saúde em foco

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O Ministério da Saúde passou a disponibilizar, em volume inédito, diversas Atas de Registro de Preços (ARPs) voltadas à aquisição de equipamentos, veículos e soluções estruturantes para a rede pública de saúde. A medida amplia o apoio a estados, municípios e ao Distrito Federal, fortalecendo a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país.

A iniciativa integra o Novo PAC Saúde, que reúne investimentos de R$ 32,2 bilhões em infraestrutura, ampliação da oferta assistencial e qualificação dos serviços, consolidando o maior ciclo de investimentos já realizado no SUS.

Ao centralizar os processos licitatórios, o Ministério da Saúde permite que os entes federativos utilizem registros já consolidados, com grande quantidade à disposição, reduzindo prazos e simplificando etapas administrativas. Na prática, a adesão às ARPs possibilita aquisições mais rápidas, padronização, melhor assistência técnica, mais segurança jurídica e, principalmente, economia de até 40% em relação aos preços de mercado.

As ARPs contemplam um conjunto estratégico de bens e equipamentos voltados à estruturação da rede de atenção à saúde, incluindo: 🚑

🔹 Ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192);
🔹 Ambulância tipo A;
🔹 Unidades odontológicas móveis (UOM);
🔹 Veículos acessíveis para transporte sanitário, como vans e micro-ônibus adaptados;
🔹 Tomógrafos;
🔹 Equipamentos para salas de cirurgia geral e oftalmológica;
🔹 Equipamentos para laboratórios de análises, como muflas, centrífugas e cabines;
🔹 Kits de telessaúde para ampliação do acesso remoto;
🔹 Equipamentos para a rede de frio e armazenamento de plasma, como câmaras frias e ultrafreezers. 

A adesão ocorre por meio da plataforma Compras.gov.br e segue um fluxo estruturado, que garante transparência, controle e segurança jurídica no uso dos recursos públicos.

Foram formulados vários Guias para auxiliar os gestores nessas aquisições (🔗link de acesso disponível na Bio).

Fonte: Ministério da Saúde. 18/04/2026

Repost from @rogercorrea78 • O Ministério da Saúde passou a disponibilizar, em volume inédito, diversas Atas de Registro de Preços (ARPs) voltadas à aquisição de equipamentos, veículos e soluções estruturantes para a rede pública de saúde. A medida amplia o apoio a estados, municípios e ao Distrito Federal, fortalecendo a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país. A iniciativa integra o Novo PAC Saúde, que reúne investimentos de R$ 32,2 bilhões em infraestrutura, ampliação da oferta assistencial e qualificação dos serviços, consolidando o maior ciclo de investimentos já realizado no SUS. Ao centralizar os processos licitatórios, o Ministério da Saúde permite que os entes federativos utilizem registros já consolidados, com grande quantidade à disposição, reduzindo prazos e simplificando etapas administrativas. Na prática, a adesão às ARPs possibilita aquisições mais rápidas, padronização, melhor assistência técnica, mais segurança jurídica e, principalmente, economia de até 40% em relação aos preços de mercado. As ARPs contemplam um conjunto estratégico de bens e equipamentos voltados à estruturação da rede de atenção à saúde, incluindo: 🚑 🔹 Ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192); 🔹 Ambulância tipo A; 🔹 Unidades odontológicas móveis (UOM); 🔹 Veículos acessíveis para transporte sanitário, como vans e micro-ônibus adaptados; 🔹 Tomógrafos; 🔹 Equipamentos para salas de cirurgia geral e oftalmológica; 🔹 Equipamentos para laboratórios de análises, como muflas, centrífugas e cabines; 🔹 Kits de telessaúde para ampliação do acesso remoto; 🔹 Equipamentos para a rede de frio e armazenamento de plasma, como câmaras frias e ultrafreezers. A adesão ocorre por meio da plataforma Compras.gov.br e segue um fluxo estruturado, que garante transparência, controle e segurança jurídica no uso dos recursos públicos. Foram formulados vários Guias para auxiliar os gestores nessas aquisições (🔗link de acesso disponível na Bio). Fonte: Ministério da Saúde.

SAÚDE | O sistema imunológico de um paciente pode ajudá-lo a detectar e matar as células cancerígenas. Isso acontece por meio de um dos tratamentos mais avançados contra o câncer na atualidade: a imunoterapia, que estimula o próprio organismo a reconhecer e destruir o câncer de forma mais específica. O método venceu o Nobel de Fisiologia e Medicina de 2018.

O Ministério da Saúde, a MSD e o Instituto Butantan assinaram, na última quinta-feira (26), o termo de compromisso para o estabelecimento da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) da imunoterapia pembrolizumabe para pacientes oncológicos no Brasil. O acordo deve atender anualmente 13 mil pessoas no país.

Mas, afinal, como o tratamento funciona? A imunoterapia permite que o próprio sistema de defesa do paciente reconheça as células cancerígenas e as combata, oferecendo aos pacientes respostas mais eficazes contra a doença. "A imunoterapia é a capacidade de fazer com que as nossas células de defesa, os linfócitos, reconheçam as células tumorais. É o nosso corpo combatendo o tumor", diz a médica Márcia Datz Abadi, diretora médica da MSD no Brasil.

Diferente da quimioterapia, um dos tratamentos mais conhecidos e usados contra o câncer no país, a imunoterapia oferece menor toxicidade ao paciente. Isso porque a quimioterapia ataca diretamente todas as células de crescimento rápido (incluindo as saudáveis) para matá-las, causando efeitos colaterais sistêmicos, como queda de cabelo, vômitos intensos e feridas na boca. A imunoterapia combate apenas as células tumorais.

A eficácia da imunoterapia varia conforme o tipo de câncer. No caso do melanoma, o câncer de pele mais agressivo do mundo, estudos comprovam que até 40% das pessoas estão vivas após mais de cinco anos de tratamento.

📲 Leia a matéria completa clicando no link da bio @correio24horas. Disponível no site www.correio24horas.com.br e no aplicativo #correio24horas

📷: Centro de Oncologia Campinas (COC) 17/04/2026

SAÚDE | O sistema imunológico de um paciente pode ajudá-lo a detectar e matar as células cancerígenas. Isso acontece por meio de um dos tratamentos mais avançados contra o câncer na atualidade: a imunoterapia, que estimula o próprio organismo a reconhecer e destruir o câncer de forma mais específica. O método venceu o Nobel de Fisiologia e Medicina de 2018. O Ministério da Saúde, a MSD e o Instituto Butantan assinaram, na última quinta-feira (26), o termo de compromisso para o estabelecimento da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) da imunoterapia pembrolizumabe para pacientes oncológicos no Brasil. O acordo deve atender anualmente 13 mil pessoas no país. Mas, afinal, como o tratamento funciona? A imunoterapia permite que o próprio sistema de defesa do paciente reconheça as células cancerígenas e as combata, oferecendo aos pacientes respostas mais eficazes contra a doença. "A imunoterapia é a capacidade de fazer com que as nossas células de defesa, os linfócitos, reconheçam as células tumorais. É o nosso corpo combatendo o tumor", diz a médica Márcia Datz Abadi, diretora médica da MSD no Brasil. Diferente da quimioterapia, um dos tratamentos mais conhecidos e usados contra o câncer no país, a imunoterapia oferece menor toxicidade ao paciente. Isso porque a quimioterapia ataca diretamente todas as células de crescimento rápido (incluindo as saudáveis) para matá-las, causando efeitos colaterais sistêmicos, como queda de cabelo, vômitos intensos e feridas na boca. A imunoterapia combate apenas as células tumorais. A eficácia da imunoterapia varia conforme o tipo de câncer. No caso do melanoma, o câncer de pele mais agressivo do mundo, estudos comprovam que até 40% das pessoas estão vivas após mais de cinco anos de tratamento. 📲 Leia a matéria completa clicando no link da bio @correio24horas. Disponível no site www.correio24horas.com.br e no aplicativo #correio24horas 📷: Centro de Oncologia Campinas (COC)

17/04/2026

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