Fonoizabeldias
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Sou fonoaudióloga e realizo consultoria para mães e bebês que enfrentam dificuldades no processo de amamentação, utilizando a laserterapia como um importante recurso para diminuir a dor da mãe ao amamentar.
27/08/2026
Se você respondeu "SIM" para quase todas essas imagens, respira fundo: você não está sozinha e nem fazendo nada de errado.
Fisgadas no bico, peito empedrado, o bebê querendo mamar de 15 em 15 minutos, a dúvida cruel se o leite está sendo suficiente, vazamentos nas piores horas... Parece que todo mundo no card está descrevendo exatamente o que você vive aí na sua casa, não é?
A verdade é que a amamentação não precisa ser esse teste de resistência diário. Grande parte desse cansaço e das dores acontece simplesmente porque ninguém ensina na prática o "pulo do gato": o ajuste fino da pega, as posições que aliviam a pressão no bico e como entender o ritmo do bebê sem entrar em pavor.
Quando você aprende a ler o comportamento do seu bebê e domina a técnica correta, aquela sensação de desespero dá lugar à tranquilidade.
Foi exatamente para transformar esses "sim" de exaustão em momentos de paz que reuni todo o passo a passo prático de forma bem simples e direta em um único lugar. Um guia rápido para você consultar direto no celular, no meio da madrugada, quando a dúvida bater.
📖 Conheça o e-book Amamentação do Zero e tenha essa virada de chave no seu dia a dia:
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27/08/2026
🎉 Facebook recognized me as a consistent post creator this week!
27/08/2026
Confesso que nunca escutei melhor definição para esta profissão tão importante
(e que nos ajuda tanto dentro da equipe multi - e fora dela).
Uma criança de 6 anos, sem saber nenhum termo técnico, resumiu em uma frase o que tantos adultos ainda têm dificuldade de explicar: alguém que ensina a gente a entender e cuidar do que sente.
O trabalho do psicólogo não é só ouvir, é ajudar a decifrar aquilo que a gente nem sabia que sentia, com carinho e sem julgamento.
27 de agosto é Dia do Psicólogo, e a homenagem de hoje é pra cada profissional que se dedica a cuidar da saúde emocional de crianças, mães e famílias inteiras.
👉Comenta aqui marcando aquele psicólogo (ou psicóloga) que fez ou faz diferença na sua vida ou na do seu filho. 💜
27/08/2026
Seu filho sabe o que fazer se se perder de você agora, nesse exato momento?
A polícia é clara: informação salva. Crianças que sabem seu nome completo, o telefone dos responsáveis e a quem pedir ajuda têm muito mais chance de serem encontradas em segurança em caso de perda ou abordagem por estranhos.
Isso não é sobre assustar a criança — é sobre dar autonomia e proteção real, com conversas leves e adequadas a cada idade:
3 a 4 anos: nome, nome dos pais, quem pode buscar na escola
5 a 6 anos: nome completo, idade, cidade, nome completo dos pais
7 a 8 anos: endereço, telefone dos pais, o que fazer se perder em público, o que fazer se um estranho pedir ajuda ou segredo
9 anos ou mais: telefone de emergência, pedir ajuda a adulto seguro, saber dizer "não" quando algo a deixa insegura
Órgãos de segurança pública reforçam: ensine a procurar um policial ou adulto identificado, nunca aceitar carona ou sair com desconhecidos, e sempre contar quando algo a deixar desconfortável.
Comenta aqui: seu filho já sabe responder essas perguntas? 👇
Salva esse post e use como guia pra conversar com seu filho hoje mesmo. 📌
Fonte: Polícia Civil (orientações públicas de prevenção ao desaparecimento e abordagem infantil).
26/08/2026
Fazer errado é mais fácil do que parece e ninguém avisa.
Perninha esticada no berço. Deitar logo após mamar. Balançar rápido demais. Coisas que parecem inofensivas, mas que na prática pioram a cólica e o desconforto do bebê.
O problema não é falta de amor ou cuidado — é falta de informação certa, na hora certa.
Foi pensando nisso que reuni tudo o que toda mãe precisa saber sobre pega correta, posição, rotina e sinais do bebê no Amamentação do Zero — um guia completo, direto ao ponto, criado por mim como fono neonatal, pra tirar as dúvidas que mais geram sofrimento nas primeiras semanas.
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26/08/2026
"...e você nasceu parecendo o papai. Sério?!" 😂
Nove meses de gestação, horas de trabalho de parto, uma cesárea... e o bebê chega parecido com o pai. Toda mãe que já passou por isso sabe exatamente essa sensação (e essa injustiça cósmica, né?).
Marca aqui aquela mãe que também "perdeu" essa disputa genética! 👇
26/08/2026
Temperos naturais na comida do bebê: o que a SBP libera e o que evitar
Muita mãe tem receio de temperar demais a comida do bebê, mas o problema não está no tempero em si — está em escolher a fonte certa.
Segundo o guia de atualização da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre alimentação complementar, as refeições devem ser preparadas com alimentos in natura e temperos naturais, e podem incluir cebola, alho e ervas aromáticas como salsa e cebolinha.
✅ PODE: alho, cebola, salsa, coentro, páprica, orégano, alecrim, tomilho, cominho
🚫 NÃO PODE: pimentas picantes, tempero completo, caldo de carne, tempero com glutamato, molho shoyu, katchup, maionese
Sobre o sal: a SBP não recomenda sua adição nas papas principais antes de 1 ano, já que isso aumenta o risco de hipertensão futura e pode condicionar o paladar da criança a preferir alimentos salgados. Após os 12 meses, a introdução pode ser feita com moderação.
Introduzir sabores naturais desde cedo ajuda a formar um paladar mais saudável e reduz a rejeição a alimentos variados no futuro.
Comenta aqui: qual desses temperos você já usa na comida do bebê? 👇
Salva esse post — ele é referência rápida pra hora de cozinhar! 📌
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) — Guia de Atualização em Alimentação Complementar do Lactente Saudável.
25/08/2026
Enquanto o mundo conta bombas, mede territórios e discute política, existe um exército de guerreiras que ninguém retrata nos livros de história: o das mães que colocam a própria vida no fogo cruzado para manter os filhos vivos.
Na guerra, a sobrevivência virou a única rotina. Mães correm com crianças no colo por escombros, cruzam fronteiras a pé, improvisam abrigos em porões frios e passam madrugadas em claro tentando distinguir o som de uma sirene do estrondo de um ataque. Outras não têm sequer o direito de fugir. Precisam ficar, cuidar dos feridos e, nos cenários mais horríveis, pegar em armas para proteger o próprio lar.
Ao longo da história, muitas viraram linha de frente. Chegaram às trincheiras com os filhos a tiracolo, dividindo o pouco alimento, o frio e o pavor diário. É uma dor inimaginável: a mesma mão que segurou o bebê para dar os primeiros passos é a mão que precisa ensiná-lo a se esquivar de um tiro.
Em tempos de paz, uma mãe planeja a escola, a comida e o futuro. Na guerra, o amor se reduz ao desespero de encontrar um copo de água limpa, estancar um sangramento ou servir de escudo humano.
Não há escolha certa. Fugir é abandonar o passado; ficar é encarar a morte; lutar é ver o próprio filho na linha de tiro. Em todas as opções, o terror de perder quem mais se ama é constante.
Os noticiários preferem a estatística fria: "mil mortos", "cidades destruídas". Mas por trás de cada número existe uma mãe que esperou na porta alguém que nunca mais voltou.
Nenhuma vitória militar devolve um filho arrancado dos braços.
Nenhuma medalha apaga o pesadelo de uma mãe que viu o mundo desabar e precisou ser a última barreira entre a vida do seu pequeno e a brutalidade do mundo.
Porque quando a guerra acaba e os soldados vão embora, são as mães que ficam para recolher os cacos de uma infância destruída, rezando em silêncio para que seu amor seja suficiente para curar o incalculável.
25/08/2026
Quanta água uma criança realmente precisa tomar por dia? Os dados corretos, segundo a SBP:
A Sociedade Brasileira de Pediatria estabelece a ingestão diária de água por faixa etária:
1 a 3 anos: 1,3 litro
4 a 8 anos: 1,7 litro
9 a 13 anos: 2,1 litros (meninas) e 2,4 litros (meninos)
14 a 18 anos: 3,3 litros
Um método alternativo é calcular por peso: 50 a 60 ml por quilo de peso corporal ao dia.
Importante: até os 6 meses, bebês em aleitamento materno exclusivo não precisam de água — o leite já garante toda a hidratação. Já os que tomam fórmula infantil precisam de cerca de 700 ml/dia (0 a 6 meses) e 800 ml/dia (7 a 12 meses).
Esses valores podem variar conforme clima, atividade física e alimentação da criança, então na dúvida sempre vale confirmar com o pediatra.
Mães, comenta aqui: seu filho bebe a quantidade recomendada ou é sempre um desafio?
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) — Manual de Alimentação: orientações para alimentação do lactente ao adolescente, 5ª ed., 2024.
25/08/2026
Toda mãe já passou por isso: comprar roupinha "pra crescer" e um mês depois já tá curta!
É muito comum querer economizar comprando peças maiores, mas na prática o bebê cresce tão rápido nos primeiros meses que isso quase nunca compensa.
📏 Dica de fono neonatal pra facilitar a vida de vocês:
✅ Priorizem tamanho RN e P nas primeiras semanas (mesmo que pareça "pouca roupa")
✅ Comprem poucas peças de cada tamanho — ele passa rápido por cada fase
✅ Prefiram tecidos confortáveis e sem costuras apertadas
O conforto do bebê vai muito além da estética: interfere no sono, na sucção e no desenvolvimento motor dele.
👉 Mães, comenta aqui: vocês também já compraram roupa "errada" achando que ia servir? 👇
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