Kethy Rabelo
Dividindo dicas e segredos, agregando conhecimento!
26/08/2022
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22/07/2022
Quebrando padrões de beleza
Os padrões de beleza estão sendo ressignif**ados pelo mercado e principalmente pelo consumidor. O modelo de beleza eurocêntrico até então tido como o ideal a ser seguido, perde espaço e da lugar a beleza da mulher real. Diversas marcas saem na frente nesse assunto e mudaram completamente sua publicidade, escolhendo mulheres com as quais a maioria da população se identif**a para estamparem suas propagandas. Hoje em dia o que vale é a real história contada pela marca e a conexão que ela vai criar com a cliente. Estamos na era da sustentabilidade, da verdade e de como isso vai impactar positivamente o outro e o meio em que vivemos.
Beleza de mulheres reais
Homenageados em 2018 no Prêmio Ecoera na categoria, Moda/Gênero pequenas empresas, o Coletivo de Dois, é formado pelos estilistas Hugo Mor e Daniel Barranco, que utilizam sobras de tecidos para construir peças autorais e cheias de personalidade. Tudo é pensado no cenário sustentável e seguindo os valores do slow fashion. A dupla é responsável por todo o processo de produção e logística, reaproveitam os tecidos até o limite e inclusive o papel kraft das modelagens viram sacolas da marca. O coletivo incentiva a beleza de mulheres reais e tem como modelos da marca mulheres plus size, além de uma seleção de musas que representam este segmento.
Mundialmente famosa, a cantora e empresária Rihanna levou através de sua marca, a Savage x Fenty, diversidade para as passarelas em um desfile de lingerie. Mostrando que a sensualidade pode ser admirada em todos os tipos de corpos, Rihanna apresentou um casting com modelos plus size, grávidas e de todas as etnias. Em plena semana de moda em Nova York, a marca deu um show de pluralidade e quebrou os padrões estabelecidos pela moda.
Nesta Ecoera é essencial termos empatia pela diversidade e que as marcas se posicionem. Trabalhar com mulheres reais em suas campanhas ajuda na reconstrução do ideal inatingível pelo tangível. Quebra um conceito irreal de beleza e faz com que todas as pessoas se reconheçam e se sintam representadas.
18/07/2022
A vez da diversidade na moda!
A pluralidade e a diversidade vem ganhando cada vez mais espaço na mídia nos últimos anos. Muito por reparação de ações racistas de grandes marcas da industria da moda, mas o fato é que as coisas estão mudando. As redes sociais deram voz a uma comunidade marginalizada que agora toma poder de seu lugar de fala, questionando e exigindo representatividade.
O conselho de moda Norte Americano, apresentou um relatório que mostra resultados muito insatisfatórios sobre a participação de minorias na indústria. Grandes marcas resolveram olhar com cuidado para este fato ressignif**ando sua criação de conteúdo. A mudança começou, e diversas empresas do setor pretendem transformar a história que estão contando através de suas publicidades.
A Prada, foi acusada de racismo após lançar uma coleção de bonequinhos “Pradamalia” que apresentavam um design de personagens com fenótipos negróides, e foi acusada de blackface. Após este fato, a marca criou um conselho para incentivar a diversidade dentro da marca. Como presidentes deste projeto, Ava DuVernay, mulher negra roteirista e diretora de grandes produções. E ao seu lado, Theaster Gates, homem negro, artista e diretor de arte renomado e premiado por suas criações.
Reparação e inclusão
A Gucci, apresentou um programa intitulado “Changemakers”, pela inclusão de diversidade na indústria da moda. Depois da polêmica venda de um suéter que remetia ao blackface, a marca se comprometeu a diversif**ar seu time de colaboradores. Já o projeto Gucci Changemakers, apresenta 3 propostas. Um fundo que vai investir cerca de 5 milhões de dólares em ONGs voltadas a apoiar comunidades afro-americanas. Além de um programa de bolsa de estudos de 1,5 milhões para aspirantes a moda e uma iniciativa voluntária que abrange toda a empresa. A intenção é incentivar a inclusão em diversas partes da indústria.
No Brasil, após grande repercussão negativa sobre o tema da festa de aniversário de 50 anos da ex-diretora de estilo da Vogue Brasil, Donata Meirelles. A revista anunciou em uma nota de esclarecimento, o comprometimento em ampliar as vozes dentro da equipe e criar uma comissão permanente formada por ativistas e estudiosos para ajudarem a definir conteúdos e imagens que combatam a desigualdade.
A diversidade em todos os setores é essencial para um olhar plural e empático não apenas na criação de conteúdo mas no dia a dia. Impactar positivamente o planeta e por consequência as pessoas é indispensável nesta nova Ecoera.
15/07/2022
Transparência na moda é tendência! E não estamos falando de tecidos finíssimos que deixam entrever a silhueta. O que se revela, neste caso, é muito mais importante!
Na próxima semana, acontecem dois eventos que visam aumentar a transparência na moda, garantindo a melhoria das condições de trabalho na cadeia produtiva.
No dia 10/12, o Fashion Revolution Brasil –braço brasileiro do movimento global Fashion Revolution– lança a segunda edição do Índice de Transparência da Moda no Brasil 2019.
A publicação analisa o nível de transparência das 30 maiores marcas da indústria da moda no Brasil, à partir dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da ONU, como: desigualdade de gênero, condições de trabalho e gestão de resíduos, entre outros.
Segundo o Fashion Revolution Brasil, “a metodologia do Índice de Transparência da Moda se concentra exclusivamente em capturar informações públicas das empresas”, recompensando as que disponibilizam dados sobre suas políticas internas e seus impactos sociais e ambientais. O objetivo é promover uma autoanálise nas indústrias, e chamar a atenção dos consumidores para estas questões.
“A indústria da moda foi construída sobre sigilo e elitismo; ela era opaca. A transparência é disruptiva – neste sentido, ela é um sopro de ar fresco e uma arma útil de mudança”, diz Orsola de Castro, cofundadora do Fashion Revolution.
As 30 marcas incluídas no relatório de 2019 são: Animale, Arezzo, Brooksfield, Carmen Steffens, C&A, Cia. Marítima, Colcci, Colombo, Decathlon, Dumond, Ellus, Farm, Havaianas, Hering, John John, Le Lis Blanc Deux, Leader, Lojas Avenida, Malwee, Marisa, Melissa, Moleca, Olympikus, Osklen, Pernambucanas, Renner, Riachuelo, TNG, Torra e Zara.
Já no dia 13/12, o Instituto Alinha –um negócio social que tem como missão combater a escravidão moderna na moda– promove a pré-estreia do curta-metragem Linhas tênues, histórias que nos vestem.
O mini documentário –que conta a história de Nina, uma imigrante boliviana que veio para o Brasil com poucos recursos e muitas ilusões– quer mostrar aos consumidores a importância de valorizar as pessoas que estão por trás das roupas.
Tudo a ver com o trabalho desenvolvido no Instituto Alinha por Dari Santos, que consiste em assessorar pequenas oficinas de costura para tirá-las da informalidade, e conectá-las a estilistas e marcas de moda interessadas em pagar um preço justo pela costura.
Para dar mais transparência ao projeto e envolver o consumidor no processo produtivo, o Instituto Alinha desenvolveu a Tag Alinha que atesta as condições justas de trabalho por meio de Blockchain –uma tecnologia que permite o mapeamento de cadeias produtivas e compartilhamento de informação descentralizada.
13/07/2022
A moda sustentável tem atraído cada vez mais a atenção das pessoas, e isso é ótimo! Mas os termos usados neste setor, como moda ética, slow fashion e cruelty-free, podem confundir e até mesmo enganar o consumidor. Para que você fique por dentro do assunto, e não leve gato por lebre, criamos este pequeno guia.
Slow fashion é um termo criado em oposição ao fast fashion (moda rápida). O movimento slow fashion privilegia peças de qualidade feitas para durar. Essa atemporalidade está fundamentada tanto na durabilidade física das roupas, quanto na sua estética. Isso quer dizer que o slow fashion passa longe das tendências momentâneas que norteiam os lançamentos das grandes cadeias de fast fashion. Por isso, dê preferência as marcas pequenas que usem matérias primas de primeira linha e modelagens que vão resistir ao teste do tempo. Na Bemglô, por exemplo, todas as marcas se enquadram nesta categoria.
Moda ética (ou ethical fashion, em inglês) é aquela feita através de relações de trabalho justas. É importante que os consumidores procurem saber se os fabricantes respeitam os direitos dos empregados, como: salário adequado, horas de descanso semanais, e boas condições no ambiente de trabalho, entre outras. Algumas empresas vão além, contribuindo positivamente para que a comunidade produtiva possa prosperar. Acreditamos que esta prática é altamente desejável.
Moda sem crueldade animal (ou cruelty-free, em inglês) é aquela que não causa danos a animais durante a produção das peças, e que não contém subprodutos animais em sua composição. Mas atenção: na indústria cosmética, o termo signif**a apenas que o produto não foi testado em animais. Se você procura um item livre de subprodutos animais, ele precisa ser vegano.
Moda orgânica é feita com fibras naturais -como algodão, seda ou cânhamo- cultivadas e produzidas sem pesticidas e agrotóxicos prejudiciais ao meio ambiente e à saúde dos agricultores. Apesar do Brasil ser um dos 5 maiores produtores de algodão do mundo, apenas 0,1% do plantio é orgânico. Localizado majoritariamente na Paraíba, o plantio do algodão orgânico é feito por meio da agricultura familiar, e enfrenta muitos desafios para o crescimento no país, como falta de incentivo governamental e lobby do agronegócio. Mas entidades como Embrapa, Textile Exchange e Instituto C&A estão trabalhando para fomentar a produção através de parcerias variadas.
Moda sustentável, também conhecida como eco fashion, é aquela que não prejudica o ecossistema durante sua produção. O problema é que a moda possui uma cadeia de produção extremamente longa e complexa, que engloba a produção dos tecidos, a confecção das peças, e ainda, a distribuição das roupas ou acessórios. Para se fazer uma avaliação do impacto dessa cadeia de produção existem três pilares fundamentais: a pegada de carbono de cada peça de roupa, a quantidade de água necessária para produzir cada unidade e a quantidade de agrotóxicos utilizados no plantio da matéria-prima (no caso de tecido feito com fibras naturais, como o algodão) e ou quantidade de componentes químicos e sintéticos utilizados na fibra (exemplo do poliéster e acrílico). Marcas que produzem produtos mais sustentáveis tendem a usar fibras naturais ou recicladas em suas criações. Algumas como a Lhas, usam materiais excedentes, estendendo a vida útil dos tecidos. Outras, como a Kitecoat, fazem upcycling, transformando velas usadas de kitesurf em jaquetas impermeáveis. O objetivo, em qualquer caso, é causar o menor dano possível à natureza.
E o nosso guia termina com uma palavra nova, em inglês, que ainda não tem tradução em português: greenwashing. Traduzido ao pé da letra, o termo quer dizer “lavagem verde”. Mas o signif**ado de greenwashing se refere à “maquiagem” de um produto para que pareça ecológico ou sustentável. Greenwashing é quando um grande magazine, por exemplo, anuncia uma coleção eco fashion de 20 peças, mas na realidade fabrica milhões de peças não sustentáveis por ano. É quando a sustentabilidade é usada levianamente para enganar o consumidor. Fique atento!
Consuma de forma consciente. Pratique os princípios de sustentabilidade: Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Repensar. Descarte seus resíduos de forma correta.
11/07/2022
Quem nunca deixou a roupa suja acumulando no cesto do banheiro, que atire o primeiro sabão em pedra! Apesar da comodidade que as máquinas de lavar proporcionam, lavar roupa demanda tempo e organização, além de um custo ecológico: cada ciclo de lavagem doméstica consome cerca de 100 litros de água. E quando as roupas lavadas são feitas de tecidos sintéticos, à base de acrílico ou poliéster, microplásticos se desprendem e acabam por poluir os oceanos e sua vida marinha.
Em matéria publicada na BBC News, Laura Diáz Sánchez, do grupo de defesa ambiental Plastic Soup Foundation, diz: “toda vez que lavamos nossas roupas, uma média de 9 milhões de microfibras de plástico são liberadas no meio ambiente”.
Quando se pensa em termos de sustentabilidade, é preciso levar em conta, também, que a lavagem é a principal responsável pelo envelhecimento precoce das roupas. Estima-se que 90% das peças de vestuário sejam descartadas antes do tempo por causa de desbotamento, encolhimento e outros danos que acontecem dentro da lavadora.
Diante disso, não seria o caso de se perguntar se precisamos lavar roupa com tanta frequência? Foi o que fez o estilista Renan Serrano.
Tudo começou em 2011, quando criou a Trendt, marca com a proposta de uma moda sem gênero, durável, feita com novas tecnologias. Ao produzir peças inovadoras e atemporais, para serem usadas por um longo tempo, Renan quebrou um grande paradigma do sistema da moda: o lançamento cíclico e constante de novidades.
Mas como os clientes voltavam para adquirir novamente as peças favoritas, desgastadas pelas sucessivas lavagens, Renan percebeu que aí havia uma possibilidade de inovação. Começou a pensar em alternativas à lavagem de roupas, e com a ajuda de um time de pesquisadores e cientistas -como o microbiologista Dr. Christopher Callewaer, e o doutor em química Dr. Fernando Ely-, chegou à formulação de um desodorante de roupas e calçados que, depois de borrifado sobre o tecido, impede a proliferação de bactérias e, por consequência, do mau odor.
Batizado de VistoBio, o produto passou por inúmeras análises no laboratório do SENAI, em laboratórios parceiros na Bélgica, e foi aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration, órgão protetor de saúde pública na América do Norte).
“Hoje o VistoBio tem a certif**ação de cosmético”, diz Renan Serrano. “Tem gente que usa como desodorante, embora a formulação não seja específ**a para isso. E alguns clientes relatam que chegaram a usar a mesma roupa por até 60 dias, sem lavar.”
Não há dúvida que um outro paradigma foi quebrado: a necessidade de se lavar as roupas com água e sabão. Mas em tempos de pandemia da Covid-19, como f**a isso?
Renan Serrano trabalha, atualmente, junto com a equipe de pesquisadores, numa nova versão do desodorante de roupas que seja capaz de eliminar coronavírus. Com ele, será possível esterilizar máscaras e roupas, gerando mais segurança para profissionais de saúde -que têm enfrentado escassez de materiais de proteção-, e para as pessoas, em geral.
Mais do que nunca, precisamos de inovação e ciência para preservar a vida no planeta.
08/07/2022
Como fazer a sua maquiagem caseira (e vegana!)
Base em pó
Misture o pó base com bem pequenas quantidades dos óxidos de ferro de cada vez, para obter o tom perfeito. Conforme você adiciona os pigmentos, misture muito, muito bem antes de adicionar mais. Note que a cor deste pó quando umedecido pode ser diferente, e você pode testá-lo na parte de trás da sua mão. O óxido de zinco pode também ser misturado por seu espectro completo de proteção solar!
Bronzer
Misture um pó base com cacau em pó, canela, óxidos de ferro e / ou mica para obter a cor que você deseja. Se você quiser mais uma cor de contorno sem muito brilho, deixe a mica de fora.
Sombra para os olhos
A queridinha da maquiagem caseira! Misture todos os ingredientes citados acima para obter as cores desejadas. Este é realmente um produto de maquiagem DIY com o qual você deve brincar e experimentar! Por exemplo, você pode usar a argila misturada com óxidos de ferro marrom e carvão ativado para diferentes tons de marrom. Você também pode adicionar mica para ter um pouco de brilho!
Blush
Misture a sua base com flor de hibisco seca e em pó, pó de raiz alkanet, e/ou pó de beterraba, até obter uma cor que você goste. Você pode adicionar canela, cacau em pó, ou óxidos de ferro para mais pigmentação na sua maquiagem caseira. Note que ele vai parecer mais escuro misturado do que f**ará em sua pele, então você precisa ir testando, conforme mistura. O pó de raiz alkanet f**a mais escuro do que o hibisco. Além disso, você vai precisar adicionar algumas gotas de água no hibisco para fazer um blush com o pó base (não mais do que cerca de 1/4 de colher de chá) para uma pequena quantidade de blush. Adicione mica para obter brilho.
Base líquida
Faça a base em pó e misture com um creme branco / hidratante. Você pode precisar fazer o seu pó de base um pouco mais escuro, dependendo do tom e do creme que você usa. Você também pode adicionar uma pequena quantidade de óxido de zinco para uma plena proteção solar.
Delineador
Misture uma parte de carvão ativado, 1/2 parte de óxido de ferro preto, e 1/2 parte gel de aloe vera ou 1/3 de parte manteiga de karité para fazer um delineador preto. Você pode adicionar uma pequena quantidade de pó de mica para conseguir um pouco de brilho. Misture muito bem e guarde em um recipiente hermético. Você pode usar o pó de cacau ou óxido de ferro marrom para obter delineador marrom.
Importante: Não inale qualquer um destes produtos em pó! A inalação de mica e dos óxidos de ferro podem ser tóxicos. Recomendamos o uso de máscaras para a mistura dos ingredientes.
07/07/2022
Conforme prometido no post anterior, hoje vamos da inicio a criação de nossa propria maquiagem caseira!
Anota aí a lista de ingredientes que você vai precisar para fazer a sua maquiagem caseira (e vegana!)
– Argila branca ou araruta em pó (base)
– Cacau em pó sem açúcar
– Carvão ativado
– Canela
– Hibisco desidratado em pó, pó de raiz de alkanet, e / ou pó de beterraba
– Mica em pó
– Óxidos de ferro (vermelho / preto / amarelo / marrom para pigmentação)
– Loção hidratante de rosto branca organica/vegan /(para base líquida apenas)
– Gel de aloe vera (para delineador)
– Manteiga de karité (para delineador)
– Tigela, colher, e peneira para misturar cada um dos produtos.
Em nosso proximo post continuaremos! Ate lá
07/07/2022
Você sabia que o ramo dos cosméticos, em especial os dos produtos de beleza, é um dos que mais explora os animais? Eles não só levam grandes quantidades de produtos de origem animal, como por exemplo mel, leite, extrato de seda, glicerina animal, dentre outros, como também testam seus produtos neles. Além disso, cerca de um em oito dos 82.000 ingredientes usados em produtos de higiene pessoal são produtos químicos industriais, incluindo substâncias cancerígenas, pesticidas, toxinas reprodutivas e desreguladores hormonais. Por isso, cada dia mais a maquiagem caseira vem se tornando uma opção super do bem para os consumidores.
No proximo poste compartilharei uma super dica de como criar você mesma!
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