Psicóloga Nágila Alves
Psicóloga clínica. Psicanálise
06/10/2026
Olhar para cima e aprender sobre limites. 🌳
Você já ouviu falar sobre a "timidez das copas"? É esse fenômeno lindo que vemos na foto, onde as árvores mais altas crescem sem que suas folhas se toquem, criando canais que parecem caminhos iluminados no céu.
Na psicologia, isso nos dá uma aula poética sobre relacionamentos e limites individuais. Conviver, amar e compartilhar a vida com alguém não signif**a anular quem somos ou sufocar o outro. É possível crescer lado a lado, partilhando o mesmo ecossistema, mantendo a nossa individualidade e respeitando o espaço sagrado de cada um.
Estabelecer limites não é distanciar; é permitir que a luz passe para que ambos continuem crescendo. Como estão os seus limites hoje?
Psicóloga Nágila Alves
CRP 08 21136
fotos Earth by pandora
14/08/2026
A forma como nos relacionamos também carrega a nossa história. Desde muito cedo, as experiências de cuidado, afeto, presença, ausência, acolhimento e frustração vão construindo referências sobre o que é estar em relação com o outro.
A maneira como fomos cuidados, como nossos sentimentos foram recebidos, o afeto que tivemos ou que nos faltou e os exemplos de relações que conhecemos podem aparecer, mais tarde, naquilo que esperamos, aceitamos, toleramos e repetimos em nossos vínculos.
E é assim que, muitas vezes, o passado continua presente. Não necessariamente como lembrança, mas nas repetições, nas escolhas, nos limites que não conseguimos colocar e em formas de nos relacionar que continuam produzindo sofrimento.
Por isso, algumas histórias podem acabar se repetindo. As pessoas mudam, os contextos podem ser outros, mas a dinâmica, muitas vezes, permanece a mesma.
Compreender o que nos constitui também pode ser uma forma de viver o presente de outra maneira, sem precisar levar para o futuro tudo aquilo que pertence ao passado.
A psicoterapia pode ser um espaço para reconhecer essas marcas, compreender o que se repete e construir novas possibilidades de se relacionar.
Psicóloga Nágila Alves
14/07/2026
Há dias em que Deus colore o caminho apenas para nos lembrar que ainda existe beleza no percurso.
Iniciando a temporada dos ipês em Maringá.
Nem tudo floresce na mesma estação. Respeitar o próprio tempo também é uma forma de cuidado.
🌸🌸🌸
26/06/2026
Alguns meses nos atravessem de maneira diferente, e esse mês de junho para mim, foi um tempo de muitos encerramentos. De ciclos que se concluíram, de encontros que deixaram marcas, de aprendizados que permanecerão e da lembrança de que todo recomeço também nasce de uma despedida.
A vida é atravessada por ciclos. Alguns chegam de forma inesperada; outros, mesmo esperados, exigem de nós um trabalho silencioso de despedida.
Toda mudança carrega algo de perda. Encerrar uma etapa é também elaborar um luto, deixar para trás pessoas, rotinas, experiências e uma versão de si que já não existe da mesma forma.
Mas, ao mesmo tempo em que algo se encerra, permanece tudo aquilo que foi construído. O conhecimento adquirido, os encontros, os afetos, as transformações e as marcas que cada experiência deixa em quem a vive.
Aprender vai muito além da sala de aula. Está presente em cada curso que se encerra, em cada livro que amplia o olhar, em cada encontro com colegas que compartilham saberes, em cada pessoa que confia sua história à clínica e, sobretudo, na disposição de continuar sendo transformado por tudo isso.
Afinal, ninguém atravessa tantos encontros sem também ser atravessado por eles.
E há encontros que, justamente por cumprirem seu tempo, seguem outros caminhos. Nem tudo o que é importante permanece da mesma forma. Alguns vínculos se transformam, alguns ciclos encontram seu fim, mas aquilo que foi vivido continua existindo como parte da história de quem se encontrou.
A gratidão não elimina a saudade. E a saudade não impede o movimento.
Isso vale para os cursos que chegam ao fim, para o conhecimento que continua se renovando, para as mudanças que a vida nos apresenta e para os encontros que nos transformam. Em cada ciclo encerrado existe a oportunidade de integrar o que foi vivido, elaborar o que ficou para trás e abrir espaço para aquilo que ainda está por vir.
Aprender não é alcançar um ponto de chegada. É permanecer disponível para a transformação, reconhecendo que todo fim também pode ser o início de uma nova forma de existir.
Psicóloga Nágila Alves
Quando a felicidade f**a presa à chegada, deixamos de perceber que ela também pode estar presente no percurso.
O que você tem deixado de enxergar enquanto espera pelo próximo resultado?
#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ
Síndrome do impostor: o que é e como lidar com ela?
A síndrome do impostor acontece quando a pessoa tem dificuldade em reconhecer as próprias capacidades e conquistas. Mesmo sendo competente, ela acredita que sabe pouco, que tem pouco valor, que o que faz é insuficiente e que não merece o lugar que ocupa. Muitas vezes, vive com a sensação de que, em algum momento, será vista como uma fraude.
Uma característica frequente é a comparação constante.
Ao olhar para a trajetória de outras pessoas, acaba desconsiderando a própria história, seus recursos, experiências e conquistas. Com isso, a sensação de insuficiência pode permanecer, independentemente dos resultados alcançados.
Quem vivencia esse padrão costuma minimizar suas conquistas, atribuir resultados à sorte ou ao acaso e acreditar que precisa fazer cada vez mais para provar seu valor.
Como lidar com isso?
• Reconheça suas conquistas e o caminho percorrido até elas.
• Procure avaliar suas capacidades com base em fatos e não apenas em sentimentos de insegurança.
• Entenda que errar, ter dúvidas e continuar aprendendo faz parte de qualquer processo de desenvolvimento.
• Perceba quando a comparação está ocupando o lugar da sua própria experiência.
• Desenvolva uma relação mais realista e menos punitiva consigo mesmo.
A psicoterapia pode ajudar a compreender a origem dessas crenças, elaborar inseguranças e construir uma percepção mais consistente sobre si mesmo e sobre as próprias capacidades.
Porque, muitas vezes, a dificuldade não está no que a pessoa é capaz de fazer. Está na forma como ela enxerga a si mesma.
Psicóloga Nágila Alves
CRP 08 21136
Saúde mental também é prioridade, não apenas em momentos de crise
Muitas pessoas só procuram ajuda quando já estão no limite, emocionalmente esgotadas e sem saber como lidar com o que estão sentindo. Mas cuidar da mente não deve ser uma atitude emergencial, e sim preventiva.
Assim como você cuida do corpo, a saúde emocional precisa de atenção contínua, escuta e acompanhamento.
A psicoterapia não é apenas para momentos difíceis, ela também ajuda a desenvolver autoconhecimento, melhorar relações, fortalecer a autoestima e criar uma vida mais equilibrada.
Prevenir também é cuidar!!!
📲 Não espere chegar ao limite para olhar para você.
equilibrioemocional
02/06/2026
Mais do que talento e preparação física, competições como a Copa do Mundo exige capacidade de lidar com pressão, expectativa, exposição e tomada de decisão em cenários de alta exigência.
A Psicologia do Esporte atua no desenvolvimento de recursos emocionais que auxiliam atletas a manter foco, confiança e equilíbrio diante dos desafios da competição.
Porque, em momentos decisivos, não basta estar preparado para jogar.
É preciso estar preparado para sustentar o que o jogo exige.
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01/06/2026
Quando procurar terapia?
Começo de semana é um bom momento para refletir sobre esse tema.
Muitas pessoas acreditam que a terapia deve ser procurada apenas quando o sofrimento já se tornou insuportável. Mas não precisa ser assim.
A terapia pode ser importante quando a ansiedade, o estresse ou a tristeza começam a interferir na vida. Quando os relacionamentos se tornam difíceis. Quando uma experiência dolorosa continua produzindo efeitos mesmo depois de muito tempo.
A terapia pode ser um espaço de autoconhecimento.
Um lugar para compreender melhor quem você é, como se relaciona, quais padrões repete, o que sente, o que deseja e quais caminhos quer construir para si.
Nem sempre procuramos terapia porque estamos em crise.
Mas, procuramos porque queremos compreender quem somos e viver com mais consciência e liberdade.
Cuidar da saúde emocional não é apenas remediar o sofrimento. É também investir em si mesmo.
A terapia não precisa ser procurada apenas nos momentos de crise. Ela também pode ser um caminho para viver com mais consciência, mais liberdade, autoconhecimento e presença na própria vida.
Psicóloga Nágila Alves
CRP 08 21136
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