Rachel Nutricionista

Rachel Nutricionista

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Nutrição com ciência e paixão! Visite: www.rachelnutricionista.com.br
[email protected] Tel (11) 5096-2318 e (11) 3862-8312

Olá,
Sou nutricionista com 15 anos de experiência, formada pela USP com mestrado em Biologia Funcional e Molecular com ênfase em Bioquímica pela UNICAMP. Por quase dez anos integrei a equipe de nutrição da Escola de Educação Física e Esporte da USP. Levei nossas pesquisas em nutrição esportiva, metabolismo e diabetes para a Austrália, Escandinávia e Estados Unidos, por exemplo, e recebi prêmios ci

Photos from Rachel Nutricionista's post 30/05/2026

Stories p/ Feed. Obrigada por nos confiar seu maior tesouro: o Arthur!

Durante muito tempo, a seletividade alimentar foi interpretada como “frescura”.

Hoje sabemos que a ciência conta outra história.

Medo de experimentar novos alimentos (neofobia alimentar), hipersensibilidades sensoriais, rigidez comportamental, dificuldades motoras, ansiedade e experiências alimentares negativas podem influenciar profundamente a forma como uma criança se relaciona com a comida.

Por isso, não existem soluções prontas.

No , cada processo é desenhado individualmente.

Enquanto a investiga os fatores nutricionais, sensoriais, fisiológicos, motores e comportamentais envolvidos, nossa chef desenvolve receitas e experiências culinárias alinhadas às preferências, habilidades e desafios de cada criança.

Aqui, a criança não é convidada apenas a comer.

Ela observa, toca, cheira, prepara, transforma e experimenta os alimentos em um ambiente seguro, acolhedor e livre de julgamentos. E delicioso!

A família também faz parte desse processo. Pais, mães e cuidadores recebem orientações personalizadas para compreender os desafios específicos do seu filho e aprender estratégias que tornam as refeições mais tranquilas, respeitosas e positivas dentro de casa.

Não trabalhamos apenas para aumentar a lista de alimentos aceitos.

Trabalhamos para reduzir a ansiedade, ampliar possibilidades e reconstruir a confiança na relação com a comida — para a criança e para toda a família.

Porque uma criança não passa a comer um alimento novo porque foi convencida ou obrigada. Ela experimenta quando se sente segura para isso, e só aí pode integrar o novo ao seu repertório alimentar na medida em que vive experiências positivas.

E essa diferença muda tudo. ❤️

Photos from Rachel Nutricionista's post 09/05/2026

Entre panelas, oficinas, escutas, consultas, pesquisas, aulas, rodas de conversa, desenvolvimento de receitas, orientação de famílias e formação de profissionais… cada vez faz mais sentido entender a nutrição como algo vivo, humano e profundamente conectado com a vida real.

O consultório segue sendo um espaço muito importante do meu trabalho. É ali que acompanho histórias, construo vínculos e ajudo pessoas e famílias a atravessarem desafios alimentares com acolhimento e ciência. Mas, há muitos anos, percebi que meu trabalho não cabia só dentro de uma sala.

Ele acontece também na cozinha.
Na escola.
Nas vivências com crianças.
Nos projetos de educação alimentar.
Na formação de profissionais.
Nas palestras.
Na escrita.
Na construção de ambientes mais saudáveis, possíveis e afetivos ao redor da comida.

A alimentação não se transforma apenas com uma prescrição. Ela se transforma nas experiências, nas relações, no repertório, no exemplo, na cultura, no prazer, na autonomia e no acesso.

Talvez por isso eu ame tanto circular entre tantos espaços diferentes. Porque todos eles se conectam. E porque, no fim, o objetivo é sempre o mesmo: ajudar crianças, adolescentes, adultos e famílias a construírem uma relação mais leve, consciente e verdadeira com a comida.

Depois de mais de 25 anos trabalhando com nutrição, sigo acreditando que ciência e afeto caminham juntos. E sigo acreditando, cada vez mais, no trabalho para além do consultório. ✨

02/05/2026

Vamos falar a real? Verduras e legumes não perdem na preferência para ultraprocessados por “falta de sabor”.

Eles perdem porque a gente não foi ensinado a preparar — e o paladar acaba se acostumando com estímulos exagerados de sal, açúcar e gordura.

O problema não é o chuchu ou o brócolis.
É o repertório.
Quando você aprende técnica simples (corte, ponto de cocção, tempero certo), o jogo muda:
✔ mais sabor
✔ mais aceitação
✔ menos resistência na mesa

E isso não é teoria — é prática.

Por isso, vem aprender com quem sabe de técnica e nutrição para adultos e crianças. Eu e a chef no delicioso espaço te ensinamos tudo o que vc precisa para virar o jogo na rotina, sua cozinha e na comida da sua família.

Nada engessado. Nada gourmet demais.
Comida de verdade, bem feita — que funciona no dia a dia. E é deliciosa!

Se você quer melhorar a alimentação da sua casa sem complicar, me chama no direct!

NaCozinha

Photos from Rachel Nutricionista's post 21/04/2026

📚 Referências

* ANDRESEN, E. C. et al. (2022). Environmental impact of infant feeding practices.
* EAT-LANCET COMMISSION (2019). Food in the Anthropocene: healthy diets from sustainable food systems. The Lancet.
* FAO – Food and Agriculture Organization (2010). Sustainable diets and biodiversity: directions and solutions for policy, research and action.
* FAO – Food and Agriculture Organization (2019). Sustainable healthy diets: guiding principles.
* FAO (2023). The State of Food and Agriculture (SOFA) — relatório sobre sistemas alimentares e sustentabilidade.
* HODDINOTT, J. et al. (2013). The economic rationale for investing in nutrition.
* IPBES (2019). Global assessment report on biodiversity and ecosystem services.
* IPCC (2023). Sixth Assessment Report (AR6).
* KESSE-GUYOT, E. et al. (2023). Environmental impacts of ultra-processed foods. Nature Sustainability.
* LI, M. et al. (2024). Global food systems emissions and dietary transitions. Nature Climate Change.
* POORE, J.; NEMECEK, T. (2018). Reducing food’s environmental impacts through producers and consumers. Science.
* SABATÉ, J. et al. (2016). Environmental impact of dietary patterns: a systematic review.
* SPRINGMANN, M. et al. (2018). Health and environmental co-benefits of dietary change. PNAS.
* THE LANCET (2016). Breastfeeding Series.
* UNICEF (2020). Improving Young Children’s Diets During the Complementary Feeding Period: Programming Guidance.
* WHO & UNICEF (2003). Global Strategy for Infant and Young Child Feeding.
* WHO – World Health Organization (2020). Healthy diet (Fact sheet).
* BRASIL. Ministério da Saúde (2019). Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos.

Photos from Rachel Nutricionista's post 08/04/2026

CURSO PRÁTICO DE INTRODUÇÃO ALIMENTAR! Se você tem um bebê entre 4 e 8 meses e quer segurança, prazer e consciência na introdução alimentar, esse curso prático é para você — e para toda a família! Sábado 11/04 das 9-13h um curso cheio de surpresas, dinâmicas e aprendizagens na alimentação do bebê que valem para toda a vida.

🔸 Entenda como respeitar a autonomia do seu bebê;
🔸 Pratique adaptações de alimentos, cortes e preparo seguro;
🔸 Tire dúvidas sobre o que, quanto, quando e como oferecer a alimentação sólida;
🔸 Entenda como reorganizar as mamadas e a rotina do bebê
🔸 Prepare para a volta ao trabalho materno com segurança e respeito
🔸 Aprenda na prática a cozinhar, preparar e servir para seu bebê mordedores naturais, alimentos em formato BLW e na colher, uso do copinho aberto, com toda segurança.
🔸 Aprenda com quem tem experiência de mais de 25 anos formando familias

🌿 Teremos degustação de receitas, cuidadosamente preparadas pela chef — sabores, texturas e temperos pensados para o bebê e explicados na prática! Comidinhas orgânicas, horta e muito ar livre no para nos conectarmos com o começo da alimentação sólida.

💬 Como disseram mães que participaram:
“A melhor coisa que eu poderia ter feito. Entendi a nutrição infantil de uma forma totalmente nova e vivi essa fase com muito menos ansiedade!” — Manuela, mãe de uma bebê de 1 ano e 3 meses

“A diversão foi garantida: meu filho saiu de lá tomando água e leite materno no copinho pela primeira vez e descobrimos uma forma leve e gostosa para a introdução dos alimentos!” — Raquel, mãe de um bebê de 7 meses

Centenas de famílias já viveram essa experiência transformadora — e você?

💛 Alimentação complementar segura, humanizada e prazerosa — um aprendizado que vale por toda a vida!

👉 Vagas limitadas! Inscrições pelo nosso site, link na Bio

📍 Dia 11/04/2026 | 9h às 13h | NaCaZinha
Almoço incluído.

Photos from Rachel Nutricionista's post 03/04/2026

A gente ainda vai continuar culpando as famílias?

Enquanto isso:

– ultraprocessados são mais baratos, mais acessíveis e mais disponíveis
– a publicidade infantil segue ativa (mesmo que “disfarçada”)
– e a comida de verdade exige tempo, dinheiro e estrutura

Mas a responsabilidade ainda recai sobre quem?
👉 Sobre a mãe
👉 Sobre a família
👉 Sobre a “falta de disciplina”

Isso não é só injusto
É ineficaz

O novo estudo do UNICEF deixa claro:
o problema não é individual — é estrutural

E enquanto a gente continuar tratando como escolha pessoal,
os números vão continuar crescendo

💥 Obesidade infantil já superou a desnutrição há décadas
💥 E segue avançando

A pergunta não é mais “o que comer”

É:
por que o ambiente está desenhado para dificultar o saudável e facilitar o ultraprocessado?



Se isso te incomoda, compartilha.
Se faz sentido, salva.
Se você trabalha com saúde, precisamos falar sobre isso com mais honestidade.

comidadeverdade

Photos from Rachel Nutricionista's post 19/03/2026

Nova recomendação não significa mesma conduta para todas as crianças.

Na prática clínica, deficiência de ferro exige olhar individual — e é aí que a diferença acontece.

Atuo há anos com suplementação de ferro, inclusive em programas internacionais, e sigo com um posicionamento claro: protocolo orienta, mas não substitui o raciocínio clínico.

08/03/2026

Hoje eu penso na força que nasce quando uma mulher estende a mão para outra.

Porque nos ensinaram o contrário.
Nos ensinaram a competir, a comparar, a desconfiar.
A olhar para outra mulher como ameaça — nunca como aliada.

Mas estamos desaprendendo.

Também nos ensinaram, desde muito cedo, a duvidar do próprio corpo.
A acreditar que sempre há algo a consertar em nós.

A busca pela magreza ideal, pela pele perfeita, pelo corpo sem marcas, nos distrai do que realmente importa.
Nos anestesia de ocupar espaços, de transformar realidades, de nos envolvermos nas mudanças que a sociedade precisa.

A indústria da beleza lucra com essa inquietação constante.
Com mulheres ocupadas demais tentando se diminuir — no corpo, no prato, no espelho.

E enquanto isso, outra ideia perigosa foi sendo naturalizada:
a de que homens teriam domínio ou posse sobre as mulheres.

Dessa crença nascem abusos, violências e os feminicídios que ainda marcam nossa sociedade.

Mas estamos despertando.

Mulheres que se admiram.
Mulheres que se apoiam.
Mulheres que levantam outras mulheres.

Hoje é um dia de lembrar disso.
E também de colocar um ponto final no que nunca deveria ter sido normal.

Feliz Dia Internacional das Mulheres.
08/Março/2026

Photos from Rachel Nutricionista's post 05/03/2026

Aos dois anos, muita coisa muda à mesa.

A criança que até pouco tempo aceitava bem os alimentos começa a dizer “não”, testar limites, escolher, recusar, negociar. Para muitos pais, isso parece o início de um problema alimentar. Mas, na maioria das vezes, é justamente o contrário: é o desenvolvimento acontecendo.

A fase dos dois anos marca um momento importante da construção da autonomia. A criança começa a perceber que é um indivíduo separado, que pode escolher, expressar preferências e participar das decisões. E isso naturalmente aparece também na alimentação.

O desafio é que, quando os adultos não compreendem esse momento do desenvolvimento, é comum que a dinâmica das refeições comece a se desorganizar. Surgem pressões para comer, negociações, substituições rápidas ou estratégias que, sem intenção, acabam enfraquecendo a autorregulação alimentar da criança.

É por isso que essa fase exige um olhar muito cuidadoso sobre o comportamento alimentar — não apenas sobre os alimentos oferecidos.

Um dos pilares que nos ajuda a atravessar esse momento é a Divisão de Responsabilidades na alimentação, proposta pela nutricionista e terapeuta familiar Ellyn Satter. Nesse modelo, o adulto organiza o ambiente alimentar e a criança mantém a liberdade de decidir se e quanto comer. Parece simples, mas na prática exige equilíbrio, segurança e consistência.

Quando essa dinâmica é bem conduzida, a criança fortalece sua relação com a comida, com o próprio corpo e com a família à mesa.

Quando não é, muitas vezes vemos surgir seletividade alimentar, conflitos nas refeições e uma sensação de que “algo se perdeu” no caminho.

A consulta dos dois anos é justamente um momento muito importante para ajustar essa dinâmica e preservar tudo o que foi construído durante a alimentação complementar.

Se você sente que as refeições começaram a ficar tensas, repetitivas ou desafiadoras, buscar orientação pode fazer toda a diferença para reorganizar esse processo com segurança e leveza. Me manda um DM!

Artigo completo no blog do site

Rachel Francischi
Nutricionista infantil
25 anos acompanhando famílias na construção de uma relação saudável com a comida desde a infância.

Photos from Rachel Nutricionista's post 17/02/2026

Sou frequentadora do Parque Ibirapuera há décadas. Pra mim, vir ao Parque significa liberdade. Amo desconectar da rotina, dos afazeres, do cotidiano e me permitir a pausa de vir ao Parque.
Seja para me exercitar, brincar com meus filhos, encontrar amigos, descansar ou passear, é meu local favorito em São Paulo. Até no feriado de carnaval, se vier bem cedinho consigo escutar cigarras e pássaros cantando.
Foi nele que aprendi andar de bicicleta pela primeira vez, que comecei a correr e que descobri a importância de ser fisicamente ativa.
Conheço cada trilha, cada rua e, se bobear, boa parte das árvores daqui. As fotos contam.
É o lugar mais democrático que conheço na cidade. Reúne pessoas das mais variadas culturas, religiões, tamanhos e formatos bem comocorporais, idades, níveis sócio econômicos. O parque Ibirapuera consegue ser Baby-Kids-Pets-LGBTQ+ Friendly tudo ao mesmo tempo! 😅
Se quero ver gente, prefiro vir aos finais de semana, depois das 10h o parque lota. Se estou buscando sossego e escutar os sons dos pássaros e cigarras, escapo durante a semana e dou um jeito de vir.

Dá pra contar muitas modalidades esportivas rolando por aqui:
caminhada, corrida, ciclismo, skate, basquete, tênis de mesa, futebol, frescobol, vôlei de praia, yoga, capoeira, boxe, artes marciais, slackline, patinação…
E há quem venha só pra passear, relaxar às margens do lago ou meditar no jardim japonês. Há tb quem venha pela cultura: visita os museus, o planetário, o teatro.

Salvo raras exceções, existe um código de conduta de respeito, não-violência e e gentileza entre os frequentadores. O Ibira é espaço de todas as tribos juntas.

E você, qual é o seu lugar preferido na cidade que mora, o seu refúgio para se energizar? Ah, e não vale me dizer algum restaurante não, tem que ser algum local em que o lazer não esteja associado ao comer, né? Porque essa é minha maior queixa com a nova administração do parque: a invasão de produtos ultraprocessados e sua publicidade abusiva: cervejas, refrigerantes, energéticos etc . Muito paradoxal esses produtos aqui. Não combinam com saúde.

PS: Todas as fotos são minhas e 🤩

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