Nutrology Academy
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02/01/2024
Hoje, no nosso canal do YouTube, vamos disponibilizar a aula em que Dr. Guilherme Giorelli respondeu diversas dúvidas sobre Obesidade que surgiram durante o Congresso Internacional de Nutrologia, que aconteceu em março desse ano.
A reprise começa às 19h no nosso canal no youtube: DrGiorelliNutrologia
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Assista ao vídeo e saiba mais sobre o artigo brilhante da dra
01/01/2024
Adotar uma alimentação saudável, incorporar uma rotina de atividades físicas diárias e garantir 8 horas de sono por noite são metas frequentes em muitas listas de resoluções de Ano Novo, mas seguir o plano nem sempre é simples.
Você está preparado para ajudar seus pacientes a cumprirem essas metas em 2024?
Na busca por hábitos mais saudáveis, cada paciente vai exigir dedicação e tratamento individualizado para se manter otimista e confiante. Trace pequenas metas alcançáveis para motivá-los e mostre o poder da constância.
Embora dar o primeiro passo possa ser desafiador, à medida que nos mantemos comprometidos com as nossas metas, as dificuldades iniciais dão espaço para a familiaridade.
29/12/2023
2024 está chegando e é hora de planejar as nossas resoluções.
Nós já fizemos uma lista com o que queremos pra o ano novo, e você? Conta nos comentários quais resoluções vai colocar em prática em 2024.
28/12/2023
O que você vai mudar em 2024?
28/12/2023
As pessoas têm costume de ''culpar'' a tireoide pelo aumento de adiposidade e até mesmo do sobrepeso, mas será que a tireoide é a vilã ou consequência da obesidade?
Na área da saúde é bem conhecido que o hipotireoidismo pode induzir obesidade, mas existe uma relação mais profunda entre obesidade e doenças da tireoide que podem ser bidirecionais.
Clinicamente, é fácil descobrir que os pacientes com hipertireoidismo costumam perder muito peso e recuperá-lo após a remissão. Em contraste, os pacientes com hipotireoidismo frequentemente ganham algum peso e perdem um peso modesto após a reposição do hormônio tireoidiano. Portanto, é senso comum que a obesidade muitas vezes é considerada secundária ao hipotireoidismo. E os mecanismos pelos quais o hipotireoidismo causa aumento de peso devem ser alcançados por meio do gasto energético e do apetite alterados.
Recentemente, novos estudos identificaram que os distúrbios da tireoide podem ser secundários à obesidade. O estudo de meta-análise mostrou que a obesidade estava significativamente associada a riscos aumentados de hipotireoidismo.
Outro importante componente nesta associação é a leptina, que desempenha um papel na inflamação crônica, podendo resultar em alterações morfológicas na tireoide, e pode restringir as expressões de tireoglobulina, induzindo, assim, as alterações dos níveis de hormônio da tireoide em pessoas obesas.
Portanto, é possível sugerir que a relação entre obesidade e doenças da tireoide é bidirecional, e a obesidade está significativamente associada ao hipotireoidismo, aos níveis de TSH e TPO, indicando que a prevenção da obesidade é crucial para prevenir também distúrbios da tireoide.
Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe o meu perfil.
21/02/2023
Muitas pessoas desejam emagrecer rapidamente, buscando soluções rápidas e eficazes para alcançar seus objetivos. No entanto, é importante lembrar que não existe uma "pílula mágica" que possa resolver todos os problemas relacionados ao peso.
Embora existam diversos medicamentos e suplementos que ajudam na perda de peso, nenhum deles é capaz de fazer milagres sozinho.
A chave para alcançar um peso saudável e sustentável é adotar uma dieta equilibrada e variada, exercícios regulares e ter um sono adequado. É importante lembrar que a perda de peso é um processo gradual e que requer paciência, determinação e comprometimento para alcançar resultados duradouros.
Gostou do conteúdo, segue o meu perfil para saber mais sobre o assunto.
17/02/2023
Sexta-feira de carnaval e todo mundo com a mesma dúvida.
Minha dica é ... um pouco dos dois que ninguém é de ferro.
Bom carnaval a todos.
29/12/2022
No consultório, ao tratar obesidade, devemos lembrar que estamos falando de uma doença crônica! Cada paciente vai exigir dedicação e tratamento individualizado para se manter otimista e confiante durante este caminho!
A relação médico paciente é fundamental neste processo para que os resultados apareçam e sejam constantes.
Obesidade é uma doença séria, que tem tratamento, e deve ser abordada com seriedade, e respeito!
Esteja preparado, seguro e atualizado para motivar e direcionar o seu paciente a não desistir da caminhada em busca de uma vida com mais qualidade e saúde!
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28/12/2022
Muitos estudos analisaram o efeito potencial da ansiedade no comportamento alimentar; porém, são poucos os estudos realizados com mulheres na fase da menopausa. A transição da menopausa tem sido associada a uma maior prevalência de transtornos alimentares, bem como à restrição cognitiva, especialmente durante a pós-menopausa.
Atualmente, existem resultados contraditórios em relação aos sintomas emocionais e psicológicos que predominam nessa fase, por exemplo, depressão, estresse, irritabilidade, insônia, fadiga, perda de memória e ansiedade. Existem evidências de que as emoções controlam diretamente o comportamento alimentar, afetando a seleção, a quantidade ou a frequência da ingestão de alimentos.
Com relação ao estado nutricional, evidências de estudos transversais sugerem que a obesidade está positiva, mas moderadamente associada a transtornos de ansiedade, particularmente em mulheres adultas. Embora as evidências atuais não sejam claras, essas discrepâncias podem estar relacionadas à natureza heterogênea da obesidade ou dos transtornos de ansiedade. A relação entre obesidade e transtornos de ansiedade pode diferir entre subgrupos da população com características sociodemográficas, comportamentais e biológicas variadas.
Considerando as escassas informações sobre a relação entre ansiedade e comportamento alimentar e seu potencial efeito no perfil antropométrico das mulheres, pesquisas são de suma importância para contribuir para um maior conhecimento nessa área.
Diferentes estilos de comportamento alimentar e preferências gustativas de acordo com o gênero dependem, em grande medida, da ação dos hormônios se***is, com papel preponderante para o estrogênio. A queda de estrogênio durante a menopausa, assim como a diminuição dos níveis de serotonina, podem explicar algumas mudanças de comportamento em mulheres no climatério.
Portanto, o artigo revela que a ansiedade, seja como um traço ou como um estado, tem influência sobre os diferentes tipos de comportamento alimentar que também pode estar associado ao momento de vida da mulher com a influência dos hormônios femininos.
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