FIKA A DIKA

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FIKA A DIKA: Saúde Beleza Culinária e Informações.

Maravilhosa reflexão da @bettymonteiropsicologiaoficial a quem desde já dou todos os créditos pelo video partilhado.

Filhos não têm uma dívida para pagar aos pais.

Existe uma ideia muito enraizada de que honrar pai e mãe significa retribuir tudo o que fizeram por nós, como se a vida fosse uma conta que nunca deixa de acumular. Mas honrar não é viver preso à culpa, à obrigação ou ao peso de uma dívida emocional.

Honrar pai e mãe é agradecer pela vida recebida, reconhecer os seus esforços, respeitar os seus ensinamentos e seguir em frente com dignidade.

Talvez uma das maiores provas de amor que um filho possa oferecer seja construir a sua própria vida, caminhar pelos seus próprios passos, fazer as suas escolhas e encontrar a sua felicidade.

Quando um pai ou uma mãe recorda constantemente tudo o que sacrificou pelos filhos, corre o risco de transformar o amor numa cobrança silenciosa. Mas há uma pergunta importante que merece reflexão: os filhos pediram para nascer ou foi uma decisão dos pais trazê-los ao mundo?

Criar um filho é um ato de amor e responsabilidade. O cuidado, a proteção e o sustento fazem parte dessa escolha.

Por isso, não aprisionemos os nossos filhos através da culpa ou da obrigação. O amor verdadeiro não exige pagamento. Não se cobra. Não se negocia.

Os filhos não nos devem uma vida. Devem apenas a si mesmos o direito de viver plenamente a vida que vieram construir.

#reflexão #reflexosdaalma #psicologia #filhos #honrarpaiemãe 14/06/2026

Maravilhosa reflexão da @bettymonteiropsicologiaoficial a quem desde já dou todos os créditos pelo video partilhado. Filhos não têm uma dívida para pagar aos pais. Existe uma ideia muito enraizada de que honrar pai e mãe significa retribuir tudo o que fizeram por nós, como se a vida fosse uma conta que nunca deixa de acumular. Mas honrar não é viver preso à culpa, à obrigação ou ao peso de uma dívida emocional. Honrar pai e mãe é agradecer pela vida recebida, reconhecer os seus esforços, respeitar os seus ensinamentos e seguir em frente com dignidade. Talvez uma das maiores provas de amor que um filho possa oferecer seja construir a sua própria vida, caminhar pelos seus próprios passos, fazer as suas escolhas e encontrar a sua felicidade. Quando um pai ou uma mãe recorda constantemente tudo o que sacrificou pelos filhos, corre o risco de transformar o amor numa cobrança silenciosa. Mas há uma pergunta importante que merece reflexão: os filhos pediram para nascer ou foi uma decisão dos pais trazê-los ao mundo? Criar um filho é um ato de amor e responsabilidade. O cuidado, a proteção e o sustento fazem parte dessa escolha. Por isso, não aprisionemos os nossos filhos através da culpa ou da obrigação. O amor verdadeiro não exige pagamento. Não se cobra. Não se negocia. Os filhos não nos devem uma vida. Devem apenas a si mesmos o direito de viver plenamente a vida que vieram construir. #reflexão #reflexosdaalma #psicologia #filhos #honrarpaiemãe

13/06/2026

Amei essa ideia 🌿

07/06/2026

Panqueca fácil

Ingredientes para a Massa:

1 ovo

2 xícaras de leite

1 tablete de caldo de carne

2 xícaras bem cheias de farinha de trigo

2 colheres de sopa de azeite

Ingredientes para o Recheio:

1/2 kg de carne moída temperada com vinagre

2 colheres de sopa de azeite

2 cubos de caldo de carne

1 tomate sem pele picado

Orégano e salsinha a gosto

Ingredientes para Finalização:

Molho de tomate

Modo de Preparo:
Preparando a Massa:

Em um liquidificador, bata o ovo, o leite, o tablete de caldo de carne, a farinha de trigo e o azeite até a mistura ficar homogênea.

Aqueça uma frigideira antiaderente com um pouco de azeite e, em seguida, adicione uma porção da massa, espalhando para formar uma panqueca fina.

Deixe dourar de ambos os lados e retire da frigideira. Repita o processo até a massa acabar.

Preparando o Recheio:

Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a carne moída temperada com vinagre.

Adicione os cubos de caldo de carne e misture bem até derreter.

Acrescente o tomate picado e cozinhe por alguns minutos até o tomate amolecer.

Tempere com orégano e salsinha a gosto.

Montagem:

Recheie cada panqueca com a carne moída preparada e enrole.

Coloque as panquecas em um refratário e cubra com molho de tomate.

Leve ao forno por alguns minutos para aquecer bem e servir.

20/05/2026

BOLO BEM CASADO
🟢 Ingredientes:
Massa:
4 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar
2/3 de xícara de leite fervente
1 colher de café de essência de baunilha
1 colher de chá de fermento em pó
2 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro
Recheio:
2 latas de leite condensado
1 xícara de leite
1 colher de sopa de manteiga sem sal
4 colheres de sopa rasas de açúcar-mascavo
🟢 Modo de Preparo:
Massa:
Separe as claras e as gemas dos ovos em recipientes diferentes. Bata as claras em neve. Acrescente as gemas, uma a uma, sem parar de bater. Em seguida, coloque o açúcar e deixe bater até que a mistura fique branquinha, ao final, inclua a essência de baunilha. Misture a farinha bem devagar. Em seguida, despeje o leite fervente misturado ao fermento e torne a bater até formar uma massa homogênea. Coloque-a em forma untada e enfarinhada e leve ao forno, que deve estar pré-aquecido a 180 ºC. Deixe assar por uma hora. .
Recheio:
Misture todos os ingredientes e deixe em fogo baixo até que levante fervura. Corte a massa, já assada, em camadas e distribua o recheio entre elas. Para enfeitar, polvilhe açúcar de confeiteiro

Na psicanálise, atravessar um trauma não significa esquecer o que aconteceu. Significa deixar de viver aprisionado ao que aconteceu. É quando a dor deixa de comandar a vida em silêncio.
Muita gente cresce dentro de vínculos que parecem amor, mas funcionam como controle, culpa ou medo. E o mais difícil é que, no começo, isso parece normal.
O filho criado por uma mãe sufocante, por exemplo, muitas vezes aprende que amar é obedecer. Quando ele começa a construir autonomia, colocar limites e escolher a própria vida, a família pode chamar isso de frieza ou ingratidão. Mas, na psicanálise, esse movimento pode ser justamente o início da elaboração. Ele continua amando a mãe, mas já não aceita ser tratado como extensão emocional dela.
O mesmo acontece com o rapaz que olha para o pai e percebe um homem incapaz de conversar sobre sentimentos. Um pai duro, explosivo, condicionado a acreditar que emoção era fraqueza. Atravessar esse trauma não é odiar o pai. É enxergar a ferida herdada e decidir não transmiti-la adiante. É amar alguém sem repetir seu sofrimento.
Existe também o rapaz LGBT que passa anos tentando caber nas expectativas dos outros. Ele aprende cedo a sentir culpa por existir. Atravessar isso é perceber que sua identidade não é doença, vergonha ou erro moral. É abandonar o medo de decepcionar para finalmente poder existir inteiro.
E há a mulher que vive um relacionamento manipulador. No começo, ela duvida de si mesma. Pede desculpas por coisas que nem entende. Se sente “louca”, “sensível demais”, “difícil”. Até que algo muda. Ela percebe o mecanismo. Percebe a manipulação. E quando consegue nomear aquilo, começa a sair da prisão emocional.
Freud dizia que aquilo que não é elaborado retorna. Retorna nos sintomas, nos relacionamentos, nas repetições. Atravessar um trauma é justamente interromper essa repetição inconsciente.
Não é virar alguém sem cicatrizes. É parar de transformar a cicatriz em destino.

#atravessar #preconceito #manipulação #traumas #psicanalise 20/05/2026

Na psicanálise, atravessar um trauma não significa esquecer o que aconteceu. Significa deixar de viver aprisionado ao que aconteceu. É quando a dor deixa de comandar a vida em silêncio. Muita gente cresce dentro de vínculos que parecem amor, mas funcionam como controle, culpa ou medo. E o mais difícil é que, no começo, isso parece normal. O filho criado por uma mãe sufocante, por exemplo, muitas vezes aprende que amar é obedecer. Quando ele começa a construir autonomia, colocar limites e escolher a própria vida, a família pode chamar isso de frieza ou ingratidão. Mas, na psicanálise, esse movimento pode ser justamente o início da elaboração. Ele continua amando a mãe, mas já não aceita ser tratado como extensão emocional dela. O mesmo acontece com o rapaz que olha para o pai e percebe um homem incapaz de conversar sobre sentimentos. Um pai duro, explosivo, condicionado a acreditar que emoção era fraqueza. Atravessar esse trauma não é odiar o pai. É enxergar a ferida herdada e decidir não transmiti-la adiante. É amar alguém sem repetir seu sofrimento. Existe também o rapaz LGBT que passa anos tentando caber nas expectativas dos outros. Ele aprende cedo a sentir culpa por existir. Atravessar isso é perceber que sua identidade não é doença, vergonha ou erro moral. É abandonar o medo de decepcionar para finalmente poder existir inteiro. E há a mulher que vive um relacionamento manipulador. No começo, ela duvida de si mesma. Pede desculpas por coisas que nem entende. Se sente “louca”, “sensível demais”, “difícil”. Até que algo muda. Ela percebe o mecanismo. Percebe a manipulação. E quando consegue nomear aquilo, começa a sair da prisão emocional. Freud dizia que aquilo que não é elaborado retorna. Retorna nos sintomas, nos relacionamentos, nas repetições. Atravessar um trauma é justamente interromper essa repetição inconsciente. Não é virar alguém sem cicatrizes. É parar de transformar a cicatriz em destino. #atravessar #preconceito #manipulação #traumas #psicanalise

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