Psicóloga Lidyanne Pery
Bem-vindos! Sou psicóloga desde 2014, apaixonada por promover o bem-estar emocional e mental.
27/07/2026
Renovar, na maioria das vezes, é voltar. Voltar para si depois de ter ficado tanto tempo fora. Perdida em cobranças, em expectativas, em versões suas que nunca foram de fato suas.
É olhar para dentro e reencontrar algo que ainda estava lá, esperando.
Não tem nada de fácil nisso. Voltar para si exige honestidade. Exige parar de fingir que está tudo bem quando não está. Exige reconhecer o que ficou para trás enquanto você estava ocupada tentando dar conta de tudo.
Mas tem algo muito bonito também.
Porque quando você finalmente para e se encontra de novo, percebe que não precisa construir tudo do zero.
Você só precisa voltar para casa.
25/07/2026
Nem toda certeza chega em palavras. Às vezes ela é só um desconforto que você aprendeu a ignorar.
Desliza pra entender esse ciclo.
Sou psicóloga clínica, Link na bio.
Lidyanne Pery · CRP 01/20040
20/07/2026
Era uma tarde comum no mercado.
Eu estava no piloto automático perdida nas listas, corredores, caixa... A cabeça já em casa, resolvendo o próximo item.
Foi o meu filho quem parou.
Não só para ver os girassóis. Ele os escolheu, me colocou na frente deles e fez essa foto.
Enquanto eu e varios transeuntes atravessavam aquele mercado sem ver nada, ele estava inteirinho ali, presente o suficiente para enxergar beleza num lugar tão inesperado.
Mais uma lição que ele me trouxe.
Porque o piloto automático é assim: eficiente, mas cego. Ele nos leva de um ponto ao outro sem perder tempo. Só que também sem guardar nada.
Presença não é ir mais devagar. É estar de fato onde você está.
E quando a gente consegue isso , mesmo que por um momento, mesmo que num mercado, encontra coisas que não estavam na lista.
Às vezes uma foto. Muitas risadas. Recordações. Ou simplesmente um girassol que estava ali o tempo todo esperando para ser admirado.
18/07/2026
Remédio para dormir. Fisioterapia no pescoço. Laxante. Vitaminas. Mais uma receita, mais um encaminhamento.
O sintoma some por um tempo. Depois volta. Ou aparece em outro lugar.
Não é que o tratamento está errado. É que quando a gente trata só o sintoma, a causa continua lá, procurando outra forma de aparecer.
O corpo não é teimoso. Ele guarda o que não foi processado. E vai sinalizando, do jeito que sabe, enquanto não for escutado de verdade.
Isso não é frescura. Não é exagero. É o corpo sendo fiel à sua história.
Se quiser entender o que está por trás do que o seu corpo sente, a gente pode conversar. Link na bio.
13/07/2026
Não é uma conquista que chega de uma vez. Não é um dia específico em que tudo muda.
É um processo que começa, muitas vezes, quando a gente decide parar de se convencer de que o que sente não é real.
Porque a gente aprende cedo a minimizar: "Não é tão grave assim." "Tem gente pior." "Eu estou exagerando."
E vai carregando isso em silêncio, ano após ano, achando que florescer é para quem tem mais tempo, mais energia, menos problema.
Mas florescer não exige que tudo esteja bem. Exige que você comece a acreditar no que sente.
É daí que tudo começa.
11/07/2026
O corpo aprende a falar do jeito que a gente nem sempre escuta.
Quando uma emoção não encontra espaço para ser sentida, ela não desaparece. Ela desce. Vira nó no estômago, tensão que não passa, uma dor que muda de lugar e que nenhum exame nomeia. Não é que o remédio esteja errado. Ele alivia, e alívio importa. Só que ele cuida do galho, e a raiz continua ali.
Tratar a causa é mais lento. Pede parar e perguntar o que, por dentro, você vem carregando sozinho há tempo demais. Incomoda no começo. E é também onde o cuidado de verdade começa.
Esse é exatamente o tipo de coisa que a gente trabalha na terapia. Se algum desses sinais virou rotina na sua vida, talvez valha a pena conversar. O link está na bio.
Lidyanne Pery, psicóloga clínica. CRP 01/20040.
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06/07/2026
Momentos assim me lembram de algo que a gente esquece com facilidade:
Existe um estado de leveza que é seu por direito... Não é privilégio. Não é sorte.
É o que acontece quando você para de ignorar o que sente e começa a se ouvir de verdade.
—
Lidyanne Pery | Psicóloga
CRP 01/20040 · Atendimento online
04/07/2026
Não é falta de força.
É o custo de se ignorar.
A dor de cabeça, a ansiedade e a insônia não são coincidências... São alarmes.
Que você aprendeu a desligá-los.
Deslize. Veja quantos você reconhece.
—
Lidyanne Pery | Psicóloga
CRP 01/20040 · Atendimento online
Sabe quando você não consegue explicar o que está sentindo, mas sabe que alguma coisa não está certa?
Esse "algo" não é fraqueza, nem exagero, ou coisa da sua cabeça.
É o seu corpo falando. E ele fala há mais tempo do que você imagina.
Às vezes a gente passa anos tentando calar essa voz, mas ela nunca vai embora e volta mais forte.
E quando você finalmente para e escuta, descobre que ela tem muito a dizer.
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