Teddy Jones
Sou Personal Trainer em Joinville Santa Catarina a mais de 15 anos os conteúdos nesta página são relacionados ao desenvolvimento físico.
a quem interessar dou consultoria On Line montando treino personalizado e atendimento particular.
STIFF: NÃO EXISTE UMA ÚNICA FORMA “PERFEITA” DE EXECUTAR.
O stiff é um exercício que tem como principal objetivo a extensão do quadril, colocando grande ênfase no trabalho dos glúteos, com participação importante dos músculos posteriores da coxa.
Embora os isquiotibiais sejam muito envolvidos, é importante entender que eles não funcionam como um único músculo. O grupo dos posteriores da coxa é formado por diferentes músculos, com características anatômicas e funções distintas.
E aqui entra um ponto fundamental: a execução do stiff não deve ser igual para todos.
A posição dos pés, a abertura das pernas, a rotação dos fêmures, a amplitude do movimento e até o grau de flexão do quadril podem precisar de ajustes de acordo com a estrutura anatômica, mobilidade, proporções corporais e capacidade de movimento de cada aluno.
Um aluno pode apresentar maior facilidade para realizar determinado grau de flexão de quadril. Outro pode precisar reduzir a amplitude. Alguns terão melhor desempenho com uma base mais fechada; outros, com uma abertura um pouco maior.
Da mesma forma, a posição dos pés e a rotação do fêmur — em rotação externa ou mais próxima da posição neutra — podem ser ajustadas conforme a estrutura e a resposta individual ao movimento.
Não existe uma posição universal que sirva para todos.
É justamente por isso que o profissional que acompanha o aluno precisa observar, avaliar e fazer os ajustes necessários.
O exercício não deve simplesmente ser “ensinado”.
Ele precisa ser adaptado ao indivíduo.
📌 Biomecânica é entender que o movimento é individual.
No stiff, mais importante do que copiar uma execução pronta é encontrar a melhor estratégia de movimento para aquele aluno, buscando eficiência, controle, segurança e o estímulo muscular desejado.
Cada corpo tem uma estrutura. Cada estrutura responde de uma maneira.
Por isso, a prescrição precisa ser individualizada.
AGRADECIMENTOS
Viviane Venturi | Gestão, Liderança & Mentalidade Tatiane Venturi
TEDDY JONES — PERSONAL TRAINER
CREF: 009454-G/SC
Musculação Terapêutica | Biomecânica | Prescrição Individualizada.
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28/08/2026
QUANDO A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COMEÇA A ATRAPALHAR O TRATAMENTO
“Não pode agachar.”
“Só pode fazer bicicleta.”
“Não pode pegar peso.”
“Faça apenas cardio.”
“Não faça determinado movimento.”
Mas quem está acompanhando o treinamento recebe uma série de restrições diferentes — muitas vezes sem uma avaliação específica do movimento, da capacidade funcional, da progressão de carga e das adaptações necessárias.
O problema não é o médico orientar.
O problema não é o fisioterapeuta orientar.
O problema também não é o profissional de Educação Física orientar.
O problema começa quando um profissional ultrapassa os limites da própria competência e passa a prescrever aquilo que não é sua área de domínio.
E quem sofre as consequências?
O paciente.
Porque quando recebe informações contraditórias, ele não sabe mais em quem confiar.
Começa a ter medo de se movimentar.
Passa a acreditar que determinados exercícios são perigosos.
Evita movimentos que poderiam ser perfeitamente adaptados à sua condição.
E, depois, quando deixa de treinar ou não consegue seguir o programa...
É chamado de “paciente que não adere”.
Mas será que é realmente falta de adesão?
Ou será que nós, profissionais, contribuímos para criar esse medo?
A ciência já demonstra que medo relacionado ao movimento e crenças de evitação podem prejudicar a adesão ao exercício. Uma pesquisa publicada no BMC Musculoskeletal Disorders encontrou associação entre crenças de medo/evitação relacionadas à atividade física e menor adesão ao exercício.
PubMed
Outra revisão envolvendo 72 estudos identificou que fatores relacionados ao profissional — incluindo comunicação inadequada — estão entre as barreiras à adesão ao exercício.
PubMed
E um estudo publicado no BMJ Open mostrou que medo de realizar atividade física, comunicação inadequada e orientações pouco individualizadas podem contribuir para o medo de movimento e dificultar a adesão. Os autores destacam a importância de uma abordagem individualizada, gradual e baseada em boa comunicação.
BMJ Open
Portanto, não precisamos de profissionais disputando território.
Precisamos de profissionais trabalhando em conjunto.
O médico diagnostica e conduz ao Profissional devido.
TREINAMENTO FÍSICO.
Sempre que falamos sobre treinamento físico devemos levar em conta alguns parâmetros principalmente quando o assunto é ministrar, transmitir ou passar algum exercício.
Entenda que a prioridade ao escolher um determinado exercício é a segurança do mesmo.
Após isso vemos a eficiência.
Sendo assim a escolha de qualquer Exercício se dá primeiramente com a segurança do mesmo e somente após isso verificamos a eficiência de determinado exercício.
Isso por quê não podemos deixar e levar em conta apenas efetividade, eficiência, tensão, ativação antes da segurança.
Entendendo melhor pense assim do que adianta desenvolver o seu corpo e quando alcançar o padrão corporal que você tanto deseja estar impossibilitado por exemplo com uma lesão grave e severa na sua glenoumeral a qual atrapalhe daquele ponto para frente a sua continuação de desenvolvimento físico.
Por isso, sempre que pensar em desenvolvimento físico busque por um profissional primeiro com habilitação, segundo com conhecimento técnico, terceiro com experiência.
SOU TEDDY JONES
PERSONAL TRAINER
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ACADEMIA ALLPFIT
16/08/2026
MAIORES RESULTADOS VEM COM GRANDES RESPONSABILIDADES E COM ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL
Treinar não é simplesmente levantar pesos.
É saber o que fazer, como fazer, quanto fazer e quando progredir.
O acompanhamento de um PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA proporciona muito mais do que motivação: proporciona planejamento, controle, correção técnica, progressão adequada e maior segurança durante o treinamento.
Com um Personal Trainer, cada exercício pode ser ajustado às suas características, objetivos, limitações e nível de treinamento.
Porque treinar mais não significa necessariamente treinar melhor.
Treinar com estratégia é o que transforma esforço em resultado.
📈 MAIORES RESULTADOS COM ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL.
E quando experiência e conhecimento caminham juntos, o processo se torna ainda mais preciso.
Mais de 20 anos de experiência com treinamento personalizado.
TEDDY JONES — PERSONAL TRAINER
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📚 EVIDÊNCIA CIENTÍFICA:
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2022 encontrou vantagem do treinamento resistido supervisionado sobre o não supervisionado, especialmente para ganhos de força.
Fisher JP, Steele J, Wolf M, Korakakis PA, et al. The Role of Supervision in Resistance Training: An Exploratory Systematic Review and Meta-Analysis. International Journal of Strength and Conditioning, 2022.
Outro estudo controlado, publicado no Journal of Sports Sciences em 2023, também encontrou maiores adaptações musculares e melhor aderência no grupo que realizou treinamento resistido sob supervisão direta.
Não deixe seu resultado ao acaso.
Treine com quem entende de treinamento.
VERDADES SOBRE O FROGG / GLÚTEO SAPINHO
Primeiro vamos entender um ponto CRUCIAL, NÃO EXISTE PRÉ-ATIVAÇÃO.
Sendo assim realizar este exercício como pré-ativação para musculatura glútea é um equívoco pois quando a gente realiza determinado exercício o músculo já é ATIVADO, pré-ativação não existe.
1 - Baixa tensão mecânica sobre os glúteos quando comparado a exercícios como hip thrust, agachamento, afundo e extensões de quadril.
2- Amplitude de movimento limitada, principalmente no que diz respeito ao trabalho em alongamento do glúteo.
3- Difícil progressão de sobrecarga, tornando menos eficiente a aplicação sistemática de aumento de carga ao longo do treinamento.
4 -Tensão pouco distribuída durante a amplitude — grande parte da sensação ocorre próxima da contração final, e o “queimar” não significa necessariamente maior estímulo hipertrófico.
5 - Não existe necessidade de pré-ativação — o frog não possui um benefício especial ou “mágico” de ativação prévia do glúteo que justifique sua utilização.
Baixa eficiência como exercício principal para hipertrofia, especialmente quando utilizado no lugar de movimentos capazes de produzir maior tensão mecânica, maior amplitude e progressão de carga.
Então, nós temos um exercício que não otimizará a HIPERTROFIA.
Por mais que vejamos uma atleta realizar, tenhas absoluta CERTEZA, NÃO FOI ESSE TIPO DE EXERCÍCIO E MÉTODO QUE DESENVOLVEU O GLÚTEO DA ATLETA.
Otimizar hipertrofia, com segurança e eficiência não é seguir modinha requer conhecimento base e INFELIZMENTE PARA A MAIORIA DAS PESSOAS, e a rotina de excelência do básico.
Eis um detalhe importante, Não há necessidade dessa exposição seja para atleta, seja para a aluna, seja para namorada de alguém ou seja para a esposa de alguém.
SOU TEDDY JONES
PERSONAL TRAINER
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25/07/2026
TREINAMENTO RESISTIDO FEMININO: MUITO ALÉM DA ESTÉTICA
A musculação é uma das ferramentas mais completas para a saúde da mulher. Além de promover definição muscular, ela melhora a qualidade de vida, fortalece articulações, preserva a massa óssea e contribui para o equilíbrio hormonal e metabólico.
Entretanto, o treinamento feminino não deve ser uma simples adaptação do treinamento masculino.
A mulher apresenta características anatômicas e biomecânicas que precisam ser respeitadas para que o treino seja seguro, eficiente e livre de lesões.
Entre elas estão:
✔️ Maior ângulo Q do joelho, que influencia o alinhamento dos membros inferiores e exige atenção na execução de agachamentos, avanços e saltos.
✔️ Estrutura do quadril mais ampla, modificando a mecânica dos movimentos e a distribuição das cargas.
✔️ Maior mobilidade articular, exigindo maior controle da estabilidade durante os exercícios.
✔️ Região mamária, que necessita de posicionamento adequado, controle da amplitude e escolha correta dos exercícios para evitar desconfortos e excesso de pressão sobre os tecidos mamários durante determinados movimentos.
✔️ Diferenças hormonais que influenciam recuperação muscular, desempenho, fadiga e periodização do treinamento ao longo do ciclo menstrual.
É exatamente por isso que o acompanhamento de um Personal Trainer faz tanta diferença.
Um profissional qualificado realiza ajustes individuais na técnica, na postura, na amplitude dos movimentos, na escolha dos exercícios, no volume e na intensidade do treino, respeitando as necessidades e os objetivos de cada mulher.
Treinar corretamente não significa apenas levantar peso.
Significa desenvolver força, saúde, autoestima, funcionalidade e longevidade com segurança.
Seu corpo é único. Seu treinamento também deve ser.
Treine com orientação profissional e transforme sua saúde, sua força e sua qualidade de vida.
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TeddyJonesPersonalTrainer
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