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10/06/2022

Saiba como a decisão do STJ afeta os clientes de planos de saúde
Críticos do rol taxativo afirmam que 49 milhões de usuários estão em risco; lista da ANS tem mais de 3 mil procedimentos, mas não contempla tratamentos como quimioterapia oral e radioterapia.

A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta quarta-feira, 8, que os planos de saúde não são obrigados a cobrir cirurgias que não estejam incluídos na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Essa lista é chamada de Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e detalha consultas, exames, cirurgias, terapias e o repasse de remédios que constam na cobertura obrigatória dos planos. Críticos da decisão favorável às operadoras — entidades de proteção ao consumidor, políticos de oposição e associações de mães de crianças com deficiência — afirmam que ao menos 49 milhões de usuários estão em risco (o número foi estimado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e reverberado nas redes sociais). O Idec ainda aponta que, “na prática, o direito de receber um medicamento ou tratamento mais adequado estará sob forte ameaça”.

A decisão do tribunal altera um entendimento que predominava havia mais de duas décadas no Judiciário brasileiro. Quando alguém precisava de um tratamento fora da lista da ANS, recorria aos tribunais e, invariavelmente, garantia o ressarcimento pelo plano de saúde. O rol tem mais de 3 mil procedimentos e é considerado limitado por muitos especialistas em saúde. Ele não contempla, por exemplo, tipos de quimioterapia oral e de radioterapia, essenciais para milhares de pacientes com câncer. A ANS também restringe sessões de algumas terapias para pessoas com deficiência.

O “efeito família” na saúde física e mental 09/06/2022

O efeito família na saúde da casa.

Desde o início da década de 1990, o Brasil possui um programa voltado à saúde da família. A estratégia envolve visitas domiciliares de uma equipe multidisciplinar e instruções para prevenir doenças e ...

Leia mais em:

O “efeito família” na saúde física e mental Não é só herança genética. A influência dos parentes passa até pelos almoços de domingo. E a ciência já está calculando esse impacto — para o bem e o mal

09/06/2022

5 dicas para emagrecer com saúde
Entre 2003 e 2019, o número de pessoas com 20 anos ou mais que tinham problemas com a obesidade mais do que dobrou no Brasil, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde (2019). No entanto, sabemos o quanto emagrecer com saúde pode ser difícil.

Adotar bons hábitos nem sempre é fácil, pois é necessário uma mudança de rotina e de estilo de vida – o que muitas vezes nos exige mais do que podemos imaginar. E, assim, para diminuir o sobrepeso, muitos de nós acaba buscando métodos que não são comprovados nem seguros.

Por outro lado, existem algumas orientações que vão muito além da questão estética e de promessas de resultados fáceis (que não existem). Essas podem, sim, transformar sua vida e, para começar, basta saber que tudo gira em busca do equilíbrio.

Então, que tal vir conosco e aproveitar a oportunidade para conhecer nossas 5 dicas para emagrecer de maneira correta, além de outras questões bastante pertinentes para seu conhecimento e sua saúde? Boa leitura!

Obesidade e sobrepeso no Brasil
Antes de qualquer dica, é importante que você se conscientize sobre dados e outros detalhes sobre o excesso de peso no país. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), que é realizada pelo IBGE com o Ministério da Saúde a cada cinco anos, mostra que o sobrepeso aumentou de forma alarmante por aqui.

A pesquisa constatou que a prevalência da obesidade é maior entre as mulheres, ou seja, 62,6% da população adulta brasileira. No entanto, em adultos com mais de 20 anos, os números também vêm aumentando entre os homens.

Obesidade é uma questão complexa
Esses resultados da pesquisa demonstram como o sobrepeso é uma condição de saúde cheia de complexidades – e, por isso mesmo, não há uma solução simples para ela. Nem aqui e nem em qualquer lugar do mundo.

Isso acontece devido a algumas falhas que rondam o processo de perda de peso – a maior delas é a crença de que “basta fechar a boca e malhar que você emagrece”. Sabemos que não é bem por aí. Além disso e mais grave ainda, é o estigma que pessoas obesas são “preguiçosas e gulosas”.

O aumento de peso também tem raízes genéticas, bem como está aliado a disfunções hormonais, como o hipotireoidismo – sem contar com as questões ambientais, fisiológicas e até psicológicas, que também contribuem para uma pessoa engordar.

5 dicas para emagrecer com saúde
Com essas informações sobre a complexidade em torno da obesidade, agora você poderá entender melhor algumas orientações básicas para perder peso de maneira correta, isto é, emagrecer com saúde.

1. Para emagrecer com saúde, esqueça números
Muito mais importante do que números na balança, a nossa saúde deve ser a prioridade. Grande parte dos tratamentos para a obesidade tem foco na perda de peso. Entretanto, é necessário entender o funcionamento de seu corpo como um todo.

Para isso, procure fazer consulta com um especialista, como um nutricionista ou um endocrinologista, por exemplo. Este último te ajuda a fazer uma pesquisa inclusive de seus níveis hormonais e possíveis alterações metabólicas, caso você tenha mais dificuldades para emagrecer. Em outras palavras, a causa do sobrepeso pode estar em algum desajuste hormonal.

Outro efeito comum no ganho de peso são questões emocionais. Nesse caso, procure ajuda psicológica ou até de psiquiatras, se sua situação envolver, por exemplo, distúrbios alimentares. Esses problemas são muito sérios e podem levar à morte.

2. Coma melhor, não menos
Sim, é possível emagrecer comendo de tudo. A palavra-chave é equilíbrio, o que signif**a ingerir porções adequadas de comida. E, para equilibrar seu corpo, é necessário ingerir diversos tipos de alimentos, pois cada um deles possui nutrientes necessários para o funcionamento de seu organismo.

Uma boa dica para emagrecer com saúde é começar comendo verduras, frutas e legumes, pois você aumenta sua saciedade e garante nutrientes importantes para a saúde. E evite ao máximo o consumo de açúcar e prefira alimentos ricos em fibras e gorduras boas.

3. Respeite seu corpo e sua saciedade
Comeu e ficou satisfeito? Ótimo, não precisa exagerar, pois isso pode sobrecarregar seu organismo. Por isso, coma devagar – assim, seu estômago tem tempo para “avisar” ao cérebro que você ingeriu comida o suficiente para saciar sua fome.

Outra dica importante é evitar f**ar sem comer por muitas horas. Quando isso acontece, você acaba f**ando com fome demais e tende a comer muito rápido. Além disso, todas essas horas sem se alimentar estressa o seu organismo sem necessidade.

4. Cozinhe mais em casa
Aqui a dica de ouro é planejamento, principalmente com a rotina corrida do dia a dia. Alimentos industrializados, em sua maioria, não são saudáveis por serem cheios de químicos e devem ser evitados ao máximo.

Ademais, cozinhar em casa nos aproxima de alimentos in natura, que são ótimos para o equilíbrio de seu organismo. Alimentos in natura são aqueles que encontramos na feira ou na seção de alimentos frescos do supermercado: verduras, frutas, grãos, legumes etc.

Quando você cozinha, presta mais atenção à sua comida e f**a mais fácil manter uma alimentação mais saudável, pois os alimentos foram escolha sua. Portanto, peça ajuda ao seu companheiro ou companheira, à sua família, quanto mais gente participando, melhor!

Lembre-se: uma boa alimentação previne problemas relacionados ao aumento de peso, como diabetes, hipertensão, infarto, além de dores nas articulações, entre outros.

5. Faça atividades físicas regulares
Exercícios físicos ajudam a regular o funcionamento de seu corpo, atuando, inclusive, nos hormônios. Isso contribui para seu equilíbrio energético, aumentando a sensação de bem-estar – por isso, mexer o corpo é muito importante também para sua saúde mental, que reflete na sua relação com a comida.

A regularidade de um exercício físico é mais importante do que o tipo de atividade escolhida. Por isso, escolha algo que se encaixe melhor com seu perfil: pode ser academia, andar de bicicleta, yoga ou uma simples caminhada. Tente se mexer todos os dias!

Dietas milagrosas e rápidas não funcionam
Como é possível perceber pela leitura do texto, emagrecer não é um processo tão simples e que vai acontecer de uma hora para outra. Portanto, devemos ressaltar que dietas milagrosas e rápidas não funcionam.

Mas por quê? Porque elas geralmente envolvem restrições alimentares que, em vez de te ajudarem, prejudicam seu organismo e também sua saúde mental. Quantas vezes você já ouviu pessoas reclamando sobre como é difícil deixar de comer “isso” ou “aquilo”, de como estão insatisfeitas por não perderem o peso que esperavam?! Reflita sobre isso.

Seu corpo precisa de tempo e da nutrição necessária para funcionar corretamente – daí a importância de procurar ajuda de um especialista, para que você tenha as orientações mais corretas para seu caso.

“Dia do lixo” não ajuda a emagrecer com saúde
Quer uma dica extra para sua saúde alimentar? Esqueça o famoso “dia do lixo”, como muitas dietas restritivas por aí pregam. Normalmente, é um dia do fim de semana para se comer o que se tem vontade e “fugir da dieta” do dia a dia. Mas alimento não é lixo, e jamais deve ser considerado assim, além de não ser “recompensa” alguma.

Com as informações expostas aqui, f**a claro que o problema não é o ato de comer chocolate, por exemplo, e, sim, comer um bolo inteiro de uma vez, certo? Inclusive, o “dia do lixo” leva muito a esse tipo de comportamento compulsivo.

Assim, todo o trabalho feito durante a semana acaba sendo prejudicado. Afinal, se um alimento for proibido, quando ele for liberado, a tendência é que a pessoa perca o controle.

Portanto, para se cuidar de verdade, siga nossas dicas para emagrecer com saúde e faça acompanhamento regular com um profissional da saúde. Um check-up geral também pode ser um grande aliado não só para sua saúde como um todo, mas também para que você perca o excesso de peso de maneira mais satisfatória.

Para agendar sua consulta, clique aqui.

07/06/2022

Impacto familiar e Funções da família e do Estado.

Embora a família cumpra diversas funções na formação, cuidado e proteção de seus membros, as quais se refletem em benefícios para a sociedade como um todo, o sentido a instituição familiar em si não se resume a performar determinados papéis sociais. Na formulação de Donati (2008:55), a família não existe para satisfazer uma ou algumas funções sociais, mas constitui um leque potencialmente indefinido, visto ser uma relação social plena, ou seja, é um “fenômeno social total” que – direta ou indiretamente, explícita ou implicitamente – implica todas as dimensões da existência humana, desde as biológicas às psicológicas, econômicas, sociais, jurídicas, políticas e religiosas.

Isto posto, é mister reconhecer que as funções desempenhadas pelas famílias, quando estas as desempenham adequadamente, apresentam grande interesse público, o que justif**a o apoio das políticas públicas estatais diante de potenciais deficiências das famílias no desempenho desses papeis. Dentre tais funções das famílias, listamos algumas das mais importantes e o modo como o Estado pode apoiá-las de forma subsidiária:

Formação familiar: as famílias trazem novas pessoas ao mundo e lhes proporcionam sua identidade pessoal básica, ajudando a definir quem são e de onde vêm, e assegurando a continuidade através das gerações. O governo regulamenta esta função através de políticas que afetam o parto, o casamento, o divórcio, a adoção, o acolhimento, a herança etc. Como exemplo de legislação aplicável a este contexto, podem-se citar várias provisões do Código Civil.

Relacionamento entre parceiros: as famílias exercem uma influência fundamental na capacidade das pessoas de formar e manter relações de parceria estáveis e comprometidas. As famílias podem servir para fortalecer e nutrir em seus membros uma comunicação saudável, cooperação, intimidade e habilidades de gerenciamento de conflitos. O governo pode apoiar estes esforços através de políticas relativas ao casamento, programas voltados ao fortalecimento de vínculos familiares, elegibilidade de benefícios, incentivos fiscais etc.

Apoio econômico: as famílias fornecem apoio econômico para satisfazer as necessidades básicas de abrigo, alimentação, vestuário etc. de seus dependentes. O governo complementa esta função familiar, quando necessário, através de distribuição de renda, de alimentação, de facilidades para moradia e suplementos relacionados; treinamento profissional; e vários subsídios previstos no código tributário.

Cuidado com as crianças: as famílias criam a próxima geração para serem membros produtivos da sociedade. As famílias são responsáveis por garantir a saúde, segurança, educação e bem-estar geral das crianças e por ensinar-lhes valores e comportamentos sociais apropriados. O governo colabora com estas responsabilidades das famílias, estabelecendo padrões básicos de direitos e deveres e intervindo quando estes padrões não são cumpridos.

Cuidado com os dependentes: as famílias oferecem cuidados familiares de proteção durante todo o ciclo de vida. As famílias ainda fornecem a maioria dos cuidados e preocupações com os idosos, vulneráveis, doentes e portadores de deficiência. O governo pode apoiar esse papel familiar por meio do oferecimento de serviços complementares, como centros-dia para o cuidado e a socialização de pessoas idosas durante o dia de trabalho, ou programas de saúde que acompanham os necessitados de cuidados médicos no seio do seu lar, inclusive instruindo os familiares para que tenham mais recursos para cuidar de seus dependentes. Outro exemplo são os programas de educação inclusiva, ou a prestação de serviços educacionais especializados (AEE) para portadores de necessidades especiais.
Entre os principais instrumentos para auxiliar a elaboração, execução e avaliação das políticas públicas familiares está a medição do “impacto familiar”. Medir o impacto familiar signif**a avaliar se, e em que medida, as famílias adquirem ou perdem recursos, competências e autonomia em razão de uma política ou ação, com efeitos sobre as relações familiares e o capital social familiar.

A análise do impacto familiar não se restringe somente às políticas propriamente familiares: toda e qualquer política pública pode ser analisada quanto a seu impacto sobre as famílias. A razão é que políticas sem ligação aparente com a esfera familiar, como aquelas voltadas à saúde, à habitação ou mesmo alterações tributárias, podem ter efeitos consideráveis sobre a maneira como se organizam e se relacionam os membros de uma família. Consequentemente, a preocupação com o impacto familiar ultrapassa a preocupação com a formulação, implementação e avaliação de políticas familiares no sentido estrito.

É importante esclarecer que, ao tratar da avaliação de impacto familiar, o bem-estar das famílias não é sinônimo do bem-estar individual de seus membros; isto é, o impacto familiar de uma política não equivale à soma do impacto sobre cada uma das pessoas que constituem a família. O impacto familiar é, em vez disso, o efeito de uma política para as relações familiares e para o papel de cada pessoa dentro da família. Uma política que favorece um indivíduo em determinado aspecto pode produzir ao mesmo tempo resultados piores para a família como um todo e para os relacionamentos familiares no seu interior.

A fim de avaliar o impacto familiar de uma determinada política, é preciso considerar alguns critérios básicos que possam ser avaliados e, eventualmente, consolidados em indicadores. Nesse sentido, têm sido desenvolvidas diversas metodologias para mensurar esse impacto, envolvendo critérios como: autonomia familiar, estabilidade familiar, vínculos familiares e engajamento familiar. Nesse caso, a forma como determinadas políticas públicas aumentam ou diminuem a prevalência dessas características da vida familiar indicará um impacto positivo ou negativo, que pode ser medido em sua intensidade relativa.

Outra forma de avaliar o impacto familiar pode se basear na análise de determinados atributos das políticas públicas, como os instrumentos ou recursos mobilizados (tanto externos quanto internos à família), os seus objetivos em termos do foco nas relações familiares, as normas que regem a sua aplicação e, finalmente, os valores que inspiram a política e que esta pretende ampliar.

Para medir o impacto familiar, é preciso encontrar maneiras de mensurar cada um dos critérios escolhidos, por meio de perguntas, observações e reflexões que podem ser resumidas em categorias qualitativas ou escalas de intensidade. Dessa forma, políticas educacionais podem ser avaliadas com base no quanto favorecem o envolvimento dos pais na vida escolar dos filhos, enquanto políticas de transferência de renda poderão ser avaliadas quanto ao critério de recebimento dos repasses financeiros ou às condicionalidades impostas às famílias participantes.

O resultado da medição do impacto familiar pode ser um indicador numérico, composto por subindicadores temáticos, que pode criar um ranking de políticas promotoras dos vínculos familiares, ou uma matriz de indicadores que permita a avaliação e o redesenho de políticas específ**as.

04/06/2022

10 dicas para uma família saudável!

Vida saudável requer planejamento e organização. Valores importantes são passados e aprendidos ao envolver toda a família em um projeto de vida saudável.

Ser saudável envolve muitos aspectos: alimentação, exercícios físicos, dormir bem, bem-estar emocional, qualidade de tempo compartilhado com pessoas queridas e, assim por diante. Trata-se de vida saudável sem “neuras”.

Normalmente, quando crianças crescem em um ambiente em que toda a família possui um estilo de vida saudável, eles carregam esses hábitos para toda a vida. Doenças são evitadas, aprende-se a valorizar a qualidade de vida, tornam-se adultos mais disciplinados.

É natural que, cada vez mais, as pessoas se preocupem com a saúde e todos estejam envolvidos em prol desse estilo de vida.

Modelo de estilo saudável nos pais.

A melhor maneira dos filhos aprenderem é com o exemplo. As crianças começam imitando os pais em diversas atitudes, comportamentos. E, melhor que incentivar, é fazer parte. Alimentação saudável + manter-se ativo (exercícios, brincadeiras) + dormir o suficiente são os principais elementos da família saudável. Ninguém é perfeito e acerto o tempo todo, mas se esforçar para ser saudável envia uma mensagem que isso é importante para a boa saúde.

Planejamento e organização
Ninguém é perfeito, ter tempo é para tudo é difícil. O planejamento e a organização são fundamentais para a gestão do tempo, que tem tudo a ver com vida saudável. Planejar o cardápio da semana, horário de atividade física (junto ou separados), trabalho, horários regulares para comer, dormir, o supermercado. Inclusive, sempre faça listas de alimentos saudáveis! Há muitas ferramentas que podem ajudar na gestão do tempo de forma geral: Google Calendar, Toodledo, Evernote são algumas ferramentas que podem ajudar na organização da agenda, tarefas e tudo mais. Isso possibilitará mais qualidade de vida, mais tempo com a família e rotina saudável.

Pratos coloridos!
Alimentação equilibrada em todas as refeições é um dos segredos da vida saudável. Quando o prato é bem colorido, geralmente possui todos os nutrientes que todos precisam. Aproveite as frutas, legumes e verduras da estação! Opte por lanches saudáveis. Evite refrigerante. Mantenha o “junk food” apenas ocasionalmente, em comemorações. Se tem dúvidas sobre a orientação alimentar da família, procure um nutricionista que formulará um bom plano alimentar para todos! Com o passar do tempo, as escolhas saudáveis tornam-se automatizadas e fáceis. Tente o máximo possível fazer as refeições em casa.

Comam juntos (sempre que possível)
Comer junto é um ritual importante para a família. Quando as famílias se reúnem para comer, são criados momentos, conexões, valorização da família e, até mesmo, do simples ato de comer. Desligue a televisão, computador, aparelhos telefônicos e curta a família. Fazer refeições juntos é um ato de amor, de qualidade de vida e de vida saudável. E, esses momentos tornam-se lindas recordações para todos.

Cozinhar juntos também é excelente! E, as crianças adoram comer aquilo que elas ajudaram a cozinhar. É divertido! E, dá para ensinar muitas noções de vida saudável de forma divertida!

Pais no controle das escolhas alimentares!
Qual o discernimento que as crianças possuem para fazer a escolha do que comer? As decisões do que comer devem ser feitas pelos pais. Certifique-se que a maioria dos alimentos na sua casa seja saudável. É expor os filhos à vida saudável desde pequeno. Isso pode ser um pouco difícil, mas é possível.

Mantenham-se ativos!
É fácil hoje em dia se manter na frente de uma televisão, do computador, do smartphone e deixar que os filhos reproduzam essa atitude. É importante que todos controlem o tempo nesses dispositivos. Limite é importante para toda a família. Criem tempo para que todos possam brincar. Nos fins de semana, façam atividades ao ar livre. Caminhadas, andar de bicicleta, soltar p**a, nadar, passeio no parque, ou simplesmente brincar de esconde-esconde. Cada pessoa é única! Por isso, incentive o seu filho a realizar atividades físicas que amam. E, todos da família precisam se exercitar, mesmo que não sejam juntos durante a semana. É diversão em família!

Boa noite de sono!
Tenha horários regulares para dormir! E, vale até fazer leituras juntos em família para vir aquele soninho. O sono é extremamente importante para a vida saudável, especialmente para aqueles que possuem tendência de estar acima do peso, ou obesidade. Dormir pouco engorda! É disciplina nos horários! É claro que vez ou outra haverá uma exceção, mas a rotina para dormir não pode ser uma bagunça.

Não gratifique com comida!
Algo psicologicamente é ruim é oferecer comida em troca de algo que a criança fez. Muitos pais agem assim em troca do filho almoçar/jantar. Ou, então, em troca de um bom comportamento. Ou, até mesmo de tirar uma nota boa. E, quase sempre são comidas péssimas para a saúde, como doces, bolos, chocolate. Pense em outras estratégias.

Incentive! Não aterrorize!
Nada de ameaças e xingos. Essa é a maneira errada de ensinar e pode causar danos psicológicos nos filhos. Vida saudável precisa ganhar uma proporção natural na vida. E

Sem neuras!
É possível ter uma vida saudável sem excesso de rigidez e estresse. De vez em quando, pode abrir exceção para uma “guloseima”.

Possui alguma dica especial para filhos? Para a família? Compartilhe nos comentários.

04/06/2022

Qualidade de vida familiar!

Assim, uma família que se cuida, deve adotar hábitos saudáveis. Ou seja, é importante incentivar os seus membros a também manter uma dieta equilibrada. Procure cozinhar alimentos com alto teor nutritivo, como vegetais, legumes e verduras, pois eles fornecem uma grande quantidade de vitaminas, proteínas e sais minerais.

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