Dra.Fabiana Cunha
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Eu não tinha sintomas.
E mesmo assim, a investigação encontrou uma lesão intestinal inicial que foi retirada precocemente.
É por isso que prevenção importa.
Nem sempre o corpo avisa antes.
Agora sigo cuidando do meu intestino com ainda mais profundidade, direcionamento e prevenção. 🙏⚕️🩺
Talvez esteja na hora da gente parar de admirar apenas quem suporta tudo em silêncio…
e começar a olhar com mais atenção para os sinais que o corpo dá antes do colapso.
Você não precisa forçar o corpo.
Você precisa entregar a ele o que falta, retirar o que atrapalha e permitir que ele volte a trabalhar como foi programado para funcionar.
Você não está cansada porque falta disciplina.
Você está cansada porque o seu corpo não está conseguindo sustentar a vida que você leva.
Essa é a realidade de muitas mulheres que eu atendo.
Rotina intensa. Alta performance. Cobrança constante. Pouco descanso. E ainda assim… tentando dar conta de tudo.
E aí começam os sinais:
cansaço que não passa,
falta de memória,
queda de rendimento,
irritação,
falta de disposição,
sono que não recupera.
E o mais perigoso: a sensação de que a culpa é sua.
Mas não é.
O que existe, na maioria das vezes, é um corpo sem suporte.
Um organismo com deficiência de vitaminas, eixo hormonal desregulado, intestino comprometido, inflamação silenciosa… tentando funcionar no limite todos os dias.
E chega uma hora que ele não sustenta mais.
Não adianta ajustar só alimentação.
Não adianta treinar mais.
Não adianta “tentar relaxar”.
Se a sua bioquímica não acompanha, nada disso se sustenta.
É por isso que a abordagem precisa ser completa.
Organizar o metabolismo.
Corrigir deficiências.
Ajustar hormônios.
Cuidar do intestino.
Dar suporte real pro seu corpo funcionar.
Porque não é sobre fazer mais.
É sobre ter um corpo que consiga acompanhar o que você já faz.
Se você se identificou com isso, talvez não seja falta de força.
Talvez seja só o seu corpo pedindo ajuda, do jeito que ele consegue.
Existe algo na medicina que não está nos livros, não aparece nos exames e não pode ser substituído por tecnologia, a ESCUTA.
Quando você entende que cerca de 80% do diagnóstico está na história que o paciente traz, tudo muda. A consulta deixa de ser um momento técnico e passa a ser um encontro real. Não é só sobre ouvir sintomas, é sobre perceber pausas, expressões, emoções, contradições, o que é dito e, principalmente, o que não é dito.
Por isso, não existe consulta de qualidade sem tempo. No mínimo, é preciso entregar 2 horas do seu dia, da sua presença, da sua atenção plena. 2horas onde o paciente deixa de ser mais um e passa a ser único. Onde ele se sente visto, acolhido e seguro para falar de coisas que muitas vezes nem ele mesmo tinha consciência.
A escuta ativa não é passiva. Ela exige intenção, empatia, sensibilidade clínica e maturidade emocional. É nesse espaço que as peças começam a se encaixar. É ali que você conecta história de vida com fisiologia, comportamento com bioquímica, emoção com sintoma.
Exame confirma. Protocolo organiza. Mas é a escuta que direciona.
Cuidar de alguém, de verdade, começa quando você decide estar inteiro naquele momento. Porque, no fim, o paciente não precisa só de um diagnóstico, ele precisa sentir que alguém realmente o entendeu.
O corpo sempre dá sinais.
Cansaço, queda de cabelo, insônia, irritabilidade, dificuldade para emagrecer… isso não é “normal”, é aviso.
Créditos:
Estou estudando pediatria e isso abriu muito a minha visão…
O puerpério não é só sobre o bebê.
É sobre a mãe, as dúvidas, as inseguranças e tudo o que ela está vivendo nesse momento.
E eu tenho pensado muito em criar um atendimento voltado pra isso.
Se você é mãe ou conhece alguém passando por essa fase, vale assistir esse vídeo.
Hoje, no Dia das Mulheres, vivi algo que me marcou profundamente.
Presenciei um acidente e, sem pensar duas vezes, meu instinto foi correr para prestar socorro. Naquele momento, todo o conhecimento que venho adquirindo na medicina começou a fazer sentido.
Avaliar consciência, respiração, possíveis fraturas… agir com calma para ajudar.
Graças a Deus, os meninos estavam bem.
Mas o que mais ficou dentro de mim foi o sentimento de propósito. A certeza de que estou exatamente onde deveria estar.
Ser mulher também é isso.
É ter coragem.
É ter força.
É ter sensibilidade para cuidar.
Hoje eu senti, mais uma vez, que Deus nos coloca no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E eu sou profundamente grata por estar no caminho que escolhi: o de cuidar, ajudar e servir.
Feliz Dia das Mulheres.
Parkinson. Tem estratégia. Tem suporte.
Quem convive com a doença sabe que ela não afeta apenas o movimento. Aos poucos, surgem ansiedade, sensação de pânico, perda de peso, alteração do sono, inflamação intestinal e um desgaste metabólico silencioso.
A medicina integrativa entra como suporte. Fortalece o terreno biológico, reduz inflamação, protege neurônios, melhora a função intestinal, sustenta massa muscular e ajuda no equilíbrio emocional.
Suplementação não é modismo. É ferramenta clínica quando bem indicada. Vitaminas, minerais, antioxidantes e suporte mitocondrial ajudam o corpo a ter mais reserva e mais estabilidade diante de uma condição crônica.
Não falamos em cura. Falamos em qualidade de vida, autonomia e preservação da função pelo maior tempo possível.
Cuidar do terreno é cuidar do todo.
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