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👩⚕️🤵 Cuidado especializado em estomias, feridas e incontinências.
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12/06/2026
12/06/2026
A partir de agora, seguirei compartilhando meus conteúdos profissionais em:
👉 Prof. Edson Diniz | Estomaterapia
Por lá você encontrará conteúdos sobre:
• Estomaterapia
• Feridas
• Estomias
• Atenção Domiciliar
• Inteligência Artificial em Saúde
• Educação em Enfermagem
Obrigado a todos que acompanharam o Estomaterapia pra Você ao longo desses anos.
Nos vemos por lá.
Um abraço,
Edson Maruyama Diniz
07/06/2026
Às vezes a gente acha que vai a um congresso pelas palestras.
Mas volta para casa lembrando das pessoas.
Foram dois dias intensos de reencontros, conversas, trocas de experiências, novas conexões e muitas histórias compartilhadas no 5° Congresso Paulista de Estomaterapia!
Reencontrei professores que fizeram parte da minha formação, colegas de longa data, parceiros de projetos, profissionais da indústria, alunos e amigos que a estomaterapia me trouxe ao longo dos anos.
Também conheci pessoas novas, iniciei conversas que certamente vão gerar novos projetos e tive a oportunidade de fortalecer relações que foram construídas ao longo de muitos anos de profissão.
Os trabalhos apresentados foram importantes.
Mas o que mais levo deste congresso são as pessoas.
Porque no final das contas, são elas que tornam a jornada profissional mais rica, mais desafiadora e mais significativa.
Obrigado a todos que reservaram alguns minutos para conversar, compartilhar experiências, tirar uma foto ou simplesmente colocar a conversa em dia.
Parabéns à SOBEST e à comissão organizadora pela realização de mais um grande evento.
Volto para casa cansado, mas com a sensação de que valeu a pena cada minuto.
Esse foi apenas o começo...
Um abraço,
Edson
31/05/2026
Alguns momentos merecem ser guardados na memória. E este é um deles!
Me formei em Enfermagem em 2006 e, durante a graduação, estudei os conteúdos da Profa. Maria Júlia Paes nas disciplinas de Administração em Enfermagem.
Esta semana tive a oportunidade de dividir o palco com ela no 3°Congresso Feridas.
A professora falou sobre gestão de conflitos e liderança.
Mesmo diante de problemas técnicos com a apresentação, conduziu a palestra com a tranquilidade e a experiência de quem domina o tema e sabe conversar com o público sem depender dos slides.
Ao final, recebeu uma merecida ovação de pé de um auditório lotado.
Entrei para palestrar logo em seguida (sem pressão).
Antes de iniciar minha apresentação, fiz questão de agradecer pela contribuição que ela teve na formação de tantos enfermeiros ao longo dos anos.
Curiosamente, nossas palestras se encontravam em um ponto importante.
Ela falou sobre liderança, relações humanas e gestão de pessoas.
Eu encerrei minha apresentação com a frase:
"A inteligência artificial reconhece padrões. O enfermeiro reconhece pessoas."
Talvez porque, no final, liderança, cuidado e tecnologia continuem tendo algo em comum:
todos começam e terminam nas pessoas.
Professora Maria Júlia, obrigado pela inspiração e pela generosidade de todos esses anos.
Foi uma honra compartilhar esse momento com você.
Novamente meu agradecimento a equipe que organizou este evento que já é um marco na história da enfermagem paulistana.
Um abraço,
Edson
29/05/2026
Ontem tive a oportunidade de falar no auditório principal do Congresso Feridas sobre IA, ética e julgamento clínico na estomaterapia.
Mais do que tecnologia, a discussão foi sobre responsabilidade, pensamento crítico e cuidado humano.
“A inteligência artificial reconhece padrões. O enfermeiro reconhece pessoas.”
Também foi muito especial dividir a mesa com a professora Maria Júlia Paes da Silva, referência que acompanha minha formação desde a graduação.
Ao final, tivemos uma conversa breve, mas muito significativa, dessas que lembram que a enfermagem continua sendo construída no encontro entre experiência, reflexão e novas perguntas.
Obrigado à Editora MPM Comunicação, Daisy Barreiros Archila, Rosangela Monalisa e Juliana Lucinda pelo convite e pela organização do evento.
Saio com a sensação de que essa conversa está apenas começando.
JulgamentoClínico
27/05/2026
Nos últimos meses, tenho estudado inteligência artificial aplicada à Estomaterapia.
E quanto mais mergulho nesse tema, mais percebo que a discussão nunca foi apenas sobre tecnologia.
Ela é sobre pessoas.
Porque no cuidado de feridas, quase nada é totalmente previsível.
Existe o paciente que perdeu a esperança de cicatrizar.
Existe a família cansada.
Existe a dor que não aparece na imagem.
Existe o silêncio de quem já passou por muitas tentativas sem resultado.
A inteligência artificial pode ajudar muito.
E eu realmente acredito nisso.
Pode organizar informações.
Apoiar decisões.
Reconhecer padrões que talvez passem despercebidos.
Mas nenhuma tecnologia substitui aquilo que acontece quando o profissional olha o paciente além da lesão.
Cuidado continua sendo encontro humano.
E talvez o maior desafio dos próximos anos seja exatamente esse:
avançar tecnologicamente sem perder sensibilidade clínica, escuta e humanidade.
Nessa semana estarei no 3º Congresso Feridas, em São Paulo, compartilhando um pouco dessas reflexões.
Mais do que falar sobre inteligência artificial, quero discutir como seguimos cuidando de pessoas em um cenário cada vez mais tecnológico.
Porque inovação importa.
Mas presença também.
Um abraço,
Edson
26/05/2026
Tem coisas que a inteligência artificial ainda não consegue perceber.
O olhar do paciente quando ele perdeu a esperança.
O cansaço da família depois de semanas de internação.
O medo escondido atrás de um “está tudo bem”.
E quem trabalha com feridas sabe disso.
Porque muitas vezes o cuidado não muda apenas pela cobertura escolhida.
Muda pela conversa.
Pela escuta.
Pela forma como o paciente consegue confiar em você.
A IA pode ajudar muito na análise de dados, reconhecimento de padrões e apoio à decisão.
E isso é valioso.
Mas o cuidado continua acontecendo no encontro humano.
Na presença.
Na sensibilidade clínica.
Na capacidade de perceber aquilo que não aparece na foto da lesão.
Talvez o maior desafio dos próximos anos não seja aprender a usar inteligência artificial.
Talvez seja continuar cuidando de pessoas sem deixar que tudo vire apenas dado, protocolo e velocidade.
Nessa semana vou discutir esse tema no 3º Congresso Feridas, em São Paulo.
Porque tecnologia importa.
Mas humanidade também.
Um abraço,
Edson
25/05/2026
O maior risco da inteligência artificial não é ela errar.
É a gente parar de pensar porque ela respondeu rápido.
Na prática, o cuidado nunca é tão simples quanto parece na tela.
A IA pode sugerir a cobertura.
Pode reconhecer padrões.
Pode até indicar caminhos muito úteis.
Mas ela não entrou no quarto.
Não viu o paciente tentando esconder a dor.
Não percebeu o medo da família.
Não ouviu aquele “hoje eu não estou bem”.
E muitas vezes é exatamente aí que a decisão muda.
Porque feridas complexas não exigem só protocolo.
Exigem interpretação.
Sensibilidade.
Presença.
A tecnologia pode nos ajudar muito.
E eu realmente acredito nisso.
Mas nenhuma ferramenta substitui o julgamento clínico construído no encontro humano.
Talvez o futuro da Estomaterapia não dependa apenas de aprender a usar IA.
Talvez dependa de continuarmos lembrando aquilo que a máquina ainda não consegue fazer:
olhar pessoas além dos dados.
Nessa semana vou levar essa discussão para o 3º Congresso Feridas, em São Paulo.
E sinceramente?
Essa conversa está só começando.
Um abraço,
Edson
21/05/2026
5 trabalhos aprovados no Congresso Paulista de Estomaterapia.
3 como autor principal.
2 como coautor.
Mas o mais importante, para mim, foi perceber que todos os temas têm algo em comum: a tentativa de pensar o cuidado de forma mais ampla e mais humana.
Os trabalhos falam sobre: navegação assistencial, gestão da complexidade clínica, storytelling, cuidados paliativos e inteligência artificial.
E foi muito especial construir isso ao lado de pessoas que admiro: Marcela Hashimoto, Angela Bocara, Gleidson Dutra José Luís , Geysiane Rocha e alunas da pós-graduação em Estomaterapia da USCS.
Na próxima semana também estarei no Congresso Feridas apresentando outra palestra sobre inteligência artificial e Estomaterapia.
Vai ser uma semana intensa, mas muito significativa.
Mais do que números, fico feliz por participar de discussões atuais e relevantes para o futuro da Estomaterapia.
Um abraço
Edson
07/05/2026
A ferida tinha todas as características de úlcera venosa.
Localização. Aspecto. Histórico.
Uma IA treinada em padrões teria sugerido terapia compressiva.
Mas a paciente tinha dor 10.
Dez.
Esse número não estava no padrão. Estava no rosto dela.
Terapia compressiva numa úlcera arterial não tratada pode levar à amputação do membro.
Escolhi uma espuma com analgésico. A ferida respondeu.
A IA não errou porque é burra.
Errou porque não estava na sala.
Não viu a dor.
Não ouviu a paciente.
Algoritmo reconhece padrão.
Enfermeiro reconhece pessoa.
Essa diferença tem nome: julgamento clínico.
No dia 28 de maio vou aprofundar esse tema no 3º Congresso Feridas, em São Paulo.
Um abraço,
Edson
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