Man Power

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Para homens com atitude que buscam evolução física e espiritual. A ousadia pode nos levar a lugar

01/04/2020

A impotência sexual, também conhecida como disfunção erétil, é a incapacidade e dificuldade em ter ou em manter uma ereção do p***s que permita ter um contato intimo. Assim, o homem pode ter um problema quando esta dificuldade acontece em pelo menos 50% das tentativas para ter contato sexual, e o que pode acontecer é que a ereção não é suficientemente rígida para que possa haver penetração. Este problema pode ser tratado através da utilização de medicamentos, como Vi**ra ou Cialis, ou usando chás preparados com plantas medicinais. Veja que remédios podem ser usados em Remédios para Impotência S*xual.

A impotência sexual afeta na sua maioria homens entre os 50 e os 80 anos, e além de prejudicar a saúde sexual e íntima do homem, pode também trazer outros problemas psicológicos como a depressão, contribuindo por isso para uma diminuição da qualidade de vida.

Principais Causas
Algumas das causas mais comuns que levam a problemas de disfunção erétil incluem:

Uso de dr**as;
Alcoolismo;
Obesidade;
Uso excessivo de certos medicamentos como anti-hipertensivos, antidepressivos e antipsicóticos por exemplo;
Problemas psicológicos como depressão, traumas, medo, insatisfação ou diminuição da líbido;
Doenças crônicas, como insuficiência renal ou diabetes. Entenda porque a diabetes pode causar impotência.

Além disso, o tabagismo é outra das principais causas da impotência sexual, pois o cigarro reduz o fluxo de sangue no órgão sexual, podendo dificultar a ereção ou impedi-la completamente. Conheça as principais causas que podem levar ao surgimento deste problema em Principais Causas da Impotência S*xual.

Sintomas
Alguns dos principais sintomas da impotência sexual incluem:

Dificuldade para conseguir ou para manter uma ereção;
Ereção menos rígida e mais flácida;
Redução do tamanho do órgão sexual;
Mais tempo para atingir a ereção;
Dificuldade em manter contato íntimo em algumas posições se***is;
Maior esforço e concentração para manter a ereção;
Diminuição dos pelos no corpo;
Diminuição do número de ereções espontâneas ao acordar;
Ejaculação mais rápida que o habitual;
Alterações ou deformação no órgão ge***al;
Doença vascular periférica que dificulta a passagem de sangue para os membros inferiores do corpo, como pernas, pés e órgão sexual.

Diagnóstico
Para fazer o diagnóstico da disfunção erétil, o médico irá fazer um registo detalhado de todas as dificuldades sentidas durante o contato íntimo, além de se informar sobre outras possíveis causas como depressão ou uso de dr**as por exemplo, que possam estar na origem do problema. Além disso, o médico faz também um exame físico em busca de deformidades no órgão ge***al, doenças na próstata, sinais de hipogonadismo ou sinais de doenças cardiovasculares ou de problemas neurológicos.

Quando necessário, o médico pode também pedir a realização de exames de laboratório para avaliar os níveis dos lípidos, açúcares e do hormônio testosterona no organismo, pois esses valores podem ajudar a identif**ar o possível problema.

Tratamento
A impotência sexual pode ser tratada de diferentes formas, pois o seu tratamento depende da sua causa. Assim, algumas das opções de tratamento que existem são:

Uso de remédios como Sildenafil (Vi**ra), Tadalafil (Cialis) ou Vardenafil (Levitra), Apomorfina, Blemelanotida ou Alprostadil que ajudam na ereção.
Terapia de reposição com hormônios em cápsulas, adesivos ou injeções que aumentam os níveis de testosterona e facilitam a testosterona;
Uso de aparelhos de vácuo que favorecem a ereção e são especialmente aconselhados para homens que não podem fazer o tratamento com remédios;
Cirurgia para implantação de próteses penianas que são usadas apenas em último recurso apenas quando todos os restantes tratamentos não tiveram sucesso.
Além dos tratamentos referidos, o aconselhamento com um psicologo ou psiquiatra e a terapia de casal são também muito importantes, pois ajudam tratar outros problemas, medos e inseguranças que possam existir e que estejam também contribuindo para o problema. A psicoterapia também é indicada nestes casos para ajudar a tratar o estresse, ansiedade e a depressão.

Veja ainda os exercícios que se podem fazer para prevenir a impotência sexual:

31/03/2020

Educação sexual: pregar a abstinência não é a melhor forma de proteger adolescentes

Qual é a melhor forma de reduzir o número de adolescentes grávidas e de jovens infectados com HIV e outros males? Essa é uma pergunta chave para profissionais que trabalham com educação sexual. Para muitas pessoas, a resposta está em programas que estimulem garotos e garotas a fazer s**o apenas depois do casamento. Os entusiastas dessa estratégia, costumam repetir que “abster-se de atividades se***is é a única forma de evitar gravidez fora do casamento, doenças sexualmente transmissíveis e outros problemas de saúde relacionados”.

Um grande estudo de revisão sobre o tema, porém, publicado hoje na revista especializada Journal of Adolescent Health, concluiu que investir exclusivamente na mensagem de que os adolescentes devem se manter virgens até se casar é uma estratégia inef**az, que não adia a iniciação sexual nem reduz comportamentos de risco.

O estudo pode ser acessado de forma gratuita aqui.

Para chegar a essa conclusão, um grupo de 13 pesquisadores a**lisou quase 100 trabalhos que, nos últimos anos, mediram a eficácia dos diferentes tipos de programa de educação sexual existentes nos Estados Unidos. Em um comunicado emitido pela Universidade de Columbia, em Nova York, um dos autores, John S. Santelli, resume o resultado encontrado: “O grosso da evidência científ**a mostra que iniciativas desse tipo não ajudam os jovens a fazer s**o mais tarde. Enquanto a abstinência é ef**az na teoria, na prática, tentativas de se abster de atividades se***is frequentemente falham”, diz.

E por que esses programas falham? Porque ao investir apenas em uma mensagem — “não faça s**o” —, não passam aos jovens informações importantes, como o uso de pr*********os e outros métodos contraceptivos, nem abrem espaço para que eles falem sobre seus medos, angústias e dúvidas. Assim, quando esses adolescentes acabam fazendo s**o — e muitos deles fazem —, o fazem de forma menos informada e segura. “Esses programas simplesmente não preparam os jovens para evitar gravidez indesejada ou DSTs”, afima Santelli.

O problema não é a abstinência, mas a falta de educação sexual
A bronca dos pesquisadores não é com a abstinência em si. Já na segunda linha do artigo, eles escrevem que “a abstinência de relações se***is pode ser uma escolha saudável”. O problema são as iniciativas que, na maior parte das vezes por questões morais, insistem apenas na mensagem de que os jovens devem evitar o s**o. Essa mensagem, dizem os cientistas, não encontra eco em um mundo onde a idade de iniciação sexual é cada vez mais baixa e a de casamento, cada vez maior.

Hoje, nos Estados Unidos, uma mulher faz s**o pela primeira vez, em média, 8,7 anos antes de se casar. Entre os homens, a diferença entre o início da vida sexual e o matrimônio costuma ser de 11,7 anos. Para as mulheres nascidas nos anos 1940, essa diferença era de apenas 1 ano e meio.

Dessa forma, informar é proteger, defendem os autores. Os estudos a**lisados por eles indicam que programas de educação sexual baseados em informação e diálogo acabam sendo os mais ef**azes, não só na proteção contra a gravidez indesejada e doenças, mas também no adiamento da primeira vez.

E a explicação é simples. Ao poder contar com um espaço de diálogo, onde seus medos e dúvidas são ouvidos, os jovens se tornam mais seguros e capazes de tomar decisões sensatas, o que pode incluir adiar a hora de fazer s**o para um momento em que se sinta mais preparado. Em outras palavras, falar sobre s**o não signif**a fazer mais cedo, pelo contrário. Ou como escrevem os autores: “Jovens precisam de acesso a informações precisas e completas para que possam proteger sua saúde e sua vidas”.

30/03/2020

9 lições sobre relacionamento que aprendemos com os piores casais da TV

Na tevê, tudo parece mais bonito, mas temos de lembrar que muitos dos nossos casais preferidos dos seriados também têm problemas e dificuldades. Podemos aprender muito observando um relacionamento fictício:

9. Aria e Ezra, de Pretty Little Liars
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Esse casal se conheceu em um bar quando a menina era menor de idade (e ele já era adulto). No dia seguinte, se encontraram na escola – ele era o novo professor de inglês! Estamos falando de Aria e Ezra, de Pretty Little Liars. Já começou tudo errado. E o pior: ele já sabia quem ela era e manipulou a situação para se envolver com a adolescente e descobrir os segredos do grupo de amigas.

Lição: seriados adoram o clichê do relacionamento proibido com professor(a), mas na vida real esse tipo de caso fora pode ter consequências muito sérias. Além disso, um relacionamento cercado de mentiras não tem como dar certo fora da ficção.

8. Betty e Don Draper, de Mad Men
Betty Draper, Don Draper, Mad Men
Presos em um casamento infeliz, eles descontavam tudo um no outro. Don é um alcoólatra chegado a affairs, enquanto Betty é manipuladora e infantil. É até difícil (ou impossível) lembrar de momentos felizes e tranquilos do casal Draper.

Lição: um casamento (ou namoro) com alguém que você não suporta não pode dar certo. Melhor partir para outra, né?

7. Carrie e Big, de S*x and the City
Carrie, Mr Big, S*x and the city
Há quem ache que o amor de Carrie e Big, em S*x and the City, seja lindo, mas os personagens não faziam bem um ao outro. Os dois estragaram relacionamentos muito bons com outros companheiros porque o amor deles era uma “força da natureza”, mas esse tornado só causou destruição. Carrie, geralmente tão independente, passou anos louca por um cara que a tratava como descartável.

Lição: um relacionamento cheio de emoção ou “explosivo” não quer dizer que é bom. Podemos ser felizes sem tanto drama.

6. Cristina e Burke, de Grey’s Anatomy
Cristina Yang, Meredith Grey, Grey's Anatomy
Ambiciosos e um tanto egoístas, a doutora Cristina Yang e o supervisor Preston Burke, chefe da cardiologia, sentiram uma atração quase imediata. Embora um pouco de competição saudável possa ser boa para um relacionamento, não foi o caso para os médicos de Seattle. Além disso, os dois tinham objetivos pessoais muito incompatíveis, mas Burke sempre forçava Cristina a tomar passos para os quais ela não estava preparada.

Lição: não é saudável tentar mudar seu parceiro, ou se deixar mudar por pressão. Primeiro, se a pessoa está com você, é porque teoricamente ela gosta de você, certo? Tentar se encaixar em padrões ou preencher listas de pré-requisitos só causa dor de cabeça no relacionamento.

5. Ross e Rachel, de Friends
Ross, Rachel, Friends
Ross era manipulativo e infantil. Chantagem emocional. Ponto final.

4. Alicia e Peter, de The Good Wife
Alicia Florrick, Peter Florrick, The Good Wife
Manter um relacionamento por interesse, mesmo que seja benéfico para os dois, não é muito saudável. É o que acontece com Alicia e Peter Florrick durante todas as temporadas de The Good Wife. Muita gente se envolveu e saiu machucada nessa história do casal vai-e-vem, principalmente a protagonista da série, que, logo no início, foi traída pelo marido. Veja o que especialistas falam sobre infidelidade.

Lição: relacionamento não é um contrato de negócios, é um acordo entre pessoas que se amam e se apoiam.

3. Mickey e Gus, de Love
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Mickey é bonita e descolada, mas também tem uma tendência grande de se autossabotar. Além disso, ela é viciada em álcool, dr**as e… s**o. Gus é o nerd legal, mas também é controlador e cruel. Ele sabe que Mickey quer passar um ano sem relacionamentos e mesmo assim insiste em algo, o que é bem errado. Ah, e sempre que o lance entre os dois parece que vai dar certo, algo de muito errado acontece.

Lição: respeitar e apoiar os objetivos do seu parceiro é um passo enorme para que o relacionamento dê certo. Chantagem emocional para conseguir o que quer não vale.

2. Celeste e Perry White, de Big Little Lies
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Celeste e Perry White parecem, olhando de fora, o casal perfeito: bonitos, ricos, bem-sucedidos e apaixonados. Mas a realidade é bem mais cruel: Perry é um marido emocionalmente controlador, que não aceita que a esposa saia para se divertir com as amigas ou que volte a trabalhar. Como se não bastasse, ele se torna cada vez mais violento, fazendo com que Celeste tema pela própria vida.

Lição: é legal tentar ver o melhor nos outros, mas saúde (mental e física) e segurança são bem mais importantes. E lembre-se: a culpa nunca é da vítima!

1. Chuck e Blair, de Gossip Girl
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O casal queridinho e mais shippado da série adolescente é, na verdade, um exemplo clássico de relacionamento abusivo e tóxico. Pra começar, Chuck e Blair não são santos, mas quando começam a descontar no outro, a coisa f**a séria. Os dois são controladores, manipulativos e mentirosos. O cúmulo de é quando o pl***oy concorda em vender a namorada para o tio em troca de um hotel. Sim, isso aconteceu.

Lição: a história pode parecer linda de fora e nas fotos em redes sociais, mas tanto abuso emocional não é saudável pra ninguém. Fique com alguém que te vê e respeita como pessoa, não como posse.

29/03/2020

5 coisas que a ciência diz sobre s**o a**l e que você (provavelmente) não sabe

As muitas formas de expressão da sexualidade humana continuam, 200 mil anos depois do aparecimento do Homo sapiens, a intrigar, vejam só!, a própria humanidade. Desde que Masters & Johnson e, pouco depois, Alfred Kinsey, resolveram sistematizar o conhecimento sobre o tema, os estudos só fizeram aumentar. Abaixo, listamos algumas conclusões de pesquisas recentes sobre uma prática que continua cercada de tabu: o s**o a**l. Surpreenda-se. Ou não… 😉

1. Não, o s**o a**l não é o ato mais comum em relações g**s
Casal italiano pouco antes de se casar. Crédito: Andreas Solaro/AFP
Casal italiano se beija pouco antes de se casar. Crédito: Andreas Solaro/AFP
O dado é de uma pesquisa feita pelas universidades de Indiana e George Mason, nos Estados Unidos. Publicado no Journal of S*xual Medicine, o trabalho descobriu que o s**o entre dois homens costuma ter um repertório muito mais variado do que héteros costumam imaginar.

Com a ajuda da empresa Online Buddies, especializada em aplicativos de encontro voltados para o público gay, os cientistas conseguiram receber o feedback de quase 25 mil homens g**s e bisse***is, a grande maioria norte-americana.

Estimulados a descrever os atos que tinham praticado no último encontro, os voluntários geraram uma lista de 1.308 comportamentos. O s**o a**l não tinha acontecido em mais de 60% das transas. O ato mais comum? Esse mostrado na foto acima: beijar o parceiro na boca.

2. S*xo a**l é uma fantasia quase exclusivamente masculina
Enquanto o estudo anterior não deve ter surpreendido g**s, este não será novidade para as mulheres. Mas, meu caro leitor hétero, saiba: fantasiar sobre s**o a**l é uma coisa só sua, e sua parceira, provavelmente, não deve se empolgar muito com a ideia.

Claro, a sexualidade humana é um terreno infinito de possibilidades, e mulheres podem ter essa fantasia. Mas elas seriam raras, de acordo com uma pesquisa do Instituto Philippe-Pinel, da Universidade de Montreal, no Canadá, que entrevistou 799 homens e 718 mulheres, com média de idade de 30 anos.

“Uma das descobertas mais intrigantes diz respeito ao signif**ativo número de fantasias quase exclusivamente masculinas, por exemplo, as que envolvem transe***is, s**o a**l entre heterosse***is e a ideia de ver a parceira fazer s**o com outro homem”, afirmou, em um comunicado, Christian Joyal, principal autor do estudo, publicado no Journal of S*xual Medicine.

3. Não é considerado s**o por muita gente
Bil Clinton em 1988
Clinton prestes a admitir um relacionamento extraconjugal com uma estagiária da Casa Branca. Crédito: Win McNamee/Reuters
Lembra quando Bill Clinton escapou de um impeachment ao argumentar que s**o oral não constituía uma relação sexual? Se ele dissesse o mesmo sobre s**o a**l, muita gente concordaria com ele.

Especialistas do Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, fizeram uma série de perguntas sobre s**o para 496 pessoas por telefone. Quando ouviram a questão “S*xo a**l pode ser considerado s**o?”, 20% delas responderam que não. Quando a pergunta foi sobre s**o oral, a taxa cresceu para 30%.

4. Lubrif**antes durante o s**o a**l aumentam a chance de contrair HIV
Estranhíssimo, né? Mas, se o s**o a**l for feito sem ca*****ha, é isso mesmo que acontece, aponta uma pesquisa da Universidade da Califórnia. Depois de acompanhar 900 homens e mulheres americanos, os pesquisadores concluíram que o risco de contrair alguma infecção durante o s**o a**l desprotegido é três vezes maior com o uso de lubrif**antes.

A explicação dos cientistas: muitos desses produtos têm substâncias que irritam as mucosas, favorecendo pequenos ferimentos. Assim, na ausência de ca*****ha, os lubrif**antes tornam ainda mais fácil a transmissão do HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

5. Parece estar ligado a um risco maior de incontinência f***l
Os cientistas que chegaram a essa conclusão a**lisaram as informações de uma pesquisa nacional de saúde com 6.150 adultos. Entre as mulheres que disseram praticar s**o a**l, o risco de incontinência f***l se mostrou duas vezes maior do que na população feminina em geral. Entre os homens, esse perigo se mostrou três vezes maior.

No entanto, os autores do trabalho, da Universidade do Alabama em Birmingham, ressaltaram que a pesquisa não traz resultados definitivos, e que mais investigações são necessárias. “Além disso, nós não sabemos se alguém que fez s**o a**l uma ou duas vezes tem o risco de incontinência f***l aumentado tanto quanto alguém que o faz regularmente”, acrescentou Alayne Markland, líder do estudo, publicado no American Journal of Gastroenterology.

28/03/2020

As vantagens (para a saúde) de ser casado

Todo junho, uma romaria de solteiros corre para igrejas de todo o país com um só pedido em mente: que Santo Antônio os ajude a encontrar a cara-metade. O que, provavelmente, muitos não sabem é que, caso sejam bem-sucedidos e encontrem o caminho do altar, ganharão mais que um parceiro na alegria e na tristeza. Ganharão também mais saúde. Sim, o casamento — e casamento aqui signif**a ter um parceiro de vida, e não ter assinado um papel — faz um bem danado à saúde, mostram diversos estudos.

A seguir, o Blog Daquilo lista seis vantagens que a vida a dois pode trazer. E, depois, faz algumas ressalvas.

1. Reduz o estresse
Uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, divulgada em fevereiro deste ano pela Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, apontou que pessoas casadas têm, em geral, níveis menores de cortisol, o hormônio do estresse. Essa substância, ao circular em grandes quantidades e por muito tempo no corpo, prejudica a regulação de processos inflamatórios, o que favorece o desenvolvimento de uma série de doenças.

O resultado desse estudo veio depois de os cientistas a**lisarem a saliva de 572 pessoas entre 21 e 55 anos. Uma pesquisa semelhante, também baseada na análise de saliva e feita com estudantes na Universidade de Chicago, chegou à mesma conclusão. “Apesar de o casamento poder ser bastante estressante, ele parece ajudar as pessoas a lidarem com outros fatores estressante da vida”, a**lisou Dario Maestripieri, um dos autores dessa segunda análise, publicada na revista especializada Stress.

2. Aumenta as chances de sobreviver a um ataque cardíaco
Essa conclusão é da University of East Anglia, no Reino Unido, e foi apresentada em junho do ano passado na Conferência da Sociedade Cardiovascular Britânica. Os pesquisadores estudaram 25 mil casos de ataque cardíaco ocorridos entre 2000 e 2013 e perceberam que a taxa de sobrevivência dos casados era 14% maior que a dos solteiros.

Para Nicholas Gollop, um dos autores, o diferencial parece ser o apoio que uma pessoa casada recebe do parceiro depois de sofrer o ataque. Na opinião do especialista, esse dado serve de alerta para a comunidade médica, que deve orientar sempre familiares e amigos dos pacientes a prestarem a ajuda necessária depois de um episódio desse tipo.

3. Combate o alcoolismo
Um estudo da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, comparou os hábitos de 2.425 pares de gêmeos do mesmo s**o e notou que, quando um dos irmãos era casado e outro não, o solteiro tinha maior risco de abusar do álcool. A conclusão, publicada em agosto de 2016 no Journal of Family Psychology, é que estar casado faz a pessoa beber menos e com menos frequência.

4. Faz você entrar em menos encrenca
A pesquisa que chegou a essa conclusão é da Universidade Estadual de Ohio e mostra, na verdade, que só de ter a intenção de se casar, um jovem passa a ter comportamentos menos perigosos, como o de se envolver em pequenos delitos. É como se a pessoa dissesse a si mesma que, já que vai se casar, melhor começar a agir como alguém mais centrado e responsável. E aí, as chances de se dar mal e acabar sofrendo algum ferimento diminuem drasticamente. “As pessoas que querem compromisso acreditam que precisam agir de determinada maneira para serem atraentes à pessoa com quem desejam se casar”, explicou ao Correio Rachel Arrocho, uma das autoras do estudo, na época em que ele foi publicado, no Journal of Marriage and Family.

5. Casamento dá mais forças para lutar contra um câncer
Cientistas a**lisaram dados de quase 800 mil pacientes do Registro de Câncer da Califórnia e notaram que as pessoas casadas apresentavam taxas de sobrevivência à doença maiores do que as não casadas. O benefício era ainda mais claro para as mulheres, notaram os autores do trabalho, publicado em abril de 2016 na revista especializada Cancer.

“Oncologistas deveriam se atentar para o fato de um aumento na mortalidade por câncer entre pessoas não casadas é um dado real”, destacou a principal autora do estudo, María Elena Martínez. “Médicos deveriam perguntar aos seus pacientes solteiros se eles têm alguém próximo para ajudá-los física e emocionalmente durante o tratamento.”

6. Garante alguns anos a mais de vida a partir da meia-idade
Depois de tantos resultados positivos sobre o casamento, esse dado é mais que esperado. Mas um estudo resolveu confirmá-lo, e conseguiu. Um time do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, a**lisou dados de 4.802 pessoas que participaram de um estudo longitudinal iniciado nos anos 1940. A pesquisa revelou que estar casado ou ter um parceiro quando se chega à meia-idade é um fator que protege contra a morte prematura. Aqueles que chegaram solteiros, viúvos ou separados nessa fase da vida tinham uma chance duas vezes mais alta de morrer antes de alcançar a terceira idade. Os resultados foram publicados em janeiro de 2013 no jornal especializado Annals of Behavioral Medicine.

Ressalva 1: só valem casamentos felizes!
Os benefícios da vida conjugal, porém, só parecem valer se a pessoa está feliz. Um estudo da Universidade Estadual de Michigan a**lisou dados de 1.200 casais americanos e percebeu que, as pessoas muito críticas aos parceiros que viam o companheiro como um fardo, por exemplo, tinham um risco duas vezes maior de sofrer com problemas cardíacos. O estudo, de novembro de 2014, foi publicado no Journal of Health and Social Behavior.

Ressalva 2: casamento engorda
Pesquisas mostram que o senso comum está certo. Juntar os trapos faz as pessoas ganharem peso. Estudo de 2015 da Universidade da Basileia, na Suíça, avaliou 10.226 pessoas de nove países europeus e constatou que, enquanto o índice de massa corpórea (IMC) dos solteiros era, em média, de 25,7 nos homens e 25,1 nas mulheres, as taxas subiam para 26,3 e 25,6 nos casados, respectivamente. O problema, obviamente, não é de aparência. Segundo os especialistas, como o excesso de massa corporal pode levar a problemas de saúde, esse poderia ser um dos efeitos nocivos mais comuns do casamento.

Ressalva 3: vida de solteiro não é atestado de má saúde
Todos esse estudos olham dados muito gerais e se baseiam em médias das populações avaliadas. Evidentemente, há muito solteiro mais saudável e mais longevo que muito casado. Além disso, um estudo da Universidade Estadual de Michigan, de 2008, apontava que os índices de saúde entre solteiros e casados vêm se tornando mais parecidos com o passar dos anos. Os pesquisadores compararam dados de saúde dos americanos entre 1972 e 2003 e viram que as vantagens para os casados, apesar de persistirem, diminuíram consideravelmente ao longo de três décadas. Os dados saíram no Journal of Health and Social Behavior.

26/03/2020

Apagar ou não o ex das redes sociais?

Pode ter sido bom, ruim. Amigável, tenso. Relacionamento curto, longo, intenso, leve. Chegou ao fim. E agora? Uma das principais dúvidas de quem termina um namoro ou casamento é sempre como interagir com o ex-parceiro, e nossa era de imersão completa nas redes sociais só aumenta o dilema.

Há quem defenda com veemência que tem que apagar mesmo, cortar os laços. É isso, segue em frente. O Facebook, em 2015, até começou a testar ferramentas para tornar essa experiência virtual do término um pouco mais fácil. Por outro lado, muita gente defende a convivência pacíf**a, afinal, o relacionamento fez parte da sua história, provavelmente foi importante e, apesar do fim, não precisamos de rancores, não é mesmo?

Ex bom é ex longe?
Já aconteceu comigo em situações diferentes. Na primeira vez, não apaguei, mas bloqueei mensagens, atualizações, fotos, vídeos, tudo. Não queria ter notícia dele e de seu relacionamento novo, que começou logo depois do fim do nosso.

Excluir e bloquear não foi uma decisão imediata. Resisti por um tempo, querendo ser “madura” e tentando fugir do rótulo de “ex raivosa”. Mas incomodava demais toda vez que via uma publicação nova, como a vez em que ele marcou a nova garota em um vídeo que era “nosso”.

Percebi então que precisava, ao menos, que o espaço virtual fosse seguro pra mim, já que o término ainda machucava. Quando estamos em situações vulneráveis emocionalmente, ter um contato assim tão direto com o que nos fere acaba sendo um gatilho forte.

Outra vez, aguentei meses, mais de um ano, até entender que os contatos virtuais, esporádicos e superficiais que tinha com a pessoa me prendiam a algo que não existia mais. As interações nas mídias sociais eram fantasmas sutis de um relacionamento que acabou e, principalmente, lembretes de que aquela pessoa não fazia mais parte da minha vida.

Foto de balada, de viagem, encontro com os amigos – tudo fantástico, minha vida está melhor sem você. Admite, quem nunca fez um overposting de alegria pós-término?

Antes de começar o texto, conversei com colegas de trabalho sobre o assunto. Cada um tinha uma visão e uma experiência particular. Perguntei nas redes sociais: 72% dos meus amigos disseram que já apagaram, sim, pelo menos uma vez. Outras 14 pessoas (28%) disseram que nunca.

Os motivos são diversos, mas seja qual for a razão, é válida. Dar-se o direito de ter espaço para construir uma vida nova, sem o parceiro, não é absurdo, é até justo. Qual seria a alternativa para não encontrar o ex em todos os cantos virtuais? Apagar os próprios perfis? É verdade que somos viciados demais no celular e que, sim, às vezes é bom desconectar mesmo. Mas deixar de usar o Facebook por medo de ver fotos do ex é se privar de algo da sua vida por causa de alguém que, teoricamente, não faz mais parte dela.

Pior ainda: depois do término, temos a mania de querer mostrar que está tudo bem (mesmo quando não está). Foto de balada, de viagem, encontro com os amigos – tudo fantástico, minha vida está melhor sem você. Admite, quem nunca fez um overposting de alegria pós-término? É muito perigoso nos deixarmos controlar pelo que outra pessoa vai ou não achar das nossas vidas.

É certo ou errado deletar um ex das mídias sociais? Impossível achar consenso. Independentemente disso, quase todo mundo já fez, muita gente vai continuar fazendo. Cada término de relacionamento é particular. Cada dor (ou não) é única. Por isso mesmo, cada reação após o fim de um namoro, rolo ou casamento vai ser uma. Se você precisa de espaço, não tem problema, permita-se afastar do que não te faz bem.

25/03/2020

Paixão pela internet é traição?

Trocas de mensagens diárias, declarações de amor constantes e… nenhum contato físico. Sim, com a internet, é fácil se apaixonar por quem nunca se viu cara a cara. Mas, quando o apaixonado virtual está em um relacionamento real, surge uma dúvida: o envolvimento emocional, sem ato sexual, é traição? Segundo diferentes estudos, depende do s**o de quem vai responder a essa pergunta. A chamada infidelidade emocional parece incomodar mais as mulheres que os homens.

Uma das pesquisas mais recentes sobre o tema foi publicada no começo do mês na revista especializada Evolutionary Psychological Science por cientistas da Cardiff Metropolitan University, no Reino Unido. Os autores pediram para que 21 homens e 23 mulheres, todos heterosse***is, lessem mensagens fictícias como as trocadas no Facebook e imaginassem que elas tinham sido enviadas por seus companheiros para uma terceira pessoa.

Alguns dos textos eram “provas” de infidelidade sexual (“Você foi a melhor transa que eu já tive. A noite passada foi incrivelmente sexy”) e outros, de infidelidade emocional (“Você deve ser minha alma gêmea. Eu me sinto tão conectado com você, apesar de não termos dormido juntos”). Depois de lerem mensagens assim, os voluntários deviam dizer o quão desconfortáveis se sentiriam se a prova de traição fosse verdadeira.

O resultado: enquanto os homens se estressaram mais com as mensagens de infidelidade sexual, as mulheres se mostraram mais incomodadas que eles com a infidelidade emocional, embora a traição física também fosse algo muito, muito decepcionante. Outra diferença: as mulheres f**avam mais furiosas que os homens quando a mensagem indicava que alguma outra mulher estava tentando seduzir seus companheiros.

Para os pesquisadores responsáveis pelo estudo, Michael Dunn and Gemma Billett, os resultados indicam que os mecanismos tradicionais do ciúme continuam operando de forma semelhante na era digital e que homens e mulheres parecem ter visões diferentes sobre o tema.

A conclusão da dupla corrobora outros estudos feitos anteriormente que também notaram diferença no padrão de ciúmes de homens e mulheres. Um estudo feito nos Estados Unidos em 2016, baseado em uma pesquisa de opinião com cerca de 64 mil homens e mulheres, e outro norueguês, de 2015, chegaram à mesma conclusão: mulheres se incomodam mais que os homens com a infidelidade emocional, e os homens se incomodam mais com a traição sexual.

O que explica os diferentes conceitos de traição?
Grande parte dos cientistas interessados no tema tem uma visão evolucionista do comportamento humano, ou seja, eles buscam explicar a forma como agimos a partir de uma ideia de que, no fim, o objetivo é a reprodução e continuação da espécie. Segundo essa visão, os homens seriam mais preocupados com a infidelidade sexual porque, ao longo de milhares e milhares de gerações, tiveram de lidar com uma dúvida difícil de sanar: esse filho para o qual estou dedicando tempo e trabalho carrega mesmo meus genes?

Como para as ancestrais humanas essa nunca foi uma questão muito importante, a infidelidade sexual parecia menos ameaçadora que a possibilidade de seu companheiro abandoná-la ao se unir a outra parceira. Daí, a preocupação maior com a infidelidade emocional manifestada hoje em dia pelas mulheres. “Essas reações são mecanismos que integram parte da evolução mental da humanidade”, resumiu Mons Bendixen, pesquisador do Departamento de Psicologia da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, quando apresentou seu estudo de 2015, mencionado acima.

A posição de Bendixen e de outros evolucionistas, porém, não é a única. São muitos os cientistas que ressaltam a importância da cultura no surgimento de sentimentos como ciúmes. Para eles, sociedades em que os papéis sociais de homens e mulheres são mais igualitários, o ciúmes tende a se manifestar de forma mais parecida nos dois s**os.

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