Brunno Esteves
Vamos falar sobre Enfermagem?!?
01/10/2026
Que neste domingo saibamos escolher bem nossos representantes, sobretudo aqueles que são comprometidos com a enfermagem.
01/10/2026
Setembro foi intenso.
Atendimento.
Clínica.
Ensino.
SOBENDE.
Viagens.
Gestão.
Corrida.
Projetos.
E agora outubro começa.
Entre tudo que vem pela frente, tem um projeto que estou preparando de maneira muito especial:
DO ABC À CONDUTA.
Um curso presencial em São Paulo construído a partir de uma pergunta que tenho repetido bastante por aqui: como transformar avaliação em decisão clínica?
No dia 24 de outubro, vou estar ao lado da Enf. Dra. Virgínia Rodrigues para passar um dia inteiro mergulhando nesse processo.
8 horas presenciais + 4 horas de conteúdo online.
Não quero apenas falar sobre produtos.
Quero trabalhar o caminho que existe antes da escolha da cobertura.
Nas próximas semanas vou mostrar tudo por aqui.
Se você trabalha ou estuda enfermagem e quer acompanhar essa construção, f**a comigo.
São Paulo está chegando. ❤️
30/09/2026
Algumas feridas parecem contar uma história muito clara.
Mas aparência não é diagnóstico. Antes de definir uma conduta, precisamos entender:
• qual é a etiologia;
• como está o leito;
• como estão as bordas;
• como está a pele perilesional;
• como se apresenta o exsudato;
• existem sinais de inflamação ou infecção;
• quais fatores do paciente podem estar interferindo na cicatrização.
O problema começa quando transformamos uma observação em uma conclusão.
Uma ferida pode parecer “simples”.
A decisão clínica raramente deveria ser.
E talvez seja justamente por isso que tratamento de feridas exija mais do que conhecer produtos.
Exige raciocínio.
Na sua prática, qual é o sinal que mais costuma levar a interpretações precipitadas?
Me conta nos comentários. 👇🏻
Se eu tivesse que começar a ensinar tratamento de feridas do zero, eu começaria pelo raciocínio.
Não pela cobertura.
Não pelo nome do produto.
Não pela “receita” que funcionou em outro paciente.
Eu começaria pela capacidade de avaliar, interpretar e decidir.
Porque duas feridas podem parecer semelhantes e, ainda assim, exigirem estratégias completamente diferentes.
É essa ponte entre avaliação e conduta que estará no centro do meu próximo curso presencial:
DO ABC À CONDUTA
📍 São Paulo
📅 24 de outubro
🤝 Brunno Esteves + Enf. Dra. Virgínia Rodrigues
Nas próximas semanas vou mostrar como estamos construindo essa experiência.
Se você trabalha ou estuda enfermagem e sente que precisa fortalecer seu raciocínio diante de uma ferida, comenta “CONDUTA” aqui embaixo.
28/09/2026
Você sabe avaliar uma ferida. Mas sabe transformar essa avaliação em conduta?
Existe uma diferença importante entre descrever uma ferida e interpretar clinicamente o que estamos encontrando.
Etiologia.
Tecido.
Inflamação e infecção.
Exsudato.
Bordas.
Pele perilesional.
Contexto clínico.
Tudo isso precisa conversar antes que uma decisão seja tomada.
Porque existe uma pergunta que, muitas vezes, é feita cedo demais:
“Qual cobertura eu vou usar?”
Talvez a pergunta anterior devesse ser:
“Qual problema clínico eu preciso resolver?”
Uma cobertura pode ser parte da solução. Mas ela não substitui avaliação, interpretação e raciocínio clínico.
É exatamente essa ponte — da avaliação à conduta — que vamos trabalhar no meu próximo curso presencial em São Paulo, ao lado da Enf. Dra. Virgínia Rodrigues.
📍 São Paulo
📅 24 de outubro
DO ABC À CONDUTA
Nas próximas semanas vamos mostrar mais sobre essa experiência por aqui.
Agora conta: o que mais desafia você no tratamento de feridas — avaliação, interpretação ou conduta?
👇🏻 Queremos ler sua resposta.
27/09/2026
Existe uma diferença enorme entre saber usar uma cobertura e saber por que aquela cobertura foi escolhida.
Conhecer produtos é importante.
Mas conhecimento de produto, sozinho, não signif**a raciocínio clínico.
A escolha precisa estar relacionada à avaliação da ferida, aos objetivos terapêuticos, às características do leito, ao exsudato, à pele perilesional, à etiologia e ao contexto clínico.
É isso que transforma uma escolha comercial em uma conduta baseada em critérios.
A própria Resolução Cofen nº 787/2025 coloca a avaliação clínica integral como etapa anterior ao cuidado e reconhece a atuação do enfermeiro na seleção, indicação e prescrição de coberturas e tecnologias adjuvantes.
Não é sobre saber o nome de mais produtos.
É sobre saber quando, por que e para quem utilizá-los.
Vou te fazer uma pergunta:
se eu retirar o nome da cobertura da sua prescrição, você consegue explicar qual problema clínico estava tentando resolver?
Já falei, mas nao custa repetir:
Eu amo tratar pessoas com feridas!
Tem três frases que, quando eu escuto durante uma avaliação de ferida, já me fazem parar.
“Essa cobertura sempre funciona.”
Sempre?
“Essa ferida está infectada porque está vermelha.”
Vermelhidão, isoladamente, não fecha diagnóstico.
“É só trocar a cobertura.”
Trocar por quê? Qual é o problema que você está tentando resolver?
Tratamento de feridas não é escolher produto. É avaliar, interpretar e definir uma conduta.
21/09/2026
Existe uma tendência no tratamento de feridas de procurar primeiro “qual cobertura eu vou usar?”
Mas essa não deveria ser a primeira pergunta.
Antes da cobertura, precisamos entender:
qual é a etiologia?
como está o leito?
existe infecção ou inflamação?
como está o exsudato?
como estão as bordas?
como está a pele perilesional?
quais fatores estão impedindo a cicatrização?
A cobertura é parte da conduta.
Ela não substitui o raciocínio clínico.
E talvez essa seja uma das principais mudanças de mentalidade que precisamos fazer no cuidado de feridas.
Você ainda encontra profissionais escolhendo cobertura antes de avaliar a ferida?
16/09/2026
Vermelhidão chama atenção.
Mas não deveria encerrar o raciocínio.
Eritema, inflamação, irritação, pressão, umidade, dermatite e infecção podem aparecer em contextos diferentes e exigem interpretação clínica.
O erro está em transformar um sinal isolado em diagnóstico.
No cuidado de pessoas com lesões cutâneas, a avaliação precisa considerar o conjunto de características da lesão, o contexto clínico e a evolução.
A própria Resolução Cofen nº 787/2025 estabelece que a avaliação deve ser integral e prevê o registro de características como tecido, presença de infecção/inflamação, exsudato, bordas e pele perilesional.
Portanto:
vermelho é uma informação.
Não necessariamente uma conclusão.
E essa diferença parece pequena.
Na prática clínica, ela pode mudar completamente a conduta.
Avaliar antes de rotular.
Essa é uma das bases do raciocínio clínico.
Na sua prática, qual sinal mais frequentemente é interpretado de forma equivocada como infecção?
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