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23/12/2024

Dermatologistas identif**am as necessidades específ**as da sua pele
Como foi mostrado até aqui, cuidar da pele é essencial. Não só por uma questão de aparência e autoestima, mas de bem-estar psicológico e físico.

Afinal, estamos falando de um órgão do corpo que também está sujeito a diversos tipos de disfunções, lesões e doenças. Para se ter ideia, como reforça oportal da Sociedade Brasileira de Dermatologia, há mais de três mil enfermidades possíveis.

Por isso, é importante que você faça um acompanhamento médico com o profissional especialista nos cuidados e intervenções para a saúde da pele: o dermatologista. Ele vai avaliar as características da sua epiderme e a partir daí:

Orientar quanto à sua rotina de cuidados em casa (a skin care);
Prescrever cosméticos adequados à sua pele;
Identif**ar problemas de saúde, as causas deles e as melhores formas de tratá-los;
Solicitar exames complementares (como os de imagem e de sangue) se necessário.
Além disso, o dermatologista também vai acompanhar o estado de saúde e da aparência dos seus cabelos e unhas. Afinal, são partes do corpo que também precisam de atenção, rotina de cuidados e avaliação periódica para identif**ação de doenças.

23/12/2024

8 dicas para cuidar da pele
Já mostramos a importância de cuidar da pele e os benefícios que isso traz para a sua saúde e autoestima. Porém, você deve estar se perguntando como fazer isso na prática, não é mesmo? Portanto, fique atento a nossa lista de sugestões!

1. Mantenha a hidratação
Quando a pele não está hidratada é fácil notar: o toque se torna mais áspero, ela perde o viço, qualquer lesão pode desencadear marcas e cicatrizes por conta da hipersensibilidade local e ela f**a suscetível a queimaduras.

Como se tudo isso não fosse o bastante, a desidratação diminui a capacidade da cútis de proteger o nosso corpo de poluentes e microorganismos (vírus, bactérias, fungos etc.).

Porém, dá para resolver essa questão de duas maneiras simples. A primeira é beber cerca de 2L de água diariamente para manter equilibrada a quantidade de água corporal.

A segunda é utilizando cosméticos que reforçam a hidratação de forma externa, os chamados hidratantes. Elas são muito úteis principalmente em regiões do corpo que costumam ser mais secas (como joelhos e cotovelos) e áreas de constante fricção (como axilas e virilha).

2. Pratique a limpeza diária
A limpeza da pele precisa ser diária. Afinal, ela acumula impurezas, oleosidade e suor. Em especial, quando você passa o dia fora de casa, pratica atividade física ou se expõe a locais com poluição. Esse combo contribui para que bactérias, fungos e outros germes se proliferem na cútis e causem mau odor, coceira e até mesmo doenças de pele.

Portanto, tome banho, no mínimo, uma vez todos os dias. O rosto, por sua vez, pode ser lavado duas vezes: uma pela manhã, ao acordar, e uma à noite, antes de dormir. Quem usa produtos de maquiagem, como base, corretivo e pó, deve reforçar ainda mais o momento da higienização da face, ok?

É que deitar sem retirá-los pode fazer com que os seus poros acabem obstruídos e haja um acúmulo maior de sebo e germes na região. Como resultado, isso pode levar ao surgimento de cravos e espinhas, foliculite, dermatites entre muitos outros problemas.

3. Não exagere na esfoliação
Esfoliar a pele é uma atividade que contribui para a renovação celular, ajudando ela a adquirir uma aparência e um relevo mais jovem. Por isso, é algo que deve ser feito, no mínimo, uma vez por mês.

No entanto, evite usar buchas para o corpo com tecido muito abrasivo. Em vez de apenas retirar as células mortas e impurezas, você pode machucar e irritar a cútis.

No rosto, por exemplo, não é indicado o uso de acessórios para esfoliação. Há sabonetes e máscaras faciais próprios para esse objetivo, pois contam com partículas esfoliantes que não agridem a pele da face — que é muito mais sensível e delicada.

4. Use proteção solar
O protetor solar não pode faltar no seu dia a dia — e isso vale tanto para o corpo quanto para o rosto. Ele é indispensável para proteger a pele da radiação emitida pela luz natural (do sol) e também pela luz artificial (de lâmpadas e aparelhos eletrônicos).

Afinal, sem esse cuidado, você pode desenvolver vários problemas. É o caso de marcas de sol (nos braços, nas pernas e nos pés), melasma (na região da face), manchas senis (no colo, nas mãos, nos braços etc.), queimaduras e irritações.

Além disso, exposições excessivas aos raios ultravioleta (UVA e UVB) contribuem para o envelhecimento precoce e acelerado da pele. Ela perde a elasticidade, a firmeza, a maciez, o viço e a sustentação, f**ando com desenvolvendo (e acentuando com o tempo) linhas de expressão e rugas, além da perda de contorno do rosto e o afundamento dos sulcos faciais.

Outro motivo signif**ativo para o uso do protetor solar é reduzir as chances de se ter câncer de pele. Isso porque, como aponta estudo da Revista Diagnóstico & Tratamento, a radiação solar é o principal fator desencadeante dessa doença.

Inclusive, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), por meio de nota oficial, mostra que entre 2009 e 2019 houve 394.770 casos de pessoas diagnosticadas com câncer de pele que precisaram de internação.

Para completar, nesse mesmo período de tempo, 33.339 brasileiros faleceram por conta do avanço dessa neoplasia. Estados como São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais foram os que concentraram a maior parte desses números. Sendo, apenas os quatro, responsáveis por cerca de 17.043 mortes — o que dá 51,12% do total.

5. Evite exposição solar em horários de alta radiação
A quinta dica está bastante relacionada à anterior. Trata-se de evitar a exposição solar em horários de alta radiação por conta dos problemas que isso pode trazer — dos quais falamos há pouco. Ou seja, entre 10h e 16h.

Isso é ainda mais importante durante o verão, quando as temperaturas estão mais elevadas e as pessoas tendem a aumentar a ida às praias, aos clubes com piscinas e aos parques aquáticos. “Então quer dizer que se eu não for para esses locais posso relaxar os cuidados com a pele?”, você pode estar pensando. Porém, a resposta é não.

Isso porque essa exposição à luz natural é inevitável. Logo, é preciso estar atento ao fazer atividades físicas ao ar livre, ao sair na rua para os compromissos cotidianos, ao ir para o trabalho de bicicleta, moto etc. Para tanto, além do uso do protetor solar, vale a pena investir em peças de roupa que criem uma barreira extra contra a radiação. Por exemplo:

Para o rosto: bonés e viseiras;
Para as pernas: calças no lugar de bermudas e shorts;
Para o dorso e os braços: camisas (com mangas longas) de proteção UVA e UVB; e
Para os pés: tênis no lugar de sandálias e chinelos.
6. Tenha uma alimentação saudável
Procure manter uma alimentação saudável em todas as suas refeições do cotidiano. Na prática, isso signif**a reduzir alimentos e bebidas que:

São ricos em açúcar e adoçantes artificiais, já que isso contribui para causar não apenas diabetes, mas também resistência à insulina — o que, por sua vez, desencadeia o aparecimento de manchas na pele, como a acantose nigricans;
São fontes consideráveis de sódio (ou seja, sal), pois isso afeta o nível de hidratação do corpo, levando ao ressecamento da pele e também à retenção de líquido — o que causa sensação de inchaço e flacidez;
Têm grande volume de álcool, já que ele altera a circulação sanguínea, afeta o funcionamento do fígado e ainda pode comprometer os rins. Tudo isso pode provocar manchas na pele, crises inflamatórias e o agravamento de doenças cutâneas (como é o caso da rosácea e do melasma).
Fora todos esses pontos citados, é importante lembrar que a alimentação é a principal forma que os seres vivos têm para obter nutrientes importantes para o funcionamento do organismo. Logo, uma dieta inadequada pode levar a casos de desnutrição, obesidade, colesterol alto, hipertensão e muito mais.

Isso sem mencionar que a falta de vitaminas, minerais, proteínas e afins vai afetar diretamente a aparência da pele. Prova disso é o colágeno — responsável pela firmeza, sustentação, resistência e uniformidade da pele — que se trata de uma proteína.

Segundoestudo da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, ela chega a representar até 30% de todas as proteínas no nosso corpo. Outra comprovação é que muitas vitaminas têm papel antioxidante. Ou seja, combatem os radicais livres que aceleram o envelhecimento cutâneo. O mesmo estudo cita alguns exemplos: como a C e a E.

7. Estabeleça uma rotina de cuidados
A sétima dica é estabelecer uma rotina de cuidados que você possa seguir em casa. A famosa skin care, como ficou popular na internet. Lembrando que a ideia é que não seja algo extenso, mas sim prático e simples. Por exemplo, hábitos de higienizar, esfoliar, hidratar, retirar maquiagem, passarprotetor solar e muito mais.

Isso é importante para que tanto o corpo quanto o rosto recebam a devida atenção, fiquem sempre limpos, estejam protegidos e devidamente hidratados.

Porém, antes de escolher os produtos que você usará nesse processo diário, lembre-se de se consultar com um dermatologista. Ele vai lhe auxiliar a escolher os itens mais adequados para o seu tipo de pele e que vão lhe ajudar a conter problemas como ressecamento, oleosidade, acne, manchas etc.

8. Escolha cosméticos adequados
No primeiro tópico nós já falamos sobre cosméticos, mas vamos retomar o assunto aqui. Afinal de contas, eles são grandes aliados no cuidado da pele, ajudando a hidratá-la, a higienizá-la e a renová-la.

Além disso, esses produtos também podem ter a finalidade de estimular a produção de colágeno, controlar a oleosidade, reduzir a acne, atenuar manchas, controlar inflamações, suavizar marcas de expressão e por aí vai. Portanto, vale a pena inseri-los na sua skin care.

Para tanto, f**a a mesma dica passada no tópico anterior: passar primeiramente por uma avaliação dermatológica para saber quais os cosméticos mais indicados para atender às suas necessidades e particularidades.

23/12/2024

Tipos de pele e diferentes cuidados
Ao todo, existem quatro padrões de pele com características diferentes. São elas: a normal, a seca, a oleosa e a mista. Veja os detalhes de cada uma!

Normal
A pele normal, como é possível imaginar, se trata daquela que tem níveis equilibrados tanto de hidratação quanto da produção de sebo nas glândulas sebáceas. Ela tende a ter um toque macio, maior resistência a mudanças climáticas e aceita melhor o uso de diferentes produtos de higiene, maquiagem e cosméticos.

Os cuidados aqui não são muito específicos como acontece nos outros tipos. Na verdade, envolvem medidas do cotidiano, como fazer uma limpeza diária, evitar exposição solar excessiva e se manter bem hidratado.

Seca
A pele seca recebe esse nome por conta da desidratação do órgão que é acentuada. Como resultado, ela se torna mais sensível que os outros tipos, tendo mais facilidade para f**ar irritada, sofrer lesões e adquirir um escurecimento em diferentes áreas (como o caso dos joelhos e cotovelos).

O principal cuidado aqui diz respeito a garantir a hidratação da pele. Evitando, dessa forma, um agravamento do estado dela — que pode passar de seca a ressecada. Afinal, isso é capaz de acelerar o envelhecimento precoce.

Oleosa
A oleosa, como o nome já entrega, é aquela onde as glândulas sebáceas são mais ativas. Com isso, há uma maior produção de sebo que deixa a cútis, ao longo do dia, mais brilhante.

Essa mesma característica também acarreta numa maior predisposição à acne, uma vez que o sebo em excesso pode obstruir a saída dos folículos onde se formam os pelos do corpo. Surgindo, assim, cravos e espinhas (internas ou externas).

O principal cuidado aqui envolve a higienização facial para controlar a oleosidade, além de desobstruir os poros e remover as impurezas que se tornam foco de bactérias — que, por sua vez, aumentam a inflamação das acnes. A esfoliação também ajuda na limpeza, podendo ser feita uma vez por semana em peles oleosas.

Mista
A mista é um padrão de pele bem peculiar. Isso porque uma parte do rosto tem um aspecto seco, sendo mais sensível e irritada, enquanto a outra parte é oleosa. Ou seja, tem um aspecto mais gorduroso e com maior facilidade para concentrar acne.

Se a sua pele é assim, você deve reforçar a hidratação de toda a face. Cremes e máscaras faciais podem ajudar nessa tarefa. Além disso, é preciso evitar o uso de produtos que contenham óleo na composição deles, em especial nas áreas com mais sebo — que costumam ser a testa, o queixo e o nariz.

22/12/2024

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