.
O processo criativo de Matheus não começa apenas diante da tela em branco. Ele também nasce das histórias que encontra nos livros.
Apaixonado pela leitura, Matheus transforma palavras em repertório, imaginação e novas possibilidades de expressão. Cada livro amplia seu olhar sobre o mundo e alimenta a sensibilidade que leva para a pintura.
Desta vez, a inspiração veio do novo livro de Sálua Chequer, "É de ler, de comer ou de brincar?", publicado pela Editora Solisluna, com ilustrações de Camila Alemany. A obra retrata, com delicadeza, a relação entre uma mãe e seus filhos na construção de memórias afetivas a partir das vivências do cotidiano.
Matheus dialoga com Sálua nessa bonita brincadeira com as palavras. Em sua maneira de estar no mundo, ele nos mostra, todos os dias, a alegria que existe entre o ler, o comer e o brincar.
Para ele, essas três experiências caminham juntas. São encontros vivos, cheios de afeto e descobertas, que fortalecem seus vínculos com a família, com as pessoas e com a arte.
Fotos: Carol Levy | Fotógrafa Salvador 📸 / Ateliê Camila Govas
22/06/2026
46 anos. 🎂
Olhando pra trás, vejo privilégios — mas também vejo que as coisas não foram fáceis, não. Nessa idade, nas fotos que tenho, eu já tinha umas duas cirurgias no currículo.
Então não tem como não ser grata.
Pela minha família, que me deu base pra atravessar tudo. Pelo Roddolfo Carvalho | Artes visuais | Salvador Ba, por cada apoio e parceria no dia a dia. Pelos amigos e amigas que estão, estiveram e vão estar do meu lado nessa vida doida.
Pelos meus oncofriends, que me ajudam de formas que nem dá pra contar. E por cada pessoa que me segue, cada pergunta, cada recado, cada dúvida que posso ajudar a responder me faz ressignificar tudo que vivi e ainda vou viver. 🧡
Chego aos 46 cansada, mas sabendo que não estou aqui por acaso. Pronta pra resolver cada BO que aparecer. Nunca é fácil, mas eu nunca estive e nunca vou estar sozinha. 🌻
Me conta nos comentários: o que você mais agradece hoje? 💬
O câncer nunca me definiu, nem vai.
Na primeira vez, na segunda e nem na terceira - e não vai ser agora.
Sigo me recuperando muito bem! Fiz esse vídeo para mostrar a vocês como estou, com apenas 10 dias de mastectomia bilateral com prótese.
Ainda inchada, com algumas particularidades, sem levantar os braços, sem pegar peso… mas com poucas dores e tentando evoluir a cada dia. Um passo de cada vez. 🤍
Sei dos meus privilégios e sou grata por eles. Mas se você também está passando por isso — espero que esteja bem. Você não está sozinha.
Você acabou de fazer uma mastectomia bilateral.
O corpo tá doído, inchado, e aquele braço que já carrega o peso do esvaziamento axilar há anos… tá pedindo socorro de novo.
Há 15 anos eu faço drenagem por conta do meu esvaziamento axilar, mas hoje, depois de 10 dias dessa nova cirurgia, chegou mais uma vez pra me salvar: inchada, dolorida e precisando de cuidado de verdade.
A drenagem não é frescura. Não é luxo. É recuperação com qualidade. É você cuidando de você mesma nesse processo tão difícil. 💪
Se você é de Salvador ou tiver por aqui, super recomendo o trabalho de Jéssica! 📍
Me conta: Você já fez drenagem pós-operatória? Tem dúvida sobre o esvaziamento axilar?
Deixe seu comentário!
Vamos falar sobre pesquisa clínica SIM! ✨
Este é o primeiro vídeo da minha participação na campanha , uma iniciativa pioneira do , e é uma honra imensa fazer parte desse movimento.
Como eu convivo com uma mutação genética (PTEN / Síndrome de Cowden), escolhi falar sobre como a importância pesquisa clínica com esse recorte, justamente para deixar essa informação acessível para todos!
Aperta o play e depois me conta: você já sabia dessas informações? Já tinha pensado na pesquisa clínica?
👇 Compartilha esse vídeo com uma amiga!
05/05/2026
Tem uma lista enorme, mãe esse é o TOP 5 da minha vida como paciente oncológica!
Inspirada pela eu também estou na "trend".
E qual é a sua lista?
Me conta!
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