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17/07/2026
🌙 Quantas partes de você precisaram “morrer” para que a mulher que você é hoje pudesse nascer?
A história da Mulher Esqueleto nos convida a olhar para as dores, perdas, medos e cicatrizes que carregamos… e compreender que é justamente através delas que renascemos mais fortes, inteiras e verdadeiras.
✨ Uma noite de acolhimento, reflexão e transformação feminina.
Se você está vivendo mudanças, encerrando ciclos ou buscando reencontrar sua essência, este encontro é para você.
📅 30 de julho
🕢 Das 19h30 às 21h30
📍 Ser Unic Bem Estar e Saúde – Tatuí
💰 Investimento: R$ 30,00
⚠️ Somente 10 vagas
🌹 Permita-se mergulhar em sua história, honrar suas cicatrizes e abrir espaço para o renascimento da mulher que habita em você.
“Para renascer, é preciso ter coragem de deixar morrer aquilo que já não nos serve.”
07/07/2026
Caminho do Sol
“Eu não disse que seria fácil. Disse que valeria a pena.
Porque o Caminho do Sol não é uma viagem. É uma travessia.
Não se percorrem apenas quilômetros. Percorrem-se medos, certezas, silêncios, lembranças e escolhas. A cada passo, algo f**a para trás. A cada amanhecer, uma nova possibilidade de ser nasce.
É um encontro com a própria essência. Com aquilo que permanece quando o excesso se desfaz. É estar diante da incerteza sem fugir dela. É experimentar a existência como ela é: viva, impermanente e profundamente transformadora.
O caminho não pede perfeição. Pede presença. Não exige respostas. Ensina a fazer perguntas melhores. Não promete conforto. Oferece sentido.
Talvez a maior peregrinação não seja entre um ponto e outro, mas entre quem você acredita ser e quem pode se tornar.
E então f**a a pergunta: há quanto tempo você não caminha em direção a si mesmo?
Talvez o Caminho do Sol não mude o mundo ao seu redor. Mas, se você permitir, ele mudará a forma como você olha para ele.
04/07/2026
Último dia- tem textão… choro e emoção!
Diário de Bordo – 11º dia | 04/07/2026 🍃
📍 Distrito de Ártemis ➝ Águas de São Pedro | 18 km
O dia começou diferente. A manhã estava mais gelada e o corpo despertou em estado de alerta. Depois de 11 dias longe da família e da rotina, parece que a vida lá fora entrou em pausa, enquanto nós seguimos vivendo intensamente cada passo do Caminho.
O Sol foi generoso. Mesmo escondido entre as nuvens durante boa parte da caminhada, amenizou o calor e renovou nossas forças para continuar.
Apesar de o percurso ser menor, ele exigiu muito de nós. O cansaço acumulado pesava, os pés pediam descanso, mas o coração insistia em seguir.
Passamos por trechos perigosos da rodovia, estradas de terra, pedregulhos e intermináveis canaviais. Em uma trilha de mata fechada, nos perdemos por alguns instantes. Então, Deus colocou verdadeiros anjos em nosso caminho: ciclistas que, com generosidade, nos orientaram e nos ajudaram a reencontrar a direção. Há encontros que nos lembram que nunca caminhamos sozinhos.
Pouco depois, chegamos à imensa figueira. Linda, forte e acolhedora. Um verdadeiro abraço da natureza, convidando ao silêncio e à contemplação.
Seguimos refletindo sobre os desafios, as superações e a coragem. O medo esteve presente, mantendo o corpo em constante alerta. Foi justamente nesse limite que percebemos o quanto somos mais fortes do que imaginamos.
Durante a caminhada, uma música de Dani Black ecoava na minha mente: “Eu tô tentando me encontrar aos poucos…” Talvez fosse exatamente isso que o Caminho estivesse fazendo: ajudando-me a me reencontrar, um passo de cada vez.
Ao chegar, o choro era de gratidão. Gratidão a Deus, pela vida; à nossa família, amigos, pelo amor e pelas orações; às pessoas que cruzaram nosso caminho; à Bia, companheira de cada quilômetro; ao Arthur e a todos os companheiros do Caminho do Sol.
Seguimos. Um passo de cada vez. Com coragem, fé e um coração transbordando gratidão.
Entre existir e viver há uma escolha silenciosa: existir é deixar que o tempo passe; viver é permitir que cada experiência nos transforme por inteiro. 🍃💛
04/07/2026
Diário de Bordo – 10º Dia | 03/07 🍃🥾
Monte Branco ➝ Ártemis | 23 km
Acordamos cedo. O corpo já sente o cansaço da caminhada, mas a mente permanece desperta.
O Caminho do Sol nos faz refletir sobre o que é viver e o que é existir. Como passamos por este mundo? Quais marcas deixamos? Quem somos quando ninguém nos observa?
Percebo que todos carregamos luz e sombra. Ambas fazem parte de nós. O verdadeiro desafio não é esconder a sombra, mas reconhecê-la, acolhê-la e permitir que ela também nos ensine. Só assim nossa luz pode brilhar de forma mais autêntica.
O caminho também nos lembra que a vida é feita de escolhas. Eu poderia escolher desistir, mas escolhi continuar. Escolhi sentir. Sentir o perfume dos eucaliptos, contemplar a beleza da natureza e aceitar que nem tudo será belo o tempo todo. Ainda assim, tudo pode nos transformar.
A terra sustenta nossos passos, o ar renova nossa respiração e a água segue seu curso, ensinando que a vida também pede presença, movimento e confiança.
Hoje, acima de tudo, sou gratidão. Gratidão por viver esta experiência, que talvez seja única. Gratidão pela vida, que também é única.
O caminho não apenas nos leva a um destino; ele nos mostra, a cada passo, quem estamos nos tornando. Quase no final!!☀️💛
02/07/2026
Hoje vai ser um textão!!! Muitas reflexões. Diário de Bordo – 8º Dia | 02/07/2026
Rio das Pedras → Monte Branco (Piracicaba) | 25 km
Saímos cedo. O dia amanheceu lindo, com o sol de um lado do horizonte e a lua ainda visível do outro, como se ambos nos acompanhassem no início da caminhada. Seguimos por estradas de terra batida, entre mata ciliar e extensos canaviais, onde cada passo parecia convidar à contemplação.
O Caminho do Sol nos ensina sobre a existência e a fenomenologia da vida. Há uma beleza própria no caminho, que não depende apenas da paisagem, mas da forma como nos permitimos vivê-la. Muitos imaginam que fazer o caminho é um passeio. Mas não é. Caminhar longas distâncias é encontrar a simplicidade, confrontar os próprios limites, silenciar o excesso e perceber o essencial.
Pessoas chegam e partem. Cada uma carrega sua história, suas dores, seus sonhos e suas motivações. Por alguns instantes, essas histórias se cruzam e seguem adiante, lembrando que a vida também é feita de encontros e despedidas.
O caminho nos ensina sobre o tempo: o tempo da natureza, o tempo do corpo, o tempo da alma. Ensina que existir é um fenômeno vivo, em constante transformação, assim como a paisagem que muda a cada quilômetro. Ao caminhar, compreendemos que não somos apenas observadores da vida; somos parte dela.
Hoje, mais do que percorrer 25 quilômetros, percorremos um pouco mais de nós mesmos. Uma bela reflexão para encerrar o dia e lembrar que, muitas vezes, o destino é apenas um detalhe; é o caminho que nos transforma.
01/07/2026
Diário de Bordo – Dia 8 | 01/07
Mombuca → Rio das Pedras | 22 km
Hoje percorremos 22 quilômetros por uma longa estrada de terra batida, cercadas por canaviais que pareciam não ter fim. O sol escaldante, a pouca sombra e a ausência de um lugar para descanso fizeram de cada passo um exercício de presença, resistência e confiança.
Em um momento do percurso, entramos por uma estrada errada. Diante da dúvida, decidimos seguir com calma, confiando que encontraríamos a direção certa. E encontramos. Depois de alguns quilômetros, retomamos o caminho e chegamos ao nosso destino final em segurança.
Enquanto caminhava, meu olhar se voltava para o solo fértil e para as plantações ainda em fase de crescimento. A natureza ensina, silenciosamente, que tudo tem seu tempo. O que hoje é apenas um broto, amanhã poderá oferecer sombra, alimento e vida.
O corpo sente o cansaço, as dores e os limites, mas também revela uma força que muitas vezes desconhecemos até sermos convidados a continuar.
A vida também nos coloca, por vezes, em estradas que não eram as planejadas. Nem todo desvio signif**a estar perdido. Alguns apenas nos lembram da importância de confiar, adaptar a rota e seguir em frente. O destino nem sempre depende de um caminho perfeito, mas da coragem de continuar caminhando.
Aprendizado do dia: Há dias em que o maior acerto nasce depois de um erro de percurso. E, quando caminhamos com fé, prudência e perseverança, até os desvios podem nos conduzir, em segurança, ao lugar onde precisávamos chegar.
30/06/2026
Diário de Bordo – 7º Dia | 30/06
Capivari → Mombuca | 23 km
O dia começou com gratidão pelo acolhimento carinhoso que recebemos na Fazenda Milhã, em Capivari. Seguimos nossa caminhada atravessando o centro da cidade e, depois, uma longa estrada de terra batida, com pouca sombra e um sol escaldante que colocou nossa resistência à prova.
O corpo começou a dar sinais de que já percorremos muitos quilômetros. As bolhas nos pés lembravam, a cada passo, que toda jornada deixa marcas.
O grande desafio de hoje não foi apenas caminhar, mas silenciar a mente e escolher não reclamar. Nem sempre podemos mudar as circunstâncias, mas sempre podemos decidir como iremos atravessá-las.
Aprendizado do dia: o silêncio também é uma forma de força. Quando deixamos de alimentar a reclamação, abrimos espaço para a aceitação, a gratidão e a confiança de que cada passo, mesmo dolorido, continua nos conduzindo ao destino.
29/06/2026
Diário de Bordo – 6º dia | 29/06 | Caminho do Sol
Hoje saímos de Elias Fausto rumo à Fazenda Milhã, em Capivari. Foram 23 km de um trajeto desafiador, por estradas de terra batida, entre canaviais e margeando a mata ciliar de uma represa.
Em vários momentos, o medo e a tensão caminharam ao nosso lado. Mas, no meio do percurso, fomos surpreendidas por um verdadeiro anjo: Marcos Rodrigues, que nos esperava para nos acolher e confirmar que estávamos no caminho certo. Sua presença nos trouxe segurança, esperança e renovou nossas forças para continuar.
O Caminho do Sol continua ensinando que a vida nem sempre acontece como planejamos. É preciso recalcular a rota quando necessário, reconhecer que não temos controle sobre tudo e confiar no processo.
Mesmo diante das dificuldades, a beleza da vida continua presente. Basta diminuir o passo, abrir o olhar e permitir que ela nos alcance.
Aprendizado do dia: a coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de continuar caminhando apesar dele.
Gratidão, Marcos Rodrigues, por ser luz no caminho de tantos peregrinos.
27/06/2026
Diário de Bordo – Dia 04 | Caminho do Sol
Haras do Mosteiro → Salto | 24 km
Hoje foram 24 quilômetros de caminhada. O corpo começou a sentir o peso da mochila, o cansaço apareceu e o sol escaldante colocou nossa resistência à prova.
O caminho alternava entre o verde e a paisagem seca, lembrando que a vida também é feita de contrastes.
O momento mais marcante foi a queda da minha companheira de viagem. O susto nos fez lembrar da nossa fragilidade e de que caminhar também é cuidar, esperar e seguir juntos. Felizmente, ela se recuperou, e continuamos a jornada com ainda mais gratidão.
Quando o desgaste já era grande, surgiu um verdadeiro anjo no caminho. Seu acolhimento e suas palavras renovaram nossas forças, lembrando que Deus sempre coloca pessoas certas no momento certo.
Ao final do dia, ficou a certeza de que tudo é passageiro: o calor, o cansaço, o medo e as dificuldades. O que permanece são os encontros, os aprendizados e a transformação que acontece dentro de nós.
Desafio do dia: Atravessar o medo e continuar caminhando com confiança, presença e o coração aberto.
Aprendizado do dia: A verdadeira força está em reconhecer nossa vulnerabilidade, cuidar de quem caminha ao nosso lado e seguir, um passo de cada vez.
Gratidão: A Deus, por sustentar cada passo; à Bia, pela coragem de viver essa jornada comigo; e à minha família, que, mesmo distante, caminha ao meu lado com amor e confiança. Afinal, como diz Oswaldo Montenegro: “Metade de mim é amor… e a outra metade também.” Gratidão 🙏
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