Acesso
Vivemos num mundo informacional. Isso quer dizer que a informação está aí, ocupando milhões e milhões de bytes, disponível virtualmente a todos que a desejarem.
Quem é que pode negar que esse fenômeno construiu um mundo novo – um mundo admirável, sim, mas deveras incerto? Num cenário cada vez mais dinâmico e globalizado, os fluxos de informação são ágeis, frenéticos. Nas mídias, nas organizações e em todas as esferas da sociedade, a informação transita de forma pouco organizada, até mesmo caótica. E, ainda que seja fácil acessar toda essa informação, pode
12/08/2015
Não deixe de conferir o mais novo portfólio da Acesso para soluções customizadas em Cultura Organizacional e Desenvolvimento Humano:
Portfólio Acesso Soluções customizadas em Cultura Organizacional e Desenvolvimento Humano:
06/08/2015
03/07/2015
O setor de Qualidade da AB Brasil recebeu recentemente a Cartilha “Programa de Pré-Requisitos”, que incluiu a criação de um personagem exclusivo. Não vamos negar: criar narrativas e personagens é um processo bastante divertido – mas deve ser conduzido com o mesmo nível de atenção ao briefing e foco na estratégia que qualquer outra peça. Confira!
19/06/2015
Olha só quem chegou! Já está com a gente a nova edição do Boletim Interação, da cooperativa de crédito Sicoob Nossacred! Mais uma impressão de qualidade em parceria com a Gráfica Paratodos.
22/05/2015
O que inspira você? O pessoal da Criação da Acesso respondeu essa pergunta selecionando objetos que representam suas musas pessoais. Porque nós acreditamos que as entregas da equipe dependem do toque pessoal que cada um traz na mochila.
13/05/2015
Já fez sua inscrição?
13/05/2015
“O nosso processo criativo envolve redação e arte. Conteúdo e forma, se você preferir. E essa, meus caros, é uma briga antiga. Para o grande público, contudo, o conteúdo e a forma são muitas vezes indivisíveis – e isso é muito bom, pois é exatamente assim que tem de ser. Não cabe ao leitor de um livro, por exemplo, questionar a disposição do texto num grid, pois elementos textuais e gráficos precisam funcionar juntos, para e pelo leitor. Em peças de comunicação do dia a dia, como o newsletter da sua organização, a forma precisa trabalhar junto com o conteúdo – afinal você não está pintando um quadro de Po***ck. A mesma coisa vale para o texto, pois você não está fazendo literatura. Redação e arte devem caminhar lado a lado, uma se apoiando sobre a outra de forma simbiótica e geralmente sóbria, seguindo um caminho comum que perpassa decisões conceituais e uma dose variável de gosto pessoal das pessoas envolvidas. Para quem trabalha com criação, esses aspectos são muito importantes para alcançar um nível desejável de qualidade editorial.”
Guilherme Profeta, gerência de Comunicação Corporativa da Acesso Comunicação.
05/05/2015
Em 2015, depois de quase três décadas de atuação no mercado paulista, a Acesso ganhou uma nova marca. Ao lado, você confere parte do processo criativo de construção da nova identidade visual, explicada pelo designer Tiago Rosa:
"A proposta do redesign foi reforçar o posicionamento da Acesso enquanto marca, como uma empresa especializada em comunicação interna, com destaque para a construção de uma ponte entre o cliente e os seus colaboradores. Optamos por seguir princípios visuais da antiga marca, que carregavam uma tradição de quase 30 anos no mercado. As letras continuam em caixa-alta e minimalistas, mas aumentamos o espaçamento entre elas. Uma das ousadias foi trocar a cor roxa pelo rosa, potencializando as mudanças visuais. Introduzimos ainda um símbolo, que é um elemento chave no novo padrão de comunicação – ele foi construído a partir das letras A e O da palavra Acesso, formando uma ponte entre a primeira e última letra. Além disso, as formas criam uma seta que aponta para cima, representando crescimento.”
01/05/2015
Neste 1º de maio, nós pedimos ao pessoal da Acesso para explicar numa única palavra o que é que melhor traduz o conceito de trabalho. Confira as respostas da nossa equipe e aproveite para deixar a sua nos comentários!
29/04/2015
Você já encontrou o sorriso da sua Mona Lisa?
Você já encontrou o “algo” ou o “que” lhe difere das demais lideranças, dos demais colaboradores, das demais pessoas, que lhe torna único?
Já encontrou? Há mais de 500 anos Leonardo da Vinci, sim!
O famoso pintor renascentista encontrou nesse sorriso uma forma de perpetuar seus conhecimentos, sua visão de mundo, sua obra. Encontrou uma forma de expressar seu legado, ou melhor, de lançar uma luz, a possibilidade de um olhar para toda a sua obra.
Por que sugiro que você encontre o sorriso da sua Mona Lisa?
Em primeiro lugar, porque você é genial!
Como o próprio Da Vinci nos ensinou, a genialidade não é uma questão de genética, mas sim de coragem! Esse homem teve a ousadia de buscar novos conhecimentos, teve a coragem de mudar de contextos, de ambientes, quando esses não lhes favoreciam sua natural evolução.
Todos nós podemos ser geniais. Acredito firmemente que temos esse potencial.
Em segundo lugar, sugiro essa pergunta para propor uma perspectiva diferente sobre a questão da liderança.
Sugiro um olhar, de cada um de nós, como artistas. Assim como fez Leonardo quando estudava o corpo humano, quando inventava um equipamento qualquer. São famosas suas obras sobre anatomia humana, são artísticos seus desenhos, croquis, das suas invenções. Leonardo da Vinci abordou o conhecimento científico com olhos de artista.
Esse olhar diferente proposto na época por Da Vince contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento da ciência, para o entendimento da humanidade.
Pois bem, sugiro um olhar como artistas para a questão da liderança. Sugiro ter a arte, a humanidade que ela propõe, como lente, como filtro para análise e reflexão.
A arte é o espaço da sobrevivência psíquica. A cultura, em geral, é o campo no qual o ser humano encontra espaço para elaborar conteúdos internos, muitas vezes inconscientes. É nesse espaço que o ser humano se faz pleno.
Esta é a perspectiva que proponho para uma análise sobre a questão da liderança. Não é sem motivo que sugiro esse novo olhar.
Administração não é só ciência. Gerenciamento não é só ciência. Liderança não é só ciência. Foi uma das herança do Taylorismo que nos induziu a classificar o management, ou seja a Administração, a gerência e a liderança, como ciência. Management é muito mais do que isso. No campo das organizações, essas ações são a combinação de ciência, ética e arte!
Um bom líder faz uso de seus conhecimento técnicos, tem ética como pilar de atuação e enxerga o mundo a partir da humanidade que a cultura promove.
Aliás, liderar é uma arte! Entre as ações que eu citei, como administração e gerenciamento, a liderança é aquela que mais exige a relação com o humano. Veja, digo relação e não entendimento. Você pode entender a pessoa, mas não saber relacionar-se com ela.
Não fosse apenas essa questão, do management ser também uma arte, há outro motivo pelo qual proponho essa nova perspectiva: o mundo mudou!
Quem é aqui que não sabe disso!?
Sabemos todos que o mundo mudou. Mas ainda carregamos muito da herança taylorista. O mundo corporativo reciclou ideias, lançou mão de novos conceitos, mais ainda é oportuno falar sobre esse tema.
Hoje o mundo do trabalho exige das pessoas muito mais que conhecimento técnico, mais que comprometimento e energia para ação. Exige-se o melhor que elas têm: seu astral, seu otimismo, suas ideias... Exige-se esse lado que, lá no espaço da sobrevivência psíquica, cada um desenvolve.
É pertinente então que aprendamos um pouco mais sobre isso, que treinemos mais nosso olhar na perspectiva a que este questionamento se propõe:
Você já encontrou o sorriso da sua Mona Lisa?
Faço um recorte aqui! Não vamos conseguir em uma hora, quiçá um ano, nos aprofundar nessa análise tendo a arte, de forma ampla, em toda sua abrangência, como filtro para nossas reflexões.
Vamos nos ater, para este bate-papo, ao artista. Vamos focar no Leonardo Da Vinci, sem se esquecer que a obra é reflexo do autor, que muito da arte de Leonardo Da Vinci tem do homem Leonardo da Vinci. Sua genialidade, seu astral, sua energia, sua coragem estão presentes de forma peculiar em todo seu legado. Sua alma está em sua obra.
Muito do sorriso da sua Mona Lisa – da obra que você está construindo – tem de você mesmo. Você está refletido em sua obra. Sua alma está em sua obra.
Voltemos ao Leonardo!
O que podemos aprender com ele sobre liderança?
Muita coisa! Se tivesse que escolher apenas uma, diria: a arte da transformação cultural.
No espaço em que ele vivia, no tempo em que ele vivia, ele foi capaz de provocar mudanças, de construir uma ponte para o futuro.
Ele foi um agente de transformação cultural como poucos. Gênio renascentista, sem querer fazer um trocadilho, contribuiu fortemente para o renascimento da ciência, do conhecimento. Influenciou e influencia até hoje muitos seguidores.
O que um líder pode aprender com ele?
A ser líder de si mesmo, a estar presente em sua obra e por isso mesmo fazê-la inigualável.
A ser ponte, a ser visionário, a conduzir as pessoas para uma visão de futuro. A transformar.
Num mundo corporativo que passa por transformações frequentes essa é uma qualidade – nem diria competência – fenomenal.
As empresas juntam-se, separam-se, abrem novos mercados, desenvolvem novos produtos, trocam de presidente, fecham unidades, abrem unidades com uma velocidade enorme. Como podemos acompanhar isso tudo, para além das questões práticas e funcionais? Como extrair das pessoas o melhor que elas têm num ambiente de constantes transformações?
Como Da Vinci: apaixonando-se pela transformação, buscando conhecimentos para se adequar a novos contextos, muitas vezes sugerindo e promovendo as tais das transformações.
Da Vinci era um polímata, ou seja, uma pessoa erudita em muitas ciências. Era pintor, escultor, filósofo, matemático engenheiro, inventor, músico, botânico, poeta... teve 16 ocupações! Tinha uma mente privilegiada.
Você líder também tem de ter? Precisa dominar todos esses conhecimentos? Seria ótimo. Mas manter a mente aberta para outros tipos de conhecimento, de situações e contextos já ajuda. Síndrome de Gabriela – “eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim” – não cabe mais. Lembre-se: o mundo mudou.
Ajuda mais ainda constituir equipes com características complementares, expertise em campos de conhecimentos diferentes. Muitas cabeças juntas podem lhe ajudar a chegar perto da mente brilhante de Da Vinci.
No entanto, o líder precisa saber para onde ele vai, para onde a empresa quer ir.
É preciso saber qual é o rumo, para onde a empresa está indo, qual é o foco. Como um líder conduz as pessoas sem saber qual é o rumo?
Empresas, gastem tempo, invistam dinheiro mostrando ao seus líderes que rumo é esse, que caminho é esse. Depois deixem que eles caminhem!
Líderes, sejam curiosos, busquem informações, perguntem sobre esse rumo. Tenham a ousadia de aprender sempre e cada vez mais! Tenham coragem de caminhar. Isso não faltou à Da Vinci!
Da Vinci também não se furtou ao assumir seu papel na história. De posse desses conhecimentos ele produziu, criou, fez acontecer.
Cabe a você, líder, esse papel de agente de transformação de cultura da organização.
Assuma seu papel! Você está à frente da sua equipe. Ninguém mais pode liderar esse processo além de você.
Saiba onde a empresa quer chegar, conheça suas diretrizes tangíveis, como metas e objetivos do negócio, e também as diretrizes intangíveis, como valores, missão, visão, estilo desejado.
Interaja, influencie, impacte nesse modo de ser empresa. Você é protagonista na transformação de Cultura da organização.
Na prática, use essas informações para tomar decisões. Parece óbvio, mas essa não é uma prática frequente.
Por que você decidiu desenvolver um projeto em sua área? Qual o impacto desse projeto no negócio? Faz sentido executá-lo? Esse projeto reflete a empresa que queremos ser, ou seja, as diretrizes intangíveis da companhia?
Muitos de vocês devem estar pensando: claro que me faço essas perguntas todas! Ok! Ótimo... mas faz mesmo?
Nós seres humanos temos uma tendência danada de manter o ‘status quo’, ou seja, deixar as coisas como estão... e se é para transformar, tem de mudar.
Disse a vocês no começo da nossa conversa que arte é o espaço da sobrevivência psíquica, o campo no qual o homem encontra espaço para elaborar conteúdos internos, muitas vezes inconscientes.
Nessa perspectiva, é preciso atenção, senão, inconscientemente, já temos uma forma de ser, de agir já elaborados... e aí vai no automático.
É preciso criar esse espaço na organização, através de conversas, debates, exemplos, repetição, estímulo às relações humanas para que a empresa elabore internamente um novo jeito de ser. A empresa e você... aliás, quem é mesmo a empresa senão as pessoas que a compõem?
Difícil achar esse sorriso da Mona Lisa, hein? Mas não é impossível não.
Em resumo, o que eu disse, é que para promover transformação cultural é preciso não só estabelecer diretrizes, não só comunicar diretrizes, mas criar um espaço para que as pessoas elaborem isso, coloquem isso em prática.
É preciso criar um espaço no qual o humano se encaixe, se encontre. Ninguém vai mudar se não entender, se não sentir que é preciso mudar.
A empresa não vai mudar, transformar-se, evoluir se não houver inspiração para as pessoas. Sem isso, pode até acontecer aqui ou acolá algum tipo de mudança superficial, mas vai durar pouco.
A mudança de processos, de recursos também é necessária, mas de fato não há transformação sem as pessoas.
Como inspirar as pessoas? Enxergando-as, ouvindo-as! Simples? Sabemos que não... é uma arte!
Líderes: Definam uma pauta que contemple essas diretrizes intangíveis, infundam energia em todas as suas ações referentes à pauta e estimule as pessoas a darem o melhor de si. Não deixe de lado as diretrizes tangíveis.
Comecem pelos formadores de opinião, aqueles que poderão influenciar os demais nesse processo. Estabeleça, com o apoio do RH, espaços para essas conversas e discussões. Se não der, a cada bate papo, cada cafezinho, traga essa questão à tona.
O Leonardo, nosso amigo Da Vinci, por si só, influenciou e influencia muitos até hoje.
Algumas das características desse líder nato que podem nos servir como referência:
- Da Vinci captou a emoção e a imprimiu em suas obras. Seus desenhos, ainda que os engenheirados, continham a aura da emoção. Se você quer o melhor das pessoas, enxergue-as como pessoas. Isso não quer dizer ser o líder paizão, amigão da cerveja. Quer dizer ser o cara que me vê e me apoia.
- Da Vinci buscou prestígio e não fama. Seja humilde, meu amigo. Construa sua obra de forma que ela seja inabalável.
- Da Vinci nunca parou de aprender. O processo de formação nunca chega ao fim. Você está disposto a ser líder de você mesmo?
- Da Vinci sempre cedeu à curiosidade, sempre buscou maestria em seu trabalho.
Mas acima de tudo, Leonardo Di Ser Piero Da Vinci nos ensinou que a beleza = arte, a bondade = ética e a verdade = ciência fazem parte de um único todo.
Sinceramente espero que vocês encontrem o sorriso de sua Mona Lisa!
Susi Berbel
Consultora em Comunicação e Cultura Organizacional
Diretora da ACESSO (Comunicação, Cultura e Desenvolvimento Humano)
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