Dra Andréia Lima
Fisioterapeuta Osteopata. Osteopatia pediátrica. Osteopatia pélvica, osteopatia da família.
Pilates - Sala 1106
R.P.G ** Osteopatia ** Osteopatia Ginecológica Obstetrica e Pediátrica. - Sala 2210
06/10/2026
Tem bebê que parece estar sempre “em alerta”: o corpinho f**a mais rígido, os movimentos parecem exigir esforço e até momentos que deveriam ser tranquilos, como colo, troca ou descanso, podem vir acompanhados de incômodo.
E são justamente essas pequenas percepções da rotina que gosto de ouvir durante uma avaliação. 🤎
Na osteopatia infantil, observo como esse bebê se movimenta, como posiciona cabeça e tronco, suas simetrias, mobilidade e respostas ao toque e às diferentes posições.
Cada bebê está aprendendo a organizar o próprio corpo fora do útero, mas quando a família percebe tensão ou desconforto frequentes, vale conversar com o pediatra e buscar uma avaliação individualizada.
Conforto também faz parte do desenvolvimento.
02/10/2026
Desacelerar no puerpério pode parecer difícil quando existe um bebê que precisa de você o tempo inteiro.
São ma**das, colo, noites interrompidas, adaptações, um corpo se recuperando e uma rotina que mudou completamente. Em meio a tudo isso, muitas mães sentem que precisam voltar rapidamente ao ritmo de antes.
Mas existe um tempo que merece ser respeitado: o da mãe que acabou de nascer junto com seu bebê. 🤎
Na minha atuação com osteopatia materno-infantil, esse olhar envolve os dois. Observar o bebê, suas necessidades e seu desenvolvimento, mas também enxergar a mulher que está atravessando mudanças físicas intensas, aprendendo a amamentar, encontrando novas posições para dormir, carregar e cuidar.
Nem todo dia precisa render. Nem toda adaptação precisa acontecer depressa.
Às vezes, desacelerar signif**a simplesmente permitir que mãe e bebê encontrem, juntos, o ritmo dessa nova fase.
O puerpério também precisa de tempo, cuidado e acolhimento.
01/10/2026
Outubro chega para reforçar um cuidado que precisa acompanhar as mulheres durante o ano inteiro: olhar para o próprio corpo com atenção e manter os exames em dia. 🎀
Conhecer as mamas, observar possíveis alterações e conversar com um profissional de saúde diante de qualquer dúvida são atitudes importantes para a prevenção e para o diagnóstico precoce do câncer de mama.
Mais do que vestir rosa, este mês nos convida a transformar informação em cuidado. Incentive sua mãe, suas irmãs, amigas e todas as mulheres que fazem parte da sua vida a reservarem um tempo para a própria saúde.
Seu corpo se comunica. Escute, observe e cuide-se com carinho. 💗
Compartilhe esta mensagem com uma mulher especial e ajude esse lembrete a chegar mais longe.
30/09/2026
Às vezes, o que parece ser apenas um momento difícil da rotina começa a chamar atenção pela repetição.
O bebê chora sempre ao passar a roupa pela cabeça, reclama quando um dos braços é movimentado, f**a desconfortável em determinada posição ou reage intensamente durante algumas trocas. E, sem perceber, a família começa a adaptar tudo para evitar aquele movimento.
Esses detalhes são importantes. 🤎
Na avaliação osteopática infantil, observo como o bebê movimenta o corpo, suas simetrias e como responde a diferentes posições e estímulos. O objetivo é compreender se existe alguma limitação ou tensão que mereça atenção, sempre considerando a história e o desenvolvimento daquele bebê.
A rotina também traz pistas importantes para a avaliação. Por isso, conte ao profissional aquilo que você percebe em casa, mesmo quando parecer um detalhe pequeno.
28/09/2026
No cuidado com um bebê, é comum que toda a atenção esteja voltada para alimentação, sono, choro e rotina. Mas alguns sinais do corpo também merecem ser observados com atenção. 🤍
Preferência constante por virar a cabeça para um único lado, dificuldade para mamar em determinada posição, desconforto durante o tummy time, assimetrias na cabeça, torcicolo muscular congênito, tensão corporal ou dificuldade para encontrar posições confortáveis são questões que precisam de avaliação adequada.
Na osteopatia materno-infantil, o olhar considera o bebê de forma individual, avaliando mobilidade, tensões e aspectos que podem estar relacionados ao seu conforto e desenvolvimento.
E esse cuidado não precisa começar somente quando o desconforto já está interferindo intensamente na rotina da família.
O desafio para esta semana é observar com mais atenção aquilo que você percebe no seu bebê e vem deixando para depois.
Se algo chamou sua atenção, dê o primeiro passo: busque uma avaliação profissional.
Cuidar cedo também é uma forma de acompanhar o desenvolvimento com mais atenção e segurança. 🤎
25/09/2026
Depois que o bebê nasce, quase toda a atenção naturalmente se volta para ele. E, enquanto isso, existe uma mulher atravessando uma das maiores reorganizações físicas da própria vida. 🤎
São horas amamentando, carregando peso, levantando durante a madrugada, repetindo posições e tentando encontrar uma nova rotina enquanto o corpo ainda se recupera da gestação e do parto.
Nesse período, dor cervical, tensão nos ombros, desconforto lombar e dificuldade para encontrar uma posição confortável podem começar a fazer parte dos dias... e muitas mulheres simplesmente seguem...
No meu acompanhamento materno-infantil, eu também olho para essa mãe: como ela se movimenta, onde sente dor, quais sobrecargas surgiram e como seu corpo está respondendo às novas demandas.
Cuidar do bebê também pode incluir cuidar de quem passa tantas horas sustentando, amamentando, embalando e acolhendo esse bebê.
A consulta dele não precisa ser o único cuidado marcado na agenda. Você também merece espaço para o seu corpo. 🌿
24/09/2026
Às vezes, aquilo que parece uma “mania” é um padrão que merece ser observado com mais atenção.
O bebê que vira sempre para o mesmo lado, reclama em determinadas posições, se joga para trás, f**a muito rígido, evita alguns movimentos ou só consegue mamar confortavelmente de uma forma específ**a pode estar mostrando, através do corpo, que algo está difícil para ele.
E bebê ainda não consegue explicar onde incomoda. Ele comunica pelo movimento, pelo choro, pela postura e pela maneira como reage ao toque e às posições.
É justamente esse olhar que faz parte do meu trabalho na osteopatia materno-infantil: avaliar o bebê de forma individual, entender sua história e observar mobilidade, tensões e assimetrias que possam estar relacionadas aos desconfortos apresentados.
Nem todo comportamento signif**a que existe uma alteração. Mas quando um padrão se repete, vale investigar antes de simplesmente acostumar-se com ele. 🤎
Seu bebê apresenta algum comportamento que você sempre considerou uma “mania”?
23/09/2026
Às vezes, a mãe percebe primeiro na ma**da: de um lado o bebê se acomoda, mama tranquilo e parece relaxado. Quando troca de lado, ele reclama, se solta, f**a irritado ou tenta voltar para a posição anterior.
Quando isso acontece com frequência, vale olhar além da mama escolhida. 💛
A preferência pode estar relacionada à forma como o bebê movimenta a cabeça, o pescoço, a mandíbula e até o tronco. Torcicolo, tensões e assimetrias podem fazer com que uma posição seja mais confortável que a outra.
Na osteopatia materno-infantil, avaliamos justamente essa organização corporal para entender se existe alguma limitação interferindo no conforto durante a amamentação.
Observe também fora das ma**das: ele costuma olhar sempre para o mesmo lado? Dorme com a cabeça na mesma posição? Reclama quando você tenta virá-lo?
Esses pequenos comportamentos ajudam a contar uma história que merece ser observada por inteiro.
Porque, às vezes, o bebê não está simplesmente escolhendo um lado. Ele está mostrando onde consegue f**ar mais confortável. 🤎
22/09/2026
🌸 Bem-vinda, Primavera!
A natureza tem seu próprio ritmo. Antes de uma flor se abrir, houve tempo de preparação, crescimento e transformação. Com o corpo, especialmente na maternidade e no desenvolvimento dos bebês, também aprendemos a respeitar processos.
Na osteopatia materno-infantil, esse olhar está muito presente no meu trabalho. Cada bebê chega com sua história: a gestação, o nascimento, suas adaptações, seus movimentos e a maneira particular como seu corpo responde ao mundo. E cada mãe também atravessa mudanças profundas enquanto aprende a acolher essa nova fase.
Cuidar é oferecer condições para que esse processo aconteça com mais conforto, mobilidade e respeito à individualidade de cada corpo.
Que a chegada da primavera nos lembre que florescer também precisa de espaço, tempo e cuidado. 🌷
E que possamos acolher cada nova fase com a delicadeza que ela merece. 🌿
Por um filho, uma mãe encontra forças que nem sabia que tinha. Enfrenta noites mal dormidas, inseguranças, preocupações e atravessa fases que podem ser muito mais difíceis do que imaginava. 🌻
Mas ser capaz de enfrentar tudo não signif**a que ela precise enfrentar tudo sozinha.
Quando um bebê apresenta desconfortos, dificuldades na amamentação, preferência de lado, alterações no sono, tensões ou desafios no desenvolvimento, ter um olhar profissional pode ajudar a compreender melhor o que aquele corpinho está comunicando.
Na osteopatia materno-infantil, meu trabalho é acolher mãe e bebê, avaliar cada história individualmente e, quando houver indicação, contribuir para trazer mais conforto e mobilidade durante essa fase.
A força da mãe continua sendo dela.
O cuidado especializado apenas ajuda a tornar a travessia mais leve. 🤎
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