Saúde Natural e Bem Estar
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Saúde Natural e Bem Estar, Saúde/Beleza, Rua Aribugu N:311, São Paulo.
O ANSIOSO VIRA UM FUGITIVO
Muitas vezes, a pessoa ansiosa vive em estado de fuga sem perceber claramente do que está fugindo.
O perigo pode nem estar presente, mas experiências, medos e padrões aprendidos podem manter o corpo em alerta. Então ela foge de situações, pessoas, decisões, sentimentos e até do silêncio. Ela não está necessariamente fugindo do presente. Está respondendo a um perigo que seu sistema ainda interpreta como real. Por isso, não basta apenas mandar a pessoa “parar de pensar”. É preciso compreender o que mantém esse estado de alerta e trabalhar sua regulação.
Terapia, atividade física, sono adequado, respiração, contato com a natureza e outras práticas de regulação podem fazer parte desse caminho.Pedir ajuda não é o fim do caminho. Pode ser justamente o começo do reajuste.
O PERIGO PASSOU, MAS A MENTE INCONSCIENTE AINDA NÃO SABE.
Essa criança passou por uma situação extremamente traumática. Observe o corpo: tremores, tensão, medo e estado de alerta.
Experiências traumáticas podem manter o sistema nervoso em modo de sobrevivência, mesmo quando o perigo imediato já passou.
Quando ela encontra acolhimento, proteção e segurança, o corpo começa a perceber: “agora eu estou seguro.” E então vêm o choro, a emoção e o início da regulação.
É por isso que trauma não é simplesmente dizer: “esquece isso e segue em frente.”
A mente pode tentar seguir, enquanto o corpo ainda reage àquilo que viveu.
Traumas precisam ser acolhidos, compreendidos e tratados. Segurança também começa na mente e passa pelo corpo.
A nobreza começa tratando o outro como você gostaria de ser tratado. Mas amadurece quando você aprende a se colocar no lugar dele. Não é carregar sua culpa nem sentir dó; é compreender e ter misericórdia.
PARA DESESTRUTURAR UMA ESTRUTURA, PRECISAMOS CONSTRUIR OUTRA.
O racismo estrutural existe. Precisamos enxergá-lo, mas não permitir que ele nos paralise.
Não basta apenas apontar a estrutura. É preciso agir: estudar, crescer, ocupar espaços, liderar e abrir caminhos para quem vem depois.
Reconhecer as barreiras, enfrentá-las e construir uma nova estrutura.
A CULPA É DA CRIANÇA?
A questão vai muito além da criança.
Criança precisa de limite, direção e consequência, porque ainda está desenvolvendo autocontrole e compreensão das regras.
Quando uma criança não aceita um limite a ponto de uma situação sair do controle, precisamos perguntar: quem está conduzindo quem?
Não significa culpar automaticamente os pais — uma cena isolada não conta toda a história. Mas educar também significa saber sustentar o “não”.
E existe outro ponto: cinto no avião não é negociação, é segurança.
Agora eu deixo uma pergunta para você responder:
Será que o problema são as crianças… ou nós, adultos, estamos desaprendendo a colocar limites?
A ESCRAVIDÃO NUNCA ACABOU !!!
apenas mudou de nome e de forma.
Se você não mudar a mentalidade e enxergar os novos ciclos de exploração, pode continuar preso achando que é livre.
🤎🖤✊
O PRECONCEITO PODE ESTAR NO OLHAR DELES. NÃO DEIXE ENTRAR NA SUA MENTE.
O racismo estrutural existe e precisa ser enfrentado. Ele foi construído historicamente e deixou marcas profundas na sociedade e também na forma como muitas pessoas enxergam o negro. Mas reconhecer essa estrutura não significa aceitar que ela determine o nosso destino.
Joaquim Barbosa chegou ao Supremo Tribunal Federal e ocupou uma das posições mais importantes do país. Isso não prova que o racismo acabou; prova que a existência do racismo não define a capacidade de uma pessoa negra.
Alguém pode olhar para mim e pensar que, por eu ser negro, não deveria ocupar determinado espaço. Esse pensamento pertence à mente dessa pessoa, não pode se tornar uma crença dentro da minha.
Quanto mais negros estudam, se qualificam, empreendem, lideram e ocupam espaços, mais quebramos velhos padrões e construímos novas referências.
Reconhecer o racismo, sim. Ser paralisado por ele, não. A história explica de onde viemos, mas não precisa determinar até onde podemos chegar.
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Categoria
Site
Endereço
Rua Aribugu N:311
São Paulo, SP