A Auto Imune
💥Controlei os sintomas da minha auto-imune com alimentação e estilo de vida.
Reuni ➕ de 30 receitas e dicas na comunidade remissão ℹ️ sabe ➕ aqui ⬇️
https://patriciasantoscoach.com/comunidade-remissao/
A medicina está a evoluir e a convergir para um local onde vemos que a saúde Integrativa já trabalhava: na raiz dos problemas. 💡
Sabias que a antiga SOP (Síndrome do Ovário Poliquístico) mudou de designação e agora é SOMP (Síndrome do Ovário Multicístico e Metabólico)?
Esta mudança na nomenclatura médica não é apenas um detalhe: ela reflete uma visão muito mais ampla e profunda sobre como o nosso metabolismo e a inflamação afetam o nosso corpo.
Neste episódio do podcast, recebo a Nutricionista Andreia Morim para desmistificar esta evolução. Conversámos sobre como a alimentação anti-inflamatória, a regulação metabólica e o cuidado integrativo são as verdadeiras chaves para tratar a SOMP, em vez de apenas camuflar os sintomas com a pílula anticoncepcional.
Se queres perceber o que realmente se passa no teu corpo e como a nutrição pode transformar a tua saúde e longevidade, tens de ver este episódio! Link na bio e nos destaques
E tu? Já tratas a causa raiz da tua doença? O que achas sobre estas mudanças?
Há uma diferença entre confiar nos profissionais de saúde... e entregar-lhes toda a responsabilidade pela nossa saúde.
Eu continuo a acreditar na medicina e sou profundamente grata por ela.
Mas também acredito que há uma parte da nossa saúde que depende de nós. Todos os dias.
A forma como nos alimentamos.
A qualidade do nosso sono.
O stress que acumulamos.
Os hábitos que repetimos diariamente.
Foi quando percebi isso que deixei de ser apenas uma espetadora da minha saúde e comecei a assumir um papel mais ativo no meu bem-estar.
E essa decisão mudou a minha vida.
✨ Agora quero saber a tua opinião.
Alguma vez saíste de uma consulta com a sensação de que não foste realmente ouvida?
Escreve "EU" nos comentários. Vou ler todas as respostas.
O mito do "proibido desistir": quando a perseverança cega se torna uma patologia.
Existe uma romantização tóxica na cultura atual em redor do conceito de resiliência perpétua. Frases feitas como "é proibido desistir" ou "continua a lutar custe o que custar" são repetidas vezes sem conta, como se o corpo humano fosse uma máquina infinita capaz de absorver pressão indefinidamente sem consequências estruturais.
Do ponto de vista da neurobiologia do stress, esta insistência cega é clinicamente perigosa. Quando o indivíduo é forçado a manter-se num estado de hiperativação contínua — seja por pressões emocionais, relacionais ou profissionais —, o eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal) entra em exaustão. A exposição crónica a níveis elevados de cortisol e adrenalina desregula o sistema imunitário, aumenta a permeabilidade intestinal e alimenta os processos inflamatórios sistémicos que abrem a porta a patologias autoimunes e metabólicas.
A verdadeira maturidade biológica e psicológica não reside na recusa obstinada em parar, mas sim na capacidade de discernir quando a persistência deixou de ser coragem e passou a ser autoagressão. Por isso sim! Temos de ser resilientes, não desistir, ter fé e continuar mas às vezes é preciso parar, reajustar o foco.
Recusar carregar pesos que não nos competem não é sinónimo de fraqueza; é um ato de estrita preservação.
A tua saúde não negocia com teimosias. Se o teu corpo está a pedir uma paragem, ignorá-lo não é força de vontade — é negligência. Reajusta a rota e aí sim, continua!
O que te custa mais aceitar hoje: a coragem de parar a tempo ou o preço de continuar a forçar o teu corpo até à exaustão? 👇
(Esta reflexão cruza a endocrinologia do stress com a psicologia comportamental, alertando para os perigos do esgotamento crónico. Não substitui o acompanhamento médico ou terapêutico especializado.)
Disruptores ou desreguladores endócrinos são substâncias químicas (sintéticas ou naturais) que interferem no sistema hormonal. Ao imitar, bloquear ou alterar a produção e o transporte das hormonas, podem prejudicar a fertilidade, o desenvolvimento infantil (incluindo puberdade precoce) e o metabolismo.
Este foi um dos assuntos que abordámos no 15º episódio do meu podcast Saúde 100 evidência, onde a minha convidada, a nutricionista Andreia Morim abordou o tema referindo trocas que podemos fazer no nosso dia a dia para minimizar a nossa exposição.
Veja o episódio completo, o acesso ao mesmo está nos destaques ou no link da bio.
Já tinha ouvido falar nestas substâncias prejudiciais à nossa saúde? Tem minimizado a sua exposição às mesmas?
Tratar da nossa saúde oral não é um mero detalhe estético!
Do ponto de vista fisiológico a cavidade oral não é um compartimento isolado. quando existe inflamação crónica da gengivas (gengivite ou periodontite) causada por uma higiene interdental ineficaz, cria-se uma porta de entrada direta para bactérias patogénicas e mediadores inflamatórios na corrente sanguínea. O fluxo constante de toxinas para o sistema circulatório desencadeia uma resposta sistémica de baixo grau fator de risco documentado para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares disfunção endoterial e até resistência à insulina.
Raspar a língua, passar o fio dental e lavar muito bem os dentes é um ato de prevenção primária para protegeres o teu sistema cardiovascular e a tua imunidade.
O corpo humano funciona como um todo, é interconectado, negligênciar a saúde oral à espera que os problemas se resolvam sozinhos é o caminho mais rápido para um problema sério no futuro. A tua longevidade constrói-se em detalhes diários, e sim lavar os dentes é um deles, tão importante como fazer exercício comer bem e dormir bem.
E tu costumas fazer a tua parte em casa e ir ao dentista pelo menos anualmente verificar se está tudo ok?
Ref. Trevisan M, Dorn J. The relationship between periodontal disease (pd) and cardiovascular disease (cvd). Mediterr J Hematol Infect Dis. 2010 Oct 1;2(3):e2010030. doi: 10.4084/MJHID.2010.030. PMID: 21415980; PMCID: PMC3033151.
Créditos do vídeo:
O preço da consistência: por que a disciplina silenciosa supera qualquer talento ruidoso.
Vivemos numa era obcecada pela espetacularização do esforço.
Publicam-se as madrugadas acordadas, os treinos extremos e as metas superadas em tempo recorde, como se o valor de uma vida se medisse pelos decibéis que produz. No entanto, quando olhamos para a biologia da alta performance e para a consistência comportamental, percebemos que o verdadeiro impacto pertence normalmente a quem trabalha em silêncio.
Do ponto de vista neurológico, a neuroplasticidade estrutural — o mecanismo através do qual o cérebro consolida novos hábitos e fortalece circuitos sinápticos — não precisa de aplausos. Precisa de repetição intencional. O barulho do talento imediato esgota rapidamente os centros de dopamina e gera picos de exaustão no eixo de resposta ao stress, enquanto a disciplina silenciosa constrói uma reserva inabalável de resiliência biológica e mental.
Quem alcança a verdadeira mestria na saúde, nos negócios, na vida familiar, ou na saúde, não anda a tentar convencer o mundo do seu valor; foca-se em otimizar a sua rotina diária de forma metódica. Cuidar de ti, ajustar a tua alimentação e blindar o teu descanso não são tarefas para exibir no feed; são os pilares invisíveis que sustentam a tua longevidade e o teu sucesso.
O barulho passa. Os resultados sustentados ficam.
A tua energia está a ser gasta a fazer alarido ou a construir resultados reais no silêncio da tua consistência? 👇
(Esta reflexão cruza a psicologia comportamental com a neurobiologia da formação de hábitos. Não substitui o aconselhamento médico ou terapêutico profissional.)
Quando eliminas tudo do prato e te esqueces de incluir o que realmente cura.
Existe uma tendência generalizada, alimentada por modas de internet e restrições severas, de acreditar que a saúde perfeita se resume a um ato de exclusão. Corta-se o glúten, eliminam-se os laticínios, bane-se a soja, retiram-se os hidratos, e vive-se num estado de hipervigilância alimentar constante.
No entanto, focar toda a energia apenas no que se retira do prato é ignorar o princípio mais fundamental da medicina integrativa e da nutrição clínica avançada.
Muitas pessoas passam anos a lutar contra a exaustão crónica, problemas digestivos ou desregulações metabólicas porque caem na armadilha da restrição estéril, esquecendo-se completamente de incorporar os alimentos densamente nutritivos que fornecem os cofatores bioquímicos essenciais para o funcionamento celular e a reparação tecidual.
A restrição sem a devida regeneração nutricional não passa de um stresse adicional para o organismo. A verdadeira longevidade e a otimização da performance física e mental não se constroem através do vazio, mas sim através da introdução intencional de compostos bioativos que modulam a inflamação sistémica e apoiam a biologia a um nível profundo.
No episódio mais recente do nosso podcast, a minha convidada, nutricionista Andreia Morim — desmistifica esta obsessão pelas restrições cegas e explica exatamente o que deves começar a incorporar no teu dia a dia para que o teu corpo volte a trabalhar a teu favor, em vez de viver em défice constante.
Para ouvires a conversa completa, vai ao link na minha bio ou espreita os meus destaques. A tua biologia merece mais do que exclusões da moda; merece estratégia e nutrição real.
O que é que tens evitado no teu prato à custa de tendências, sem perceberes o que o teu corpo realmente precisa para sarar? 👇
Embora no senso comum se acredite que comer mais fibra resolve sempre a obstipação, este é um paradoxo bem documentado na gastroenterologia: o consumo excessivo de fibra insolúvel (como folhas cruas e alface), especialmente sem água suficiente ou num intestino com trânsito gravemente lento, pode piorar ou perpetuar a obstipação.
Priorizar alimentos cozinhados pode ser um auxilar para intestinos mais sensíveis e obstipados, o calor do cozimento induz a gelatinização do amido, e destrói a integridade da parede celular e desorganiza a estrutura do vegetal, realizando um processo mecânico-químico equivalente a uma pré-digestão.
Relativamente ao mágnésio, esta é um partilha mais pessoal mas, o magnésio participa em mais de 300 reações enzimáticas essenciais, e a sua eficácia no tratamento da obstipação (prisão de ventre) crónica é amplamente suportada por ensaios clínicos integrados na base de dados PubMed, pesquisem.
E tu também já aumentaste a ingestão de fibras e água para resolver a obstipação e nada aconteceu?
Conta-me o que funcionou para ti?
O preço da paz: quando estabelecer limites te transforma no "vilão" da história.
Há uma narrativa cultural exaustiva que nos dita que devemos ser sempre agradáveis, empáticos e disponíveis para todos, a todo o momento. No entanto, quando decidimos colocar a nossa saúde, a nossa sanidade mental e a nossa biologia em primeiro lugar, algo inevitável acontece: aos olhos daqueles que beneficiavam da nossa exaustão, nós tornamo-nos os "vilões".
A psicologia relacional e os estudos sobre regulação do sistema nervoso demonstram que o esgotamento crónico e as patologias autoimunes têm, na sua génese, uma incapacidade prolongada de dizer "não". Viver em constante hipervigilância para agradar aos outros mantém o eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal) hiperativo, elevando o cortisol de forma crónica, o que degrada a barreira intestinal e alimenta a cascata inflamatória sistémica.
Fazer o "papel de vilão" para recuperar a tua paz não é um ato de egoísmo; é um imperativo biológico e clínico de sobrevivência. Quando decides cortar com dinâmicas tóxicas, ajustar o teu estilo de vida e proteger o teu descanso, vais desiludir quem preferia ver-te dócil, mas doente.
E está tudo bem. A remissão e a recuperação da tua energia exigem que deixes de ser o "remediador" da vida dos outros para passares a ser o guardião da tua própria saúde.
A tua paz vale mais do que a aprovação de quem não vive no teu corpo.
O que te custa mais hoje: manter o papel de agradável para os outros ou pagar o preço na tua própria saúde? 👇
(Nota: Esta reflexão cruza a gestão de limites emocionais com o impacto fisiológico do stress crónico na imunidade. Não substitui o acompanhamento médico ou terapêutico especializado.)
Nunez SG, Rabelo SP, Subotic N, Caruso JW, Knezevic NN. Chronic Stress and Autoimmunity: The Role of HPA Axis and Cortisol Dysregulation. Int J Mol Sci. 2025 Oct 14;26(20):9994. doi: 10.3390/ijms26209994. PMID: 41155288; PMCID: PMC12563903.
🥑 1. Abacate
Rico em gorduras boas que ajudam a diminuir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o bom (HDL).
🐟 2. Peixes gordurosos (salmão, sardinha)
Cheios de ômega-3, que reduzem inflamação e protegem o coração.
🌰 3. Castanhas e nozes
Ajudam a melhorar a circulação e reduzir o acúmulo de gordura nas artérias.
🫒 4. Azeite extra virgem
Um dos melhores anti-inflamatórios naturais — protege diretamente os vasos sanguíneos.
🧄 5. Alho
Ajuda a reduzir pressão arterial e melhora a saúde das artérias.
🥦 6. Vegetais verdes (couve, espinafre, brócolos )
Ricos em antioxidantes que combatem danos nas artérias.
🍓 7. Frutas vermelhas
Morango, mirtilo, amora — ajudam a reduzir inflamação e melhorar a circulação.
⚠️ IMPORTANTE:
Não adianta incluir estes alimentos e continuar com:
• excesso de açúcar
• fritos
• ultraprocessados
Quem avisa amigo é
reposted from .rui_ribas
Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.
Categoria
Entre em contato com o negócio
Endereço
Águeda