Gustavo Figueiredo - Fisioterapeuta

Gustavo Figueiredo - Fisioterapeuta

Atualmente a exercer funções na Runners Clinic (Porto), bem como na Clínica Sua Saúde (Matosinhos), responsável pela valência de Fisioterapia e Osteopatia

Como Fisioterapeuta e Osteopata, asseguro o respeito pela abordagem clínica consciente e personalizada, através do conjunto de conhecimento clínico e científico adquirido ao longo da formação académica. Tudo isto, em paralelo com a actualização constante através de múltiplas formações, como por exemplo, punção seca, eletropuncutra, bandas neuromusculares (Kinesio Taping) e a terminar o Mestrado em

Funcionando normalmente

30/05/2017

Suasaúde

Hoje estamos de parabéns! A Suasaúde completa 2 anos 😊🎉

Foram dois anos cheios de sucessos, conquistas, muito trabalho e sempre a cuidar da Suasaúde!
Obrigado a todos pela confiança depositada na nossa equipa ao longo destes dois anos 💙

#SuaSaúde #2anos #aniversário

25/05/2017

Suasaúde

#SuaFisioterapia
Passa muito tempo sentado? Siga o nosso conselho e ouça o que o seu corpo pede 😉

17/05/2017

Suasaúde

Acção de promoção e sensibilização numa escola primária em Matosinhos.
Fisioterapia, Nutrição e Podologia.

Mexa-se mais, mexa-se melhor! ✋

Um resumo do Dia da Saúde na Escola Estádio do Mar 💙

Uma tarde de partilha de conhecimento, onde foi possível elucidar e alertar os encarregados de educação para certos problemas da nossa área. 👣🍏♿

Obrigada pela vossa presença 😊

#SuaSaúde #DiaDaSaúde #Podologia #Nutrição #Fisioterapia

25/01/2017

Pedro Correia Training

Excelente texto! Sem nada a acrescentar.

As pessoas não estão naturalmente motivadas para fazer exercício pela sua saúde a não ser que já tenham apanhado algum susto, que tenham alguma lesão que as impeça de fazer aquilo que gostam, que tenham alguma limitação física que as impeça de viver uma vida independente ou que tenham tido algum familiar ou amigo próximo com um problema de saúde (se bem que o sentir na própria pele é sempre diferente). Estas são as pessoas que vão realmente perceber a importância que o exercício físico ou o treino das qualidades físicas tem na sua vida e na melhoria da sua performance diária. Estas não são as pessoas que você precisa convencer a fazer exercício pela sua saúde - elas já perceberam que se não fizerem nada estão muito mais susceptíveis a terem dores ou outros problemas de saúde! As pessoas que terão maior dificuldade em perceber a importância do exercício físico (e do treino) nas suas vidas são aquelas que nunca tiveram nenhum problema de saúde, que são sedentárias, que continuam a fazer as actividades que gostam sem limitações, que pensam que ter saúde é algo que não requer esforço (sim, os passeios no parque ou as caminhadas não são suficientes) e que não conseguem entender que a qualidade de movimento é um marcador de saúde, tal como a tensão arterial ou a qualidade da visão. Enquanto profissionais temos alguma tendência em querer que as pessoas gostem tanto de fazer exercício como nós gostamos. E, de facto, a transmissão dessa paixão até pode resultar numa motivação acrescida para as outras pessoas. E isso só pode ser bom como é óbvio. Mas não é o mais importante! O mais importante é que as pessoas percebam que o efeito dos exercícios ou dos movimentos que estão a treinar vão-se reflectir na melhoria da sua qualidade de vida, na melhoria da sua prática recreativa / desportiva (ex: ténis, golfe, triatlo, escalada, futebol, halterofilismo, etc.) e na melhoria da sua performance diária (ex: brincar com os filhos, carregar compras, levantar e sentar da cadeira, subir escadas, etc.). Ou seja, aquilo que em última instância vai motivar as pessoas para fazer exercício e/ou para treinar de forma consistente é fazer com que elas sintam que aquilo que elas estão a fazer não é exclusivamente para melhorar naquilo que elas estão a fazer mas sim para melhorar a sua performance nas actividades que elas gostam de fazer. A maior parte das pessoas não está interessada em levantar mais carga nem em bater recordes pessoais (se bem que haja benefícios associados a estes acontecimentos, se devidamente contextualizados) mas em fazer as coisas que gostam durante mais tempo e, se possível, cada vez melhor. Se formos capazes de explicar porquê que elas podem fazer aquilo que elas gostam durante mais tempo (e de forma mais eficiente) aí elas vão perceber (e sentir) que a melhoria naquilo que elas estão a fazer (seja no exercício de agachamento ou no exercício de swing) tem uma relação directa na sua vida ou na sua prática recreativa / desportiva. E aí também vão perceber a diferença entre exercício físico e treino, já que o segundo implica sempre progressão!

well.blogs.nytimes.com 10/12/2016

Can You Regain Muscle Mass After Age 60?

É possível ganhar massa muscular a partir dos 60 anos?

Sim!!!

Com o avanço da idade, naturalmente, o número de fibras musculares diminui.

Aos 80 anos, estima-se, que adultos sedentários podem perder até 40% do número total de fibras musculares.

Mas como então nos tornamos mais fortes? A resposta é através de um plano de treino bem estruturado tornar as fibras musculares existentes mais largas e mais fortes!

Fomos feito para nos movimentar-mos, não para estarmos parados!

Melhor que dar anos à vida, é dar vida aos anos!

well.blogs.nytimes.com Men and women in their 60s and 70s can build muscles that are as strong as a 40-year-old’s, though the process of bulking up works differently in older people than in the young.

02/12/2016

What is Chronic Pain

Excelente resumo sobre como se processa o mecanismo da dor!

Para quem tem dores durante várias semanas/meses, poderá estar aqui uma explicação bastante interessante.

Source Description: New evidence based approaches to chronic pain management. For more detailed information visit the Hunter Integrated Pain Service website ...

25/11/2016

Fisioterapia

Video simples mas ilucidativo!

A reter: Somos autónomos, especializados e diferenciados!

Cada ser humano é único e tem as suas próprias características.

Pacientes com a mesma sintomatologia e com a mesma disfunção/patologia podem ter causas bastante diferentes!

O Fisioterapeuta é autónomo e especializado de forma a conseguir seguir uma linha de raciocínio, que lhe permita fazer um correcto diagnóstico diferenciado.

Este vídeo foi desenvolvido por um grupo independente de fisioterapeutas, em consonância com a APF. Mais vídeos seguirão. Agradecemos o feedback de todos. Pa...

linkedin.com 25/10/2016

Fisioterapeutas Reduzem Custos de Tratamentos Ortopédicos em Todo o Mundo

FISIOTERAPIA FAZ BEM À SAÚDE E À CARTEIRA!

Cada vez mais evidência científica dos benefícios das intervenções da fisioterapia em termos de ganhos de saúde e poupança nas contas públicas, prevenção, reabilitação e em cuidados paliativos.

#fisioterapia #saudepublica #politicasdesaude #ps #psd #cds #be #pcp #hospitais #rcc #dorcronica #musculoesqueletica #assembleiadarepublica #marcelorebelodesousa #presidentedarepublica #atomedico #js #jsd

" A Fisioterapia Traumato-Ortopédica/Musculoesquelética é uma especialidade da Fisioterapia que cada vez mais recebe evidência de sua efetividade e custo x benefício à população e aos sistemas de saúde em todo o mundo no tratamento de diversas disfunções.
Para ilustrar a importância do manejo especializado de disfunções neuromusculares, em 2015 o periódico Lancet publicou uma pesquisa realizada em 188 países, demonstrando que o problema de saúde que mais afasta pessoas do trabalho e as mantém doentes por um maior número de dias é a dor lombar, gerando enormes prejuízos ao sistema de saúde e econômico mundial. E o Brasil não foi exceção: a dor lombar também foi a líder no ranking, seguida de depressão, ansiedade, diabetes, distúrbios auditivos e outras condições ortopédicas.1

Em uma rápida revisão de pesquisas de diversos centros, demonstra-se a eficácia diagnóstica do Fisioterapeuta, a redução de custos do tratamento, a menor utilização de medicamentos, exames de imagem, procedimentos e cirurgias e a redução da de espera por atendimento. Veja:

· 1999, Reino Unido: o fisioterapeuta teve a mesma eficácia diagnóstica que os residentes em cirurgia ortopédica de serviços de ortopedia. Os pacientes sentiram-se mais satisfeitos com a abordagem inicial pelo fisioterapeuta, e houve diminuição dos custos hospitalares iniciais;2

· 2005, EUA: pacientes em hospital militar, com indicação para realizar ressonância magnética, foram submetidos a avaliação de fisioterapeutas e cirurgiões ortopédicos. A eficácia diagnóstica dos profissionais avaliados foi semelhante na pesquisa;3

· 2005, EUA: o serviço militar do EUA possui serviços especializados no atendimento de queixas ortopédicas desde 1971. Analisando os resultados obtidos com o atendimento convencional, percebe-se que a triagem de pacientes realizada por fisioterapeutas melhora a qualidade dos serviços, gera economia de gastos, permite atendimento mais rápido de pacientes e uma melhor utilização de recursos humanos nos serviços;4

· 2006: em uma análise do risco x benefício de se realizar a triagem de pacientes por fisioterapeutas e não por médicos, constata-se que uma vez que a confiabilidade diagnóstica de ambos os profissionais é semelhante, o risco é extremamente baixo, e os benefícios potencialmente altos. Cirurgiões tendem a indicam com maior frequência exames de imagem caros e muitas vezes desnecessários, bem como cirurgias como terapia inicial;5

· 2007, Escócia: foi avaliado o impacto econômico anual ao sistema de saúde público escocês na procura direta de fisioterapeutas pelos pacientes, sem avaliação prévia de outros profissionais de saúde. O estudo demonstrou que o tratamento em média se torna 25% mais barato ao sistema de saúde, havendo importante redução de pedidos de exames de imagem, da utilização de medicamentos e da realização de procedimentos e cirurgias;6

· 2009, Austrália: em serviço público de triagem para o tratamento da dor lombar, verificou-se que a avaliação inicial feita pelo fisioterapeuta deixou não só os pacientes como os médicos mais satisfeitos, reduzindo o tempo de espera por avaliação de 26 para 9 semanas;7

·2012, EUA: realizada análise de custos em pacientes com dor lombar aguda, comparando o acesso imediato à fisioterapia em relação à espera e posterior avaliação pelo fisioterapeuta. A fisioterapia imediata reduziu a quantidade de exames de imagens solicitados, de consultas médicas, de injeções e cirurgias e de medicamentos opioides. Contabilizou-se uma economia média de USD 2.736 por paciente que teve acesso à fisioterapia imediata para o tratamento da dor lombar aguda, indicando claramente a importância do acesso imediato ao tratamento nesses casos;8

· 2013, EUA: avaliada a eficácia e eficiência de serviço musculoesquelético militar comparando a primeira consulta realizada por fisioterapeutas em relação a médicos clínicos gerais. Quando os pacientes foram avaliados inicialmente por fisioterapeutas a taxa de retorno ao trabalho foi 50% superior, o uso de medicações no tratamento foi 3,5 vezes menor e a requisição de exames de imagem foi 7 vezes menor;9

· 2013, Canadá: avaliada a eficácia de serviço musculoesquelético de lesões de quadril e joelho quando a primeira consulta era realizada por fisioterapeuta ou por cirurgiões ortopédicos. Demonstrou-se não haver significativa diferença nos diagnósticos de médicos e fisioterapeutas. Ainda, o fisioterapeuta utilizou com maior frequência em sua proposta de tratamento a educação do paciente e o manejo conservador/não-cirúrgico, com os pacientes referendo significativa maior satisfação com a abordagem fisioterapêutica;10

· 2014, EUA: comparada a abordagem de fisioterapeutas e clínicos gerais das forças armadas americanas no manejo da dor lombar. Os fisioterapeutas demonstraram utilizar com maior frequência abordagens de tratamento educativas e de encorajamento dos pacientes, além de demonstrarem maior domínio dos recursos de tratamento mais adequados para a dor lombar;11

· 2015, EUA: avaliado em casos de dor lombar aguda o impacto econômico de duas abordagens: acesso direto à fisioterapia ou a realização inicial de exames de imagem para guiar o tratamento subsequentemente. A abordagem inicial por exames de imagem elevou o custo médio do tratamento em USD 4.700 por paciente em relação à fisioterapia imediata;12

· 2015: em uma revisão sistemática de pacientes com queixas na coluna, demostrou-se que a abordagem/triagem inicial realizada pelo fisioterapeuta promove: menos indicações cirúrgicas, indicações a tratamento mais efetivos, menor tempo de espera por atendimento, menor utilização de exames de imagem complementares, reduzindo consideravelmente os custos nos serviços de saúde;13

· 2015: em uma revisão sistemática que avaliou problemas de saúde e seu processo de reabilitação, constatou-se que a nos casos de dor lombar aguda e crônica há evidência suportando abordagens multimodais, através de acupuntura, exercícios, manipulação da coluna e terapia cognitivo comportamentais.14

Referências

1. Global Burden of Disease Study 2013 Collaborators. Global,regional, andnationalincidence,prevalence, and years lived with disability for 301 acute and chronic diseases and injuries in 188 countries, 1990-2013: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2013. Lancet. 2015;386:743-800.

2. Daker-White G et al. A randomized controlled trial. Shifting boundaries of doctors and physiotherapists in orthopaedic outpatient departments. J Epidemiol Community Health.1999;53:643-50.

3. Moore JH et al. Clinical diagnostic accuracy and magnetic resonance imaging of patients referred by physical therapists, orthopaedic surgeons, and no northopaedic providers. J Orthop Sports Phys Ther. 2005;35:67-71.

4. Murphy BP et al. Primary Care Physical Therapy Practice Models. J Orthop Sports Phys Ther. 2005;35:699-707.

5. Deyle GD. Direct access physical therapy and diagnostic responsibility: the risk-to-benefit ratio. J Orthop Sports Phys Ther.2006;36:632-4.

6. Holdsworth LK et al. What are the costs to NHS Scotland of self-referral to physiotherapy? Results of a national trial. Physiotherapy. 2007;93:3–11.

7. Blackburn MS et al. Physiotherapy-led triage clinic for low back pain. Australian Health Rev. 2009;33:663-70.

8. Fritz JM et al. Primary Care Referral of Patients With Low Back Pain to Physical Therapy. Impact on Future Health Care Utilization and Costs. 2012;37:2114–2121.

9. McGill CT et al. Effectiveness of Physical Therapists Serving as Primary Care Musculoskeletal Providers as Compared to Family Practice Providers in a Deployed Combat Location: A Retrospective Medical Chart Review. Mil Med. 2013;178:1115-20.

10. François Desmeules et al. Validation of an advanced practice physiotherapy model of care in an orthopaedic outpatient clinic. BMC Musculoskel Disord. 2013,14:162.

11. Ross MD et al. Physical Therapist vs. Family Practitioner Knowledge of Simple Low Back Pain Management in the U.S. Air Force. Mil Med. 2014;179:162-8.

12. Julie M Fritz et al. Physical Therapy or Advanced Imaging as First Management or Strategy Following a New Consultation for Low Back Pain in Primary Care: Associations with Future Health Care Utilization. Health Serv Res. 2015;50:1927-40.

13. McEvoy C et al. Triage for Patients with Spinal Complaints: A Systematic Review of the Literature. Physiother Res Int. 2015;7.

14. Howard-Wilsher S et al. Systematic overview of economic evaluations of health-related rehabilitation. Disabil Health J. 2016;9:11-25."

Autor: Dr. Diego Diehl

linkedin.com A Fisioterapia Traumato-Ortopédica/Musculoesquelética é uma especialidade da Fisioterapia que cada vez mais recebe evidência de sua efetividade e custo x benefício à população e aos sistemas de saúde

regenexx.com 16/03/2016

Should I Have Meniscus Surgery? No...

Interessante texto sobre as lesões do menisco, e as suas intervenções cirúrgicas ( uma das mais intervenções cirúgicas ortopédicas feitas), que pelos vistos não compensam em praticamente nada!!

Deixo-vos alguns excertos do texto para refletir!

"Meniscus tears in middle age are like arinkles—everybody has them"

"...showed that debridement (the cleaning up of a knee that has arthritis and degenerative meniscus tears) was no better than a placebo."

" This and other studies concluded that just as many middle-aged people without knee pain had meniscus tears as those with knee pain"

"In 2012 a large high-level research study published in the New England Journal of Medicine showed that on average, patients who had meniscus surgery didn’t do any better than those who skipped the surgery and just had physical therapy."

"The new study out of Finland looked at 146 patients who had “mechanical symptoms” (i.e., locking or catching thought to be caused by the meniscus). They randomized about one-half of the patients to meniscus surgery, and about half got a sham surgery. They found that the surgery provided no benefit to relieve knee catching or occasional locking, and they cautioned against patients getting the surgery."

regenexx.com The most common orthopedic surgery in America had it's final epitaph written this month with a level-1 study showing that surgery for meniscus locking is no better than placebo. Given that this was the final indication for the surgery, based

terapeuticos.pt 24/02/2016

Os riscos de tomar omeprazol!

Se toma regularmente Omeprazol, devia ler este artigo !!!

Cuide da Sua Saúde.

terapeuticos.pt Estudos recentes provam que a toma continuada de omeprazol favorece a aparição de problemas graves! Procurar um osteopata pode ser uma alternativa saudável!

01/02/2016

Muscle and Motion

Excelente vídeo onde explica as consequências de ao pegar em objectos com "as costas dobradas", ao invés de usar a força da musculatura!

Neste vídeo é explicado com os discos, normalmente, usados na musculação, mas é transferível para qualquer objeto que temos de pegar que esteja a um nível mais baixo.

Porque dobramos as costas para pegar nas coisas? Porque é mais confortável, fácil e poupa energia!! Mas tem um senão, nesta posição em que a musculatura não trabalha, estamos a pôr em tensão os ligamentos e vértebras, que podem levar às famosas Hérnias Discais!!!

Cuide da Sua Saúde!

Gustavo Figueiredo

From all the videos I created till today, I think this is one of the most important ones.
Over 90% of trainers bend their back when they either switch weights or lift weights from the floor - in the beginning or at the end of an exercise.

So why do we do this? This isn't an accident. There is a specific reason.
I am uploading the following video fully and freely.
It demonstrates the reason and the consequences of this mistake.

Please spread this important bit of information to every trainer and trainee that you may know.
Amit G. Alon
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