Fono Dryelle Azevedo

Fono Dryelle Azevedo

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Fonoaudióloga infanti.Descomplicando os distúrbios alimentares infantis com prática, afeto e ciência.

02/08/2026

É chocolate… mas pelo menos ele está comendo.” 🍫

Se você já pensou assim, saiba que essa é uma frase muito comum no consultório.

A Sociedade Brasileira de Pediatria e o Ministério da Saúde orientam evitar açúcar e alimentos ultraprocessados nos primeiros anos de vida, priorizando alimentos in natura e minimamente processados.

Para crianças com distúrbio alimentar pediátrico, esse cuidado é ainda mais importante.

Alimentos muito doces e ultraprocessados podem competir com os sabores naturais e tornar a ampliação do repertório alimentar ainda mais desafiadora.

E antes que alguém se sinta culpado: eu sei que, muitas vezes, isso acontece porque os pais só querem ver o filho comer.

Mas, quando a recusa alimentar começa, buscar ajuda especializada faz toda a diferença. Quanto mais cedo a intervenção acontece, maiores são as chances de ampliar o repertório alimentar de forma segura, respeitosa e sem que a criança dependa cada vez mais de poucos alimentos.

Porque, no tratamento do distúrbio alimentar pediátrico, o objetivo não é apenas fazer a criança comer. É ajudá-la a construir uma relação saudável com a comida para toda a vida.

Dryelle Azevedo
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30/07/2026

Encerramos um ciclo muito especial.

Cada alta terapêutica é a confirmação de que o processo cumpriu seu propósito. Nesta etapa, trabalhamos juntos os objetivos relacionados à fala e à linguagem, e vê-los alcançados é motivo de muita alegria.

Nada disso acontece sozinho. Esse resultado é fruto da dedicação do paciente, do compromisso da família e de um trabalho construído em parceria, respeitando as necessidades de cada criança.

Mas a alta não significa o fim da jornada. Ela representa a conclusão de uma fase e o início de uma nova etapa, agora com outros objetivos fonoaudiológicos a serem desenvolvidos.

Seguimos confiantes, celebrando cada conquista e lembrando que evoluir é caminhar, passo a passo, em direção ao desenvolvimento pleno.

Photos from Fono Dryelle Azevedo 's post 28/07/2026

E se o problema não estiver na terapia... mas na forma como você avalia?

Nos próximos dias, vou revelar o que mudou completamente o meu raciocínio clínico no manejo dos Distúrbios Alimentares Pediátricos.

👀 Você pode se surpreender.

25/07/2026

Você já imaginou usar um simples lava jato para trabalhar linguagem, interação e até ampliar o repertório alimentar?

O Lava Jato Mágico é um daqueles recursos que encantam a criança e abrem inúmeras possibilidades terapêuticas.

Enquanto o carrinho muda de cor com a água quente e fria, podemos estimular:
✔️ causa e efeito;
✔️ conceitos de quente, frio, molhado e seco, limpo e sujo;
✔️ ampliação do vocabulário;
✔️ sequência de ações (lavar, enxaguar, secar);
✔️ atenção compartilhada;
✔️ brincadeira simbólica;
✔️ interação e comunicação.

Na minha prática clínica, eu sempre busco recursos que despertem o interesse da criança e transformem o brincar em oportunidades reais de desenvolvimento.

E esse é um dos meus queridinhos!

Quer receber o link desse brinquedo?
👇 Digite “EU QUERO” nos comentários que eu envio o link para você!

Dryelle Azevedo
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24/07/2026

Seu filho aceita apenas alimentos de uma cor específica? Isso pode ser um sinal de Seletividade Alimentar. No meu perfil, você encontra dicas e estratégias para te ajudar a lidar com esse desafio. Me siga para saber mais!

23/07/2026

Nem sempre a criança escolhe o alimento. Muitas vezes, ela escolhe a previsibilidade.

Você já percebeu que algumas crianças aceitam com facilidade uma batata tipo Pringles, mas recusam uma batata chips comum?

Isso pode acontecer porque a Pringles é extremamente previsível: todas as batatas têm praticamente o mesmo formato, espessura, cor, textura e sabor.

Já uma batata chips tradicional apresenta pequenas variações naturais. Cada unidade pode mudar de tamanho, formato, cor, quantidade de sal, crocância e até intensidade do sabor.

Para muitas crianças com Distúrbio Alimentar Pediátrico (DAP), essas mudanças podem representar uma experiência completamente diferente a cada mordida.

O cérebro busca aquilo que já conhece e consegue prever. Quanto maior a previsibilidade, maior a sensação de segurança.
Por isso, o objetivo da terapia alimentar não é apenas fazer a criança “comer”. É ampliar gradualmente sua tolerância às variações naturais dos alimentos, promovendo conforto, confiança e flexibilidade alimentar.

Esse é um dos motivos pelos quais insistir, pressionar ou apenas trocar um alimento por outro “parecido” nem sempre funciona.

Quando entendemos o porquê, conseguimos intervir de forma muito mais eficiente.

👉 Salve este post e envie para alguém que ainda acredita que a criança “só não quer comer”.

⚠️ Importante: Esse exemplo ilustra um dos fatores que podem influenciar a aceitação alimentar. A preferência por alimentos previsíveis não é exclusiva de crianças com Distúrbio Alimentar Pediátrico e, isoladamente, não caracteriza um diagnóstico. A avaliação deve sempre considerar a criança de forma global.

Dryelle Azevedo
Crfa 10.155

Photos from Fono Dryelle Azevedo 's post 22/07/2026

Você pode dominar diversas técnicas, mas se a avaliação estiver incompleta, o tratamento também estará.

É antes da primeira sessão que muitos dos maiores erros acontecem.

Nos próximos dias, vou mostrar o que mudou completamente a minha forma de avaliar e tratar crianças com DAP.

👀 Está chegando.

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