Regina Dencker Nutrição
Nutricionista Clínica Funcional e Esportiva
Fitoterapeuta
14/05/2025
Você já enjoou do seu shake? Esse post é para você! Já salva para não perder!
Depois de muito tempo tomando o mesmo shake de proteína começa a f**ar saturado o sabor, não é mesmo?
A primeira dica é trocar o sabor do seu whey! Hoje em dia temos diversas marcas que produzem sabores super legais como cookies, milho verde, paçoca, entre outros. É importante lembrar que o sabor muda de marca para marca, então alguns são mais doces outros menos, então vale a pena variar!
Falando agora de complementos, eu sempre prefiro pegar um whey sem sabor ou o de baunilha que combina facilmente com outros ingredientes.
Para enriquecer seu shake você pode adicionar:
- Banana (congelada f**a parecendo milk shake);
- Aveia (a farinha f**a mais diluída);
- Coco ralado, chia; linhaça;
- Cacau em pó, canela, gengibre;
- Abacaxi, maçã, morango, abacate;
- Iogurte natural;
- Leite vegetal ou tradicional.
Enfim, as opções são infinitas e com certeza variar ajuda a seguir por mais tempo, além disso enriquecer nutricionalmente seu shake com fibras, antioxidantes e fitoquímicos faz a refeição muito mais completa!
Muitas pessoas ainda têm dúvidas se vale a pena misturar o whey com leite e pode sim! Pode sim deixar a absorção um pouco mais lenta mas isso não é ruim, seu corpo vai absorver os nutrientes da mesma forma.
Diz aqui pra mim nos comentários, qual sua receita de shake favorita?
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Já parou para pensar se anti-inflamatório é amigo ou vilão da hipertrofia? A resposta pode não ser o que você espera!
Os anti-inflamatórios são medicamentos utilizados para aliviar a inflamação, dor e febre. Eles atuam inibindo enzimas e sinalizações celulares que ativam a cascata inflamatória.
No contexto do exercício físico, a inibição dessa inflamação pode ser prejudicial à hipertrofia.
A hipertrofia muscular é um processo que envolve a regeneração e o crescimento das fibras musculares e a inflamação faz parte desse processo. O treino causa microlesões musculares que desencadeiam uma resposta inflamatória aguda do corpo para reparar essas lesões, levando ao crescimento muscular.
Imagine, então, que você toma um anti-inflamatório para aliviar a dor pós-treino. O resultado é que você pode estar interrompendo o processo natural de inflamação que auxilia no crescimento muscular.
Em resumo, se você está buscando hipertrofia, é melhor repensar o uso de anti-inflamatórios como uma solução para dores e desconfortos musculares.
Considere opções mais naturais e seguras para aliviar o desconforto e acelerar a recuperação, como alongamento, descanso adequado e uma dieta rica em nutrientes anti-inflamatórios, aminoácidos e antioxidantes.
Tem alguma dúvida sobre o assunto? Comenta aqui que eu te ajudo!
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Antigamente, muitos mitos sobre dietas foram aceitos como verdades. Hoje, com o avanço da ciência, superamos diversos desses mitos, mas alguns ainda persistem e se espalham, afastando as pessoas de um estilo de vida mais saudável.
Já ouviu que carboidratos e gorduras são os vilões? Esqueça isso. Na realidade, eles são fundamentais. O segredo está em escolher fontes saudáveis e manter o equilíbrio.
E aquele papo de que suplementos são a chave para o sucesso? Nem sempre. Nada supera uma alimentação balanceada e exercícios regulares.
Muitas pessoas esperam que fazer dieta seja um processo linear, mas na realidade, é comum enfrentar períodos de platô. Isso não signif**a fracasso; ajustes na dieta e no treino, além de paciência e persistência, podem ajudar a superar esses momentos e continuar progredindo.
Quando falamos em 'dieta', muitas vezes, a primeira coisa que vem à mente são restrições, contagens de calorias e a sensação de estar em um regime constante.
A verdade é que todos nós seguimos uma dieta... Isso porque, no seu sentido mais amplo, dieta é simplesmente o que comemos no dia a dia.
Então, que tal redefinir dieta como uma escolha positiva, sem restrições ou obsessão por calorias e resultados rápidos?
É hora de descomplicar: comer bem é mais fácil e satisfatório do que você imagina!
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Muitas pessoas chegam na consulta já pensando como f**a a cervejinha no final de semana! Será que dá para libera?
Pensando em saúde, hoje sabemos que o álcool não é recomendado em nenhuma situação, devido aos efeitos colaterais como a desidratação, calorias vazias, inibição da síntese proteica, diminuição da oxidação de gordura, redução do sono REM e aumento de microdespertares além do impacto da ressaca na nossa rotina e alimentação.
Na prática, muitas pessoas já possuem o hábito de tomar uma cervejinha no final de semana e restringir totalmente isso vai mais atrapalhar do que ajudar, principalmente falando em conseguir seguir dieta a longo prazo.
O ideal é buscarmos a conscientização sobre o impacto do álcool nos seus resultados e como minimizar esse hábito negativo. Uma troca simples e que vejo que funciona muito é ir substituindo a cerveja normal por cerveja zero, o sabor é praticamente o mesmo e possui quase a metade das calorias!
Vejo com frequência pessoas relatando que seguem a dieta, mas não conseguem grandes resultados, porém quando avaliamos a fundo muitas vezes o final de semana é o freio de mão, pois além da cerveja a pessoa não treina, não come as refeições do dia, exagera nos acompanhamentos e depois começa tudo de novo na segunda-feira.
Evite acompanhamentos calóricos, consuma um copo de água entre cada copo de bebida e o mais importante, siga a dieta normalmente.
Você viu que a cerveja parece “inocente”, mas representa um excesso de calorias além de gerar vários efeitos colaterais devido ao álcool? Meu papel como nutricionista não é restringir, mas sim adaptar e conscientizar de acordo com suas individualidades!
Como anda sua dieta? Está difícil adaptar a rotina? Posso te ajudar!
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Você já se deparou com dietas malucas que prometem resultados milagrosos, não é mesmo?
Muita gente confunde “fazer dieta” com “restringir alimentos”, mas a realidade é bem diferente. Uma dieta equilibrada é sobre dar ao corpo o que ele precisa, não o contrário.
Vamos ser realistas: ninguém consegue manter uma dieta difícil por muito tempo, ainda mais uma que restringe alimentos. Basicamente, restrição leva a frustração.
É comum pensar que dietas restritivas são a rota mais rápida para a perda de peso. Porém, cuidado com as aparências e, acima de tudo, evite se comparar aos outros!
Fazer dieta não é sinônimo de passar fome ou sofrer, dieta precisa ser fácil e natural! O segredo está em encontrar uma abordagem que se encaixe no seu estilo de vida.
Encarar a comida apenas como um número é reduzir algo complexo a uma equação simples, e isso é perigoso. Essa mentalidade cria uma relação tóxica com a comida, fazendo dela algo a ser evitado, em vez de apreciado.
Essa abordagem resulta no famoso efeito sanfona, onde a pessoa perde peso, mas ganha de volta ao retomar uma alimentação normal. Isso ocorre porque a restrição não ensina sobre escolhas alimentares inteligentes, substituições adequadas ou como equilibrar a dieta com as mudanças da rotina.
É simples: entender que a melhor dieta é aquela que é sustentável, equilibrada e adaptada às suas necessidades individuais.
Essa mudança de perspectiva não é apenas mais realista, mas também mais saudável a longo prazo. Faz sentido, não faz?
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Você já se perguntou por que o desejo de assaltar a geladeira à noite é tão forte? Muitos de nós já passamos por isso, e há algumas razões científ**as e psicológicas por trás desse fenômeno.
O excesso de fome à noite pode ser um desafio para manter a dieta, já que a tendência é acumular pequenos deslizes que podem sabotar seus resultados.
Aqui está uma verdade: comer não é apenas uma resposta à fome física. É uma ação profundamente entrelaçada com nossas emoções e hábitos.
Para muitos, comer torna-se uma forma de lidar com o estresse, ansiedade, tédio ou simplesmente como forma de recompensa. À noite, em particular, esses sentimentos podem se tornar mais evidentes, levando muitos a buscar co***lo na comida.
É fundamental compreender que o comer emocional não é “frescura”. É uma reação humana delicada e que pode ter raízes profundas.
Para controlar a fome à noite, comece reconhecendo seus gatilhos; sempre reflita se você realmente está com fome ou está apenas entediado.
Comer refeições equilibradas ao longo do dia pode prevenir picos de fome à noite, por isso é importante manter a regularidade das refeições.
Evite ter o que não pode comer em casa; tenha sempre lanchinhos fáceis e com baixas calorias para consumir. Refeições ricas em fibras e proteínas garantem uma maior saciedade.
A fome noturna é um desafio para muitos, mas ao entender a raiz do problema é possível e criar estratégias para lidar com isso e desenvolver uma relação mais positiva com a comida.
Encontrar-se em um ciclo contínuo de dietas e desejos não é um sinal de fracasso, mas um chamado para uma mudança de hábitos e ajustes personalizados na sua abordagem alimentar.
E você, sente mais fome a noite? Qual sua maior dificuldade? Deixe aqui nos comentários!
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Celebramos a Páscoa com alegria, família e... muito chocolate! Mas e quando a festa acaba e nos damos conta do exagero?
Se você exagerou no chocolate, o primeiro passo é regular o metabolismo de forma simples e ef**az: aumente a ingestão de água, prefira alimentos leves e ricos em fibras e volte à sua rotina normal sem punições ou compensações desnecessárias. Nosso foco é na regulação, não na punição do corpo.
A reeducação alimentar surge como uma poderosa aliada nesse processo. Aprender a controlar as porções e a comer conscientemente são estratégias-chave para evitar futuros exageros. Ouça os sinais de satisfação do seu corpo e respeite-os!
Importante é aprender com cada experiência sem se punir emocionalmente. Pequenos ajustes no seu ambiente podem promover grandes mudanças nos seus hábitos. Mantenha tentações fora de vista e organize-se para fazer escolhas mais saudáveis.
Para a próxima páscoa, já planeje estratégias como comprar menos chocolate, optar por opções de melhor qualidade, com mais cacau e menos açúcares, e distribuir as porções de forma que satisfaçam sem levar a exageros.
Caso perceba um padrão recorrente de exagero ligado a emoções negativas, pode ser o momento de buscar apoio profissional. Lembre-se: o objetivo é criar um equilíbrio saudável e sustentável.
Como foi a sua páscoa, teve equilíbrio ou acabou exagerando um pouco? Você tem alguma dica de como lidar com isso? Compartilhe com a gente nos comentários!
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