medlessfarma

medlessfarma

Compartilhar

Farmácia de Manipulação

20/09/2025

A terapia hormonal no climatério continua sendo o tratamento mais eficaz para sintomas vasomotores (ondas de calor, insônia, alterações de humor).

De acordo com a NAMS (2022), o risco/benefício depende da idade, tempo desde a menopausa e via de administração — preparações transdérmicas tendem a ter menor risco de trombose comparado ao uso oral (PMC7475284).

A testosterona, quando usada em doses fisiológicas e via não oral, pode ser indicada em mulheres pós-menopausa com transtorno do desejo sexual hipoativo (HSDD).
O consenso global (JCEM, 2019) reforça a importância da monitorização para segurança.

No caso das vias subcutâneas, séries retrospectivas (PMC8165877; PMC10022718) apontam taxas de complicação locais baixas (

18/09/2025

A terapia hormonal deve sempre priorizar objetivos clínicos claros, avaliação de risco/benefício individual e escolha da via mais adequada ao perfil de risco.

O principal uso comprovado da terapia com estrogênio ± progestógeno é o alívio dos sintomas climatéricos moderados a graves e a melhora da qualidade de vida; há também impacto comprovado na saúde óssea quando indicada.

As Indicações principais:

mulheres com sintomas vasomotores (fogachos), sudorese noturna, distúrbios do sono ou sintomas genitourinários, doenças crônicas como a Endometriose, que interferem na qualidade de vida.

Timing: iniciar preferencialmente em perimenopausa e início da pós-menopausa quando os benefícios tendem a superar riscos em muitas pacientes (hipótese do timing). Em mulheres > 60–65 anos a avaliação de risco torna-se mais cautelosa.

A escolha da via administrativa sugere:

Transdérmico (gel/adesivo): frequentemente preferido em mulheres com risco trombótico aumentado, pois evita “efeito de primeiro passo” hepático; bom controle dos níveis com menor impacto no metabolismo lipídico em alguns casos.

Oral: eficaz, mas com maior interação hepática, podendo aumentar marcadores pró-trombóticos em susceptíveis.

Subcutânea (implantes/pellets): considerar quando adesão é problema, quando se deseja liberação sustentada e quando a paciente aceita os trade-offs (impossibilidade de ajuste imediato e complicações locais potenciais). Indicar sempre após adequada triagem.

Local (vaginal): primeira escolha para atrofia genitourinária isolada, com mínima absorção sistêmica.

Dosagem e monitorização

Iniciar com menor dose eficaz, reavaliar sintomatologia e ajustar.

Em terapias com androgênios (testosterona) ou estrogênio/progestágeno, monitorar sintomas conforme idade, histórico clínico e anamnese profunda em casos de doenças crônicas.

Para mais informações contate nossa equipe, e seu médico(a)

Medless, saúde de dentro para fora!

15/09/2025

As vias de administração de fármacos sudérmicas oferecem liberação contínua, evitando picos e promovendo maior estabilidade dos sintomas.

Apesar de ser utilizada há mais de 30 anos, ainda existem estudos para comprovar ainda mais a eficácia, e também exigem avaliação prévia, escolha adequada do hormônio e dose, além de técnica correta e monitorização periódica.

Complicações locais são raras (

08/09/2025

A endometriose afeta de 7 a 10% das mulheres em idade reprodutiva no Brasil, trazendo dor pélvica crônica, infertilidade e impacto direto na qualidade de vida.

Entre as opções terapêuticas está um derivado esteroidal sintético com ação antiestrogênica, antiprogestagênica e leve efeito androgênico, a R-2323.

Esse ativo atua reduzindo a atividade hormonal do endométrio ectópico e modulando processos inflamatórios, resultando em menor progressão das lesões e redução da dor.

Estudos clínicos demonstram melhora significativa dos sintomas em pacientes que não responderam bem a outras linhas de tratamento hormonal.

É importante destacar que seu uso deve ser estritamente clínico, com indicação e acompanhamento médico, já que os efeitos adversos — como acne, oleosidade ou alterações no perfil lipídico — precisam ser monitorados. Diferente de abordagens estéticas ou não validadas, seu papel está em restaurar qualidade de vida e função em mulheres com endometriose.

Fontes: Safety Profile of Gestrinone: Systematic Review (2025); Clinical trials and reviews on hormonal treatments for endometriosis (PubMed).

Acompanhe nossa newsletter para informações em primeira mão!
Medless, saúde de dentro para fora!

28/08/2025

Você já parou para pensar que a sua TPM pode começar no intestino?

Sintomas como cólicas, inchaço, compulsão alimentar e até alterações de humor não são apenas “normais do ciclo”.

Eles podem estar ligados ao desequilíbrio da sua microbiota intestinal.

O intestino funciona como um verdadeiro órgão hormonal: ele ajuda a regular o estrogênio e produz neurotransmissores, como a serotonina.

Quando há disbiose, esse equilíbrio se perde — e o resultado pode ser uma TPM mais intensa, com acne, retenção de líquidos e variações emocionais mais fortes.

Estudos mostram que:

- 35% das mulheres brasileiras apresentam queixas gastrointestinais relacionadas ao ciclo menstrual.
- Mulheres com disbiose têm até 2x mais risco de TPM severa.

Cuidar do intestino é também cuidar da sua saúde hormonal.

Alimentos ricos em fibras, fermentados e até o uso de probióticos sob orientação profissional podem ser aliados poderosos para reduzir os sintomas.

Seu intestino fala — e ele pode estar tentando contar o que acontece com seus hormônios.

Medless, saúde de dentro para fora! 💙

25/08/2025

Se você sente mais vontade de comer doces e carboidratos depois de uma noite mal dormida, isso não é falta de disciplina — é hormonal.

O sono regula os hormônios da fome e da saciedade. Quando dormimos pouco:

- Aumenta a grelina, hormônio que estimula o apetite.
- Diminui a leptina, que promove a saciedade.
- O cortisol sobe, aumentando a resistência à insulina e o acúmulo de gordura.

Dados importantes:

- Pessoas que dormem menos de 6h/noite têm 55% mais risco de obesidade.
- No Brasil, 65% das mulheres relatam má qualidade do sono, especialmente após os 40 anos.
- Distúrbios do sono estão associados a maior ingestão calórica e preferência por alimentos ultraprocessados.

Ou seja: cuidar do seu sono é tão essencial quanto cuidar da sua dieta.

Dormir bem ajuda a regular hormônios, reduzir compulsões alimentares e manter o equilíbrio do peso.

Photos from medlessfarma's post 19/08/2025

Você já ouviu que o intestino é nosso segundo cérebro. Mas e se eu te disser que ele também é um "órgão hormonal"?

A ciência mostra que a microbiota intestinal participa ativamente da produção, modulação e metabolismo de hormônios como estrogênio, progesterona, insulina, cortisol e até hormônios relacionados à saciedade.

No caso das mulheres, o intestino pode influenciar diretamente condições como TPM severa, acne hormonal, SOP, infertilidade, menopausa e até distúrbios do sono e humor.

Estudos revelam que bactérias específicas no intestino fazem parte do chamado estroboloma — um conjunto microbiano responsável por reciclar estrogênio no corpo. Quando há disbiose (desequilíbrio intestinal), esse processo pode se desregular, levando ao acúmulo de estrogênio e agravamento de sintomas.

Na TPM, por exemplo, mulheres com disbiose têm até 2 vezes mais risco de sofrer sintomas intensos, como cólicas, irritabilidade, acne e inchaço.

Isso porque o intestino também afeta a produção de serotonina e o metabolismo de prostaglandinas inflamatórias.

Cuidar da microbiota intestinal com alimentação rica em fibras, probióticos, menos ultraprocessados e avaliação personalizada é essencial para equilíbrio hormonal e qualidade de vida.

Tudo começa de dentro para fora.
Medless, saúde de dentro para fora!

14/08/2025

Você sabia que suas unhas podem ser um sinal silencioso de disfunção na tireoide?

Unhas fracas, quebradiças, com descamação e crescimento lento não são apenas uma questão estética — podem ser um reflexo direto do seu metabolismo e da função hormonal.

A tireoide regula o metabolismo celular. Quando há hipotireoidismo (tireoide hipoativa), o crescimento de unhas, cabelos e pele desacelera. Já o hipertireoidismo pode causar afinamento e fragilidade das unhas.

Sintomas comuns ligados à tireoide e às unhas:

- Unhas que lascam com facilidade
- Linhas horizontais (linhas de Beau)
- Crescimento lento
- Ressecamento extremo
- Infecções fúngicas recorrentes (devido à imunidade baixa)

Estima-se que 15% das mulheres brasileiras acima de 35 anos tenham algum grau de disfunção tireoidiana (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM, 2023).

O hipotireoidismo afeta 8x mais mulheres do que homens, sendo comum durante a menopausa, período de maior flutuação hormonal.

Estudo publicado no *Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism* (2020) demonstrou que alterações ungueais são comuns em pacientes com disfunções tireoidianas, afetando até 50% dos casos não diagnosticados.

Se você trata suas unhas, mas elas continuam fracas, talvez o problema esteja no seu TSH, T3 e T4. Uma simples avaliação hormonal pode trazer respostas que você não esperava.

E você sabia dessa ligação unha e tireoide? Compartilhe informação de qualidade com as pessoas que você ama!

Medless, saúde de dentro para fora!

Photos from medlessfarma's post 11/08/2025

O problema pode estar no seu intestino e nos seus hormônios.

A acne adulta feminina é um sinal de alerta do corpo. Muitas vezes, não é apenas uma questão estética, mas um reflexo de desequilíbrios internos que envolvem diretamente o eixo intestino-hormônio.

Quando há disbiose intestinal (desequilíbrio na microbiota), ocorre um aumento da inflamação sistêmica e uma alteração no metabolismo da testosterona, favorecendo a conversão desse hormônio em DHT (dihidrotestosterona), que estimula as glândulas sebáceas e agrava as espinhas hormonais.

Estudos apontam que até 70% das mulheres com acne persistente após os 25 anos apresentam resistência à insulina ou alterações intestinais associadas (Fonte: UNIFESP, 2021). Além disso, uma pesquisa publicada no *Gut Pathogens* revelou que a disbiose está diretamente relacionada ao aumento de citocinas inflamatórias que desregulam a função das glândulas sebáceas.

O caminho para uma pele saudável e equilibrada começa de dentro para fora. Modulações intestinais com probióticos, ajustes alimentares e correção do perfil hormonal são estratégias essenciais no tratamento da acne adulta.

Não trate apenas a pele. Investigue a raiz do problema.

Fontes: UNIFESP, 2021 | Bowe WP et al., Gut Pathog, 2011

08/08/2025

Você sabia que xenoestrógenos, presentes em plásticos, cosméticos e alimentos ultraprocessados, imitam o estrogênio e causam desequilíbrios hormonais silenciosos?

Essas toxinas interferem na ovulação, aumentam os sintomas de TPM, acne, ganho de peso abdominal e até risco de endometriose.

E ja foram detectados em:
👉Aditivos químicos (conservantes) de alimentos processados e ricos em gordura;⠀
👉Agrotóxicos;
👉Embalagens plásticas;
👉Cosméticos;
👉Produtos de limpeza;
👉Anticoncepcionais;
👉Metais pesados;

Dados brasileiros mostram que 85% das mulheres apresentam pelo menos um sintoma de disfunção hormonal antes dos 40 anos, e a exposição a toxinas ambientais é um dos fatores ignorados.

A Dica é: - Evite embalagens plásticas aquecidas, reduza industrializados com corantes, prefira cosméticos livres de parabenos e fragrâncias artificiais.

Saúde hormonal também passa pelo que você consome — por dentro e por fora.

Fontes científicas: WHO, Endocrine Disrupting Chemicals, 2021 | FEBRASGO, 2022 | PubMed ID: 30158227

04/08/2025

Você já ouviu falar sobre os corantes artificiais Vermelho 40 (Allura Red), Vermelho 3 (Erythrosine) e Vermelho 2 (Amaranth)? Eles são amplamente usados em doces populares no Brasil, como a calda vermelha do famoso “Morango do Amor”. Mas o que poucos sabem é que esses corantes já foram proibidos nos Estados Unidos e Europa devido ao seu potencial risco à saúde.

🔴 O Vermelho 3 foi banido em cosméticos nos EUA desde 1990 após estudos apontarem aumento de tumores de tireoide em animais.
🔴 O Vermelho 40 está sendo investigado por possíveis efeitos disruptores endócrinos, ou seja, pode interferir na produção de hormônios como estrogênio e testosterona.
🔴 Dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) mostram que 70% dos produtos ultraprocessados infantis no Brasil contêm corantes sintéticos.

Mas o perigo não é imediato. O problema está no consumo constante desses aditivos ao longo da vida, que pode sobrecarregar seu organismo e afetar:
• Equilíbrio hormonal (menstrual e tireoidiano)
• Permeabilidade intestinal e inflamações silenciosas
• Neurodesenvolvimento em crianças, aumentando o risco de TDAH

📚 Estudos recentes (Carcinogenesis, 2024) apontam que o Allura Red (Vermelho 40) pode induzir processos inflamatórios no intestino, impactando o eixo intestino-cérebro-hormônios.

⚠️ Isso significa que precisamos parar de consumir? Não é sobre terrorismo nutricional. É sobre consciência! O consumo eventual não traz riscos imediatos, mas o uso sistemático — presente em balas, refrigerantes, doces e até iogurtes infantis — merece sua atenção.

💡 Dica prática: Prefira alimentos com corantes naturais (como urucum, cúrcuma, beterraba) e sempre leia os rótulos.

👉 Seu corpo merece escolhas conscientes. Seu intestino, hormônios e até sua mente agradecem.

Quer que seu negócio seja a primeira Salão De Beleza em Curitiba?
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Categoria

Telefone

Endereço


Avenida Sete De Setembro 3000
Curitiba, PR
80230085

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 17:00