Renata Trinca
Um espaço onde você encontrará tudo o que precisa para f**ar mais bonita, melhorar sua auto estima e qualidade de vida...
Será que você está realmente ouvindo o que a história do seu paciente está tentando dizer?
Uma paciente me diz:
“Renata, eu passo praticamente o dia inteiro sentada.”
Para muita gente, essa informação é apenas um detalhe da anamnese.
Para mim, ela já faz parte do diagnóstico.
Antes mesmo da avaliação física, essa história já me leva a levantar hipóteses clínicas.
Dependendo da rotina e do padrão postural, posso esperar alterações como redução da participação funcional de alguns músculos, compensações em outros e mudanças no equilíbrio muscular, muitas vezes associadas a padrões como o swayback.
A avaliação confirma ou refuta essas hipóteses.
E é justamente esse raciocínio que direciona toda a estratégia de tratamento.
A corrente não é escolhida por acaso.
Ela é escolhida porque existe um motivo para estimular determinado músculo.
É por isso que eu sempre digo:
Quem aprende apenas o COMO, depende de protocolos.
Quem entende o PORQUÊ, constrói resultados.
No ChiTrinca, eu não ensino apenas a aplicar eletroestimulação.
Eu ensino a interpretar a história que o corpo está contando e transformar essa informação em decisões clínicas.
Porque antes da técnica...
vem o raciocínio.
👇 Agora quero saber:
Na sua avaliação, qual informação da anamnese mais muda a sua estratégia de tratamento?
Quem aprende apenas o COMO, depende de protocolos.
Quem entende o PORQUÊ, constrói resultados.
Essa paciente chegou querendo tratar o abdômen.
Muitas profissionais começariam escolhendo a corrente, a frequência ou o protocolo.
Eu comecei fazendo outra pergunta:
Por que esse corpo chegou até aqui?
Ao analisar a postura, ficou claro que aquele abdômen era apenas parte da história.
A anteversão pélvica alterava o equilíbrio muscular, mudando a forma como diferentes grupos musculares participavam da estabilização e do movimento.
Percebe a diferença?
Eu não comecei pensando o que fazer.
Comecei entendendo por que aquilo estava acontecendo.
E quando o porquê f**a claro, o como deixa de ser tentativa e passa a ser estratégia.
Foi exatamente dessa forma que nasceu o ChiTrinca.
Porque eu acredito que profissionais não precisam decorar protocolos.
Precisam aprender a pensar.
🧠 O quê tratar?
🧠 Por que tratar?
🧠 Como tratar?
Essa sequência muda completamente a forma como você enxerga o corpo e conduz um tratamento.
👇 Me conta:
Na sua formação, você aprendeu mais o “como fazer” ou o “por que fazer”?
02/07/2026
O músculo está tentando te contar alguma coisa.
E quase todo mundo continua olhando apenas para a pele.
Esses resultados são de pacientes que passaram por uma perda importante de peso.
A primeira reação da maioria dos profissionais é pensar:
➡️ “Precisamos tratar a flacidez.”
Mas essa não é a primeira pergunta que eu faço.
Eu quero entender:
• O que aconteceu com a massa muscular?
• Quais músculos deixaram de estabilizar?
• Quais estão compensando?
• O corpo ainda consegue gerar força e sustentação?
Porque quando o músculo perde função, a pele apenas revela o problema.
É por isso que aumentar a intensidade da corrente, trocar a frequência ou fazer mais sessões nem sempre resolve.
Primeiro vem o diagnóstico.
Depois vem a estratégia.
E só então a técnica.
Foi exatamente dessa necessidade que nasceu o ChiTrinca: ensinar profissionais a enxergar o que está por trás da flacidez e construir protocolos individualizados, respeitando a biomecânica e o comportamento muscular de cada paciente.
👇 Quero saber sua opinião.
Quando você recebe uma paciente após grande perda de peso ou em uso de GLP-1, qual é a primeira coisa que você avalia?
30/06/2026
Escoliose não é um protocolo.
É um convite para observar o corpo.
Durante muito tempo ensinaram que bastava escolher uma corrente, definir uma frequência e posicionar os eletrodos.
Mas a prática clínica me mostrou outra realidade.
Dois pacientes podem apresentar escoliose.
Os dois podem ter dor.
Os dois podem ter assimetria.
E, ainda assim, precisarem de estratégias completamente diferentes.
Neste caso, o resultado não veio porque aumentamos a intensidade ou frequência da corrente.
Veio porque primeiro entendemos como aquele corpo estava compensando.
No ChiTrinca, eu não ensino apenas a aplicar corrente excitomotora.
Ensino a construir um raciocínio clínico para decidir quando, onde e por que estimular cada músculo.
Porque quando a avaliação muda…
O resultado também muda.
👇 Me conta uma coisa:
Quando você recebe um paciente com escoliose, qual é a primeira coisa que você avalia?
Você aumentou a frequência. E achou que estava fazendo mais.
Mas o músculo não responde melhor só porque o número subiu.
Ele responde ao parâmetro certo para o objetivo certo.
Frequência baixa recruta fibras de resistência.
Frequência alta recruta fibras de força.
Frequência errada recruta… fadiga.
O resultado não vem de quanto você coloca.
Vem de por que você escolheu aquilo.
Isso tem nome: corrente com propósito.
E é exatamente o que ensinamos no ChiTrinca — eletroestimulação com raciocínio clínico do início ao fim.
💬 Me conta: você escolhe a frequência por protocolo fixo ou por avaliação da paciente?
estéticaavançada parametrização correntecompropósito
22/06/2026
A maioria das profissionais olha para esse abdômen e enxerga apenas flacidez.
Eu enxergo uma pergunta.
O problema está só na pele... ou no músculo?
Porque tratar uma pele sem sustentação muscular é diferente de tratar uma pele que perdeu colágeno.
E a técnica escolhida muda completamente.
Antes de decidir se vou usar corrente, radiofrequência, bioestimuladores ou qualquer outro recurso, eu preciso entender:
✔ Existe hipotonia da parede abdominal?
✔ Há perda de massa muscular?
✔ Existe diástase?
✔ O tecido consegue responder ao estímulo?
✔ O problema predominante está na pele ou na sustentação muscular?
É exatamente nesse ponto que muitas profissionais erram.
Elas começam escolhendo o aparelho.
Eu começo entendendo o tecido.
E é esse raciocínio clínico que faz a diferença entre executar um protocolo e construir um resultado.
No ChiTrinca, eu ensino que a corrente é apenas uma ferramenta. O verdadeiro diferencial está em saber quando, onde e por que utilizá-la.
👇 Agora me conta:
Quando você avalia uma flacidez abdominal, qual é a primeira coisa que observa?
FisioterapiaDermatofuncional Flacidez Hipertrofia Eletroestimulacao EsteticaBaseadaEmCiencia
17/06/2026
A maioria das profissionais faz a mesma coisa:
Quando o glúteo não responde, trocam a corrente.
Aumentam a intensidade.
Mudam a frequência.
Trocam o protocolo.
Mas poucas param para avaliar o que o corpo está tentando mostrar.
Um glúteo que não responde pode ser apenas a consequência.
A causa pode estar na postura, na pelve, nos padrões de movimento ou até no recrutamento muscular.
Antes de escolher a corrente, eu preciso entender o tecido.
Antes de escolher a frequência, eu preciso entender o corpo.
Essa é a diferença entre aplicar corrente e construir resultado.
Você já teve uma paciente cujo glúteo simplesmente não respondia?
estéticaavançada biomecânica
16/05/2026
“O ChiTrinca é saúde. Não só estética.”
Essa frase chegou no grupo das alunas essa semana e eu precisava compartilhar.
A Railane () está fazendo ChiTrinca há 2 meses.
1x por semana.
Sem seguir dieta certinho.
E ontem ela fez uma bioimpedância e comparou com a de 2 meses atrás.
Os números:
↓ 3,2 kg de peso total
↓ 2,4 kg de gordura corporal
↓ 1 ponto de gordura visceral
↑ Hidratação: de baixo para saudável
✅ Massa muscular — mantida e classif**ada como excelente
Isso não é emagrecimento qualquer.
Perder gordura e manter músculo ao mesmo tempo é o que diferencia um protocolo clínico estruturado de um treino aleatório.
E olha o que ela disse:
“Isso porque não seguir a dieta certinho. É só um treino na semana. O ChiTrinca é saúde não só estética.”
É exatamente isso.
O ChiTrinca não é só eletroestimulação.
É frequência certa. É raciocínio clínico. É entender o que o corpo precisa e entregar isso com protocolo.
O resultado aparece na pele, no tecido, na bioimpedância.
E na fala espontânea da paciente que não esperava tudo isso.
Se você quer aprender a aplicar esse protocolo na sua prática, o link do Chi Trinca está na bio.
Salva esse post e mostra para sua paciente ou aquela colega que ainda acha que eletroestimulação é só choquinho.
06/05/2026
Isso não é só flacidez de pele.
É perda muscular.
Com o passar do tempo, se não estimulado, o corpo perde massa, perde músculo, evoluindo para um quadro de sarcopenia, que envolve mais do que estetica, envolve saúde. O tecido perde sustentação e a pele começa a “sobrar”.
E não é só estética.
É função, é resposta, é qualidade de tecido.
Nesse caso:
Paciente de 70 anos, sarcopenica
Após 9 sessões de corrente
O que mudou não foi só a aparência.
Foi a resposta muscular.
E quando o músculo volta a responder, o tecido muda.
👉 Não é sobre fazer mais.
É sobre estimular certo.
Se você quer aprender a trabalhar esse tipo de caso de forma estratégica, vem pro “CHITRINCA”.
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