Dra. Jakeliny Vieira

Dra. Jakeliny Vieira

Compartilhar

Especialista em Gastroenterologia outorgado pelo MEC e pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). Trabalha no Hospital Unimed Vitória. A Dra.

Jakeliny Vieira possui graduação em medicina pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, residência médica em gastroenterologia pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) e mestrado em gastroenterologia clínica pela Universidade de São Paulo (USP). Possui Títulos de Especialista em Gastroenterologia outorgado pelo MEC e pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). Atua na área de Medicina, com ênfase em Gastroenterologia / Hepatologia.

27/05/2026

Estudo aponta maior incidência de problemas na vesícula com uso prolongado e doses mais altas desses medicamentos. Dr. Rodrigo Barbosa Novais, cirurgião do aparelho digestivo, orienta acompanhamento clínico, atenção a sintomas e investigação com ultrassom em casos suspeitos.

O uso de medicamentos para controle da obesidade e do diabetes tipo 2, como os agonistas do receptor GLP-1 — conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras — tem sido associado ao aumento do risco de doenças da vesícula biliar, especialmente cálculos biliares, segundo revisão publicada na SAGE Journals.

A análise reúne ensaios clínicos e aponta que o risco é mais observado em tratamentos prolongados, com doses mais altas e perda de peso mais acentuada. De acordo com o trabalho, esses medicamentos podem reduzir o esvaziamento adequado da vesícula biliar e alterar a composição da bile, favorecendo a estagnação do líquido e a formação de cálculos.

O estudo conclui que, apesar dos benefícios no controle do peso e do diabetes, o uso desses medicamentos requer avaliação individualizada e acompanhamento clínico, especialmente em pacientes com fatores de risco para doenças biliares. O monitoramento de sintomas e a reavaliação da conduta terapêutica são indicados para reduzir a probabilidade de complicações durante o tratamento.
Fonte: Valor Econômico

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

25/05/2026

Estudo em SC indica que compostos da fruta resistem à digestão e podem influenciar glicemia e colesterol.

Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem potencial de blindar as artérias, com impactos positivos no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males cardiovasculares e diabetes.

A espécie tem sido analisada por pesquisadores da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que também estudam outros frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da pitanga e do araçá.

“Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos, sobretudo os flavonoides”, conta a engenheira de alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no periódico Foods.

Por meio de simulação do processo digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o comportamento dessas e demais substâncias vindas tanto do fruto quanto das folhas. “Vários desses compostos permaneceram acessíveis após a digestão simulada”, revela Kempka.

Signif**a que os efeitos benéficos se mantêm no organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba. Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.

Os pesquisadores também prepararam um tipo de biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a modular as taxas de açúcar na circulação.

“Ocorreu ainda a redução dos níveis de colesterol total”, comenta a pesquisadora. Tais resultados confirmam indícios, encontrados na literatura científ**a, de que os flavonoides atuam em prol da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos seriam necessárias para confirmar esses achados.
Mais: https://www.band.com.br/saude/noticias/por-que-a-guabiroba-intriga-cientistas-por-efeitos-no-acucar-e-colesterol-202604262120

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

21/05/2026

A Dra. Jakeliny Vieira possui graduação em medicina pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, residência médica em gastroenterologia pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) e mestrado em gastroenterologia clínica pela Universidade de São Paulo (USP).

Possui Títulos de Especialista em Gastroenterologia outorgado pelo MEC e pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). Trabalha no Hospital Unimed Vitória.

Tratamentos

* Gastrite e úlcera
* Refluxo gastroesofágico
* Cálculo na vesícula
* Pancreatite
* Hepatites
* Esteatose hepática
* Hemocromatose
* Outros

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

20/05/2026

Consumo excessivo de carnes gordurosas, álcool e bebidas gaseif**adas pode provocar estufamento, náusea e sensação de peso.

O churrasco costuma reunir família e amigos, especialmente em fins de semana e feriados. Mas o que deveria ser apenas um momento de lazer pode terminar em azia, refluxo, estufamento, gases e sensação de peso quando há exagero na quantidade de comida, consumo elevado de álcool e longos períodos de jejum antes da refeição.

Segundo Diego Righi, professor de Nutrição da Afya Centro Universitário Itaperuna, o problema não está necessariamente no churrasco, mas na forma como ele é consumido. “Na maioria das vezes, os sintomas não são causados pela carne isoladamente, mas pelo conjunto de fatores: grande volume de comida, cortes gordurosos, álcool, bebidas gaseif**adas e longos períodos de jejum antes da refeição”, explica.

O nutricionista observa que refeições com maior teor de gordura permanecem mais tempo no estômago. Isso pode favorecer a sensação de peso, náusea e refluxo, principalmente em pessoas mais sensíveis ou que já convivem com alterações gastrointestinais.

Pessoas com refluxo podem sentir mais desconforto
A médica Ana Cristina Amaral, professora de pós-graduação em Gastroenterologia na Afya Brasília, alerta que os sintomas podem ser mais intensos em quem tem doença do refluxo gastroesofágico, dispepsia, conhecida popularmente como gastrite, ou síndrome do intestino irritável.

Segundo ela, a gordura e o álcool podem relaxar o esfíncter esofagiano inferior, estrutura que ajuda a impedir o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago. Quando isso ocorre, aumentam as chances de refluxo. O álcool também pode irritar a mucosa gástrica, provocando dor em quem já apresenta sensibilidade.
Mais: https://www.correiodopovo.com.br/bellamais/saudefeminina/exagerou-no-churrasco-veja-como-evitar-azia-e-refluxo-1.1712557

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

19/05/2026

A gastrite crônica é uma inflamação prolongada da mucosa do estômago que pode transformar refeições simples em momentos desconfortáveis. Dor, queimação, estufamento e má digestão costumam aparecer quando o sistema digestivo f**a mais sensível. O curioso é que pequenos hábitos do cotidiano, como mastigar devagar ou evitar longos períodos em jejum, podem fazer muito mais diferença do que muita gente imagina.

O que a ciência descobriu sobre a gastrite crônica
Pesquisas em gastroenterologia mostram que a gastrite crônica está frequentemente ligada à bactéria Helicobacter pylori, conhecida como H. pylori. Esse microrganismo consegue sobreviver no ambiente ácido do estômago e provoca inflamação contínua na mucosa gástrica.

Os cientistas também observaram que fatores como álcool, cigarro, estresse persistente e uso excessivo de anti-inflamatórios podem aumentar a irritação do sistema digestivo. É como se a parede protetora do estômago fosse f**ando mais frágil ao longo do tempo.

Como isso funciona na prática

Na rotina, atitudes simples ajudam a reduzir a produção excessiva de ácido gástrico. Comer em pequenas porções ao longo do dia evita que o estômago permaneça vazio por muitas horas, algo que costuma piorar os sintomas em pessoas com gastrite.

Outra recomendação importante é mastigar com calma. Parece detalhe, mas a digestão começa na boca. Quando a comida chega melhor processada ao estômago, o sistema digestivo trabalha com menos esforço e a inflamação tende a diminuir.

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

15/05/2026

Estudo que contou com participação de pesquisadores brasileiros revelou como herança de doença metabólica é passada ao embrião.

Os pais são responsáveis por passar aos filhos uma série de características – cor dos olhos, do cabelo, tipo sanguíneo. Mas são também por meio dos genes que se determinam a propensão a certas doenças.

Já se sabia, por exemplo, que a saúde alimentar dos pais, o que inclui problemas como obesidade ou desnutrição, pode influenciar no risco de doenças nos filhos.

➡️Mas um novo estudo publicado na revista científ**a "Nature Communications", que contou com a participação de pesquisadores brasileiros, mostrou como isso acontece no caso da obesidade.

"Ele [o estudo] mostra que essa 'herança' pode ser transmitida pelo pai através do es***matozoide, usando pequenas moléculas, os microRNAs, que carregam informações sobre o estado de saúde do organismo", detalha Marcelo Mori, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e um dos pesquisadores envolvidos no estudo.

O grupo realizou experimentos com camundongos e observou que os filhotes de machos obesos nasciam com peso normal, mas, com o passar dos dias, apresentavam um quadro de intolerância à glicose e resistência à insulina.

👉Essas características contribuem para o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Outro ponto importante revelado pelo estudo é que essa influência negativa vinda do pai pode ser revertida.
Isso porque os pesquisadores também notaram que, quando o homem com obesidade perdia peso, houve uma redução desses microRNAs no es***ma.
Mais: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/04/04/homens-com-obesidade-podem-transmitir-problemas-para-os-filhos-entenda-mecanismo.ghtml

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

13/05/2026

Confirmação do óbito de mulher de 60 anos foi feita pelo Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus. Prefeitura informou que exame deu reagente para a doença, mas aguarda outras informações para determinar a causalidade.

Foi confirmada a primeira morte por hepatite A em Juiz de Fora. Trata-se de Ângela Cristina Terra Pinto, de 60 anos, que deu entrada no Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus no dia 28 de abril e morreu no início da madrugada de 30 do mesmo mês.

A confirmação ocorreu após o Setor de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) receber os resultados das análises laboratoriais, que apontaram resultado positivo para a presença do vírus.

Apesar da informação do hospital, a Prefeitura informou, em nota, que o óbito segue em investigação e que a análise laboratorial representa apenas uma das etapas do processo, que também considera o quadro clínico, antecedentes epidemiológicos, fatores de risco e outras informações necessárias para determinar a causa da morte.

O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Saúde e aguarda retorno.

Até o fim de abril, Juiz de Fora havia confirmado 808 casos da doença, número que representa mais de 70% dos registros de hepatite A em Minas Gerais em 2026.

Casos em 2026 são os maiores dos últimos 10 anos
O número supera o total acumulado de casos registrados na cidade nos últimos 10 anos, entre 2016 e 2025.
Fonte: G1

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

08/05/2026

Os esforços globais para combater a hepatite viral estão gerando progressos mensuráveis na redução de infecções e mortes. Mas a doença continua sendo um grande desafio de saúde pública mundial, como mostra o relatório da Organização Mundial da Saúde, OMS, divulgado nesta terça-feira durante a Cúpula Mundial sobre Hepatite, que ocorre em Genebra.

As hepatites virais B e C – responsáveis por 95% das mortes relacionadas à hepatite no mundo – causaram 1,34 milhão de óbitos em 2024. Ao mesmo tempo, a transmissão continua, com mais de 4,9 mil novas infecções por dia, ou 1,8 milhão por ano.

Brasil e Portugal superaram meta
O Relatório Global de Hepatite 2026 apresenta avanços desde 2015: o número anual de novas infecções por hepatite B caiu 32%, e as mortes relacionadas à hepatite C diminuíram 12% em todo o globo.

A prevalência de hepatite B entre crianças abaixo de 5 anos também diminuiu para 0,6%, com 85 países atingindo ou superando a meta de 0,1% prevista para 2030, como é o caso do Brasil e de Portugal.

Esses dois países de língua portuguesa aparecem na lista dos que ultrapassaram a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS.

O Brasil aparece entre os países citados no relatório da OMS entre os que estão "tomando medidas para acelerar o progresso nacional rumo à eliminação" e que “já alcançaram resultados impressionantes".

Brasil: ação e impacto em nível nacional
Embora o progresso em nível global ainda não seja rápido o suficiente para atingir as metas de eliminação de 2030, há “excelentes exemplos de ação ou impacto em nível nacional”. O relatório apresenta 10 exemplos de países iniciando com o Brasil, o único de língua portuguesa nessa lista.

O destaque f**a por conta do “progresso rumo à eliminação da transmissão de hepatite B de mãe para filho” (vertical) e da “ampliação do acesso ao tratamento”.

Segundo o relatório, “o Brasil alcançou progressos substanciais na redução da carga das hepatites virais por meio do seu Sistema Único de Saúde, SUS”.
Mais: https://news.un.org/pt/story/2026/04/1852988

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

07/05/2026

De acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, mais conhecida como H. pylori, afeta metade da população mundial. A alta prevalência de contágio “continua sendo um grave problema de saúde pública”. A contaminação pode desencadear uma série de doenças gástricas, como inflamação, úlceras gastroduodenais e até câncer.

A infecção pode acontecer de algumas formas mais comuns. Por meio da saliva, no modo oral-oral; Através de fluidos gástricos, na forma gastro-oral; Em contato com resíduos fecais (fecal-oral), que são os veículos da bactéria.

A respeito da forma mais comum de contaminação pela bactéria: a transmissão entre pessoas de uma mesma família (exposição continuada em alta carga) ou de uma comunidade que conviva de forma muito próxima é a principal forma de contágio.

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

06/05/2026

Alimentos com açúcares adicionados estão por toda parte — inclusive em lugares inesperados. Então, quão fácil é cortar o açúcar e que impacto isso pode ter na sua saúde?

Embora eu geralmente tenha uma alimentação saudável, baseada em grande parte em comida caseira, também tenho um forte gosto por doces e costumo comer um ou dois chocolates por dia.

Isso não é surpreendente: o consumo excessivo de açúcar é comum nas dietas modernas.

O desafio do açúcar

Eu me propus a não consumir nenhum alimento com açúcar refinado adicionado por seis semanas.

Também evitei mel e sucos de fruta, mas continuei consumindo os açúcares naturais das frutas inteiras.

Desde o início, notei algumas mudanças surpreendentes nos níveis de energia e no meu humor.

A típica queda de energia depois do almoço desapareceu. Por outro lado, muitas vezes me pegava olhando para a geladeira sem entusiasmo, tentando — em vão — encontrar algo interessante para beliscar (algo doce), com a sensação de que estava perdendo alguma coisa.

O açúcar está por toda parte

Antes de tudo, vale refletir sobre a enorme quantidade de açúcar adicionada aos alimentos. Evitá-lo foi surpreendentemente difícil.

Ao percorrer as prateleiras do supermercado onde costumo fazer compras, encontrei açúcar em produtos onde menos esperava. Por exemplo, em um sanduíche de pão de fermentação natural da seção de frios, que continha 5,7 gramas de açúcar, ou em um prato pronto de molho à bolonhesa (9 gramas).

Muitos cereais matinais contêm açúcares adicionados, e uma fatia de pão de forma comum de supermercado tinha cerca de 1,2 grama de açúcar.
Continue lendo: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gxy5dre7yo

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

30/04/2026

Acordar com torcicolo, dor na lombar, azia ou até ouvir reclamações por causa do ronco pode ter uma explicação mais simples do que parece: a forma como você dorme. Embora não exista uma posição única considerada ideal para todas as pessoas, a postura adotada na cama pode influenciar diretamente o conforto, a respiração e até a qualidade do sono.

Não há uma maneira “certa” que sirva para todos. Ainda assim, quando o despertar vem acompanhado de rigidez, incômodo ou noites mal dormidas, vale observar se a posição ao dormir está contribuindo para o problema.

Dormir de lado pode aliviar, mas também exige cuidado
Dormir de lado é um hábito comum e, para muita gente, não traz prejuízo. Em alguns casos, porém, essa posição pode aumentar a pressão sobre ombros, quadris e joelhos, principalmente em pessoas mais velhas ou com problemas nas articulações.

Uma das alternativas é usar um topper de espuma viscoelástica ou gel, que ajuda a distribuir o peso do corpo de forma mais uniforme. Outra medida simples é colocar um travesseiro entre os joelhos. Isso contribui para manter pernas e quadris alinhados e pode reduzir dores no quadril, nos joelhos e na região lombar.

A altura do travesseiro também merece atenção. Quando ele está alto ou baixo demais, pode desalinhar a coluna e aumentar a tensão muscular e articular. Segundo Indira, isso ainda pode pressionar nervos e provocar dor, formigamento ou fraqueza nos ombros, braços e parte superior das costas.
Continue lendo: https://acritica.net/saude/posicao-ao-dormir-dor-ronco-refluxo-como-melhorar/

Dra. Jakeliny Vieira: Gastroenterologia e Hepatologia Clínica.
www.jakelinyvieiragastro.com.br

Marque sua consulta: Fones: 27 3019-7771 / 3019-7770

Quer que seu negócio seja a primeira Salão De Beleza em Vitória?
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Categoria

Telefone

Endereço


Vitória, ES
29056-250