Anamola MOZ

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Assunto Política 💇
Assunto região ✍️
Assunto tecnologia 📲
Assunto África 🌍

04/06/2026

MPESA DO PROF. NUVUNGA JA ATINGIU LIMITE 😂✊🏽

03/06/2026

https://www.facebook.com/100050558946382/posts/1564631165232167/

𝐄𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐚 𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐚 𝐡𝐨𝐧𝐫𝐚

𝐏𝐨𝐫: 𝐃𝐣𝐢𝐧𝐢-𝐰𝐚𝐧𝐠𝐚 - 𝐌𝐚𝐭𝐜𝐡𝐚'𝐬 - 𝐌𝐚𝐜𝐡𝐚𝐯𝐚

Há notícias que valem mais pelo que nos obrigam a pensar do que pelo que anunciam. A condenação do Prof. Adriano Nuvunga por difamação e calúnia é uma dessas.

Num país onde a confiança nas instituições é frequentemente posta à prova, onde os cidadãos reclamam mais transparência e onde o combate à corrupção é uma exigência cada vez mais presente, esta sentença levanta questões que vão muito além do destino judicial de um único homem.

Vivemos tempos estranhos. Por um lado, exige-se aos cidadãos que sejam vigilantes, que denunciem abusos e que fiscalizem os que exercem poder. Por outro, qualquer denúncia que não seja sustentada por provas suficientemente robustas pode transformar-se numa arma apontada ao próprio denunciante.

A liberdade de expressão não pode ser uma licença para acusar sem fundamento. Mas também não pode transformar-se numa liberdade vigiada pelo medo constante de represálias judiciais. Quando o medo de falar se torna maior do que a vontade de denunciar, a democracia começa a perder oxigénio.

Num mundo dominado pelas redes sociais, onde uma acusação pode correr o país em poucos minutos, a responsabilidade de quem fala é tão importante quanto a responsabilidade de quem julga.

Mas há uma pergunta que continua a pairar no ar: será que estamos a criar uma cultura de responsabilização ou uma cultura de intimidação?

Entretanto, o cidadão comum observa. Observa os tribunais, observa os activistas, observa os políticos e procura perceber onde termina a verdade e onde começa a narrativa.

No fundo, esta não é apenas a história do Prof. Adriano Nuvunga. Até porque numa democracia madura, nem o silêncio deve ser imposto, nem a palavra deve ser irresponsável. Porque quando a verdade deixa de ser o objectivo, todos acabam derrotados.

03/06/2026

BREVEMENTE ‼️‼️🚨🚨
Vem aí a maior, a mais longa e a mais viral campanha em defesa da vida humana da história de Moçambique, designada:
QUEM MATOU ANSELMO?

02/06/2026

❤️‍🔥❤️‍🔥💔

01/06/2026

𝐇𝐨𝐣𝐞 𝐞́ 𝐨 𝐯𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐢𝐚. 𝟏 𝐝𝐞 𝐉𝐮𝐧𝐡𝐨. 𝐃𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐂𝐫𝐢𝐚𝐧𝐜̧𝐚.

𝐏𝐨𝐫: 𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞

Não estou aqui para fazer discurso de governo. Estou aqui para falar directo, como pai, como moçambicano, como alguém que se recusa a desistir deste país.

𝐓𝐮 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́𝐬 𝐢𝐧𝐯𝐢𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥. 𝐍𝐨́𝐬 𝐯𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐭𝐞𝐮 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐚. 𝐕𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐚 𝐭𝐮𝐚 𝐝𝐨𝐫. 𝐕𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐭𝐞𝐮 𝐚𝐧𝐬𝐞𝐢𝐨.

Vemos-te a andar 5km para a escola no calor, sem sapatos, mas mesmo assim vais.
Vemos-te a estudar debaixo das árvores no Niassa, não só porque um ciclone levou a tua sala, mas porque em 50 anos, quem manda nunca a construiu de volta.

• Vemos-te, menina em 𝐍𝐚𝐦𝐩𝐮𝐥𝐚, a ler à luz da vela, e continuas a ser a melhor da turma;
• ⁠Vemos-te, rapaz em 𝐂𝐚𝐛𝐨 𝐃𝐞𝐥𝐠𝐚𝐝𝐨, que parou de desenhar casas depois da tua ser queimada, mas ainda desenhas a nossa bandeira;
• ⁠Vemos-te em 𝐆𝐚𝐳𝐚, a buscar água antes das aulas com sapatos velhos, mas o teu sonho continua forte;
• ⁠Vemos-te na 𝐙𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐳𝐢𝐚, a ensinar os teus irmãos a ler, porque o professor foi embora e tu assumiste.
• Vemos o que tu queres, não telefones ou carros, mas paz, comida, uma sala de aula a sério, um país que funciona.

A tua dor não é normal. Aprender debaixo de uma árvore não é normal. Fome numa terra de abundância não é normal. Medo não é normal.

𝐄 𝐧𝐚̃𝐨 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐫-𝐭𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐫𝐞𝐬 “𝐫𝐞𝐬𝐢𝐥𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞”. 𝐉𝐚́ 𝐜𝐚𝐫𝐫𝐞𝐠𝐚𝐬𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐩𝐚𝐢́𝐬 𝐧𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐮𝐬 𝐨𝐦𝐛𝐫𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐪𝐮𝐞𝐧𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐢𝐬. 𝐄𝐬𝐬𝐞 𝐩𝐞𝐬𝐨 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐞́ 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚́𝐯𝐞𝐥 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐢 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐜𝐚𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐞́ 𝐚 𝐮́𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐫𝐚𝐳𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐝𝐨 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐨.
Então aqui está o nosso plano. Isto é o que faremos quando a ANAMOLA chegar ao governo. É por isto que lutamos:

Vamos construir escolas que te dignificam. Chega de paredes de barro. Chega de 80 crianças por prof

30/05/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Armindo Conrado Neves, Macuinja Antonio Ingles, Armando J Machute, Neves Armando Duce, Somar N. Anlaue, Jenete Mwasse, Fernando Dos Sitoé, Nelito Verniz Melo Melo, Eulacio Da Silva Cussupa, Argelio João, Ângela Zavale, Otal Jackmazumbitash Cossah, Isaias Abrao, Dinha Da Amelia Carlos, Loveloo Khalanga, Calton Castro, Sam Tembe Tembe, Luciano Devi Mereque, Leonel Matsimbe, Daniel David Dá Má, N'wana Xissiwana Basta Viver, Benedito Mabunda, Fatima Joaquim, Godifri Armando Minês, Jorge Xavier Mulangue, Horácio Maswanganye, Orlandoandre Junior, Rimelito Nuro Rimelito, Luísa Covane, Amisse Julano Amisse Amisse, Jorge Jorge, Rosete Raite Raite, Mirian Mutolo, Mohammed Ibraim, Crimilda Carlitos Massigue, Sulaimana Assane Cacathie, Meque Da Tia Evelina, Jordina Mário, Isabel Viandro, Feliciano Afonso, Candido Inacio Janeiro, Edimilsan Bartomui, Keyson Manuel Emmanuel, Albertino Joao Albino, Denny S Ntombii

30/05/2026
30/05/2026

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𝐃𝐨 𝐂𝐚𝐛𝐨 𝐚𝐨 𝐂𝐚𝐢𝐫𝐨, 𝐒𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐔𝐦

Por:𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞

Meus irmãos e irmãs, da África do Sul ao Egipto, do Gana a Madagáscar, do Senegal à Somália, da Nigéria ao Quénia, de Angola à Etiópia, de Moçambique ao resto do nosso belo continente africano, estamos ligados pela terra, pela luta e pela esperança.

Permitam-me começar onde começou o então Presidente do nosso país vizinho, África do Sul, Thabo Mbeki porque as suas palavras ainda nos unem, e cito: “𝑬𝒖 𝒔𝒐𝒖 𝒂𝒇𝒓𝒊𝒄𝒂𝒏𝒐. 𝑫𝒆𝒗𝒐 𝒂 𝒎𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒆𝒙𝒊𝒔𝒕𝒆̂𝒏𝒄𝒊𝒂 𝒂̀𝒔 𝒄𝒐𝒍𝒊𝒏𝒂𝒔 𝒆 𝒂𝒐𝒔 𝒗𝒂𝒍𝒆𝒔, 𝒂̀𝒔 𝒎𝒐𝒏𝒕𝒂𝒏𝒉𝒂𝒔 𝒆 𝒂𝒐𝒔 𝒃𝒐𝒔𝒒𝒖𝒆𝒔, 𝒂𝒐𝒔 𝒓𝒊𝒐𝒔, 𝒂𝒐𝒔 𝒅𝒆𝒔𝒆𝒓𝒕𝒐𝒔, 𝒂̀𝒔 𝒂́𝒓𝒗𝒐𝒓𝒆𝒔, 𝒂̀𝒔 𝒇𝒍𝒐𝒓𝒆𝒔, 𝒂𝒐𝒔 𝒎𝒂𝒓𝒆𝒔 𝒆 𝒂̀𝒔 𝒆𝒔𝒕𝒂𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒎𝒖𝒅𝒂𝒎 𝒔𝒆𝒎 𝒄𝒆𝒔𝒔𝒂𝒓… 𝑵𝒂𝒔𝒄𝒊 𝒅𝒐 𝒑𝒐𝒗𝒐 𝒅𝒐 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒊𝒏𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒂𝒇𝒓𝒊𝒄𝒂𝒏𝒐.”

Mbeki imaginou uma África que marchou ao lado dos sul-africanos até que a África do Sul fosse livre.

Foi em 8 de Maio de 1996, não num comício, mas na Assembleia Nacional, onde as leis daquele país são feitas sob democracia, na noite em que nasceu a constituição daquele país.

Ele falava à Assembleia Constituinte: Deputados, Senadores e milhões de sul-africanos a assistir uma nação a erguer-se das cinzas do apartheid.

Ele não falou como político. Falou como africano.

Esta noite, falo convosco como moçambicano. Mas orgulho-me de ser africano, como Thabo Mbeki disse de si mesmo. Porque a constituição daquele país adoptada naquela noite é uma das constituições mais respeitadas do mundo. É um farol de direitos humanos, de dignidade, de “nunca mais” a promessa que Nelson Mandela fez como pai fundador da sua democracia. Quando a África do Sul sangra, África sente. Quando a África do Sul defende aquela constituição, África é erguida.

Estamos numa encruzilhada, num momento doloroso. Fomos testemunhas de agitação na África do Sul, marcada por actos de crueldade que deixam qualquer um incrédulo. Vimos 300 ganeses repatriados, famílias destruídas. O nosso pan-africanista, Honorável Julius Malema, diz que o Gana devia ter dado à Pretória uma oportunidade de resolver o problema. Talvez tenha razão ao pedir paciência, porque justiça sem processo torna-se vingança. Talvez não, porque isto é a repetição do que nós, moçambicanos, nunca vamos esquecer um moçambicano queimado vivo em 2008.

Deixem-me falar dele, porque é por isso que levamos tão a sério o prazo proposto de 30 de Junho para que os estrangeiros deixem a África do Sul. Nós já fomos terrivelmente feridos.

Ele era conhecido como o Homem em Chamas, mas tinha um nome, um nome que lhe foi dado pelos pais ao nascer: Ernesto Alfabeto Nhamuave.

Ernesto era pai, filho, marido e sustento de três filhos na aldeia de Vuca, a norte de Maputo. Ele atravessou para a África do Sul não para tirar, mas para sobreviver porque a ditadura tinha mergulhado o nosso país na desesperança.

A 11 de Maio de 2008, rebentou a violência. Durante duas semanas, a África do Sul ardeu. Pelo menos 62 migrantes africanos foram mortos, centenas ficaram feridos e foram violados, casas foram saqueadas. A imagem de Ernesto a arder tornou-se a fotografia que definiu aquela tragédia para o mundo.

A 2 de Junho de 2008, ele foi enterrado de volta em Vuca. Regressou num caixão, não com remessas para os filhos. A sua esposa enterrou o marido. Os seus filhos enterraram o pai. E nós enterrámos um pedaço de nós mesmos.

Foram africanos a matar africanos. Em Gauteng, milhares fugiram para esquadras, igrejas e centros cívicos. 3.000 pessoas foram transferidas para campos temporários, alguns em bairros de classe média onde os moradores gritavam “hamba” sai, em zulu com medo pela sua segurança e pelos seus bens. Dez campos acolheram cerca de 10.000 pessoas, com o ACNUR e agências humanitárias a lutar para cumprir padrões que a Oxfam disse não terem sido atingidos.

Ernesto não era uma estatística. Ele era Moçambique. Ele era África. Ele era cada jovem que sai de casa não por ódio, mas por fome e ditadura.

Por isso, quando ouvimos falar de prazos para os estrangeiros saírem, para nós não parece política. Parece 2008. Parece fogo. Parece mães em Vuca a chorar outra vez. É por isso que levamos isto a sério. Sabemos o que acontece quando a raiva não é controlada e quando um estrangeiro se torna inimigo em vez de irmão.

Mas falemos claro sobre a raiz. Esta não é só a crise da África do Sul. É a crise de África.

As pessoas atravessam fronteiras não porque odeiam os seus países. Atravessam porque enfrentam perseguição, prisão, fome e ditadura. Quando um jovem não consegue alimentar a sua família num sistema corrupto, ele vai caminhar para pastagens mais verdes. Isso não é traição. Isso é sobrevivência.

E nós, em Moçambique, compreendemos isto de perto. Lembramos 2024, quando, após eleições contestadas aqui, a África do Sul apoiou o governo moçambicano ao ponto de concordar em enviar um exército. Mas sejamos claros: esse exército nunca foi enviado. O acordo foi feito, mas não foi cumprido. Nesse momento, a decisão continuou nas mãos de um sistema que silenciava o seu próprio povo. Essa é a armadilha em que todos caímos quando priorizamos a propriedade em vez das pessoas, e a estabilidade em vez da justiça.

Por isso, hoje, não culpemos os manifestantes. A raiva é a linguagem dos que não são ouvidos. Ouçamos antes, e corrijamos o que os deixa zangados.

Quero louvar o Dr. Mmusi Maimane, da BOSA, um partido da oposição na África do Sul. Há anos ele se levanta perante o seu próprio governo e diz o que poucos têm coragem de dizer: “Não apoiem ditadores no nosso continente.” Ele tem desafiado os líderes a perceber que cada ditador que endossamos lá fora vai exportar refugiados, crime e desespero para as nossas ruas amanhã. O Dr. Maimane tem razão. Uma África do Sul segura não pode existir ao lado de uma África destruída.

Oliver Tambo viu isto chegar há décadas. Ele disse-nos: “Uma África unida é uma necessidade, não um luxo. Devemos trabalhar pela unidade agora, porque o futuro do nosso continente depende disso.”

Então, qual é o caminho?
1.𝑷𝒂𝒓𝒂 𝒂 𝑨́𝒇𝒓𝒊𝒄𝒂 𝒅𝒐 𝑺𝒖𝒍: Esteja à altura daquela constituição respeitada no mundo. Proteja primeiro a vida, depois a propriedade. Dê uma oportunidade ao diálogo. A vossa força não está no vosso exército, mas no vosso exemplo.

2. 𝑷𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝑮𝒂𝒏𝒂: O vosso apelo à unidade nestes tempos decepcionantes mostra crescimento e maturidade.

3. ⁠.𝑷𝒂𝒓𝒂 𝒕𝒐𝒅𝒂 𝒂 𝑨́𝒇𝒓𝒊𝒄𝒂: Parem de financiar e proteger ditadores. Cada aperto de mão a um tirano é um visto para o próximo refugiado.

𝐀 𝐀𝐍𝐀𝐌𝐎𝐋𝐀 𝐚𝐜𝐫𝐞𝐝𝐢𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐚̃𝐨 𝐦𝐮𝐫𝐨𝐬. 𝐀 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐞́ 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞. 𝐍𝐚̃𝐨 𝐜𝐮𝐥𝐩𝐚𝐫 𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐧𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨, 𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐫𝐭𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐚.

Porque Mbeki tinha razão naquela noite no Parlamento em 1996: Eu sou africano. Tu és africano. 𝐄 𝐞𝐧𝐪𝐮𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐮𝐦 𝐝𝐞 𝐧𝐨́𝐬 𝐬𝐨𝐟𝐫𝐞𝐫 𝐧𝐚𝐬 𝐭𝐫𝐞𝐯𝐚𝐬, 𝐧𝐞𝐧𝐡𝐮𝐦 𝐝𝐞 𝐧𝐨́𝐬 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐫 𝐧𝐚 𝐥𝐮𝐳.

Obrigado.
Anamalala – Basta! Chega!

28/05/2026

https://www.facebook.com/100050558946382/posts/1558886222473328/?app=fbl

“É importante reparar que o país tem um histórico de eliminação física de opositores políticos, jornalistas, activistas, de quem pensa de forma contrária ao regime e 𝐞𝐮 𝐚𝐬𝐬𝐮𝐦𝐨, 𝐬𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐬𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐧𝐨 𝐩𝐚í𝐬.”

VENÂNCIO MONDLANE
( 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐯𝐨 )

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