Dra Gláucia Barros

Dra Gláucia Barros

Compartilhar

Dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Cirurgia Dermatológica

09/10/2026

Você abre a foto e, por um segundo, não se reconhece. Parece outra pessoa, mais cansada, mais marcada, mais velha do que você se sente. Esse espanto é comum, e quase sempre tem mais a ver com a foto do que com você.

Uma imagem registra uma fração de segundo, com uma luz, um ângulo e uma lente específicos. Ela transforma volume em sombra e pode distorcer proporções de verdade, principalmente quando a câmera está perto demais do rosto.

Por isso eu não avalio fotos. Avalio rostos, pessoalmente, observando a pele, os movimentos e a expressão enquanto a paciente conversa comigo.

Envie este vídeo para aquela amiga que sempre se critica quando vê uma foto.

06/10/2026

Durante muito tempo, tratar melasma significou mirar um único alvo: o melanócito, a célula que produz o pigmento. Bloquear a produção de pigmento, clarear a mancha. E, meses depois, ver tudo voltar.

Hoje sabemos que o melasma envolve também inflamação e envelhecimento da pele, com alterações até nos fibroblastos, as células responsáveis pelo colágeno. A mancha é o que aparece, mas não é o problema inteiro.

Por isso o meu olhar vai além do pigmento. Cuido da inflamação, da barreira cutânea e da estrutura da pele. Uma pele mais saudável responde melhor ao clareamento e sustenta o resultado por mais tempo.

Melasma é uma condição crônica e não tem cura definitiva. Mas tem controle, e um controle que pode ser muito bom.

Há quanto tempo você trata o seu? Menos de um ano? De um a cinco anos? Mais de cinco?

05/10/2026

Neste Outubro Rosa, quero falar de uma parte do tratamento que muitas mulheres só descobrem que precisam quando já estão vivendo os efeitos da doença.

A quimioterapia age sobre células que se dividem rápido, e a pele, o cabelo e as unhas também se renovam nesse ritmo. Por isso sentem junto.

A pele pode f**ar seca, sensível, com coceira e fissuras. As unhas podem escurecer, enfraquecer e até descolar.

São mudanças que parecem pequenas diante de tudo o que está acontecendo, mas que pesam no dia a dia, no sono, no conforto, na forma como a mulher se vê.

Você não precisa atravessar isso sem cuidado. Gestos simples, como hidratar com frequência, preferir banhos mornos, usar sabonete suave e proteger a pele do sol, fazem muita diferença.

E o acompanhamento dermatológico acontece sempre em conversa com a equipe de oncologia.

01/10/2026

Muita gente que está emagrecendo, com ou sem análogos de GLP-1, decide cuidar do rosto só depois que o peso estabiliza. Parece lógico para quem está emagrecendo, mas é o contrário do que funciona na pele.

Os consensos publicados nos últimos anos sobre pacientes em uso de GLP-1 apontam a direção oposta: começar o estímulo de colágeno durante o processo, não depois dele.

A razão é simples. O bioestimulador não age na hora. Ele estimula a sua própria produção de colágeno, e esse colágeno leva meses para se formar.

Emagrecer é um projeto de saúde. A pele faz parte dele desde o começo.

✨ Envie para aquela pessoa que precisa saber disso.

28/09/2026

Você provavelmente conhece alguém que perdeu bastante peso nos últimos tempos. Talvez com o uso dos análogos de GLP-1. Ou talvez você mesma tenha passado por um processo de emagrecimento.

Junto com a mudança no corpo, muitas pessoas começam a perceber mudanças no rosto também.

Quando o corpo perde gordura, o rosto também pode perder volume. E, quando essa perda acontece rapidamente, a pele nem sempre consegue acompanhar no mesmo ritmo.

O resultado pode aparecer como flacidez, perda de sustentação, bochechas menos projetadas ou sulcos mais marcados.

Por isso, nesses casos, não gosto de olhar apenas para o volume.

Antes de pensar simplesmente em preencher, é importante avaliar a qualidade da pele, o grau de flacidez e quais estruturas realmente perderam suporte.

O tratamento passa por duas frentes: melhorar firmeza e qualidade da pele, estimulando colágeno, e, quando necessário, devolver estrutura em pontos específicos.

O emagrecimento mudou o seu rosto de alguma forma? Você percebeu mais flacidez, perda de volume ou mudança no contorno? Me conta escrevendo aqui embaixo!

25/09/2026

Ela contou meio de lado, quase pedindo licença. Que amava praia, que não gostava de protetor e que ia fazer uma caminhada longa no Sul.

Estava esperando que eu mandasse cancelar.
Quase 80 anos, dois cânceres de pele já retirados, duas lesões novas. Todo motivo para eu dizer não.

Eu não disse. Falei do protetor certo, da quantidade que quase ninguém usa e da roupa com proteção UV, que nesse caso protege mais do que qualquer creme.

Ela foi, caminhou e voltou. Agora vamos cuidar das lesões.

Cuidar da pele não é abrir mão das coisas boas.
Eu penso assim em todas as consultas. É o tipo de médica que eu escolhi ser.

23/09/2026

O medo do resultado artificial é legítimo, e eu levo esse medo a sério. Só que ele acabou virando motivo para muita gente conviver anos com um incômodo que tem solução.

Lábio fino, contorno apagado, linhas ao redor. Tudo isso tem tratamento, na medida certa, sem transformar totalmente a boca. O objetivo não é acrescentar, é devolver o que foi perdido.

Se você tem alguma dessas queixas, venha conversar comigo.

21/09/2026

Sabe aquela pessoa em que qualquer batidinha vira uma mancha roxa? É uma queixa comum, principalmente a partir dos 50. E não é fragilidade da pessoa, é estrutura da pele.

Com o tempo, a pele afina, perde colágeno e perde o suporte que protege os vasinhos mais superficiais. Um esbarrão que antes não deixava nada passa a deixar marca.

Alguns medicamentos de uso contínuo também aumentam essa tendência, e por isso eu pergunto sobre eles antes de indicar qualquer coisa.

Quando a causa é a pele fina, o bioestimulador de colágeno entra bem. Ele não age no vaso, age no terreno: redensif**a a pele e devolve parte do suporte que se perdeu.

E eu não trato como detalhe estético. Pele fina é pele frágil, e isso importa muito além do roxo.

Envie para alguém que convive com isso.

16/09/2026

Ácido hialurônico não deixa o rosto artificial. Quantidade sem critério deixa.

Quando um resultado chama atenção, o problema quase nunca é o preenchimento em si. É o excesso, ou é preenchimento em um rosto que precisava de outra coisa.

Se você já pensou em preencher e desistiu, escreva nos comentários o que pesou mais: medo de resultado ou não saber em quem confiar.

14/09/2026

O cansaço que aparece no rosto quase nunca começa na pálpebra. Ele começa um pouco abaixo, na região do malar, que vai perdendo volume e sustentação com os anos.

Quando essa área desce, a sombra embaixo do olho aumenta, o sulco f**a mais marcado e o rosto passa a parecer cansado mesmo depois de uma noite bem dormida.

Tratar o olho, nesse caso, não resolve. Em algumas situações, chama ainda mais atenção para a região.

E aí vem a pergunta seguinte, que eu prefiro responder com calma: isso não deixa o rosto artificial? Gravei um vídeo só sobre isso, publico essa semana.

✨ Me conta: o que mais incomoda você hoje é a olheira, o sulco embaixo do olho ou a pálpebra pesada?

Quer que seu negócio apareça em primeiro lugar na categoria Salão De Beleza em Niterói?
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Categoria

Endereço


Rua Madre Maria Vitória 90 Sala 207/Charitas Offices
Niterói, RJ
24370-035

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Dra Gláucia Barros publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Inscreva-se

Avisaremos você sempre que algo acontecer em Niterói.