Gianne Brito
Médica anestesiologista e especialista em dor
“Já fiz de tudo” muitas vezes significa: já fiz muitas coisas, mas continuo sem entender por que essa dor persiste.
E essa diferença é importante.
Quando a dor se prolonga, repetir estratégias que apenas controlam os momentos de crise pode não ser suficiente. É preciso olhar para a história do paciente, entender quando a dor começou, o que agrava os sintomas, quais estruturas podem estar envolvidas e por que as abordagens anteriores não tiveram a resposta esperada.
A partir dessa investigação, é possível avaliar quais caminhos fazem sentido para aquele caso — seja com medicamentos, tecnologias, procedimentos ou uma combinação de estratégias.
Na medicina da dor, não existe um tratamento que sirva para todo mundo. Existe diagnóstico, individualização e acompanhamento.
Se você já passou por várias tentativas e continua convivendo com limitações, talvez seja o momento de olhar para a sua dor de uma forma diferente.
📲 Agende sua avaliação.
Dra. Gianne Lima Brito
Anestesiologista – CRM 9847 PA | RQE 3079
Conviver com dor crônica não é só aprender a lidar com a dor. É também entender melhor o seu corpo, seus limites e os hábitos que fazem parte da sua rotina. 💚
Neste vídeo, compartilho algumas coisas que eu gostaria que todo paciente com dor crônica soubesse.
Se você quer começar a cuidar da sua dor de uma forma mais consciente, marque sua consulta ou conheça o guia Quebre o Ciclo da Dor, disponível no link da bio.
Dra. Gianne Brito
Médico responsável técnico
CRM 9847 | RQE 3079
Quando você já passou por diferentes profissionais, tomou medicamentos, fez terapias e ainda sente dor, é compreensível começar a pensar: “talvez eu tenha que aprender a conviver com isso.”
Mas casos de dor persistente podem exigir uma investigação mais ampla e uma estratégia individualizada. Nem todo paciente tem a mesma causa, responde da mesma maneira ou precisa da mesma abordagem.
Por isso, antes de concluir que “nada funciona”, é importante entender o que já foi tentado, por que não trouxe a resposta esperada e quais possibilidades ainda podem ser consideradas.
A medicina da dor dispõe de diferentes recursos, desde medicamentos e reabilitação até tecnologias e procedimentos minimamente invasivos, sempre conforme avaliação e indicação para cada caso.
Você não precisa de mais uma promessa de resultado. Precisa de uma avaliação que olhe para a sua história e busque compreender sua dor por completo.
📲 Se você convive com uma dor que persiste apesar dos tratamentos que já realizou, agende sua avaliação.
Dra. Gianne Lima Brito
Anestesiologista – CRM 9847 PA | RQE 3079
O receio de investir em um tratamento e não encontrar a melhora esperada é mais comum do que parece.
Muitas pessoas chegam após diferentes tentativas: medicamentos, fisioterapia, procedimentos... e ainda convivem com a mesma dor.
Antes de pensar em qualquer intervenção, é fundamental compreender a origem da dor.
Um procedimento, por si só, não é a solução. Ele precisa estar inserido em um plano de tratamento construído a partir de uma avaliação médica criteriosa.
Se a dor tem limitado a sua rotina, uma avaliação especializada pode ajudar a esclarecer a causa e discutir quais opções de tratamento são mais adequadas para o seu caso.
Dra. Gianne Lima Brito
Anestesiologista – CRM 9847 PA | RQE 3079
Conviver com a dor já é difícil. Ter a sensação de que ninguém acredita no que você está sentindo pode tornar esse caminho ainda mais pesado.
Nem toda dor é visível, mas isso não significa que ela deva ser ignorada. Quando a dor persiste e começa a interferir na sua rotina, ela merece ser investigada com atenção e cuidado. 💚
No vídeo, a Dra. Gianne fala sobre esse sentimento tão comum entre pacientes que convivem com dor.
Dra. Gianne Brito
Médico responsável técnico
CRM 9847 | RQE 3079
11/09/2026
Nos anos 80, o tratamento da dor era muito mais limitado e centrado em medicamentos, repouso e alguns procedimentos.
Foi também nessa década que as clínicas multidisciplinares começaram a ganhar força e a dor crônica passou a ser estudada de forma mais organizada. Em 1986, foi publicada a primeira classificação internacional das síndromes de dor crônica.
Hoje entendemos que a dor não deve ser tratada apenas como um sintoma. Cada paciente precisa de uma avaliação individual, considerando aspectos físicos, emocionais e sociais.
A medicina evoluiu. E o cuidado com a dor também.
Dra. Gianne Brito
Médico responsável técnico
CRM 9847 | RQE 3079
Antes de qualquer procedimento, existe uma pergunta que nunca pode ser ignorada:
Por que essa dor existe?
No consultório, eu vejo muitos pacientes chegarem já decididos sobre o tratamento que querem fazer. Mas a medicina não deve funcionar assim.
Infiltração, ondas de choque, laser... todas essas ferramentas têm seu papel. O problema é quando elas são indicadas sem entender a verdadeira origem da dor.
Cada paciente tem uma história, um exame, uma rotina e uma causa diferente para a dor. E é por isso que o melhor tratamento nunca é o mais moderno ou o mais comentado.
É aquele que faz sentido para o seu caso.
Se você procura um atendimento que investigue a causa da sua dor antes de indicar qualquer procedimento, agende sua consulta.
Dra. Gianne Lima Brito
Anestesiologista – CRM 9847 PA | RQE 3079
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