Embaixador Nardo Pilartes

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25/03/2023

Dor no Estômago

A dor no estômago pode ser causada por vários problemas gástricos, como gastrite, úlceras, refluxo, gastroenterite ou ser consequência do uso frequente de anti-inflamatórios, por exemplo.

No entanto, a causa mais comum é a gastrite, que costuma ser acompanhada de outros sintomas como vômitos, náuseas, sensação de queimação e gases.

Quando a dor de estômago é persistente, muito forte ou acompanhada de vômitos com sangue ou fezes pretas, é importante consultar o gastroenterologista para identif**ar a causa e iniciar o tratamento mais adequado.

Causas de dor no estômago
As principais causas de dor de estômago são:

1. Gastrite
A gastrite é uma das causas mais frequentes de dor no estômago, sendo também acompanhada na maioria das vezes por gases, em forma de arrotos ou flatulências, mal estar geral, sensação de queimação no estômago e desconforto abdominal, por exemplo.

2. Refluxo
O refluxo é também uma situação comum que causa dor de estômago, além de também haver sensação de queimação e peso no estômago, arrotos e tosse seca após se alimentar. Os sintomas de refluxo normalmente surgem poucos minutos depois da refeição e acontecem devido ao retorno do conteúdo do estômago para o esôfago em direção à boca, o que também pode resultar no sabor mais amargo na boca.

3. Úlcera no estômago
A úlcera no estômago pode ser formada devido à presença da bactéria H. pylori nesse órgão ou ser consequência da alimentação rica em gordura, produtos industrializados e alimentos ácidos. Assim, como consequência da formação dessa úlcera é comum que surjam alguns sintomas como dor no estômago, náuseas, vômitos e desconforto abdominal.

4. Gastroenterite
A gastroenterite corresponde à inflamação do intestino e do estômago que pode ser causada principalmente por microrganismos e que pode resultar em dor de estômago, diarreia, mal estar gera e dor de cabeça, por exemplo.

5. Remédios anti-inflamatórios
O uso prolongado ou frequente de alguns remédios anti-inflamatórios, como o Ibuprofeno, podem ter como efeito colateral a dor de estômago, isso porque esse tipo de medicamento pode comprometer a proteção do estômago, deixando suas paredes mais expostas à ação do ácido gástrico.

6. Após endoscopia
É comum que após a endoscopia a pessoa sinta dor no estômago, isso porque durante o exame, o médico coloca no tubo digestivo uma sonda que pode incomodar um pouco na garganta e no estômago, podendo causar desconforto durante algumas horas. Porém, se a dor de estômago durar mais de 48 horas, a pessoa deve ser avaliada por um gastroenterologista, para se iniciar o tratamento adequado.

7. Câncer de estômago
O câncer de estômago é uma situação que surge na maioria das vezes como consequência de uma úlcera estomacal, resultando no aparecimento de sintomas como dor de estômago persistente, perda de peso sem causa aparente, vômito e fezes com sangue e perda do apetite.

Para mais informações contacte 953543782, Naturopata Nardo Pilartes ...

22/03/2023

Dor no peito

A dor no peito pode ser causada pelo excesso de gases, problemas respiratórios, crises de ansiedade, dor muscular, refluxo, úlceras ou problemas na vesícula. A dor no peito pode também ser sinal de infarto, principalmente em pessoas que possuem pressão alta não controlada e colesterol alto não tratado.

Para mais informações contacte 953 543 782, Naturopata Nardo Naturopata Nardo Pilartes

20/03/2023

O que é rinite?

Rinite é o processo inflamatório da mucosa que reveste o nariz e pode ser de curta ou longa duração. As principais causas da rinite são as infecções por vírus, bactérias ou fungos e alergias (pó, bolor, pólen, pelo ou tecido de animais e ácaro, presente em cobertores, tapetes e carpetes, bichos de pelúcia ou roupas felpudas).

Os sintomas da rinite mais frequentes são nariz entupido (obstrução nasal), secreção, espirros repetidos e coceira nasal. Mas você também pode observar os seguintes sinais:

Obstrução nasal intermitente ou persistente, bilateral ou não, principalmente à noite;
Secreção fluída clara, mas pode também ser amarelada e espessa;
Dor facial e frontal com sensação de peso;
Redução do olfato;
Coceira nos olhos, vermelhidão local ou lacrimejamento;
Fotofobia;
Sangramento nasal, decorrente do trauma da mucosa nasal, especialmente em crianças
Sensação de catarro que escorre atrás da garganta;
Prurido no ouvido, palato e garganta;
Dor de ouvido ou sensação de ouvido tampado e estalido ao deglutir.

Para mais informações contacte 953543782, Naturopata Nardo Pilartes

20/03/2023

O que é sinusite?

Sinusite é o processo de inflamação das mucosas dos seios paranasais (os ossos que rodeiam olhos, maçã do rosto e testa) e pode ser provocada por bactérias, vírus ou também em decorrência de alergias. Mas as causas da sinusite podem variar, influenciando a duração do problema. A sinusite crônica, por exemplo, pode ser causada por problemas anatômicos também, como desvio do septo ou estreitamento da cavidade nasal e da drenagem dos seios paranasais.

Os sintomas da sinusite costumam ser mais graves, comparados aos da rinite:

Obstrução nasal;
Secreção nasal ou faríngea espessa, amarelada ou esverdeada;
Tosse;
Cefaleia (dor de cabeça);
Mal-estar;
Cansaço;
Irritação na garganta;
Redução do olfato.
Dor na face;
Febre.

Para mais informações contacte 953543782, Naturopata Nardo Pilartes..

Photos from Naturopata Nardo Pilartes 's post 20/03/2023

O que é pneumonia?

A pneumonia é um tipo de infeção pulmonar (no pulmão) devida à proliferação de microorganismos infeciosos ao nível dos alvéolos (pequenos sacos de ar).

Existem diferentes tipos de infecção pulmonar não pneumónica (incluindo bronquite aguda) que podem variar na sua gravidade. Denomina-se pneumonia quando há infeção dos alvéolos pulmonares e frequentemente infiltração do parênquima visível na radiografia ou TAC do tórax. Os alvéolos e os bronquíolos terminais f**am inflamados (“inchados”) e preenchidos com fluido, impedindo o correto funcionamento dos pulmões.

Denomina-se broncopneumonia, quando o foco infecioso e a resposta inflamatória estão localizados nos brônquios e no pulmão circundante.

Saiba, de seguida, quais são os sintomas de pneumonia.

Sintomas na pneumonia

Na pneumonia, os sinais e sintomas são, muitas vezes, semelhantes aos de outras infeções pulmonares agudas.

O principal sintoma da pneumonia aguda é, geralmente, a tosse que surge juntamente com pelo menos outro sintoma, a saber:

Expetoração;
Febre;
Falta de ar ou dificuldade em respirar;
Desconforto no peito ou dor do tipo “pontada”, “dor nas costas”.
Da síndrome clínica da pneumonia podem constar ainda outros sintomas, tais como: hipersudorese (suores), arrepios, calafrios, fadiga, mialgias, anorexia (perda de apetite), cefaleias, estados confusionais, desconforto e dor torácica, hemoptise (sangue na expetoração) e dor abdominal.

Em relação aos sintomas iniciais, na maioria dos doentes, verif**a-se um começo ou início agudo de febre, tosse seca ou sem expectoração e dificuldade em respirar. No entanto, a pneumonia nem sempre tem febre associada.

Raramente pode apresentar-se como pneumonia crónica, no entanto deve ser sempre um diagnóstico de exclusão dada a raridade deste quadro clinico.

A pneumonia em idosos pode surgir sem febre. Neste grupo de doentes a pneumonia pode ser uma doença silenciosa, na medida em que se apresenta com sintomas inespecíficos (confusão, desequilíbrio, dores abdominais e perda de urina) que, por vezes, atrasam e dificultam o diagnóstico.

Causas da pneumonia

A pneumonia é uma doença grave, sendo mais frequente nos adultos com mais de 60 anos de idade, afetando no entanto de igual modo ambos os s**os.

Na criança ou bebé (pneumonia infantil) as causas são ligeiramente diferentes das do adulto, bem como o quadro clínico. Aqui fazemos referência, essencialmente, à pneumonia nos adultos.

Existe uma variedade de epónimos aplicados a várias formas de pneumonia, que refletem a epidemiologia do processo e o provável agente causador. Pois, apesar da melhoria dos métodos de identif**ação e de diagnóstico, só uma pequena percentagem do agente causador da pneumonia é identif**ado. Admite-se, contudo, que seja restrito o número de agentes a causar a grande maioria das pneumonias.

Pneumonia bacteriana

Denomina-se pneumonia bacteriana quando a doença é causada por bactérias. O agente bacteriano mais comum é o Streptococcus pneumoniae (agente da pneumonia pneumocócica), seguido pelo haemophilus influenzae, daí que todos os esquemas de tratamento empírico devam abranger estes agentes.

Os agentes gram negativos como Escherichia coli, Klebsiella, Proteus, Enterobacter são menos frequentes, porém existe um risco acrescido em doentes com doenças crónicas (doença cardíaca, neoplasias, insuficiência renal, diabetes, etc), alcoolismo e em doentes que estiveram hospitalizados.
A Pseudomonas Aeruginosa é um agente agressivo que provoca formas graves de pneumonia, todavia, é um agente pouco frequente, felizmente. Atinge, essencialmente, pacientes portadores de doenças pulmonares crónicas graves.

Existem outros agentes denominados atípicos que são responsáveis por 15 a 35% das pneumonias (Pneumonia atípica), dentre os quais destacam-se a Chlamydia psittacy, Mycoplasma pneumoniae, coxiella burnetti e a Legionella (Doença do Legionário).

Os agentes atípicos apresentam crescimento intracelular, dificultando assim o seu diagnóstico pelos meios habituais e são resistentes aos antibióticos Beta-lactamicos (frequentemente utilizados como tratamento de primeira linha da pneumonia).

As pneumonias nos doentes imunodeprimidos (doentes com HIV por exemplo) podem ser originadas por outro tipo de agentes que não provocam doença em indivíduos saudáveis.

Pneumonia vírica

A causa mais comum de pneumonia viral ou vírica é a provocada pelo vírus Influenza A (O vírus Influenza é o causador da gripe e é classif**ado em A, B e C), que ocorre predominantemente nos meses de inverno.

Alguns indivíduos infetados por outros vírus, nomeadamente o vírus da varicela e da mononucleose (vírus Epstein-Barr), podem desenvolver um quadro de pneumonia, embora raramente ocorra em indivíduos saudáveis.

Pneumonia fúngica

A pneumonia fúngica é provocada por fungos. Este tipo de pneumonia ocorre essencialmente em indivíduos imunodeficientes, daí serem denominados de agentes oportunistas. Desses agentes destacamos a cândida e o pneumocistis jiroveci, muito comum em doentes com SIDA.

O aspergillus pode infectar o pulmão com alterações anatómicas (cavitações) de doentes imunocompetentes.

Pneumonia química

Por vezes, a inalação de gases tóxicos provenientes de silagens, onde se verif**a a libertação de dióxido de azoto, pode provocar uma doença aguda que simula uma pneumonia bacteriana ou vírica aguda quer na clínica quer na radiografia do tórax. O mesmo se passa com os trabalhadores da indústria têxtil (essencialmente em tinturarias), expostos a aerossóis de produtos químicos orgânicos (concebidos para polimerizar em mistura) que poderão desenvolver uma pneumonia organizativa.

Pneumonia de aspiração

A pneumonia por aspiração pode ocorrer após um episódio de aspiração (ex. do conteúdo gástrico) ou de obstrução brônquica por um corpo estranho. Muitas vezes as circunstâncias predisponentes são claras (ex. alcoolismo, refluxo esofágico noturno, piorreia, uma sessão prolongada na cadeira odontológica, epilepsia, ou sinusite crónica em pacientes com reflexo do vómito ausente). Nessas circunstâncias, a pneumonia pode desenvolver-se de uma forma mais insidiosa do que após a aspiração evidente. A relação entre o desenvolvimento da pneumonia e as circunstâncias predisponentes pode não ser perceptível no momento. Por esta razão, deve questionar-se especif**amente em relação a tais fatores patogénicos possíveis.

Se não for tratada, a pneumonia por aspiração pode progredir rapidamente para um processo necrosante que é geralmente devido a um organismo anaeróbio. O processo pode envolver um segmento pulmonar, um lóbo, ou um pulmão inteiro, com extensão final para a pleura ("empiema"). Em alguns doentes, a pneumonia necrotizante culmina com abcessos pulmonares, noutros por sua vez a aspiração produz uma doença com uma duração de várias semanas que se caracteriza por mal-estar, tosse produtiva e febre baixa.

Pneumonia atípica

Denomina-se pneumonia atípica a um grupo de doentes cuja doença se caracteriza pela existência de escassa expectoração e não se revela agente nos esfergaços de expectoração (Coloração Gram ou ziehl- Neelsen) ou culturas (incluindo para micobactérias e Legionella). A manifestação clínica da doença é geralmente subaguda e a imagem radiológica que consiste de infiltrados irregular ou num padrão intersticial. A febre e leucocitose periférica são menos comuns ou intensas do que em pneumonias bacterianas comuns.

Os agentes causadores deste tipo de doença são muito heterogéneos e denominam-se atípicos: Mycoplasma pneumoniae, chlamydia psittaci, chlamydia pneumoniae, vírus do trato respiratório (influenzae, adenovírus, VSR, parainfluenzae vírus), outros vírus (Varicela zóster, Epstein Barr, citomegalovírus, metapneumovirus), bactérias (Legionella, F. Tularensis, Y. Pestis, B. anthracis), Ricketsia (C. Burnetti – Febre Q).

Pneumonia comunitária, nosocomial

A maior parte das pneumonias desenvolvem-se na comunidade onde o doente está inserido, sendo por tal motivo designada por pneumonia adquirida na comunidade ou pneumonia comunitária.

Pode também contrair-se a doença quando se está internado no hospital com outro problema, sendo neste caso designada de pneumonia hospitalar ou pneumonia nosocomial.

Pneumonia é contagiosa?

A pneumonia é contagiosa ou transmissível, ou seja, a doença pode ser transmitida de pessoa para pessoa. No entanto, o agente mais comum, o Streptococcus pneumoniae, coloniza as vias aéreas superiores podendo originar outro tipo de doenças, tais como: doença invasiva disseminada (meningite) ou infeções respiratórias superiores (otite média, sinusite). O mesmo acontece com a maioria dos agentes causadores, podendo dizer-se que pode ocorrer contágio ou que se “pega” ou transmite, mas nem sempre origina pneumonia, por vezes os mecanismos de defesa do individuo conseguem suster ou eliminar a infeção.

Noutro tipo de agentes, a transmissão pode dever-se à exposição a pássaros, gado ou gatas grávidas, condutas de ar condicionado ou aerossóis.

Complicações da pneumonia

As pneumonias podem gerar complicações inerentes à propagação da infeção, como sepsis, abcesso pulmonar (morte de parênquima pulmonar), cavitação pulmonar, empiema (pus na cavidade torácica) ou devido ao processo de cicatrização/inflamação crónico (Bronquiectasias, fibrose), podendo provocar, desta forma, lesões irreversíveis.

Pneumonia tem cura?

A pneumonia é uma doença cujo prognóstico depende de vários fatores que vão desde o agente causador e mecanismos de defesa do doente à rapidez de início do tratamento.

De uma forma geral, a pneumonia da comunidade possui um curso benigno e uma boa evolução, no entanto, por vezes, ocorre uma progressão acelerada e pode levar rapidamente à sepsis (infeção generalizada) e consequentemente à morte. Ou seja, podemos afirmar que a pneumonia pode matar se não for tratada em tempo útil ou se for tratada de forma incorreta.

Neste sentido, é importante estar ciente da gravidade da doença e ter cuidado com alguns “tratamentos” como chá ou outros, por vezes descritos em alguns blogs na Internet. Não existe qualquer remédio natural ou caseiro que tenha provado curar ou tratar a pneumonia, pelo que o doente deve tomar consciência da seriedade da doença e consultar o médico com a maior urgência possível.

Para mais informações contacte 953 543 782, Naturopata Nardo Pilartes

Photos from Naturopata Nardo Pilartes 's post 20/03/2023

O que é gonorreia?

Gonorreia é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, popularmente chamada de gonococo. Ela também pode passar da mãe para o bebê durante o parto.

O problema, frequente em homens e mulheres, costuma afetar a uretra e o colo do útero — bem como o reto e a garganta quando se pratica s**o a**l e oral, respectivamente. Dor e ardência são sinais comuns. Nas crianças recém-nascidas, atinge principalmente os olhos, com potencial de deflagrar a perda de visão.

O período de incubação da Neisseria gonorrhoeae é de até uma semana. Ou seja, ela pode permanecer sete dias no organismo antes de disparar sintomas.

Estima-se que entre 1% e 2% da população mundial carregue essa bactéria no corpo.
Ainda existe um estigma que liga a gonorreia a um comportamento, digamos, devasso. Mas qualquer pessoa sexualmente ativa que não use ca*****ha está vulnerável a ela.

A começar pelo fato de que a infecção em geral não provoca sintomas no s**o feminino, mas no masculino, sim. “Nos homens, pode vir acompanhada de pus e ardência para urinar”, informa o especialista. Dor ou inchaço nos testículos também ocorrem.

Quando os sinais da gonorreia aparecem na ala feminina, tendem a envolver secreção vaginal e dor ao tr***ar e fazer xixi. Dor pélvica e sangramento fora do período menstrual eventualmente dão as caras.

Sintomas de gonorreia
Dependendo da porta de entrada, a gonorreia causa diferentes encrencas em ambos os s**os. Entre elas, temos:

Coceira, secreção e sangramento no â**s
Dor de garganta
Dificuldade para engolir

Quais são as complicações
Cabe destacar que elas costumam decorrer da falta de diagnóstico ou de um tratamento inadequado. E, aqui, as mulheres são mais atingidas.

No s**o feminino, as complicações incluem doença inflamatória pélvica e infertilidade. Elas acontecem devido à invasão da bactéria em outras partes do corpo.

Nos homens, há o risco de ocorrer uma prostatite. Trata-se de uma inflamação na próstata que desencadeia dores, incontinência ou retenção urinária, febre, mal-estar…

E tanto em mulheres como homens, há a possibilidade de surgir a chamada artrite infecciosa. Sim, estamos falando de perda de mobilidade e incômodos nas articulações.

Kreitchmann vai além. “Quando uma mulher infectada está grávida e faz um parto vaginal, o bebê pode desenvolver conjuntivite neonatal”, avisa. Sem tratamento, o quadro leva à cegueira.

Para evitar esse problema, as maternidades brasileiras aplicam um colírio de nitrato de prata assim que as crianças nascem. Mas há profissionais que recomendam adotar o tratamento apenas nos filhos das mães com casos confirmados de gonorreia. Converse com seu médico.

“Além disso, durante a gestação, a enfermidade provoca infecção do líquido amniótico, rompimento da bolsa antes do tempo e parto prematuro”, complementa Kreitchmann.

Prevenção da gonorreia
Não tem segredo: para evitar essa chateação, aposte na ca*****ha. “Também é importante realizar o diagnóstico precoce e tratar, mesmo quando não há sintomas”, diz o membro da Febrasgo. Com isso, o risco de transmissão da gonorreia para outras pessoas cai consideravelmente.

Para mais informações contacte 953 543 782, Naturopata Nardo Pilartes

20/03/2023

Tuberculose é uma doença infeciosa geralmente causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis (MTB). A tuberculose afeta geralmente os pulmões, embora possa também afetar outras partes do corpo. A maioria das infeções não manifesta sintomas, sendo nesses casos denominada tuberculose latente. Cerca de 10% das infeções latentes evoluem para tuberculose ativa. Se não for tratada, a tuberculose ativa causa a morte a metade das pessoas infetadas. Os sintomas clássicos da tuberculose ativa são tosse crónica com expulsão de sangue, escarro, febre, suores noturnos e perda de peso. A infeção de outros órgãos pode causar vários outros sintomas.

A tuberculose é transmitida por via aérea quando as pessoas com tuberculose ativa nos pulmões tossem, cospem, falam ou espirram. As pessoas com tuberculose latente não transmitem a doença. A infeção ativa é mais comum entre fumadores e pessoas com VIH/SIDA. O diagnóstico de tuberculose ativa é apoiado por radiografias ao peito, exames microscópicos e culturas de fluidos corporais. O diagnóstico de tuberculose latente baseia-se na prova da tuberculina ou análises ao sangue.

Entre as medidas de prevenção estão o rastreio de grupos de risco, deteção e tratamento atempados dos casos e vacinação com o bacilo Calmette-Guérin (vacina BCG). Os grupos de risco incluem as pessoas que partilham casa ou local de trabalho com pessoas com tuberculose ativa. O tratamento consiste na administração de vários antibióticos durante um longo período de tempo. A resistência antibiótica é um problema crescente, estando a aumentar o número de casos de tuberculose multirresistente (MDR-TB) e a tuberculose extensivamente resistente (XDR-TB).

Estima-se que cerca de um terço da população mundial esteja infetada com tuberculose latente. Todos os anos ocorrem novos casos de infeção em cerca de 1% da população. Em 2016 ocorreram em todo o mundo mais de 10 milhões de casos de tuberculose ativa, tendo sido a causa de cerca de 1,3 milhão de mortes.[3] Isto faz com que a tuberculose seja a principal causa de morte por doenças infeciosas.[3] Mais de 95% destas mortes ocorreram em países em vias de desenvolvimento, principalmente na Índia, China, Indonésia, Paquistão e Filipinas.[3] Desde o ano 2000 que o número de novos casos em cada ano tem vindo a diminuir.[1] Em muitos países africanos e asiáticos cerca de 80% da população apresenta prova de tuberculina positiva, enquanto nos Estados Unidos este valor é de apenas 5–10% da população.[12] A doença está presente nos seres humanos desde a Antiguidade.[13]

Sinais e sintomas

Entre seus sintomas, pode-se mencionar tosse com secreção, febre (mais comumente ao entardecer), suores noturnos, falta de apetite, emagrecimento, cansaço fácil e dores musculares. Dificuldade na respiração, eliminação de sangue (Hemoptise) e acúmulo de secreção na pleura pulmonar são características em casos mais graves.

Transmissão

A tuberculose é transmitida pelos bacilos expelidos por um indivíduo contaminado quando tosse, fala, espirra ou cospe.[14] A tuberculose se dissemina através de aerossóis no ar que são expelidas quando pessoas com tuberculose infecciosa tossem, espirram. Contactos próximos (pessoas que tem contato frequente) têm alto risco de se infectarem. A transmissão ocorre somente a partir de pessoas com tuberculose infecciosa activa (e não de quem tem a doença latente).

A probabilidade da transmissão depende do grau de infecção da pessoa com tuberculose e da quantidade expelida, forma e duração da exposição ao bacilo, e a virulência.

A cadeia de transmissão pode ser interrompida isolando-se pacientes com a doença ativa e iniciando-se uma terapia antituberculose ef**az.

A tuberculose resistente é transmitida da mesma forma que as formas sensíveis a medicamentos. A resistência primária se desenvolve em pessoas infectadas inicialmente com micro-organismos resistentes. A resistência secundária (ou adquirida) surge quando a terapia contra a tuberculose é inadequada ou quando não se segue ou se interrompe o regime de tratamento prescrito.

Infecção
A infecção pelo M. tuberculosis se inicia quando o bacilo atinge os alvéolos pulmonares e pode espalhar-se para os nódulos linfáticos e daí, através da corrente sanguínea para tecidos mais distantes onde a doença pode desenvolver-se: a parte superior dos pulmões, os rins, o cérebro e os ossos. Isto quando está em seu estado primário.

A resposta imunológica do organismo mata a maioria dos bacilos, levando à formação de um granuloma. Os "tubérculos", ou nódulos de tuberculose são pequenas lesões que consistem em tecidos mortos de cor acinzentada contendo a bactéria da tuberculose.

Normalmente, o sistema imunológico é capaz de conter a multiplicação do bacilo, evitando sua disseminação em 90% dos casos.

Evolução
Entretanto, em algumas pessoas, o bacilo da tuberculose supera as defesas do sistema imunológico e começa a se multiplicar, resultando na progressão de uma simples infecção por tuberculose para a doença em si. Isto pode ocorrer logo após a infecção (tuberculose primária – 1 a 5% dos casos), ou vários anos após a infecção (reativação da doença tuberculosa, ou bacilo dormente – 5 a 9%).

Cerca de 5% das pessoas infectadas vão desenvolver a doença nos dois primeiros anos, e outras 5% vão desenvolvê-la ainda mais tarde. No total, cerca de 10% dos infectados com sistema imunológico normal desenvolverão a doença durante a vida.

Algumas situações aumentam o risco de progressão da tuberculose. Em pessoas infectadas com o HIV ou outras doenças que deprimem o sistema imunológico tem muito mais chances de desenvolverem complicações. Outras situações de risco incluem: o abuso de dr**as injetáveis; infecção recente de tuberculose nos últimos 2 anos; raio-x do tórax que sugira a existência de tuberculose (lesões fibróticas e nódulos); diabetes mellitus, silicose, terapia prolongada com corticosteróides e outras terapias imunossupressivas, câncer na cabeça ou pescoço, doenças no sangue ou reticuloendoteliais (leucemia e doença de Hodgkin), doença renal em estágio avançado, gastrectomia, síndromes de mal-absorção crônicas, ou baixo peso corporal (10% ou mais de peso abaixo do ideal).

A tuberculose afeta principalmente os pulmões,(75% ou mais) e é chamada de tuberculose pulmonar.

Os sintomas incluem tosse prolongada com duração de mais de três semanas, dor no peito e hemoptise. Outros sintomas incluem febre, calafrios, suores noturnos, perda de apetite e de peso, e cansaço fácil. A palavra consunção (consumpção, em Portugal) surgiu porque os doentes pareciam ter sido "consumidos por dentro" pela doença.

Outros locais do corpo que são afetados incluem a pleura, o sistema nervoso central (meninges), o sistema linfático, o sistema geniturinário, ossos e articulações, ou pode ser disseminada pelo corpo (tuberculose miliar - assim chamada porque as lesões que se formam parecem pequenos grãos de milho). Estas são mais comuns em pessoas com supressão imunológica e em crianças. A tuberculose pulmonar também pode evoluir a partir de uma tuberculose extrapulmonar.

20/03/2023

O que é a Diabetes?

Diabetes é uma doença causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio que promove o aproveitamento da glicose como energia para o nosso corpo.

Diabetes mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia, a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

Diabetes tipo 1: O pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina.

Diabetes tipo 2 – As células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
Diabetes gestacional – Ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos etc.


Sintomas


Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
Aumento do apetite;
Alterações visuais;
Impotência sexual;
Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
Distúrbios cardíacos e renais.


Fatores de risco


Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
Hereditariedade;
Falta de atividade física regular;
Hipertensão;
Níveis altos de colesterol e triglicérides;
Medicamentos, como os à base de cortisona;
Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo 2);
Estresse emocional.

Para mais informações Naturopata Nardo Pilartes , 953 543 782

05/03/2023

O que é o Quisto do ovário?

Os quistos do ovário são pequenos sacos ou bolsas preenchidos de fluido, localizados dentro ou à superfície do ovário. Várias mulheres apresentam quistos do ovário em alguma altura das suas vidas. A maior parte dos quistos apresenta-se com pouco eu nenhum desconforto e são inofensivos. Maioritariamente desaparecem sem necessidade de tratamento em alguns meses.
No entanto alguns quistos, e principalmente aqueles que sofreram rutura, por vezes produzem sérios sintomas.
Causas:

A maior parte dos quistos do ovário desenvolvem-se como resultado do funcionamento normal do ciclo menstrual, e são conhecidos como quistos funcionais. Outros tipos de quistos são muito menos comuns.
Existem dois tipos de quistos funcionais:
• Quisto folicular: ocorre quando um folículo não liberta o óvulo e em vez disso continua a crescer tornando-se num quisto;
• Quisto do corpo lúteo: ocorre quando após a libertação do óvulo pelo folículo, a abertura do folículo fecha (depois designado como corpo lúteo), e acumula líquido. O medicamento clomifeno que é usado para induzir a ovulação pode aumentar o risco de desenvolvimento deste tipo de quisto.
Outros tipos de quistos do ovário incluem:
• Quistos dermatoides, são raramente cancerígenos e são compostos por tecido;
• Cistadenomas, que podem ser preenchidos de solução aquosa ou material mucoide;
• Endometriomas, resultam da endometriose
Sintomas:

A maior parte dos quistos do ovário não produzem sintomas e desaparecem espontaneamente. Um quisto do ovário volumoso pode causar desconforto abdominal. Se um quisto de grandes dimensões pressiona a bexiga, pode conferir a necessidade de urinar mais frequentemente, porque a capacidade da bexiga f**a reduzida.
Os sinais e sintomas do quisto do ovário podem incluir:
• Dor pélvica – desconforto que irradia para o fundo das costas e coxas;
• Dor pélvica pouco antes do início do período menstrual ou pouco antes de acabar;
• Dor pélvica durante as relações se***is (dispareunia);
• Dor durante os movimentos intestinais ou por realização de pressão nos intestinos;
• Náusea, vómito e sensibilidade mamária semelhantes às da gravidez;
• Sensação de preenchimento abdominal.
Diagnóstico:

Como a maioria dos quistos não apresenta sintomas, vários quistos são diagnosticados por acaso, durante um exame de rotina ou durante a realização de uma ecografia por outra razão.
No caso de apresentar sintomas sugestivos da presença de um quisto, o médico pode examinar o abdómen e realizar uma examinação interna (vaginal). Um exame de ecografia pode confirmar um quisto ovárico.

Para mais informações contacte 953 543 782, Naturopata Nardo Pilartes

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