Baby Care Health

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Um novo conceito de atendimento a mamães e bebês, no conforto do seu lar.

O trabalho é realizado por Natasha Vendramini, enfermeira, acupunturista, consultora materno infantil e laser terapeuta, apaixonada pelo aleitamento materno e bebês.

19/09/2026

Talvez a parte mais bonita desse trabalho seja testemunhar uma mãe recuperar a confiança em si mesma.

É ver o medo dar lugar à segurança, as dúvidas se transformarem em conhecimento e, pouco a pouco, ela perceber que é capaz.

Porque quando uma mãe se sente acolhida, orientada e respeitada, ela não recebe apenas ajuda para amamentar. Ela descobre a própria força. 💖

15/09/2026

Prazer, eu sou Natasha Vendramini, enfermeira obstetra e consultora de amamentação certificada pelo IBLCE.

Minha trajetória na amamentação começou com o desejo de oferecer às mães mais do que informações: oferecer acolhimento, segurança e um cuidado realmente individualizado em um dos momentos mais importantes da vida.

Ser uma consultora IBCLC exige uma formação específica e rigorosa em lactação, além de estudo contínuo, atualização constante dos conhecimentos e uma atuação baseada em evidências científicas.

E foi escolhendo esse caminho que, ao longo dos anos, tive a oportunidade de acompanhar mais de 3.500 famílias em suas jornadas de amamentação. Cada família trouxe uma história, uma necessidade e um desafio diferente, e cada atendimento reforçou ainda mais a importância de olhar para a mãe e para o bebê como únicos.

Como enfermeira obstetra e consultora de amamentação IBCLC, meu trabalho é ajudar você a entender o que está acontecendo, encontrar caminhos possíveis para a sua realidade e viver a amamentação com mais confiança, sem julgamentos e sem receitas prontas.

Atendo famílias em Uberlândia, Minas Gerais, e acredito que informação de qualidade, escuta e suporte podem transformar completamente a experiência de amamentar.

Se você está gestante, acabou de ter um bebê ou está enfrentando alguma dificuldade para amamentar, será um prazer caminhar ao seu lado. 🤱🏻🤰

12/09/2026

Quando o bebê chega, a rotina da família muda por completo. E, quando a amamentação faz parte dessa nova fase, a mãe pode acabar concentrando grande parte dos cuidados, especialmente nos primeiros meses.

São ma**das frequentes, noites interrompidas, recuperação do parto, tarefas da casa e uma rotina que parece girar o tempo todo em torno do bebê. Nesse cenário, é comum que o casal deixe de olhar para a própria relação e passe a funcionar apenas no modo “dar conta”.

Mas construir uma nova rotina familiar não significa que vocês precisam fazer tudo sozinhos.

O casal também precisa de apoio. E esse apoio pode vir de pessoas próximas, como avós, familiares e amigos, ou até de profissionais que possam orientar e acolher a família nesse período de adaptação.

Ter alguém que prepare uma refeição, ajude com a casa, fique um pouco com o bebê enquanto a mãe toma banho ou simplesmente ofereça um momento de descanso pode fazer uma diferença enorme.

Na amamentação, essa rede também é importante. O parceiro pode participar de muitas maneiras, mesmo sem amamentar, mas ele também pode precisar de orientação para entender como apoiar. E a mãe pode precisar de ajuda especializada quando surgirem dúvidas, dificuldades ou inseguranças durante o processo.

A chegada de um bebê inaugura uma nova fase. Por isso, talvez seja menos sobre tentar recuperar a rotina que existia antes e mais sobre construir, aos poucos, uma nova rotina que funcione para essa família.

Uma rotina em que a mãe seja cuidada, o bebê seja acolhido e o casal consiga permanecer conectado contando, sempre que necessário, com uma rede de apoio ao redor.

Porque pedir ajuda não significa que vocês não estão dando conta.

Significa reconhecer que cuidar de uma família também é permitir que outras pessoas cuidem de vocês. ❤️👶

07/09/2026

O bebê não nasce com um manual de funcionamento. E talvez uma das partes mais difíceis do início da maternidade seja justamente descobrir, aos poucos, como aquele bebê funciona.

Durante a gestação, ele estava protegido e vivendo em um ambiente completamente diferente. Depois do nascimento, tudo muda: ele precisa se adaptar à luz, aos sons, ao toque, à temperatura, à fome, ao sono e a uma rotina que ainda não conhece.

Por isso, preparar uma família para a chegada do bebê não deveria envolver apenas falar sobre amamentação. É importante também entender como um recém-nascido normalmente se comporta: ele pode mamar muitas vezes ao dia, dormir de forma irregular, querer colo com frequência e passar por momentos de maior irritação. Saber disso ajuda a diminuir a ansiedade diante de comportamentos que podem ser completamente esperados nessa fase.

E é justamente aí que uma boa rede de apoio faz diferença. Quando a mãe está cercada de pessoas que entendem as necessidades reais de um recém-nascido, ela não precisa carregar sozinha o peso de interpretar cada choro, cada ma**da ou cada mudança de comportamento.

O parceiro, a família e quem estará por perto também precisam estar preparados, não apenas para “ajudar”, mas para compreender o bebê e apoiar a mãe de verdade.

A informação também é uma forma de cuidado. Quanto mais a família entende o funcionamento esperado do bebê, mais segurança tem para atravessar os primeiros dias e perceber quando algo realmente foge do esperado e precisa de avaliação profissional.

Afinal, o bebê está conhecendo o mundo pela primeira vez. E os adultos também estão conhecendo aquele bebê.

Foi pensando nisso que nasceu o Mãe do Zero: para ajudar você a se preparar para a maternidade de forma mais completa, entendendo não apenas da amamentação, mas também os cuidados, o comportamento e as necessidades do bebê nos primeiros momentos dessa nova jornada.

Se você quer chegar à maternidade mais preparada e segura para entender o seu bebê, conheça o Mãe do Zero e comece essa preparação antes mesmo dele chegar. 🩷🤰

05/09/2026

O pré-natal também é um momento para alinhar expectativas sobre o bebê e sobre a maternidade.

Durante a gestação, é muito comum imaginar como será ter o bebê nos braços. E, nesse processo, as redes sociais podem contribuir para criar uma imagem muito bonita e muitas vezes incompleta dos primeiros meses.

São fotos de bebês tranquilos dormindo no berço, famílias vivendo momentos emocionantes e uma rotina que parece se encaixar perfeitamente. Mas existe uma parte dessa história que nem sempre aparece.

O bebê pode chorar muito. Pode acordar várias vezes durante a noite. Pode querer colo o tempo todo, mamar com frequência e ter dias em que parece que nada funciona.

A mãe pode se sentir cansada, insegura e até pensar: “Por que ninguém me contou que seria assim?”

E conhecer essas possibilidades antes do nascimento não significa esperar o pior. Significa chegar mais preparada para o que é possível e normal dentro da adaptação de uma família com um recém-nascido.

O bebê não vem para cumprir expectativas. Ele vem com seu próprio temperamento, suas necessidades e seu ritmo. E os primeiros meses serão um período de descobertas para todos.

Por isso, durante o pré-natal, vale conversar não apenas sobre o parto e os exames, mas também sobre como funciona um recém-nascido, o que esperar da amamentação, do sono, do choro, do colo e da construção dessa nova rotina.

Quanto mais informação a família tem, menos ela depende daquela imagem idealizada do bebê perfeito e mais consegue acolher a realidade que encontrar.

A maternidade pode ser linda, emocionante e transformadora. Mas ela também pode ser cansativa, desafiadora e cheia de momentos inesperados.

E você não precisa descobrir tudo isso sozinha depois que o bebê nascer.

O Mãe do Zero foi criado para ajudar você a se preparar para a maternidade de forma realista e completa, entendendo o bebê e sabendo o que esperar dos primeiros momentos.

Porque se preparar para a maternidade também é alinhar expectativas para viver o real sem se sentir despreparada. 🤍

03/09/2026

Nem todo bebê que toma fórmula “dá menos trabalho”. E, principalmente, oferecer fórmula não significa que aquele bebê necessariamente dormirá melhor, chorará menos ou ficará mais satisfeito.

Essa ideia é muito difundida, mas a realidade é bem mais complexa.

O comportamento de um bebê não depende apenas do tipo de leite que ele recebe. Sono, desenvolvimento, necessidade de contato, desconfortos, rotina, temperamento e até os momentos de crescimento podem influenciar muito o comportamento do bebê.

Além disso, quando um bebê recebe fórmula, ele pode ficar mais tempo sem mamar em algumas situações porque a digestão é diferente. Mas isso não significa que ele necessariamente dormirá a noite inteira ou que deixará de acordar.

E existe outro ponto importante: quando a fórmula é introduzida sem necessidade ou sem orientação adequada, ela pode interferir na amamentação, especialmente quando substitui ma**das no peito. E isso não é sobre demonizar a fórmula, Ela é um recurso importante e, quando necessária, pode fazer parte da alimentação do bebê com segurança e tranquilidade.

O problema está em acreditar que ela é uma “solução” para o bebê dormir mais, chorar menos ou “dar menos trabalho”.

Entendam que bebês são bebês. Eles precisam de alimentação, colo, contato, segurança e cuidado, independentemente da forma como são alimentados. 🤍

Se você está vivendo dificuldades com a amamentação, não precisa esperar chegar ao limite para procurar orientação.

💬 Você já ouviu que “se der fórmula, o bebê dorme melhor”? Me conta nos comentários.

📌 Salve este post para lembrar quando alguém repetir esse conselho.

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25/08/2026

“Meu bebê mamou e parece que ainda está com fome. Será que o meu leite não está sustentando?”

Essa é uma dúvida muito comum, principalmente nas primeiras semanas. E entender o tamanho do estômago do bebê pode ajudar a compreender por que ele pode querer mamar tantas vezes ao longo do dia.

Por volta de 1 mês de vida, o estômago do bebê ainda é pequeno. Uma comparação bastante utilizada é a de que ele tem aproximadamente o tamanho de um ovo. Mas atenção: isso não significa que exista uma quantidade exata de leite que todo bebê de 1 mês deve tomar.

A capacidade gástrica aumenta progressivamente e pode variar de acordo com cada bebê, com o momento da ma**da e com diversos outros fatores. Em termos aproximados, podemos falar em volumes que ficam na faixa de dezenas de mililitros e podem chegar a algo em torno de 50 a 150 ml, conforme essa capacidade vai aumentando.

Por isso, comparar o bebê que mama no peito com um bebê que toma mamadeira pode gerar muita ansiedade. No peito, o bebê não precisa necessariamente ingerir uma quantidade fixa a cada ma**da. Ele pode mamar pequenas quantidades várias vezes ao longo do dia, e isso pode ser completamente esperado.

Além disso, a frequência das ma**das, por si só, não é um indicador de que o leite materno é insuficiente. Mais importante do que olhar apenas para esse fator é observar o conjunto, incluindo o ganho de peso, as eliminações, o comportamento do bebê, a pega, a transferência de leite e a avaliação individual.

A amamentação não deve ser uma disputa contra números. É preciso olhar para o bebê como um todo.

💬 Seu bebê mamava muitas vezes e você achava que isso significava pouco leite? Comente “EU” aqui.

📌 Salve este conteúdo para consultar quando essa insegurança aparecer novamente.

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21/08/2026

Cuidar da amamentação de um bebê que nasceu com restrição de crescimento pode trazer desafios e inseguranças que nem sempre são visíveis para quem está de fora.

Cada mamãe e cada bebê precisam ser avaliados de forma individual. Em alguns casos, é necessário observar com atenção a pega, a transferência de leite, o ganho de peso, a frequência das ma**das e criar estratégias que favoreçam uma amamentação mais eficiente e segura.

Foi exatamente isso que trabalhamos nesta consultoria: entender a realidade dessa dupla e traçar um caminho possível, respeitando as necessidades do bebê e também da mãe. Não existe fórmula pronta quando falamos de amamentação. Existe acolhimento, conhecimento e estratégias adequadas para cada situação.

Você não precisa enfrentar as dificuldades sozinha ou esperar que a situação se torne ainda mais angustiante para buscar ajuda. Muitas vezes, pequenas mudanças feitas com orientação podem transformar completamente a experiência da amamentação.

E se você deseja entender melhor a amamentação, se preparar para os desafios e ter informações práticas para viver esse momento com mais segurança, conheça o meu curso Amamentação Descomplicada.

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20/08/2026

A volta ao trabalho pode trazer uma mistura de sentimentos: alegria por retomar a rotina, preocupação com a separação do bebê, medo de prejudicar a amamentação e muitas dúvidas sobre como tudo vai funcionar.

Mas voltar ao trabalho não significa, necessariamente, precisar interromper a amamentação.

Com informação e planejamento, é possível construir uma rotina que funcione para você e para o seu bebê.

Antes da volta, alguns pontos merecem atenção:

1. Aprenda sobre a ordenha do leite materno.
Conhecer a técnica, os cuidados com higiene e o armazenamento correto pode trazer muito mais segurança.

2. Planeje os momentos de retirada do leite.
Se você ficará várias horas longe do bebê, pense em como manter a retirada do leite durante o trabalho, respeitando sua rotina e as necessidades do seu corpo.

3. Prepare quem ficará com o bebê.
Essa pessoa precisa saber como oferecer e armazenar o leite materno, além de respeitar os sinais de fome e saciedade do bebê.

4. Não deixe tudo para a última semana.
Começar com antecedência permite testar a ordenha, organizar o armazenamento e fazer adaptações com mais tranquilidade.

5. Não transforme a amamentação em uma cobrança.
Cada mãe encontrará uma forma possível de conciliar trabalho e amamentação. Algumas mantêm o leite materno durante todo o período de separação; outras amamentam diretamente quando estão juntas e oferecem leite ordenhado quando estão longe. Em algumas situações, pode ser necessário complementar.

E tudo isso merece ser acolhido sem culpa. 🤍

O objetivo não é criar uma rotina perfeita, mas uma rotina possível, segura e respeitosa para você e para o seu bebê.

Se a sua volta ao trabalho está chegando, comece a se preparar com antecedência e busque orientação profissional para entender o que faz sentido para a sua família.

Salve este post para consultar quando precisar e envie para uma mãe que está se preparando para voltar ao trabalho.

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