Marcela Lemos
Venda de imovel
22/05/2023
Otimo inicio de semana pessoal!!!
A Felicidade não é uma fase boa, mas um estado de espírito que independe da realidade circunstancial, é uma prioridade por escolha!
Decoração de Apartamento Pequeno
A decoração de apartamento pequeno precisa ser pensada nos mínimos detalhes para assim conseguir otimizar ao máximo os espaços e ter uma casa bonita, confortável e bem funcional, porém, é comum a gente f**ar totalmente perdida na hora de fazer a decoração de apartamento pequeno, pois a sensação que temos é que não vamos conseguir encaixar nossos móveis e objetos decorativos em nenhum espaço dessa casa compacta.
E pensando em você que está com dificuldade para encontrar soluções de decoração para seu apartamento resolvemos trazer dicas de decoração para apartamento pequeno que com certeza vão te ajudar muito.
1. Cores claras
Uma das principais dicas de decoração para apartamento pequeno é investir nas cores claras para decorar os ambientes. Para isso, além do piso e revestimento de parede também é interessante usar móveis e até mesmo cortinas e tapetes em tonalidades mais claras e neutras.
Mas é importante lembrar que se você quer usar uma cor mais vibrante ou escura na decoração você pode, mas procure deixá-la em detalhes decorativos como almofadas, mantas, quadros, puffs, uma poltrona decorativa ou até mesmo uma única parede que você escolherá para destacar no ambiente.
2. Iluminação
A iluminação juntamente com as cores claras ajudará a deixar os ambientes com sensação de que são maiores, além disso, um bom projeto de iluminação também é responsável pode trazer um toque mais acolhedor ao espaço decorado. Para isso você pode apostar em luminárias, lustres, plafons e abajur que vão ajudar na decoração de apartamento pequeno e simples e ainda trazer um toque de aconchego ao espaço.
3. Móveis planejados
Os móveis planejados são excelentes para a decoração de apartamentos pequenos, isso porque eles são projetados de modo a se encaixar perfeitamente no seu ambiente fazendo com que o espaço seja muito melhor utilizado além de garantirem uma decoração personalizada com as cores e acabamentos que você escolher.
Desde a cozinha decoração de apartamento pequeno, até mesmo salas, quartos e banheiro podem receber esses móveis tão práticos e funcionais.
4. Use espelhos
Mais uma das dicas de decoração para apartamento pequeno que não pode f**ar de fora é a utilização de espelhos. Práticos, bonitos e sofisticados os espelhos ajudam a deixar a decoração mais moderna e com um toque de luxo, mas além disso, os espelhos na decoração de apartamento pequeno e simples tem uma função muito importante, eles trazem profundidade ao espaço, por isso não deixe de usar esse item em sua casa.
5. Não comprometa a área de circulação
Na decoração de apartamento pequeno e simples a área de circulação deve f**ar o mais livre possível, por isso, prefira usar móveis como racks e buffets suspensos que vão deixar a decoração mais leve, além disso, evite usar a mesa de centro na decoração de sala de apartamento pequeno, se for o caso invista em uma mesa lateral que servirá de apoio e não vai atrapalhar a circulação pelo ambiente.
20/05/2023
15 dicas para encontrar o imóvel ideal para você
1) Faça uma avaliação apurada do imóvel durante a visita
Uma boa visita é feita com uma fita métrica e um bloquinho na mão. Registre as dimensões de cada cômodo do imóvel visitado para checar se os seus móveis vão se encaixar na nova casa e tome nota dos seus pontos fortes e fracos para facilitar a comparação com outros imóveis depois.
Durante a vistoria, não se deixe impressionar pelas escolhas de decoração do proprietário antigo, tente imaginar se o imóvel te satisfaria com o seu estilo de decoração.
Quando você estiver praticamente decidido por um imóvel, faça uma inspeção ainda mais profunda, se possível acompanhado de um engenheiro ou arquiteto. Procure rachaduras em tetos e paredes. Veja se há muita umidade, observando se as paredes estão descascando, rachando ou se há odores que indiquem alguma área mofada. E certifique-se que o banheiro e a cozinha são bem ventilados.
2) Visite o imóvel em horários diferentes
Diego Simon, vice-presidente de operações e cofundador do portal imobiliário VivaReal, recomenda que o comprador não economize nas visitas para avaliar o móvel em diferentes horas do dia. “A corretora pode marcar a visita à noite, quando o bairro está mais tranquilo, mas de manhã o barulho pode ser grande. E em diferentes horários é possível avaliar se no imóvel bate sol durante a manhã ou a tarde.”
3) Tire fotos ou filme o imóvel
Dependendo da quantidade de imóveis que o comprador visitar, depois de um tempo as recordações sobre cada um deles podem f**ar um pouco embaralhadas. Tirar fotos ou filmar o ambiente pode te ajudar na comparação depois, além de permitir que o imóvel seja estudado com mais calma em outro momento.
4) Pense na área do apartamento, não apenas na disposição dos cômodos
Alguns apartamentos podem não ter uma planta com a disposição de cômodos que é perfeita para você, mas se sua área for satisfatória, nada impede que o imóvel seja comprado e reformado depois. Por isso, evite comparar os imóveis apenas pelo número de cômodos, leve em consideração também sua metragem.
5) Defina qual tipo de imóvel é mais adequado para você: novo ou usado
Ao entender os prós e os contras de um imóvel novo e de um usado e definir qual deles combina mais com o seu perfil é possível usar esse filtro nas buscas e economizar tempo.
De maneira geral, os imóveis novos costumam ser mais seguros, geram menos gastos com manutenção e possuem uma área de lazer mais completa, mesmo com um condomínio mais barato (já que têm mais moradores). As desvantagens são que eles geralmente são mais compactos, mais caros, podem implicar maiores gastos com acabamento e têm riscos de atraso na entrega quando comprados na planta (veja esses e outros prós e contras dos imóveis novos).
Já os imóveis usados têm benefícios como áreas mais amplas, preços mais baixos e menores gastos com itens de acabamento. Mas têm mais chances de gerar gastos com manutenção, algumas vezes não possuem área de lazer, têm menos vagas na garagem e taxas de condomínio mais caras, devido ao pequeno número de unidades (veja esses e outros prós e contras dos imóveis usados).
6) Estude a fundo as características da região
A localização é um dos pontos mais importantes da busca pelo imóvel ideal. É essencial estudar a vizinhança do bairro pretendido, sua infraestrutura, os serviços disponíveis nos arredores e se há facilidade de locomoção. Se você tiver filhos, pesquise as escolas e veja se elas têm boa reputação. Cheque também o histórico de criminalidade do bairro, buscando notícias e sondando com moradores e comerciantes.
Em um dia de semana, vá até o imóvel e faça uma simulação do percurso que você faria dali até o seu trabalho nos seus horários rotineiros. “É preciso definir quanto tempo o comprador está disposto a gastar para chegar ao trabalho para definir a melhor localização”, diz Diego Simon.
Ele acrescenta que o comprador deve analisar com muito cuidado se prefere f**ar menos tempo no trânsito, mesmo em um imóvel menor ou se faz questão de f**ar em um imóvel maior, com muitos itens de lazer, mesmo em uma região mais afastada. “Muita gente não percebe que meia hora ou uma hora a mais por dia no trânsito fazem muita diferença no longo prazo. Alguns compram um imóvel maior, mesmo sem filhos, apenas para receber visitas em casa e se dispõem a passar uma hora a mais no trânsito todos os dias”, diz o cofundador do VivaReal.
7) Especule se a região pode se valorizar ou se depreciar
Não é possível prever o futuro, mas especular pode te ajudar a dar palpites mais certeiros. Para entender o potencial de valorização da área, uma boa dica pode ser observar se a região está recebendo mercados, shoppings e se há grandes construtoras lançando imóveis ali. A chegada desses empreendimentos pode sinalizar que a região está se desenvolvendo.
Acompanhe notícias sobre o mercado imobiliário do bairro e faça uma pesquisa para se informar se existem obras de infraestrutura previstas. Se a região receber um metrô, isso pode ser muito positivo, mas se a estação f**ar praticamente encostada na janela do seu imóvel, ele pode se desvalorizar muito. Essas informações podem ser obtidas em uma visita à subprefeitura da região.
Veja ainda como é o aspecto dos prédios e casas vizinhos. Se eles passarem uma imagem de deterioração, isso pode afetar o valor do imóvel futuramente.
8) Pense se o imóvel será adequado para você daqui a alguns anos
A compra de um imóvel envolve uma série de custos. Por isso, fazer a escolha certa é importante para que você evite mais gastos e a dor de cabeça de começar tudo de novo. “Um dos erros mais comuns dos compradores é comprar um imóvel adequado a eles hoje, sem pensar se ele continuará sendo adequado nos próximos anos, quando o casal tiver filhos, por exemplo”, destaca Diego Simon.
Segundo ele, se o comprador atualmente não tiver o valor necessário para comprar ou financiar o imóvel que será apropriado para ele durante alguns anos, é recomendável que ele considere morar de aluguel em um primeiro momento para comprar o imóvel certo depois.
9) Veja se o imóvel cabe no seu bolso
O imóvel pode ter tudo para ser ideal, mas se não couber no seu orçamento, ele será uma péssima escolha.
Em primeiro lugar, avalie sua capacidade de arcar com o seu custo de aquisição. Caso seja feito um financiamento, o consultor financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil, orienta que não se comprometa mais de 20% do orçamento mensal com a dívida. “E se o comprador já tiver outras dívidas, como o financiamento do carro ou de eletrodomésticos, eles devem entrar na soma e todos os débitos juntos não devem ultrapassar 20% da renda em hipótese alguma”.
O segundo ponto a se observar são os custos de manutenção do imóvel, as chamadas despesas fixas. “Alguém que mora com os pais e compra um imóvel está assumindo dívidas que não tinha quando os pais pagavam as contas. Então, é preciso verif**ar qual será o gasto com produtos de limpeza, diarista, água, luz, telefone, condomínio e IPTU”, afirma Calil.
Se o comprador já morava sozinho, mas está se mudando para uma casa maior, também é preciso calcular se as despesas vão aumentar. O fundador da Academia do Dinheiro avalia que alguém que se muda para um imóvel maior pode ter uma elevação do valor do IPTU, do condomínio, da conta de energia, mais gastos com produto de limpeza e eventualmente com diarista. “Se em um apartamento de 60 m² a diarista fazia a limpeza uma vez por semana, em um apartamento de 120 m², o comprador pode precisar dela mais um dia”, diz.
É preciso entender também qual é o custo de vida da região. Dependendo de onde você morar atualmente, a mudança de bairro pode signif**ar um impacto signif**ativo no seu orçamento. Com um simples passeio pela região já é possível mensurar isso.
10) Faça bom proveito dos corretores
Em vez de tratar o corretor com desconfiança, busque torná-lo seu amigo. Mostre que você não é um comprador comum, faça uma lista por escrito do tipo de imóvel que você procura, informando a região, a faixa de valor, o tamanho e outras eventuais exigências. Se ele perceber que você está realmente interessado e gostar de você, ele poderá buscar com mais afinco o imóvel ideal.
Ao ganhar a confiança dele, pergunte por que os antigos compradores estão se mudando, qual seria a proposta mínima de valor que eles aceitariam, se há algum problema na região ou na vizinhança e se outras pessoas estão interessadas.
11) Saiba lidar da melhor forma também com os vendedores
Seja cordial com os proprietários e tente descobrir por que exatamente eles estão deixando o imóvel, questionando, por exemplo, se eles têm urgência em vendê-lo. Pergunte como são os vizinhos e tire outras eventuais dúvidas prestando bastante atenção se há algo nas entrelinhas das respostas. Se eles forem evasivos, diga que você dará uma voltinha para conversar com moradores da região de qualquer forma, dando a entender que se ele deixar de dizer algo, você pode descobrir isso por conta própria.
12) Não enrole muito para escolher
Apesar de a compra do imóvel ser uma decisão muito importante e exigir uma busca detalhada, também é preciso tomar cuidado para não pecar pelo excesso. “Se o comprador viu algum imóvel pela internet e gostou, o ideal é entrar em contato de imediato com os anunciantes. Um imóvel muito bom pode ter maior procura, e o comprador pode perdê-lo pela demora”, diz o cofundador do VivaReal.
Se você encontrou o imóvel dos seus sonhos, não perca tempo. Contate a corretora ou os proprietários e faça uma proposta por escrito. Isso pode te colocar na frente de outros interessados.
Para não perder boas oportunidades, evite também fazer buscas espaçadas, tente visitar cinco ou seis imóveis em um dia. Se você quiser visitar 20 imóveis, quanto menos tempo você demorar para conferir todos eles, maiores são as chances de não aparecerem outros compradores nesse meio tempo.
13) Avalie o contrato e certifique-se sobre a regularidade do imóvel
Essa talvez seja a parte mais chata, mas também a mais importante da compra do imóvel. Se houver qualquer tipo de pendência que não seja notada no momento da compra, você pode precisar arcar com alguns ônus e até mesmo perder o imóvel.
Em primeiro lugar, verifique se o vendedor é realmente o proprietário do imóvel por meio da análise da matrícula do registro de imóveis, que pode ser obtida com ele ou no cartório de registro de imóveis da região. Investigue também se ele possui algum processo civil ou trabalhista.
Cheque se o imóvel está com o IPTU atrasado e se possui dívidas informando seu número de matrícula na subprefeitura ou no site da prefeitura. Confirme também se ele possui o "Habite-se", documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela prefeitura.
Com a companhia de um engenheiro ou arquiteto, vistorie o imóvel para apurar se ele está de acordo com o projeto aprovado na subprefeitura.
Esclareça eventuais dúvidas do contrato com o proprietário e com a ajuda de um advogado confira a idoneidade de todos os documentos envolvidos na negociação.
14) Informe-se sobre o passado da construtora se imóvel for comprado na planta
Investigue o histórico da construtora que está vendendo o imóvel. Visite um empreendimento já entregue por ela antes para checar se os clientes tiveram algum tipo de problema e verifique no site do Tribunal de Justiça se existem processos contra a empresa. E acompanhe a obra em todos os seus estágios, fazendo visitas periódicas.
15) Saiba exatamente qual será seu gasto com acabamento se o imóvel estiver na planta
Os custos com pisos, iluminação, aquecedores, armários e outros itens que precisam estar no apartamento pelo menos para que seja possível morar nele chegam a custar, no mínimo, 20% do valor do imóvel, segundo especialistas. Como os itens do acabamento que já são entregues no lançamento podem variar muito, os compradores devem sempre verif**ar o memorial descritivo do apartamento para avaliar o que a construtora se compromete a entregar e qual será o custo adicional para equipar o imóvel.
Dependendo do gasto adicional, o desconto que pode ser obtido ao comprar um imóvel na planta pode não compensar. E ao visitar o estande de vendas do lançamento, não se iluda com o apartamento decorado.
Consórcio ou financiamento? Saiba qual a melhor forma de comprar carro ou imóvel
Consórcio ou financiamento? Em geral, o conselho que você vai ouvir é para você fugir dos dois. Ambos cobram taxas que fazem com que você pague muito mais caro pelo bem do que se comprasse à vista.
"Na matemática financeira, nenhum dos dois é bom. O ideal é guardar o dinheiro e comprar com o dinheiro na mão. O mais indicado é um bom planejamento, ter paciência e reavaliar se você precisa realmente comprar aquilo por financiamento ou consórcio", afirma Claudia Yoshinaga, coordenadora dos centros de estudos em finanças da FGV.
Mas quando é algo de valor alto, bem pouca gente vai ter o dinheiro para pagar tudo à vista e talvez tenha de recorrer a um consórcio ou financiamento. Faz parte. Um exemplo é uma casa que você precisa para moradia. Talvez esperar 20 ou 30 anos para finalmente ter o imóvel e pagá-lo na integralidade faça pouco sentido, visto que você vai usufruir menos dele.
Se é para pagar aos poucos e arcar com taxas, o que considerar antes de decidir por um consórcio ou um financiamento? O Valor Investe ouviu especialistas para entender os pros e contras de cada um deles.
Uma das principais diferenças entre os dois é que, com o consórcio, você pode demorar mais para ter o bem. Já o financiamento é uma dívida que garante acesso praticamente imediato ao que você comprou, seja carro, seja casa.
O financiamento
O financiamento exige um valor mínimo de entrada, aqueles que não impõem essa condição (no caso da compra de automóveis) costumam cobrar juros maiores, o que se torna uma desvantagem. Para financiar imóveis, é preciso ter pelo menos 20% do valor do bem para dar de entrada.
Para muita gente, que está sem dinheiro em caixa ou que ainda não tem um bom planejamento financeiro, isso pode ser um ponto contra o financiamento. Os consórcios, por outro lado, não exigem valor mínimo, apenas dividem o valor total da carta de crédito que você estará comprando pelo número de parcelas.
O consórcio
A primeira coisa que você deve saber sobre o consórcio é que, para se dar bem, exige um pouco de sorte. Não é só a parte de números e planejamento financeiro que conta.
Neste modelo de compra, vários compradores se unem e pagam todos os meses as parcelas necessárias para comprar um bem de interesse comum. No entanto, todo mês, somente uma minoria dessas pessoas vai receber a carta de crédito para comprar aquele bem.
Para eleger quem recebe a carta do carro ou o imóvel primeiro há sorteios e também o maior lance, que é quando alguém adianta consideravelmente a quantia devida para quitar o bem. Nenhuma dessas formas garante que você vá conseguir ter acesso rapidamente ao seu imóvel.
"O lance pode ajudar neste sentido, mas nem sempre o valor equivalente a uma entrada no financiamento é suficiente para servir como lance vencedor em um consórcio de bem semelhante - por isso, os mais 'apressadinhos' costumam optar pelo financiamento", afirma Conrado Navarro, sócio e especialista em Finanças da fintech Grão.
Partiu apartamento novo: veja 9 dicas para organizar mudança
Mudar de casa é uma tarefa que, sem o devido planejamento, pode gerar muita dor de cabeça. Mesmo para quem opta por contratar uma empresa especializada em mudanças, há o risco de passar longos períodos sem encontrar determinados pertences. Isso porque não basta empacotar e despachar os objetos: é preciso saber como organizar a mudança adequadamente.
Neste artigo, veja 9 dicas práticas para facilitar tal processo. Seguindo as orientações, a trajetória rumo ao novo lar tem tudo para ser mais simples, fácil e, até mesmo, prazerosa. Depois, é só combinar o open house e comemorar!
1. Categorize os itens por cômodo
Categorizar os objetos por ambiente facilita a organização no novo lar. Para isso, coloque o nome do cômodo de destino nas caixas e liste o que consta em cada uma, colando essa relação sobre a sua superfície. Por exemplo:
caixa do escritório, com notebook, fones de ouvido, cabos, livros e toda a papelada;
caixa do quarto das crianças, com material escolar e brinquedos, entre outros itens;
caixa do cantinho pet, com a caminha, os potes de água e ração, acessórios diversos etc.
2. Separe um kit de primeira semana
O kit de primeira semana ajuda a evitar estresses desnecessários. Mas em vez de despachá-lo com o restante da mudança, leve-o com você. Além dos documentos pessoais, ele deve conter:
produtos básicos de limpeza, como CIF Multiuso Antibac e CIF Lenços Umedecidos para manter a limpeza da casa;
máscaras (em quantidade suficiente) e álcool em gel 70º;
roupas para passar os primeiros dias no apartamento novo;
itens básicos de higiene pessoal;
remédios, vitaminas e suplementos de uso habitual;
carregadores de todos os celulares;
contas em papel com vencimento próximo — aliás, não se esqueça de comunicar os remetentes sobre sua mudança de endereço.
3. Pratique o desapego
Aproveite a mudança para avaliar o que tem utilidade, deixando para trás itens desnecessários. Deve-se levar objetos úteis e aqueles com valor afetivo. Além disso, considere o tipo de decoração da casa, para avaliar o que combina no novo lar.
Depois, defina o destino do que ficou na antiga casa. Você pode:
vender, seja oferecendo um bazar para conhecidos, seja colocando os objetos em sites de compra e venda;
doar para instituições de caridade ou conhecidos que estejam precisando de algum objeto específico;
reciclar, dando uma nova aparência e, quem sabe, uma nova utilidade, a partir de técnicas de DIY (do it yourself) — o bom e velho “faça você mesmo”.
Em relação aos móveis e eletrodomésticos, uma boa estratégia é avaliar o que cabe no apartamento novo. Para isso, nada mais eficiente do que ter em mãos a planta baixa. Meça cada item e se desapegue do que não tem espaço.
4. Empacote tudo do melhor jeito
Antes de começar, preste atenção: evite sobrecarregar as caixas com muito peso, para que não se abram durante o transporte. Além disso, preencha os espaços vazios com papel amassado, para que os pertences não fiquem batendo.
Dito isso, comece a empacotar pelos itens menos usados no dia a dia. Para não quebrar nem perder nada, use embalagens apropriadas. Providencie caixas de papelão pequenas, médias e grandes, bem como plástico bolha e papel craft (ou folhas de jornal).
itens pequenos e frágeis, como porta-retratos, podem f**ar nas caixas menores;
utensílios de cozinha e pequenos eletrodomésticos, nas médias;
roupas de cama, mesa e banho, bem como calçados, nas grandes;
eletrônicos podem ser levados nas caixas originais, caso ainda as tenha.
Vestimentas, por sua vez, podem ir dentro de malas de viagem. Se preferir, também existem caixas com encaixe para cabides.
Já tapetes e carpetes devem ser enrolados e amarrados com cordas. Colchões precisam ser revestidos por lençóis de ambos os lados para evitar que sujem.
Por fim, lacre as caixas com fita adesiva, reforçando as partes de baixo e as laterais. E não se esqueça de escrever “frágil” onde for necessário.
5. Deixe os parafusos junto aos móveis desmontados
Após retirar os objetos e esvaziar os móveis, é preciso desmontá-los. Nessa hora, tome o cuidado para reunir os respectivos parafusos e demais peças pequenas em sacos plásticos. Deixe-os presos, com fita adesiva, aos móveis aos quais pertencem.
Já para evitar riscos, principalmente, em móveis de madeira, revista-o com cobertores e edredons. É bem mais fácil lavá-los do que recuperar o mobiliário avariado.
6. Tenha atenção redobrada a objetos de valor
Nunca despache objetos de valor com pessoas estranhas. Documentos, aparelhos eletrônicos valiosos e joias devem, se possível, ser transportados no carro da família.
Itens muito pequenos ou de valor sentimental também precisam ser levados pelos próprios donos. É o caso dos álbuns de fotos, por exemplo. Mas se não tiver veículo próprio, veja se algum parente ou amigo próximo pode ajudar com essa tarefa.
7. Contrate um bom transporte para a mudança
O transporte é parte fundamental nesse processo. Por isso, opte por uma empresa especializada ou por um profissional autônomo de confiança, de preferência com indicação de outras pessoas.
Também é muito importante pegar o telefone do motorista. Isso facilita a comunicação, caso surjam dúvidas em relação ao endereço ou às regras de entrega no condomínio.
Se tiver animais de estimação, prefira levá-los no carro com a família, para que se sintam seguros e fiquem menos agitados. Apesar de algumas empresas aceitarem transportar pets, a viagem com estranhos vai deixá-los ainda mais estressados.
8. Não organize uma mudança de última hora
Uma vez definida a data da mudança e quem será o responsável pelo transporte, elabore um cronograma com o que precisa ser feito e não perca tempo. Você pode começar listando o que vai e o que f**a, considerando o espaço disponível no imóvel.
Quando estiver tudo pronto, faça um inventário das caixas. Dessa maneira, o responsável por receber a mudança poderá conferir a entrega dos pertences sem dificuldades, bem como orientar os carregadores para deixá-los nos cômodos certos.
9. Desempacote de forma criteriosa
Desempacotar, assim como organizar mudança, exige a adoção de alguns critérios. Após fazer a limpeza prévia dos ambientes, comece abrindo e guardando o conteúdo das caixas identif**adas como frágeis. Assim, minimizam-se os riscos de avarias.
Em seguida, desempacote e guarde os pertences mais usados no dia a dia. Por exemplo: utensílios de cozinha, louças, talheres e itens de higiene pessoal.
Só então passe para a organização das roupas de cama, mesa e banho. Depois, abra as malas de viagem, aproveitando para organizar roupas como sempre quis: com as peças separadas por cor, tipo de uso ou estação.
Agora que você sabe como organizar mudança, prepare-se com antecedência e faça tudo para que a chegada ao novo lar seja tranquila. Mas atenção: não pense que o trabalho acaba aí! A etapa pós-aquisição do apartamento exige outras providências. Porém, com planejamento é possível curtir cada fase para que, aos poucos, o novo lar fique com a cara dos moradores!
Guia de estilos de decoração: Conheça cada um e ideias para se inspirar!
Quais são seus estilos de moda? Você é mais romântico, gosta de tecidos florais e detalhes em renda? Ou será minimalista, com peças básicas como camisa branca e calça de alfaiataria? Se você se preocupa em transparecer sua personalidade no seu modo de vestir, sua casa também merece seguir as tendências e estilos de decoração.
Conheça os principais estilos decorativos e transforme a decoração de casa!
Nos tipos de decoração da casa, tudo gira em torno dos estilos. Seja você um fã de móveis vintage, ou shabby chic, no estilo inglês ou francês, você pode decorar a sua casa de forma encantadora.
Você pode optar por estilos de decoração clássica, objetos decorativos neutros e um estilo de casa baseado em tons claros ou ainda criar uma mescla entre os seus preferidos e criar algo novo como uma casa vintage rock ou boho folk. Tudo é válido para expressar seu estilo de vida e seus gostos e chamar com orgulho o lar de seu.
Ter em mente quais estilos de decoração irá aplicar em sua casa é fundamental para garantir mais personalidade ao seu espaço.
A Westwing te ensina como ter estilo com muito bom-gosto. Continue a leitura para que você crie um ou mais estilos para a sua casa de forma que harmonize com a sua personalidade. Inspire-se e tenha ambientes incríveis e bem decorados.
Quais são os estilos de decoração?
Você gosta mais do estilo de design de interiores mais rústico, com tijolos aparentes? Aposta no cimento queimado? Ou ainda prefere uma casa com papel de parede em um estilo casa de campo?
Procurar por referências é o primeiro passo para descobrir o estilo de decoração de interiores que mais lhe encanta, afinal, a escolha fala muito sobre a personalidade de quem vive no lar. Por isso, nós trouxemos uma lista com inspirações para que você descubra qual estilo mais te satisfaz e passe a integrá-lo em sua casa!
Confira abaixo tudo sobre os estilos e descubra qual estilo de decoração combina com você:
1) Estilo Rústico
As texturas e as imperfeições dos móveis do estilo de decoração rústico nos remetem a uma atmosfera vintage e aconchegante. Seus elementos naturais, como mobiliários de madeira, fibras nativas e acabamentos expostos ou envelhecidos permitem criar ambientes despojados e elegantes, tudo na medida certa.
Os estilos de decoração rústico f**a perfeito com móveis de madeira.
2) Estilo Boho
A principal influência do estilo boho é o mix entre referências étnicas, hippie, orientais e punk, combinadas a uma união entre os estilos romântico, country e vintage. E essa combinação de diferentes referências cria uma decoração exclusiva e cheia de personalidade.
Os Estilos de decoração Boho tem muita personalidade.
3) Estilo Moderno
Criado como um contraponto para a pesada ornamentação típica do século XIX, o estilo moderno tem como lema a frase “a forma segue a função”, pronunciada pelo famoso arquiteto norte-americano Louis Sullivan. A palavra de ordem do estilo moderno é a funcionalidade (princípio essencial) e praticamente não há espaço para acessórios decorativos em excesso.
O estilo de decoração moderna f**a ótimo com cores neutras.
4) Estilo Vintage
Os móveis do estilo vintage possuem um aspecto antigo por causa das marcas causadas pelo tempo e uso, como arranhões, cores desbotadas, pintura descascada e superfícies desgastadas. O vintage se difere do retrô porque corresponde a objetos antigos que resistiram às ações do tempo e continuam a preservar a qualidade e beleza ao longo das décadas, enquanto o retrô representa uma releitura de peças do passado, porém elaboradas atualmente.
O vintage é um dos estilos de decoração que traz de volta aqueles itens perdidos na memória.
5) Estilo Farmhouse
A decoração estilo farmhouse é a união entre o moderno e o rústico. Inspirada em antigas casas de agricultores norte-americanos, o décor tem uma pegada rural, mas ao mesmo tempo chique, já que combina peças antigas e novas – do mobiliário aos acessórios decorativos. Esse estilo de decoração é marcado por móveis grandes e robustos, tetos altos e madeira em quase todos os detalhes.
10 vantagens de comprar um apartamento na planta
Comprar apartamento na planta é uma decisão bastante inteligente entre quem quer realizar o sonho da casa própria com economia. Isso porque essa opção apresenta vantagens tanto para quem busca um apartamento para morar ou para investir.
De acordo com estudos do mercado imobiliário, os apartamentos na planta costumam valorizar entre 15% e 40% apenas durante o período de construção. E tem mais!
Suas possibilidades de personalização e excelentes condições de pagamento são atrativos únicos para quem busca conquistar o seu espaço dos sonhos.
Por isso, confira o artigo exclusivo que a Direcional preparou sobre as 10 vantagens de comprar um apartamento na planta e saiba como realizar um excelente negócio. Boa leitura!
Afinal, o que é um apartamento na planta?
Primeiramente, vamos entender o conceito de um apartamento na planta. Em resumo, trata-se de um imóvel que ainda será construído ou já está na fase de construção. Dessa forma, o futuro proprietário ou proprietária tem acesso apenas ao projeto, ou seja, à planta.
É importante explicar que nela, é possível entender como f**ará o apartamento pronto, suas medidas e, em alguns casos, até mesmo fazer um passeio virtual por todo o projeto que será executado no imóvel.
Como é possível comprar um apartamento na planta?
Para a alegria dos compradores, existem vários modos de adquirir o seu apartamento na planta. Tudo dependerá do seu perfil e, claro, das condições financeiras do momento. Confira quais são os principais.
Pagamento à vista
Devido ao alto valor de um imóvel, nem todo mundo tem todo o dinheiro para comprar um apartamento na planta ou pronto, não é mesmo? Entretanto, aqueles que conseguem quitá-lo imediatamente na aquisição, conseguem descontos exclusivos.
Contudo, para ter êxito nessa transação, é necessário contar com uma reserva de dinheiro para a documentação do imóvel e para os gastos com a mudança. Assim, é possível evitar apertos e concluir essa realização com mais tranquilidade.
30% de entrada e financiamento do restante do valor
A resposta sobre como comprar um apartamento na planta costuma estar no financiamento imobiliário.
Para se ter uma ideia, apenas em 2021, essa modalidade fechou com o recorde de R$ 255 bilhões em valores de empréstimo para aquisição de casas e apartamentos.
Esses são dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e consideram todas as linhas de crédito disponíveis por instituições financeiras no país.
Contudo, em todas elas, é preciso uma entrada de cerca de 30% do valor do imóvel para tentar financiar o valor restante.
Comprar apartamento na planta com financiamento direto pela construtora
Quem disse que o financiamento do apartamento na planta deve ser feito somente com uma instituição financeira? Nada disso! Com esse tipo de empreendimento, também é possível financiar o valor com a própria construtora.
No entanto, você precisará f**ar de olho em alguns itens importantes, como a data do pagamento das mensalidades, a taxa de juros e, principalmente, o prazo para entregar as obras.
Dependendo do caso, ainda há a possibilidade de oferecer uma entrada para a empresa, enquanto o restante do valor em aberto é financiado pelo banco. Analise atentamente até identif**ar aquela opção que melhor se encaixa em seu perfil.
Apartamento na planta via Minha Casa, Minha Vida
Por último, há a possibilidade de comprar apartamento na planta por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida. O programa trata-se de uma linha de crédito que oferece benefícios que variam de acordo com o orçamento familiar da pessoa interessada na compra.
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