Studio Luiza Zanotto
Reestruturação Abdominal
Reabilitação Pós Parto
Tratamento Diástase Abdominal
Desenvolvimento Core
Consultoria online
23/09/2026
Duas pacientes podem ter a mesma distância entre os retos abdominais e precisar de condutas diferentes.
A medida importa, mas é só uma parte da avaliação. Também é preciso observar como cada paciente respira, gerencia a pressão abdominal, coordena o core e responde aos movimentos do dia a dia.
É esse raciocínio que ajuda a definir o que trabalhar e como progredir, em vez de escolher uma técnica apenas pelo número de centímetros.
Salve este carrossel para lembrar disso na sua próxima avaliação.
Sim, é possível trabalhar o abdômen durante a gestação de forma segura e preventiva.
O afastamento dos retos abdominais faz parte das adaptações naturais desse período. Mas, quando essa alteração ultrapassa o esperado e vem acompanhada de perda de função, outras disfunções podem surgir.
Por isso, a atuação não deve começar apenas no pós-parto. Com conhecimento e ferramentas adequadas, é possível acompanhar essa mulher no pré-natal, prepará-la para o parto e conduzir sua recuperação depois dele.
Se você deseja atender gestantes, aprofunde-se em Reestruturação Abdominal, saúde da mulher e fisioterapia pélvica. Nessa fase, não basta aplicar exercícios: é preciso entender o corpo e respeitar cada etapa.
Quer aprender a conduzir casos de diástase, pós-parto, projeção abdominal, estufamento e outras disfunções abdominais com mais clareza, critério e segurança clínica?
No Workshop Reestruturação Abdominal na Prática, vou mostrar como organizar avaliação, raciocínio clínico e progressão para você deixar de depender de técnicas soltas e entender melhor o que observar, o que ajustar e qual caminho seguir em cada caso abdominal.
👇 Quer receber o link para garantir seu ingresso?
Comente WORKSHOP aqui embaixo e eu vou te enviar o link com todas as informações.
17/09/2026
Core funcional é aquele que consegue responder às diferentes demandas do movimento.
A respiração participa do controle das pressões, a postura organiza a relação entre as estruturas e a ativação permite que a musculatura responda de forma coordenada durante o movimento.
Quando esses três pilares trabalham juntos, o exercício deixa de ser apenas uma execução e passa a fazer sentido dentro da função.
É esse olhar que muda a forma de avaliar, raciocinar e conduzir o tratamento do core.
Quer aprender a conduzir casos de diástase, pós-parto, projeção abdominal, estufamento e outras disfunções abdominais com mais clareza, critério e segurança clínica?
No Workshop Reestruturação Abdominal na Prática, vou mostrar como organizar avaliação, raciocínio clínico e progressão para você deixar de depender de técnicas soltas e entender melhor o que observar, o que ajustar e qual caminho seguir em cada caso abdominal.
👇 Quer receber o link para garantir seu ingresso?
Comente WORKSHOP aqui embaixo e eu vou te enviar o link com todas as informações.
Antes de pensar em vender, pense em fazer o paciente entender por que ele precisa do seu trabalho.
Conheça as dores do seu público, mostre seu diferencial e construa confiança através do conteúdo.
Quando o paciente entende o problema e enxerga valor no seu acompanhamento, vender se torna muito mais natural.
Quer aprender a conduzir casos de diástase, pós-parto, projeção abdominal, estufamento e outras disfunções abdominais com mais clareza, critério e segurança clínica?
No Workshop Reestruturação Abdominal na Prática, vou mostrar como organizar avaliação, raciocínio clínico e progressão para você deixar de depender de técnicas soltas e entender melhor o que observar, o que ajustar e qual caminho seguir em cada caso abdominal.
👇 Quer receber o link para garantir seu ingresso?
Comente WORKSHOP aqui embaixo e eu vou te enviar o link com todas as informações.
No pós-operatório, a conduta precisa acompanhar a fase em que o paciente está.
Dentro da metodologia 5ABS, já é possível iniciar o acompanhamento nos primeiros dias, desde que exista alinhamento com a equipe multiprofissional responsável pela cirurgia.
No início, o trabalho é mais sutil. Entram exercícios de percepção do padrão respiratório, mobilidade gradicostal e consciência do alinhamento postural conforme o paciente recupera seus movimentos.
E aqui tem um ponto importante: exercício respiratório nessa fase não significa fazer vácuo ou trabalhar com resistência.
As ativações vão sendo inseridas aos poucos e evoluem conforme a recuperação e a liberação médica, até chegar ao momento de trabalhar com resistência.
É por isso que conhecer diferentes formas de ativação abdominal faz diferença: você consegue escolher o que cabe em cada fase do pós-operatório.
Quer aprender esse raciocínio na prática? Me acompanhe por aqui.
14/09/2026
Cada fase do tratamento pede uma resposta diferente do abdômen.
Em alguns momentos, o foco está na consciência e no controle. Em outros, na força, na integração com a respiração e na capacidade de responder ao movimento.
Por isso, não existe uma única forma de ativar o abdômen que funcione para tudo. O mais importante é saber o que utilizar, quando utilizar e com qual objetivo.
É isso que transforma o exercício que você passa para o paciente em estratégia.
Se a sua avaliação abdominal termina na medida da diástase, você ainda está vendo só uma parte do problema.
O abdômen não funciona isolado.
Postura, pelve, padrão respiratório, controle motor, mobilidade, pressão intra-abdominal, composição dos tecidos e resposta aos movimentos ajudam a construir uma visão muito mais completa daquele paciente.
E é justamente essa visão que permite sair de uma conduta genérica para um tratamento realmente individualizado.
Porque quanto menos você investiga, menos informações tem para entender o que aquele abdômen realmente precisa.
Avaliar melhor muda a forma de raciocinar.
E raciocinar melhor muda a forma de conduzir seus pacientes!
Se você é fisioterapeuta ou educador físico e quer desenvolver um olhar mais estratégico para a avaliação e reestruturação abdominal, me acompanhe por aqui.
09/09/2026
A respiração não é apenas um detalhe dentro da reabilitação do core. Ela faz parte da estratégia.
Quando o paciente inspira e expira, diafragma, parede abdominal e assoalho pélvico precisam responder de forma coordenada às mudanças de pressão dentro do abdômen.
Por isso, antes de pensar apenas em “fortalecer”, precisamos observar como esse sistema está funcionando em conjunto.
Um core funcional não é aquele que permanece contraído o tempo inteiro. É aquele que consegue expandir, responder à pressão, recrutar e relaxar no momento certo.
E é justamente por isso que avaliar o padrão respiratório pode mudar completamente a forma como você conduz a reabilitação abdominal.
Salve este post para consultar nas suas avaliações e compartilhe com outro profissional que precisa entender o core além da força
Diástase acima de 2 cm significa cirurgia? Não necessariamente.
Já acompanhei pacientes que chegaram com indicação cirúrgica e apresentaram uma resposta muito positiva com um tratamento individualizado de reestruturação abdominal.
E é justamente por isso que não podemos olhar apenas para a distância entre os retos.
Precisamos avaliar a função desse abdômen, a resposta da linha alba, o gerenciamento das pressões e, principalmente, como esse tecido evolui ao longo da reabilitação.
Quando, mesmo após um período adequado de acompanhamento, não observamos evolução na aproximação dos feixes e na resposta da linha alba, a cirurgia pode, sim, entrar como parte da conduta.
E mesmo nesses casos, o nosso trabalho continua sendo fundamental: preparar esse abdômen no pré-operatório e conduzir uma reabilitação adequada no pós.
Cirurgia e reabilitação não precisam competir entre si. Quando existe indicação, elas podem trabalhar de forma complementar.
Compartilhe esse vídeo com um profissional que também precisa ampliar esse olhar sobre a diástase.
O corpo que viveu a primeira gestação não é o mesmo que chegou à segunda. E também não será o mesmo depois da terceira.
Mesmo quando a paciente já passou por uma reabilitação abdominal e apresentou uma boa evolução, isso não significa que o corpo responderá da mesma forma em um novo pós-parto.
Em uma gestação, a musculatura profunda pode responder mais rápido. Em outra, a força abdominal pode retornar primeiro, enquanto o gerenciamento da pressão intra-abdominal evolui de forma mais lenta.
Por isso, o histórico orienta, mas não substitui uma nova avaliação.
Cada gestação transforma o corpo de uma maneira diferente. Avalie cada pós-parto como se estivesse conhecendo aquela paciente pela primeira vez, porque, de certa forma, você está.
Compartilhe com um profissional que precisa ter esse olhar mais individualizado durante a reabilitação abdominal.
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Categoria
Telefone
Endereço
Avenida Therezinha Pauletti Sanvitto, 208 Sala 514
Caxias Do Sul, RS
95110-195
Horário de Funcionamento
| Segunda-feira | 08:00 - 17:00 |
| Terça-feira | 08:00 - 20:00 |
| Quarta-feira | 08:00 - 19:00 |
| Quinta-feira | 08:00 - 19:00 |
| Sexta-feira | 09:00 - 12:00 |
Notificações
Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Studio Luiza Zanotto publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.