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10/01/2023

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07/01/2023

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07/01/2023

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28/12/2022

7 - O princípio da excelência profissional: Os judeus valorizam o trabalho e amam trabalhar! Os judeus entendem que qualquer pessoa, independente com o que ela trabalhe, deve trabalhar com extrema excelência. Excelência a ponto de se destacar em meio aos outros profissionais de sua área. Esse princípio é extraído no trecho do livro de Míshlê (Provérbios) 22:29, que diz:

“Você está vendo alguém que é habilidoso naquilo que faz? Ele será posto diante de reis.”
Na Torah, os trabalhadores produtivos e virtuosos são repetidam

28/12/2022

6 - Adaptação: O judeu não se intimida com barreiras e dificuldades, se adapta. Não só se adapta, como, durante o processo de adaptação, busca oportunidades. Um judeu não se deixa abater pelos entraves, mas foca em procurar oportunidades e pontos positivos. Recentemente li um livro chamado "A histórias dos judeus", de Paul Johnson, que, em certa altura, descrevia como os judeus que fugiram da miséria na Europa para a América do Norte, quando os Estados Unidos ainda era um protótipo de país, viram em Nova York uma oportunidade de crescer na vida através da indústria, em uma época que não tinha nada por lá e que a revolução industrial nem era tudo isso ainda... Aquele país era recém independente da Inglaterra, berço da revolução industrial, e, quando os judeus chegaram, as primeiras fábricas ainda estavam começando a funcionar. Os judeus, muito pobres e recém chegados, foram trabalhar nas primeiras indústrias de lá, para aprender como funcionavam, e, após, saíram para abrir suas próprias indústrias. Hoje, em Nova York, bairros inteiros são judaicos. E eles são os maiores industriais dos Estados Unidos da América! Sucesso não está ligado à posição onde você se encontra, mas a direção em que você olha!

22/12/2022
21/12/2022

É importante esclarecer que a acumulação de riqueza não está relacionada com a mesquinhez. A Torah também ensina a doar. Há um dever de cuidar dos mais pobres, através de doações. A Torah ensina o mandamento da Tzedakah, ou caridade, "não deves fechar a mão para seu irmão necessitado" (Devarim. 15:7-8). O papel do homem no mundo não é só trabalhar, criar, inovar, acumular riquezas, mas também cuidar do próximo mais necessitado. Inclusive, o maior nível de caridade judaica é achar um emprego para alguém! Ademais, os judeus têm uma fé muito interessante sobre compartilhamento, não somente em relação a doação de dinheiro em espécie, mas ao compartilhamento das coisas em geral. Por exemplo, se você encontrasse uma forma de ganhar muito dinheiro, você guardaria o segredo a 7 chaves, temendo que outra pessoa encontrasse e ganhasse mais do que você? Esse tipo de pensamento não é muito judaico... É como se você estivesse dizendo que você não vai compartilhar a sua ideia porque o mundo é escasso, e que as coisas irão faltar porque não tem para todo mundo. Para um judeu essa é uma negação de um princípio básico da fé judaica: Que D´us é infinito e que, de acordo com a sua infinitude, a bondade, misericórdia e provisão Dele também são infinitas. E que, se somos sócios de D´us na criação, como expliquei acima, a partir do momento que adotamos a posição de "criadores" também podemos gerar "infinitos" e "abundância". Reconhecer que "tem para todo mundo" é reconhecer a infinitude de D´us, e negar isso é o mesmo que negar que D´us é infinito. Isso se traduz em práticas do dia a dia. Um judeu tem o hábito de indicar o trabalho dos outros, falar bem de pessoas que conhece, "vender" produtos e serviços que nem são dele. Um judeu no mercado de trabalho não será aquele funcionário que retém ideias e informações, pelo contrário, mesmo a ideia mais genial dele vai circular... simplesmente pelo hábito de compartilhar! O judeu acredita no compartilhamento, não só dinheiro, mas também conhecimento, informação. Quanto mais você compartilhar o que faz bem… mais daquilo você terá. Isso é pensamento de abundância.V

21/12/2022

5 - Pensamento acerca abundância: Todo judeu é ensinado a dividir tudo o que ganha de forma tripartite: a) 1/3 para viver; b) 1/3 para reservar/investir; c) 1/3 para "fazer o bem". Um judeu sempre tem dinheiro guardado. E, ainda que em tempos difíceis não consiga guardar 1/3, o judeu, pelo menos, sempre vai guardar o suficiente ou o que ele puder guardar. O importante é ter a reserva e ter investimentos. Há 3300 anos atrás, a Torah já ensinava a importância de poupar e investir! Para além disso, a acumulação de riquezas é vista como uma virtude, como uma benção. Inclusive a Torah descreve com muitos detalhes a riqueza dos patriarcas Avraham, Itzhak, Yaacov (Abraão, Isaque e Jacó). A riqueza acumulada honestamente é sinal de grande esforço, habilidade e sucesso em ser sócio de D´us no processo criativo. O indivíduo rico não é aquele que "tem muito dinheiro", mas é aquele que foi bem sucedido em expressar a imagem e semelhança de D´us como criador. Isto porque, se o homem participa do processo criativo, e se o faz através de um trabalho ético e honesto, ele é abençoado com o resultado desse trabalho. O resultado desse trabalho é a "riqueza", e sim, ela deve ser tratada como uma benção, e, por ser uma benção, não deve ser desperdiçada. Em resumo, os judeus estão sempre cuidando com inteligência daquilo que têm em abundância.

20/12/2022

4 - Um judeu nunca gasta tudo o que ele ganha. E, em hipótese alguma, um judeu gasta mais do que ele ganha. E isso incluí não estourar o cartão de crédito, não fazer excessivas compras parceladas, evitar comprar coisas que não se pode pagar à vista. Baal Shem Tov, um dos maiores rabinos de todos os tempos, também pregava o desapego às coisas materiais. O povo judeu sempre teve de se adaptar a diversas condições diferentes e passou por problemas vistos como sem solução, por isso a visão dos judeus em relação às coisas materiais é diferente. Ele ensinava algo que hoje poderia ser traduzido mais ou menos para: "sempre pense se você realmente precisa daquela coisa antes de comprar. E só compre se, depois de pensar mais de uma vez, você ainda achar que realmente precisa".

20/12/2022

Não há nenhum segredo dos judeus escondido na genética ou escolha divina. Só o óbvio: culto à educação. Todo judeu dá importância máxima à educação de qualidade, pois, para eles, o conhecimento é a base para a prosperidade.

20/12/2022

3 - Ser "sócio de D´us": Na Torah está escrito que “o homem é criado à imagem de D´us”. Em razão disso, o judaísmo crê que se D´us é o Criador "do mundo", o homem é criador "no mundo" também. Ao homem foi dada a essência divina para ser um parceiro de D´us no ato da criação. A Midrash (livro de contos do judaísmo) diz que “tudo o que foi criado, durante os seis dias que D´us criou o mundo, ainda requer trabalho”. Portanto, o homem deve aperfeiçoar as coisas já existentes por meio do domínio dos recursos materiais, do trabalho e da inovação. No judaísmo, o trabalho, a atividade criativa e a inovação são caminhos pelos quais a imagem divina é expressa. Por isso, desde criança o judeu é ensinado que não se deve reproduzir, mas sim inventar! As crianças são ensinadas a olhar sempre com uma ponta de desconfiança aquilo em que todos acreditam, bem como a dar uma ponta de crédito a ideias ou projetos que todos desmerecem. Não é a toa que, desde seu lançamento, em 1901, o Prêmio Nobel foi conferido a mais de 140 judeus. Os judeus são ensinados a reverenciar a criatividade intelectual. Os judeus acreditam que o conhecimento do passado sempre pode ser aperfeiçoado e melhorado.

20/12/2022

2 - Amor ao estudo: Das 613 mitzvoz, as regras da vida judaica, uma das mais importantes é estudar. Principalmente a Torah, mas, para além de estudar a Torah, os judeus são ensinados a amar e estudar todo tipo de ciência: filosofia, letras, psicologia, matemática, física, química, idiomas. E não é "fazendo faculdade de tudo", mas sim, sentando na cadeira e abrindo um livro. Os judeus estudam pelo menos duas vezes por dia. E a coisa funciona mesmo. Dias atrás, um amigo judeu entrou em uma conversa profunda comigo sobre a teoria da relatividade de Einstein e quântica. Meu professor de física nunca conseguiu fazê-las parecer tão interessante na escola. Os Judeus acreditam que as leis da natureza são as leis de D´us, por isso eles se engajam no estudo de todas as ciências. Outra questão é que os judeus foram perseguidos por centenas de anos, e, por isso, aprenderam que podem arrancar suas terras, propriedades, mas não o que está em sua cabeça. Então, obter conhecimento, acima de tudo, é a garantia de sobrevivência.

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