Fisioterapeuta Sara Lopes Barbosa

Fisioterapeuta Sara Lopes Barbosa

Página sobre saúde pélvica para pessoas com vulva e com pénis Partilha de conhecimento e experiências na área da saúde pélvica, para pessoas com vulva e com pénis.

Funcionando normalmente

03/08/2020

Mamíferas: El parto

Em Portugal as mulheres vivem a gravidez com medo, medo de tudo que pode correr mal, medo de falhar, medo de não estarem a fazer o melhor, quando deviam estar focadas em estar presentes com o bebé, durante todo o processo.

O corpo da mulher dá tantos sinais que basta mesmo aprender a ouvir e logo sabemos o que está certo ou menos certo em nós.

Este pequeno documentário passa exatamente essa mensagem: o poder da mulher, o poder de mãe! Que é inato, que vive em nós, e que por alguma razão a grande maioria de pessoas e profissionais de saúde teimam em não deixar que se expresse.

Se estar grávida já era exigente, agora com a presença (para ficar) do civid-19, parece uma constante incerteza.

Um abraço bem forte para todas as mães por aí! Vocês são capazes, o vosso corpo é capaz e o vosso bebé está convosco neste caminho, atento e pronto para colaborar 🌻

Ps: se estão grávidas vejam este documentário, vai ser inspirador 💚

Mamíferas somos todas. Ser mamíferas es lo que nos empodera para parir a nuestras hijas e hijos porque podemos, porque debemos permitirnos la experiencia…

fisioterapia-desportiva-com-evidencia.webnode.pt 20/04/2020

O pavimento pélvico, a incontinência e o exercício por Soraia Pires :: Fisioterapia-desportiva-com-evidencia

Hoje quero partilhar este artigo, elaborado por uma colega Fisioterapeuta. É um resumo da evidência que vai existindo no que diz respeito às perdas de urina involuntárias associadas ao esforço físico e ao aumento da pressão intra-abdominal.

Lembra-nos que é importante que as mulheres conheçam o pavimento pélvico, incluindo a sua função, e percebam como o exercício que praticam, ou por outro lado a falta de prática de exercício, pode influenciar esta estrutura.

Lembrando também que todas somos diferentes, que o tipo de exercício que fazemos deve ser adequado para nós e que, aquando a sua realização, é importante que haja rigor no que diz respeito à forma como o executamos.

Conheçam o vosso corpo, cuidem do vosso pavimento pélvico, para que se mantenha saudável e funcional, e pratiquem um tipo de exercício físico que vos dê prazer.

Se praticam exercício e têm perdas de urina associadas, isso pode indicar que o vosso pavimento pélvico está a sofrer uma sobrecarga que não é capaz de tolerar.
É importante perceber se esse exercício é adequado para vocês, neste momento, e que alterações devem ser feitas para melhorar esta condição.

🌻

fisioterapia-desportiva-com-evidencia.webnode.pt O pavimento pélvico (PP) desempenha várias funções, entre as quais, suportar os órgãos pélvicos e manter a continência. Quando existe alguma disfunção ao nível destas estruturas, poderemos estar perante condições clínicas e anatómicas como prolapsos dos órgãos pélvicos (POP), incon...

publico.pt 14/04/2020

Sexo em tempos de coronavírus: como viver a intimidade sozinho e em casal?

A vida sexual em contexto de casal pode mudar tendo em conta a nova realidade que todos vivemos. Se há filhos, pode haver uma alteração maior ou mais evidente.

No caso das relações sexuais entre pessoas que vivem juntas na mesma casa, a atividade sexual pode ser mantida, com os cuidados de higiene habituais.

A especial chamada de atenção é para quem não co-habita com o(s) parceiro(s). É importante, nestes casos, ter em conta outras opções, mais seguras para a sua saúde e para a saúde dos outros.

“Para Joana Almeida, quem tinha por hábito recorrer a estas relações poder-se-á sentir agora mais sozinho, podendo recorrer a várias estratégias para regular a vida sexual. A começar pela masturbação (“A masturbação não espalhará covid-19, especialmente se lavar as mãos — e quaisquer brinquedos sexuais — com água e sabão por pelo menos 20 segundos antes e depois”, escreve a FLASSES), mas também tirando proveito das tecnologias para se estimular.”

Cuidem de vocês e explorem as possibilidades 🌻

publico.pt O medo de uma doença da qual um preservativo não protege, o stress, o teletrabalho, os filhos em casa, o isolamento social. De que forma se vive a sexualidade em tempos de coronavírus.

publico.pt 10/04/2020

Um (des)guia para ser um “real macho” — ou para acabar com a masculinidade tóxica

"Tanto os homens como as mulheres, quando nascem, são postos em caixinhas com determinadas características próprias. A ideia desta campanha é que, com ironia, se faça ver que é possível sair dessa caixa", explica Tiago Rolino, investigador do CES e do Equi-X na área das estratégias dirigidas à construção de identidades de género e ao envolvimento de homens e rapazes em modelos não violentos de masculinidade.

Ser o espelho da sociedade ou aquilo que esperam de nós pode ter um impacto importante na forma como nos relacionamos com os outros e também na nossa sexualidade.

Sobre “sair da caixa” 🌈

publico.pt Vídeo Seguir tópico Um (des)guia para ser um “real macho” — ou para acabar com a masculinidade tóxica Mariana Durães 31 de Janeiro de 2020, 17:30 Partilhar notícia 199 partilhas Partilhar no Facebook Partilhar no Twitter Partilhar no WhatsApp Partilhar no Messenger Partilhar no Google+ Pa...

rtp.pt 07/03/2020

O Meu Sangue Episódio 1 - RTP Play - RTP

Uma abordagem crua, e ao mesmo tempo subtil, sobre a menstruação

Um mini-documentário pertinente e importante, para homens e mulheres

🌻

rtp.pt Como foi a primeira menstruação? Diferentes mulheres de diferentes idades e culturas contam a história da sua menarca: Isaura não sabia o porquê daque

publico.pt 06/03/2020

O que pensam os homens com disfunção erétil?

As disfunções sexuais são, de facto, a incrível ligação entre o nosso corpo, as nossas vivências e as nossas emoções. Este artigo aborda essa mesma ligação.

“E de facto, para muitos homens, não existe experiência mais ameaçadora e perturbadora do que não conseguir ter uma ereção de acordo com a sua vontade. Por isso, a disfunção erétil está muitas vezes associada à perda da auto-estima, à depressão e à vivência de emoções negativas como o desespero. E esta experiência angustiante é também vivida ou partilhada [email protected](s) [email protected](s), do homem com disfunção erétil.”

“A disfunção erétil pode ser mais facilmente percebida como a dificuldade em obter e/ou manter uma ereção do pénis até ao fim da atividade sexual. Esta incapacidade deve existir há pelo menos seis meses e deve ocorrer, pelo menos, em cerca de 75% dos encontros sexuais. E, naturalmente, deve causar um significativo grau de desconforto à pessoa que a vivência.”

“De uma forma simples, poderia dizer-se que não é a disfunção erétil por si que se constitui um problema, mas sim o que se pensa (e sente) sobre ela. (...) está muito condicionada pela forma como cada pessoa pensa sobre a sua perturbação.”

publico.pt Para muitos homens, não existe experiência mais ameaçadora e perturbadora do que não conseguir ter uma ereção de acordo com a sua vontade.

mymodernmet.com 05/03/2020

Interview: Intimate Portraits of Seniors Highlight Timeless Beauty and Sensuality in Old Age

Fotografias que mostram a sensualidade, intimidade e sexualidade na terceira idade.

Tudo isto existe, só falta as pessoas notarem e aceitarem 🌈

mymodernmet.com “Beauty is a state of mind, an attitude, something that has nothing to do with age, but everything to do with confidence.”

visao.sapo.pt 18/12/2019

Visão | Tu não fingiste o orgasmo, pois não?

Ver para além da performance.
Comunicar e sentir 🌻

visao.sapo.pt Quando ela finge para assegurar e garantir o prazer dele

elemental.medium.com 10/12/2019

Sex Education Needs to Be Less Straight

Incluir a educação sexual na sociedade é fundamental. Incluir cada sexualidade na sociedade também.

Neste momento, em Portugal, a educação sexual é dada na grande maioria das escolas, por docentes de diferentes áreas curriculares.

Haverá inclusão para todos os jovens? Estaremos a informar e a “normalizar” a sexualidade, seja ela qual for? Estaremos a prevenir futuros comportamentos nocivos como o abuso de substâncias, relações sexuais desprotegidas ou suicídio?

De facto, já é mais comum falar sobre orientação sexual e identidade de género. Mas será que todas as pessoas têm acesso a informação útil e de qualidade no que diz respeito à sexualidade? Será que a educação chega até todos?

Este artigo expõe estas questões e realça a importância da informação e da abertura para o debate deste tipo de temas.

Em Portugal, está na altura da educação sexual deixar de ser “para não engravidar”!

elemental.medium.com What does an inclusive version of ‘the talk’ look like?

suecroftphysiotherapistblog.com 26/11/2019

The forgotten pessary

Ainda são pouco comuns e pouco falados em Portugal. São colocados na vagina, de forma a dar um suporte mecânico aos órgãos pélvicos, útero, recto e bexiga.

São aliados para as mulheres que têm prolapso de órgãos pélvicos, principalmente para as que gostam de praticar exercício físico, sentido que o mesmo agrava os sintomas, ou para quem sente o “peso” do prolapso nas diferentes tarefas do dia.

O seu uso deve ser supervisionado e orientado pelo clínico de ginecologia. E mesmo com o uso de pessários, todo o tratamento de fisioterapeuta (desde a reeducação de hábitos até ao treino de reeducação muscular do pavimento pélvico) deve ser mantido e continuado, com o ajuste necessário.

Existem diferentes tipos de pessários, com diferentes formas, que podem ser retirados e colocados diariamente ou então colocados em consulta de ginecologia e mantidos durante um período de tempo superior. O importante é respeitar sempre as regras de utilização e de higiene para evitar infeções vaginais e alteração estrutural e da muscosa.

Este artigo fala de pessários e das diferentes formas de utilização.

suecroftphysiotherapistblog.com I love pessaries for prolapse management. I wear a pessary for my own prolapse (perhaps oversharing a bit there) and fitting pessaries have been a great adjunct to all the other things (pelvic floo…

publico.pt 18/11/2019

O que é prazer sexual para si?

Defendo e acredito que todos definimos a nossa sexualidade. Apenas nós sabemos o que é sexo para nós, o que é prazer sexual.

Maioritariamente associado e denominado como orgasmo, tanto na mulher como no homem, o prazer sexual acaba por ficar sem definição. Ao mesmo tempo todos somos diferentes, todos sentimos sensações diferentes, que têm significado e impacto diferente.

É importante ouvir o corpo, prestar atenção aos sentidos, às sensações.... e ai, ai está o prazer sexual. E ele pode ter muitas formas, pode surgir de muitos modos, não tendo de ser genital.

“ O prazer sexual é uma experiência ampla que se define pela intersecção de múltiplas experiências que incluem, entre outras, sensação de excitação corporal por diversas vias sensoriais, plenitude, desinibição, exaltação, jogo erótico, suspensão e tensão sexual, experiência de imersão na outra pessoa, perda de controlo, felicidade plena, transcendência, arrepios, demora…”

Uma leitura importante para nos fazer pensar se estamos realmente a sentir tudo o que há para sentir ou se apenas procuramos o que todos dizem ser “normal” sentir.

Uma leitura importante para diminuir o estigma e para apenas aceitar, sem julgar, as diferentes formas de prazer e as diferentes sexualidades 💜

publico.pt As ideias feitas e precipitadas prevalecem e talvez a maior precipitação seja confundir (ou equivaler) o conceito de prazer sexual com o de orgasmo.

26/10/2019

What It's Like to Not Be Able to Have Sex | Iris

Vaginismo é isto.

Não é uma “coisa” da cabeça da mulher. É uma disfunção sexual que tem consequências físicas, emocionais e mentais para quem vive com ela.

É a incapacidade de ter relações sexuais com penetração e outro tipo de situações como, por exemplo, a introdução de um tampão, por dor. Uma dor insuportável e difícil de explicar.

É limitante a nível pessoal e social, afastando as mulheres de si próprias e dos outros. Faz com que se sintam diferentes e sozinhas, com um problema que é estranho e que “ninguém tem”.

A verdade é que muitas mulheres têm. Muitas mulheres vivem com ele, a maior parte do tempo em segredo. Outras partilham com vários profissionais, muitas vezes não lhes sendo dada ajuda adequada.

A Fisioterapia é uma ajuda nestes casos. A Fisioterapia pode, e deve, ser parte integrativa de um trabalho multidisciplinar no tratamento das disfunções sexuais.

Este vídeo fala um pouco sobre o que é viver com vaginismo.

PS: Na dúvida, não desistam de vocês 💜

A short animated film about a woman's experience with vaginismus and chronic pelvic pain - how health professionals have failed her, guys rejected her, and a...

24/09/2019

Erectile Dysfunction as an Early Warning for Heart Disease

A disfunção eréctil pode ser um indicador de doença cardiovascular.

Estar atento a estes sinais é importante e pode ser uma forma de prevenir diagnósticos tardios!

A short film highlighting the link between erectile dysfunction and cardiovascular disease. Made as part of the public health module, "Sex & Bugs & Rock'n'Ro...

04/09/2019

Dia Mundial da Saúde Sexual 2019: spot 60"

Dia Mundial da Saúde Sexual

Pelo direito à educação sexual, que não é redutora, que é compreensiva e diversa 💜

Veja aqui o spot de 60" da campanha elaborada pela Bang Bang Creative Shots para a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, a propósito do Dia Mundial da S...

publico.pt 26/08/2019

Vamos falar sobre disfunção eréctil

“Apesar de ainda haver algum caminho a percorrer, felizmente hoje em dia há cada vez mais profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas) habilitados e sensibilizados para as problemáticas da esfera sexual e que podem facilitar de forma decisiva o acesso a uma boa orientação clínica para o tratamento das mesmas.“

Procurar ajuda e falar sobre a disfunção eréctil é importante não só para o tratamento mas também para dar mais visibilidade a este tema. Ao procurarmos ajuda para nós podemos, ao mesmo tempo, ajudar outras pessoas.

Menos vergonha, menos silêncio, mais amor!

publico.pt Em Portugal, estima-se que cerca de meio milhão de homens sofra desta condição, que é já considerada como um problema de saúde pública a nível mundial.

theguardian.com 23/08/2019

'It was like a red-hot poker': why the extreme pain of vulvodynia is going untreated

Para algumas mulheres colocar um tampão ou até estar sentada pode ser desconfortável.
Sexo com penetração? Muitas vezes impossível.

Neste artigo podem encontrar relatos de mulheres com diagnóstico de vulvodínia, que partilham quando chegaram ao diagnóstico, assim como o caminho que percorreram até lá.

“Iniciei a minha atividade sexual aos 16 anos, contava com a dor e o sangramento e aceitei bem que isso ia acontecer (...) Mas tive de parar antes até de iniciar. A dor que senti na entrada da minha vagina foi tão forte que me imobilizou. Senti rasgar e queimar ao mesmo tempo. Fiquei coberta de vergonha, nem conseguiria olhar para mim própria naquele momento, mesmo que tentasse”.

Muitas mulheres sofrem desta condição, que é maioritariamente caracterizada por dor associada a penetração, seja do pénis ou digital ou até na introdução de um tampão. Outras vezes está presente permanentemente e interfere, desta forma, em diferentes atividades diárias.

Desde a utilização de dilatadores até à sugestão de mudança de posição aquando a penetração e o uso de lubrificantes, muitas coisas são sugeridas a estas mulheres e ainda assim, o diagnóstico tarda em chegar.

Para além da influência na nossa vida sexual, como é só imaginar que é doloroso vestir umas cuecas? Sentar numa cadeira? Estar em pé e sentir uma dor imobilizante, um ardor ou queimadura constante? Como é apenas imaginar? Mau, mas, ainda assim, melhor do que sentir!

Que quem recebe estas mulheres tenha mais atenção, mais cuidado, e que seja dada mais relevância aquilo que elas sentem.

Para as mulheres que procuram ajuda várias vezes, em vários locais, com diferentes profissionais, e ainda assim não conseguem encontrar uma resposta, há mais informação agora, e nós vamos tentar que ela chegue a quem precisa. Muitas vezes a dor de sofrer sem apoio pode ser pior do que a dor física. Para qualquer uma delas vamos fazer o caminho, construído com informação e compreensão.

Leiam os testemunhos do artigo, vale a pena 💜

theguardian.com For 16% of women, using a tampon or even sitting down can be agony – and sex is impossible. Why do so few doctors know how to diagnose and treat it?

20/08/2019

Gimnográvida

A história da Diana, que de forma genuína e emocionante conta como foi esta viagem até e após o diagnóstico da Endometriose.

Uma conversa onde houve partilha de emoções, experiências e uma nova visão da vida após a doença.

Para além da sua experiência pessoal, a Diana, partilha connosco algumas das opções existentes em Portugal, neste momento, para tratamento da Endometriose, assim como alguns conselhos que podem ser úteis.

Quem sabe existe aqui alguma coisa que vos faça, tal como a Diana, ver a vida com outros olhos.

Obrigada Diana ❤️

📣 NOVO ARTIGO NO BLOG DA GIMNOGRÁVIDA

"A Diana conheceu o diagnóstico de endometriose há alguns anos, mas já lhe conhece os traços há muitos mais.

Nesta entrevista, deixa-nos as suas palavras e emoções mais íntimas, numa sinceridade que comove o leitor. Que a voz dela faça eco em tantas outras mulheres que se possam identificar com a sua história. Um bem-haja Diana por este momento de partilha."

Recomendamos também uma visita ao seu blog: https://myellowbow.wordpress.com/

Boas leituras a [email protected] 🍀

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