Dani Fioravante
- Psicóloga clínica infantil e do adolescente
- Mentora de mães
-Mestre em Análise do Compor
03/09/2026
Você sabe quanto custa manter sua clínica funcionando?
Talvez você pense primeiro no aluguel, nos impostos, nos sistemas e nos materiais. Mas existe um custo que muitas psicólogas ainda não calculam: o próprio tempo.
Responder às mesmas dúvidas, confirmar consultas, reorganizar horários, procurar documentos e acompanhar pagamentos são tarefas necessárias, mas elas não precisam depender da sua atenção o tempo inteiro.
Gestão não signif**a fazer tudo sozinha. Signif**a conhecer os números da clínica, organizar processos, utilizar a tecnologia de forma estratégica e entender o que realmente precisa ser realizado por você.
Uma clínica sustentável não é aquela em que a psicóloga assume todas as funções. É aquela que possui uma estrutura capaz de proteger seu tempo, sustentar sua atuação e permitir que você se concentre no que exige sua verdadeira competência: a prática clínica.
Na Imersão Psicologia Infantojuvenil — Da Clínica à Carreira, vamos conversar sobre prática clínica, especialização, gestão e posicionamento, competências que precisam caminhar juntas para a construção de uma carreira mais segura, organizada e reconhecida.
No dia 12 de setembro, das 9h às 18h, online e ao vivo, em ambiente exclusivo para favorecer a interação
Acesse o link da bio e garanta sua vaga.
Ser uma excelente psicóloga é indispensável, mas será que isso, sozinho, é suficiente para construir a carreira que você deseja?
Ao longo da trajetória profissional, existem três dimensões que precisam crescer juntas: Clínica. Gestão. Reconhecimento.
1) Competência clínica para conduzir casos com cada vez mais segurança e especialidade.
2) Gestão para transformar o consultório em uma carreira estruturada, sustentável e com direção.
3) Reconhecimento para que o mercado consiga perceber o valor da profissional que você se tornou.
Foi do encontro das nossas experiências, mais de 20 anos vivendo a Psicologia na prática e mais de 10 anos construindo estratégias de posicionamento e autoridade no mercado digital, que nasceu a Imersão Psicologia Infantojuvenil — Da Clínica à Carreira.
Para esse evento teremos a participação da Caroline Danielli | Estratégias de Marketing e Vendas que é estrategista de marketing e posicionamento, com mais de 10 anos de experiência no mercado digital. Ao longo de sua trajetória, construiu negócios, marcas e autoridade no ambiente digital, escreveu dois livros, realizou palestras internacionais e impactou mais de 4 mil alunas em mais de 25 países. Na Imersão, ela vai ajudar as participantes a olharem para a Psicologia também sob a perspectiva de carreira e posicionamento, mostrando como transformar conhecimento e competência profissional em uma comunicação estratégica capaz de gerar reconhecimento, autoridade e novas oportunidades.
Essa imersão será um dia para olhar não apenas para a psicóloga que você é hoje, mas para a profissional que deseja se tornar nos próximos anos.
📅 12 de setembro
⏰ Das 9h às 18h
💻 Online e ao vivo, em ambiente exclusivo
As vagas são limitadas. Clique no link da bio e faça sua inscrição.
O que está chegando hoje ao consultório de quem atende crianças e adolescentes?
Tenho observado uma clínica cada vez mais atravessada por demandas complexas: transtornos do neurodesenvolvimento, automutilação, uso de cigarro eletrônico, conflitos familiares, violência sexual e bullying.
E quando comparo o que tenho encontrado no consultório com os dados nacionais, uma coisa f**a evidente: não estamos falando de casos isolados.
Os números ajudam a dimensionar uma realidade que muitos psicólogos já estão encontrando na prática.
E isso também nos faz pensar sobre a nossa preparação profissional.
Porque a clínica infantojuvenil exige cada vez mais repertório para compreender diferentes demandas, conduzir casos complexos e saber como atuar também com as famílias e com os contextos em que essa criança ou adolescente está inserido.
No vídeo, compartilho alguns dos casos que mais têm chegado até mim e os dados que ajudam a entender esse cenário.
E no seu consultório? Quais demandas mais têm aparecido? Quero muito saber nos comentários.
Uma devolutiva pode mudar a forma como uma família enxerga uma criança, e também o que ela fará a partir daquele momento.
Por isso, não basta chegar a uma hipótese diagnóstica correta, aplicar bons instrumentos ou produzir um laudo tecnicamente impecável.
O psicólogo precisa saber traduzir o que encontrou, acolher as dúvidas da família e, principalmente, transformar os resultados da avaliação em direção.
Os pais precisam sair da devolutiva compreendendo melhor o filho, reconhecendo suas potencialidades e dificuldades e sabendo quais serão os próximos passos. Porque um diagnóstico sem compreensão pode gerar ainda mais insegurança, e um diagnóstico sem direcionamento pouco contribui para aquilo que realmente importa: o cuidado com aquela criança ou adolescente.
É por isso que segurança clínica não está apenas em saber avaliar. Está também em saber comunicar, orientar e conduzir o que vem depois.
Na sua formação, você aprendeu a conduzir uma devolutiva para os pais com segurança?
27/08/2026
A Psicologia mudou muito desde o dia em que escolhi essa profissão.
Mudaram as ferramentas, a forma de estudar, a maneira de organizar o consultório, de buscar conhecimento e até de comunicar o nosso trabalho.
E eu tive o privilégio de acompanhar muitas dessas transformações de perto, como psicóloga, professora e, principalmente, como alguém que nunca deixou de ser aluna porque uma profissão que cuida de pessoas, comportamentos, relações e histórias também precisa estar em constante movimento.
A ciência avança. Novos conhecimentos surgem. A sociedade muda. E nós precisamos continuar estudando, questionando e aprimorando nossa práticas, mas, depois de tantos anos, algumas coisas continuam exatamente onde sempre deveriam estar: a ética, a responsabilidade, o respeito por quem confia sua história a nós e o compromisso de oferecer o melhor trabalho que podemos.
Talvez seja justamente isso que mais me encanta na Psicologia: poder olhar para trás e perceber o quanto a profissão evoluiu, e, ao mesmo tempo, saber que ainda temos tanto para aprender.
Depois de todos esses anos, eu continuo escolhendo a Psicologia. E escolheria novamente.
Feliz Dia da Psicóloga e do Psicólogo a todos que compartilham comigo a responsabilidade e o privilégio dessa profissão.
Ser uma boa psicóloga é indispensável. Mas existe uma diferença entre ser uma boa profissional e saber construir uma carreira.
Durante a nossa formação, aprendemos sobre teoria, técnica, avaliação, intervenção e tantas competências fundamentais para a prática clínica.
Mas, quando começamos a viver a profissão, descobrimos que existem desafios para os quais nem sempre fomos preparadas.
Como estruturar uma clínica saudável?
Como precif**ar o próprio trabalho?
Como estabelecer limites com pacientes e famílias?
Como organizar processos?
Como comunicar aquilo que fazemos e construir reconhecimento sem abrir mão da ética?
Foi vivendo a Psicologia na prática que eu entendi que uma carreira sólida precisa ser construída sobre três pilares:
CLÍNICA: eu sei atender.
GESTÃO: eu sei sustentar minha clínica.
RECONHECIMENTO: eu sei construir oportunidades.
E existe algo importante aqui:
Você não precisa ter todos esses pilares perfeitamente desenvolvidos hoje.
Mas precisa começar a olhar para a sua carreira como algo que pode ser construído de forma intencional.
É exatamente essa conversa que queremos aprofundar na Imersão Psicologia Infantojuvenil — Da Clínica à Carreira.
Um dia inteiro para olhar não apenas para a psicóloga que você é hoje, mas para a profissional que deseja construir daqui para frente.
12 de setembro | 09h às 18h
Ao vivo e online
Se você sente que chegou o momento de construir sua trajetória com mais segurança, estrutura e direção, as inscrições estão abertas.
Acesse o link na bio e garanta sua vaga.
25/08/2026
Você pode ter anos de experiência e, ainda assim, sentir que a sua carreira não representa a profissional que deseja se tornar, e talvez esse seja um dos momentos mais importantes de uma trajetória profissional: perceber que aquilo que trouxe você até aqui pode não ser suficiente para levá-la ao próximo nível que deseja alcançar.
Porque chega uma fase em que você não quer apenas atender. Você quer dominar uma área, quer olhar para casos mais complexos e ter mais clareza sobre como conduzi-los, quer sentir segurança para conversar com famílias e escolas, quer saber exatamente pelo que deseja ser reconhecida, quer que toda essa competência seja percebida.
É por isso que construir uma carreira não envolve apenas acumular anos de experiência ou certif**ados. Envolve aprofundar conhecimento, transformar conhecimento em prática e construir clareza sobre a profissional que você deseja ser.
Se a Psicologia Infantojuvenil faz parte desse próximo capítulo, talvez seja o momento de olhar para ela não apenas como mais uma possibilidade de atendimento, mas como uma especialidade capaz de direcionar a sua trajetória profissional.
A profissional que você deseja se tornar não surge de uma hora para outra. Ela é construída pelas escolhas profissionais que você faz ao longo do caminho, e nos próximos dias, eu quero conversar muito mais sobre isso com você.
Se você deseja construir uma atuação mais especializada e segura na Psicologia Infantojuvenil, acompanhe os próximos conteúdos. Tem algo muito especial chegando.
Quando uma família interrompe o tratamento, é fácil concluir: “eles não se comprometeram com o processo.” Mas, antes de responsabilizar a família, existe uma pergunta importante que todo psicólogo precisa se fazer: Eu consegui fazer essa família compreender o valor do trabalho que estávamos construindo?
Na clínica infantojuvenil, não basta conduzir bem a sessão com a criança.
Os pais precisam compreender o processo, conhecer os objetivos terapêuticos, entender determinadas estratégias e conseguir perceber os avanços, inclusive aqueles que parecem pequenos aos olhos de quem não tem conhecimento clínico.
Quando falta clareza, pode faltar percepção de valor. Quando falta percepção de valor, a confiança pode diminuir, e quando a confiança diminui, a continuidade do tratamento f**a mais vulnerável.
Comunicar o processo também faz parte da condução clínica.
Você tem preparado as famílias para entenderem o caminho terapêutico?
Atender uma criança com TDAH não signif**a passar a sessão inteira tentando fazê-la sentar, f**ar quieta e prestar atenção.
A pergunta é: a sua sessão está organizada para a forma como essa criança consegue participar?
Blocos mais curtos, previsibilidade, movimento e um ambiente com menos estímulos concorrentes podem fazer parte de uma condução clínica mais adequada. Porque o objetivo da psicoterapia não é fazer uma criança com TDAH se comportar como se não tivesse TDAH. É criar condições para que ela consiga se envolver no processo terapêutico.
E isso exige do psicólogo mais do que conhecer o diagnóstico. Exige saber como conduzir a sessão na prática.
Você aprendeu a fazer essas adaptações na sua formação? Como você age nesses casos?
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