Academia de Naturalismo PB

Academia de Naturalismo PB

Compartilhar

Paula Breder Group é a referência nacional no que diz respeito ao Mercado de Naturalismo Capilar.

É composto por:

�Academia PB

�Produtos PB

�Espaços PB

25/05/2026

“Alisamento não faz mal se for com produto bom.”
Será mesmo?

Uma pesquisa publicada no International Journal of Trichology investigou exatamente isso — e a resposta foi direta.

Raio-X científico: efeitos adversos dos alisantes — mito ou realidade?

Pesquisadores do Departamento de Dermatologia do AJ Institute of Medical Sciences (Índia, 2013) avaliaram 90 mulheres que utilizaram alisantes químicos profissionais por mais de um ano.

O resultado chama atenção:
95,56% relataram algum tipo de efeito adverso.

Ou seja, não é exceção. É padrão.

Os dados, efeito por efeito:

• 67% — frizz
O efeito mais comum. O fio que deveria f**ar alinhado se torna poroso e indisciplinado, devido ao dano estrutural causado pelo pH elevado das fórmulas.

• 61% — caspa e descamação
A agressão ao couro cabeludo compromete a barreira natural, gerando ressecamento, descamação e inflamação contínua.

• 47% — queda capilar
Quase metade das participantes percebeu queda. Um dado que se repete em outros estudos da literatura.

• 40% — afinamento e enfraquecimento
A quebra das ligações internas do fio é permanente. O cabelo não retorna à sua resistência original, e o dano se acumula a cada reaplicação.

• 22% — alteração de cor (grisalho precoce)
Um efeito menos discutido, mas que pode indicar interferência na pigmentação do fio.

E por que as pessoas continuam alisando?
Principalmente por estética, praticidade e pressão social.

Ou seja, a decisão raramente é técnica.
É emocional e cultural.

E é aqui que entra o papel do profissional.

Não é sobre julgar a escolha da cliente.
É sobre oferecer informação de qualidade para que ela decida com consciência.

Os efeitos adversos não são mito.
São realidade documentada.

E isso muda a forma como você atende, orienta e constrói confiança.

Salve. Compartilhe. Use como argumento no seu próximo atendimento. ✨

22/05/2026

Curso tem em todo lugar. Formação séria? Poucas.

O que a Academia PB faz de diferente:

Ensina a ciência do fio, não receita. Você aprende cadeia carbônica, penetração, bioafinidade, diagnóstico. Você sai entendendo POR QUÊ um ativo funciona, não decorando QUAL usar.

Ensina o negócio, não só a técnica. Precif**ação, posicionamento, tráfego, marca pessoal. A Escola de Crescimento PB existe porque não adianta ser boa e falir.

Dá comunidade, não só certif**ado. 120+ credenciadas ativas. Rede de apoio. Troca de caso clínico. Acesso a linha profissional exclusiva. Você não anda sozinha.

Ninguém no Brasil combina terapia capilar naturalista + formação empresarial + produtos proprietários + comunidade ativa. A maioria ensina técnica OU negócio. A Academia PB faz os dois. E conecta você a uma rede de mulheres que estão mudando o mercado de beleza no Brasil.

Se você sente que quer mais, mais conhecimento, mais renda, mais propósito, mais gente do seu lado isso aqui é pra você.

19/05/2026

O “sem química” do pente quente queima queratina pela mesma rota molecular do NaOH. E o desfecho tem nome na literatura desde 1968.

A fumaça que sobe quando o pente toca o fio é a água estrutural do córtex sendo expulsa. Cada nuvem branca é matéria do fio sendo destruída em tempo real.

A BIOQUÍMICA (150–260°C)
100°C → vaporização intracortical → bubble hair.
125°C → desnaturação da queratina.
130°C → oxidação irreversível da camada-F.
150°C → ruptura térmica das pontes dissulfeto.
175°C → bubble hair em microscopia eletrônica.

LoPresti, Papa & Kligman (Arch Dermatol, 1968) descreveram a primeira alopecia cicatricial em mulheres negras: alopecia do pente quente. Sperling & Sau (1992) reclassif**aram como Síndrome de Degeneração Folicular, hoje no espectro da CCCA — a alopecia mais comum em mulher negra, nascida na literatura descrevendo este vídeo.

RELAXANTE × PENTE QUENTE

Camada-F: hidrolisada × oxidada
Cistina: lantionina × desnaturação térmica
Cutícula: erosão alcalina × lifting térmico
Córtex: porosidade × bubble hair
Folículo: cicatriz alcalina × cicatriz térmica
Mecanismo diferente. Histopatologia idêntica.

Três prejuízos, mesmo desfecho: queimadura folicular → CCCA; bubble hair, perda de 18-MEA e ruptura cistínica no fio; ciclo psíquico “preciso corrigir meu cabelo” intacto. Sem produto ≠ sem imposição.

A Filosofia PB sustenta o oposto: nutrição lipídica vegetal estratif**ada — C12–C14 córtex, C16–C18 cutícula. Sem hidrólise. Sem queimadura. Sem cicatriz.

Quem chama pente quente de “alternativa natural” responde:

Qual naturalidade aplica 200°C sobre tecido vivo?
Qual “sem química” destrói cistina pela mesma rota do NaOH?
Qual alternativa segura fundou em 1968 a literatura de alopecia cicatricial em mulher negra?
Não existe.

A natureza do dano não muda quando muda o agente.
Não existe cabelo difícil. Existe profissional treinada para executar a violência sem reconhecê-la.

Salve. Compartilhe com quem chama isso de alternativa.

18/05/2026

A beleza está migrando para o naturalismo, para ciência aplicada, para protocolos personalizados.
Quem continuar apenas repetindo química agressiva vai f**ar para trás.

A Academia PB prepara você para a nova era da terapia capilar.
Mais consciência. Mais técnica. Mais resultado sustentável.

O futuro não pertence a quem aplica.
Pertence a quem entende.

16/05/2026

O cabelo no vídeo não está “seco”. Está transformado. A proteína do fio virou outra molécula, e essa mudança não tem volta. Descrito em literatura desde 1970.

A descoloração (pó alcalino + água oxigenada + persulfatos) trabalha por oxidação em pH alto (9,5–11). Em cada aplicação, 5–10% da cistina (as pontes de enxofre que sustentam o fio) viram ácido cisteico.

LIMIAR DE DISSOLUÇÃO DO FIO (Robbins, 2012)
Menos de 5% — fio virgem.
5–15% — após uma descoloração leve.
15–25% — fio quebra ao puxar.
Mais de 25% — fio se desfaz na mão quando úmido.

O cabelo do vídeo está acima de 25%. Não está “fragilizado”: está se dissolvendo. A queratina deixou de ser queratina ali.

E o bond builder?
Segura, durante o processo, parte das pontes ainda intactas. Mas não desfaz ácido cisteico já formado, não regenera 18-MEA, não recompõe o cimento entre células. Em estado avançado, não tem o que segurar — a estrutura original não existe mais.

A Filosofia PB é universal: não depende de textura nem de etnia. Óleos vegetais por tamanho de cadeia (C12–C14 no córtex, C16–C18 na cutícula) reduzem porosidade. Não desfazem dano químico.
Intervenção real: cortar, parar a química, esperar o cabelo crescer saudável da raiz.

Quem vende “manutenção de platinado saudável” responde:
Em que momento cistina destruída volta a ser cistina?
Em que momento ácido cisteico vira pontes de novo?
Em que momento a 18-MEA oxidada se reconstrói?
Não existe.
A natureza do dano não muda quando muda o agente.
Não existe cabelo difícil. Existe profissional treinada para vender ilusão de reversibilidade onde só existe perda química permanente.

Salve. Compartilhe com quem vende ilusão.

15/05/2026

250 mulheres.
Todas atendidas por profissionais treinados.
Todas com efeitos adversos documentados.

O problema não é a mão. É a química.

Raio-X científico: relaxamento químico e efeitos adversos

Um estudo da Universidade Obafemi Awolowo (Nigéria, 2009) analisou mulheres que utilizavam alisantes químicos há mais de 1 ano, com aplicação feita exclusivamente por profissionais com no mínimo 2 anos de formação.

Mesmo com aplicação profissional, os dados chamam atenção.

Os números que o salão precisa conhecer:

• 54% tiveram alteração na cor do cabelo — a queixa mais comum. Isso acontece porque alguns químicos interferem na produção de melanina, levando à despigmentação do fio.

• 45% relataram queda capilar signif**ativa — com redução visível de volume. Casos de alopecia associados a alisantes já foram amplamente registrados.

• 30% apresentaram enfraquecimento e quebra — resultado da alteração das ligações estruturais do fio, reduzindo sua resistência.

• 24% relataram prurido e irritação no couro cabeludo — e 10% tiveram queimaduras com cicatrização permanente.

Por que isso acontece mesmo com boas práticas?

Relaxantes utilizam substâncias como hidróxido de sódio, tioglicolato de amônio ou hidróxido de guanidina.

Esses ativos atuam diretamente na estrutura do fio, rompendo ligações internas para alterar sua forma.
O pH desses produtos pode chegar a níveis muito alcalinos, bem acima do pH natural do cabelo.

Ou seja:
o dano não é um acidente isolado.
É parte do próprio processo químico.

Muitas mulheres continuam usando por estética, praticidade ou aceitação.
E é aí que entra o papel do profissional.

Não é sobre julgar a escolha.
É sobre orientar com base técnica e oferecer caminhos mais conscientes.

Quem entende a ciência não repete protocolo.
Constrói estratégia.

Salve este post para usar como referência. ✨

14/05/2026

Três coisas morrem quando você passa hidróxido na linha do cabelo. Só uma volta. E não é o folículo. E não é a auto-estima.

A região fronto-temporal tem pele 30% mais fina, densidade folicular pela metade, e é a primeira a miniaturizar.
É exatamente onde se aplica o produto.

1 — COURO CABELUDO
31% das usuárias queimam o couro cabeludo no próprio procedimento. 39% dessas formam crosta. Doença de escalpe dobra de prevalência. Não é estimativa — é Khumalo et al., Br J Dermatol, 2007, em 1.014 mulheres.
91% das mulheres negras com CCCA usam relaxante (Gathers & Lim, 2009). CCCA é cicatriz. Folículo morto. Não tem volta.
FFA cresceu 5× em uma década (Tziotzios, 2019). A linha frontal recua e não volta. A área de aplicação do vídeo é a área-alvo da doença.
Não é efeito colateral raro. É desfecho previsível.

2 — FIO
Camada-F destruída em minutos. Não regenera. Nunca.
Cistina virou lantionina. Perdeu enxofre. Não volta.
Resistência tensil caiu 40%. Não recupera.
A cutícula virou esponja. O fio quebra ao toque. Quem ensinou que isso é “tratamento” mentiu — para a aluna, para a cliente, para si mesma.

3 — PSIQUE
40% das mulheres com alopecia atendem critérios psiquiátricos clínicos (Williamson, Br J Dermatol, 2001). Ansiedade clínica quase dez vezes maior que a população geral.
2,3× mais depressão maior. 1,9× mais transtorno de ansiedade (Marks, JAAD, 2019).
75% reportam baixa auto-estima persistente. 63% reportam prejuízo de carreira (Hunt & McHale, BMJ, 2005).

Hair shaming aumenta sintomas depressivos em mulheres negras de forma estatisticamente signif**ativa (Mosley, J Black Psychol, 2017). Discriminação capilar não é incômodo. É determinante de saúde mental.

o ciclo é cruel:
O dano gera a vergonha.
A vergonha gera a urgência.
A urgência gera mais química.
Mais química gera mais dano.
Quem vende a química vende as quatro etapas. Não apenas a primeira.

A profissional que ainda repete “depende da aplicação” precisa responder três perguntas:
Qual aplicação reverte cicatriz folicular?
Qual aplicação devolve cistina?
Qual aplicação cura 17 anos de “meu cabelo é inadequad

Photos from Academia de Naturalismo PB's post 11/05/2026

Existe uma diferença entre um fio ressecado e um fio em colapso.
E a maioria das profissionais nunca aprendeu a ler isso.

No Código Colapso, Eu, Paula Breder vou abrir AO VIVO a leitura usada nos atendimentos PB para conduzir fios fragilizados, porosos e sem resposta com mais segurança e direção técnica.

🎥 Aula ao vivo + gravação por 6 meses
🎁 Máscara Cortical PB artesanal 30g para todas as inscritas
📄 Material de consulta + certif**ado!
✅ Sorteio ao vivo da cortical 350gramas!

Inscrições abertas até 18/05 às 19h.

Porque protocolo sem leitura vira tentativa.

11/05/2026

Quando você aprende a ler porosidade, elasticidade, densidade e bioafinidade, você para de “testar” e começa a conduzir.

Profissional que entende estrutura não trabalha no escuro.

Trabalha com direção.

09/05/2026

O cabelo que caiu na touca de cetim não foi “erro de aplicação”. Foi a química do hidróxido fazendo exatamente o que ela faz.

Relaxantes químicos — hidróxido de sódio, lítio, cálcio/guanidina, tioglicolato de amônio — atuam por hidrólise das pontes dissulfeto da cistina, o aminoácido que sustenta o córtex.

pH do produto: 12 a 14.
pH fisiológico do couro cabeludo: 4,5 a 5,5.
Diferencial de íons hidroxila: ~10⁸ vezes acima do tolerável.

Em termos farmacológicos, isto é queimadura alcalina. Em termos cosméticos, é venda autorizada.
A cascata é previsível e está descrita em Robbins (Chemical and Physical Behavior of Human Hair, 5ª ed.):
camada-F (18-MEA) destruída → córtex exposto → cistina convertida em lantionina (perda permanente de enxofre estrutural) → queda de 30 a 45% na resistência tensil → quebra na primeira tração mecânica.
A touca cheia de fios não é acidente. É a etapa final documentada do mecanismo.

E a evidência epidemiológica é convergente:
— Chang et al. (JNCI, 2022, n=33.497): uso de alisantes químicos mais de 4 vezes ao ano associa-se a risco 2,55× maior de câncer de útero em 11 anos.
— Eberle et al. (Int J Cancer, 2020): uso frequente de alisantes associa-se a +18% de risco para câncer de mama.
— Olsen et al. (J Am Acad Dermatol, 2011): associação direta com CCCA, a alopecia cicatricial mais prevalente em mulheres negras.
— Khumalo et al. (Br J Dermatol, 2007): prevalência de doença do couro cabeludo dobra entre usuárias de relaxante (31% vs 14%).
Não é “produto novo que precisa de mais estudo”. É produto antigo, com literatura consolidada, e o resultado está em vídeo.

A Filosofia PB sustenta o oposto: nutrição lipídica vegetal estratif**ada por cadeia carbônica — C12–C14 penetrando o córtex, C16–C18 selando a cutícula, C20+ ancorando a fibra. Sem hidrólise. Sem queimadura. Sem lantionina.

Não existe cabelo difícil. Existe protocolo ignorante.
Salve este post. Mostre à profissional que ainda repete que “depende da aplicação”.

08/05/2026

A cliente chega e diz: "meu cabelo não tem jeito."

E aí você aplica a mesma máscara de sempre, a mesma ordem de sempre, o mesmo protocolo que usa em todo mundo. E ela sai bonita — por 48 horas.

Quando o cabelo seca de novo, ela não culpa o protocolo. Culpa o cabelo. E você também.

Mas o cabelo não é o problema. O problema é tratar porosidade alta com o mesmo protocolo de porosidade baixa. É hidratar quando precisa nutrir. É usar óleo que f**a na superfície quando o córtex tá pedindo ácido graxo de cadeia curta que entre lá dentro.

A diferença entre "não tem jeito" e "resolvido em 3 meses" se chama diagnóstico.

Diagnóstico de porosidade. De elasticidade. De nível de dano. De necessidade lipídica vs. proteica.

Quando você diagnostica ANTES de protocolar, o resultado aparece. E a cliente que "já tentou de tudo" finalmente encontra alguém que sabe o que fazer.

Na Academia PB, a gente ensina o diagnóstico antes do pote. Porque sem entender o fio, todo protocolo é chute.

Quer que seu negócio seja a primeira Salão De Beleza em Vitória?
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Categoria

Endereço


R. Henrique Rosetti, 373/Bento Ferreira
Vitória, ES
29050-700

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00
Sábado 09:00 - 12:00